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Comerciante é suspeito
de ter assassinado família

Aliciamento de testemunhas levou Valdir Feroldi à prisão provisória. Polícia aponta contradições no caso

Loreno Siega

Curitibanos - Valdir Feroldi, 49 anos, foi preso pela Polícia Civil às 6h30min. de ontem, em Curitibanos. Ele é o principal suspeito da autoria das mortes de quatro pessoas: a esposa Sandra Santos Feroldi, 25 anos, dois filhos, Robson (5 anos) e Ricardo (2 anos), e a cunhada Daiane de Lima Santos (10 anos). O crime aconteceu na noite do último sábado, por volta das 19 horas, na residência do casal, na rua Governador Jorge Lacerda, S/N, no bairro São José. As quatro pessoas foram mortas com requinte de crueldade. Pelas características dos ferimentos, a perícia constatou que o criminoso utilizou uma faca. Sandra e as duas crianças mais velhas, além de terem sido degoladas, tiveram diversas perfurações pelo corpo. A criança menor, de dois anos, foi encontrada degolada em seu quarto.

Feroldi teve prisão temporária decretada por 30 dias pela juíza Cintia Beatriz de Los Santos, do Fórum de Curitibanos. Os delegados José Luís Alves, de Curitibanos, e Renato Hendges, do Deic de Florianópolis, que conduzem as investigações, explicaram à imprensa na manhã de ontem, que Feroldi foi detido por aliciamento de pelo menos três testemunhas. José Luís disse que Feroldi esteve na casa de um casal de idade, que há algum tempo havia recebido uma casa dele. "A senhora foi orientada por Feroldi para que viesse depor na polícia e tentasse incriminar outras pessoas em seu depoimento", explicou o delegado.

José Luís informou que os depoimentos foram tomados em separado, inclusive com outras pessoas. "Chegamos à conclusão que pelo menos três depoentes foram aliciados por Feroldi para incriminar outras pessoas na autoria do crime. Por esse fato, além de várias evidências que apontam ser ele o principal suspeito, é que pedimos à juíza sua prisão temporária", completou o delegado José Luís.


Família das vítimas
acredita na inocência

"Vou ser o último a acreditar que isso seja verdade". Com essa frase, o pai de Sandra e de Daiane e avô de Robson e Ricardo, os quatro assassinados, resumiu sua opinião sobre a possibilidade de ter sido o genro o autor da chacina. Nivaldo Alves dos Santos, 54 anos, que perdeu as duas únicas filhas mulheres, continuou. "Eu conheço o Valdir desde que era criança. Moro lá perto da casa dele há mais de dois anos. Não consigo acreditar que foi ele".

Um irmão de Sandra, Celso Santos, 28 anos, também não acreditava na possibilidade. "Nunca tive queixa nenhuma do Valdir. Também nunca vi ele maltratar a Sandra ou as crianças. Ele não teria coragem de matar seus dois únicos filhos", disse. A mãe, dona Hilda de Lima Santos, 49 anos, bastante emocionada, hoje já estava meio dividida. "As autoridades que estão fazendo o trabalho devem saber mais do que eu. Mas o Valdir sempre foi um pai para com a gente. Costumava repartir tudo o que tinha em casa conosco. Eu não consigo acreditar que ele fosse capaz de uma monstruosidade dessas", desabafou.

Se por um lado a família de Sandra ainda reluta em acreditar que tenha sido Valdir o responsável pelas quatro mortes, apontam outro casal como suspeitos. "A gente acredita que tenha sido o Vermelho e sua namorada", disse a mãe. Ela se referia ao ex-funcionário de Valdir, Rodrigo Alves da Cruz, 20 anos, e de sua namorada, de 17 anos. "Tive uma séria briga com essa menina, uma vez, pois ela era de roubar coisas da Sandra e eu não gostava. Ela me disse, e eu nunca vou esquecer, que não podia fazer isso sozinha. Mas que conhecia um ex-presidiário que poderia matar toda a família da Sandra", declarou dona Hilda.

Os dois acusados pela família de Sandra já foram interrogados pela polícia várias vezes e estavam à disposição da equipe de investigações, ontem, na Delegacia de Curitibanos.(LS)


Polícia faz
levantamento
das evidências do crime

O delegado da divisão anti-sequestro do Departamento de Investigações Criminais (Deic) Renato Hendges, expôs as evidências que levam a crer que tenha sido Feroldi o autor do crime. "Além do aliciamento de testemunhas, que é uma pista bastante séria", temos outras razões para achar que foi ele", disse o delegado. "Na noite do acontecido, quando Feroldi declarou ter se deparado com a mulher morta na entrada da casa, ao invés de entrar na residência e procurar pelos filhos, como seria o normal, foi direto chamar a sogra. Isso me parece estranho", afirmou Renato.

"Pela perícia técnica que realizamos no local, acreditamos que houve uma discussão séria com a esposa no início da noite", sustentou o delegado. Pelo estado de enrijecimento em que foram encontrados os corpos, Hendges acredita que o criminoso tenha agido por volta das 19 horas, de dentro para fora da casa. "Isso é possível constatar pela posição do sangue na parede, que esguichou de cima para baixo, além da posição dos corpos pela casa", explicou.

Outra evidência que incrimina Valdir foi um depoimento que o mesmo deu a um investigador, na segunda-feira pela manhã. "Fomos com ele procurar, nos fundos da casa, pela possível arma do crime. O Valdir disse que a polícia jamais encontraria a arma e que esta deveria estar no fundo do rio", declarou o policial Odilon. Por fim, um último objeto que incrimina Feroldi é um boné vermelho.

A peça de roupa foi encontrada em cima de uma caixa de som, que havia sido retirada da casa e estava em um local próximo. De acordo com o delegado José Luís, as testemunhas que foram aliciadas falaram desse boné como pertencendo a determinada pessoa. "Mas nós achamos que foi só para despistar. Temos quase certeza que esse boné era do Valdir. Vamos periciá-lo e tentar provar isso através dos resíduos que ainda estão aqui como fios de cabelo", explicou o delegado.

Acareação

<*L> Enquanto a polícia continua com as investigações, Valdir Feroldi ficará preso 30 dias na cadeia pública de Curitibanos. Os delegados deverão fazer um interrogatório com Feroldi nas próximas horas, assim como acareação com os outros depoentes e suspeitos, inclusive com as testemunhas que foram aliciadas. "Até o momento, não podemos declarar que ele é autor dos assassinatos. Isso até que tudo seja devidamente comprovado. Mas temos fortes indícios que levam a crer que ele é o principal suspeito da autoria dos crimes", encerrou o delegado José Luís Alves.(LS)


Acusado de
decepar mulher sumiu

Jeferson Lima

Florianópolis - O primeiro teste comparativo de DNA realizado por um laboratório catarinense, confirmou em março que eram da comerciária Clara Muniz, 39 anos, as duas pernas encontradas no Parque do Rio Vermelho, em 21 de julho. As pernas foram cortadas com uma serra elétrica e o principal suspeito do homicídio é seu próprio marido, o alemão Sigfried Dietrich Meyer, ex-diretor da Faber-Castel, com quem ela morava na rua Rita Lourenço da Silveira, na Lagoa da Conceição. O casal vivia de aluguéis e tinha uma filha chamada Elizabete, de 4 anos. O resultado do exame complicou ainda mais a vida de Sigfried, que já teve sua prisão temporária decretada por cinco dias em novembro, mas ganhou a liberdade por falta de provas.

Dois dias depois de estar livre, o acusado sumiu. Nem seu próprio advogado diz conhecer seu paradeiro. Há informações não confirmadas de que ele está na Europa. O filha está com o pai. O delegado Evaristo Nunes pediu ajuda à Interpol para localizar Sigfried. Em seu depoimento prestado à polícia há várias contradições. Logo depois da morte de Clara, ele viajou para a Alemanha. Antes de viajar, eles tiveram uma série de desentendimentos. Clara havia comentado com amigos que estava com medo de morrer. O motivo principal do desentendimento era a viagem de Elisabete para a Europa acompanhada do pai, que teria sido uma imposição do marido. O casal estava prestes a separar-se. Outro motivo da discórdia entre os dois era a venda de alguns imóveis feita por Siegfried, com o que Clara não concordava.


Estupro

Menores denunciam padrasto

São Francisco do Sul - Uma denúncia de estupro contra duas irmãs, uma de 14 e outra de 12 anos, foi feita na tarde de ontem na Delegacia de Polícia pela conselheira tutelar Maria de Lara Amorim. O acusado do crime é o padrasto das menores, Ismael Marcos Veloso, 31 anos. A menina de 12 anos, segundo registro policial, está grávida de dois meses.

O abuso sexual, conforme revelaram as irmãs, vem acontecendo há mais de dois anos. De acordo com elas, eram violentadas sexualmente em um matagal, no loteamento Walter Rinow, no bairro Acaraí. "Cada vez ele levava uma, sempre de bicicleta", contou, a conselheira, ao efetuar o registro policial. A menor de 14 anos fez questão de relatar que era ameaçada de morte caso falasse algo a alguém. Por este motivo permanecia calada.

Ela decidiu fazer a denúncia porque a irmã está grávida de dois meses. Disse, ainda que a irmã também era ameaçada de morte. As duas menores foram apresentadas na delegacia pela própria conselheira. Elas vão permanecer sob os cuidados do Conselho Tutelar até que o caso seja esclarecido.

O delegado Júlio César Machado vai encaminhar as duas meninas a exame de conjunção carnal. Ele já determinou que uma equipe de policiais realizasse investigações para esclarecer a denúncia.(AZ)


Empresário paulista é
lesado em "golpe do chute"

Itajaí - Um empresário paulista do setor gráfico sofreu ontem a tarde um golpe de R$ 95 mil. Os acusados são dois homens bem vestidos que passavam-se por funcionários da Receita Federal do escritório de Itajaí, e estariam negociando um leilão de 60 toneldas de papel para etiquetas a ser realizado hoje. A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre o suposto golpe. De acordo com o empresário, que não revelou seu nome, o primeiro contato foi feito na quinta-feira passada no escritório em São Paulo capital.

Os negociadores deixaram telefone para contato. O empresário teria pedido uma amostra para verificar a qualidade do material. A amostra foi enviada ao empresário que a considerou de boa qualidade. "Os negociadores deram telefone e contato no departamento em que trabalhavam, eu telefonei e verifiquei tudo", contou o empresário que além da maleta com os R$ 95 mil teve também roubados documentos da empresa e pessoais.

Segundo o empresário, que diz ter 20 anos de experiência no mercado, sua empresa tem 150 funcionários. "Nunca me aconteceu isso, loga agora fui cair", comentou. O papel, haviam informado a ele, estaria acondicionado em três contêineres. O roubo da maleta com dinheiro teria ocorrido por volta das 16h30 nas proximidades do setor de administração do porto de Itajaí.

O paulista formalizou queixa às 18 horas de ontem na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Itajaí. Usando auxílio de fotos de arquivo da Delegacia, o empresário identificou os dois homens que teriam aplicado o golpe, popularmente conhecido como "golpe do chute".


Colisão resulta em
morte de três pessoas

Meleiro - Uma colisão entre um Gol e um caminhão, ontem às 16h30, provocou a morte de três pessoas. João Batista Lessa de Oliveira, 20 anos, sua namorada Rosimeri Resing, 23, e a mãe dela, Andrelina Maria dos Anjos Resing, 57, estavam dentro do Gol, LZG 8447, de Araranguá, que bateu na lateral do caminhão, DR 5709, de Criciúma. João Donizete Borges, 25 anos, motorista do caminhão não teve ferimentos.

O acidente aconteceu na SC-449, a um quilômetro do centro de Meleiro, num trevo da rodovia que dá acesso ao município de Turvo. Aquela parte da rodovia foi inaugurada há poucas semanas, e a sinalização, que também é recente e inverteu a via preferencial, pode ter influenciado os motoristas. As três vítimas moravam em Araranguá e estavam indo para o cemitério de Meleiro levar flores para o marido de Andrelina.

Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal, IML, de Araranguá, e foram reconhecidos pelos familiares. Andrelina era mãe de Rosimeri, e tinha outros três filhos.

Em Araranguá, o menino Alan Jacinto, quatro anos, foi atropelado quarta-feira, às 18 horas, no km 435, da BR-101, em Sombrio. Alan estava perto da rodovia com sua mãe e correu para atravessá-la, quando foi colhido pelo ônibus CGR 5224, da prefeitura de Santa Rosa do Sul. O menino morreu antes de chegar ao hospital Dom Joaquim, em Sombrio.

Manchetes AN

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Assalto

Assaltantes levam R$ 250 mil de bancos

Quarteto conseguiu burlar sistema de segurança do HSBC Bamerindus de Tijucas. Bradesco também foi lesado

Jeferson Lima

Florianópolis - A agência do banco HSBC Bamerindus da rua Marechal Floriano do centro de Tijucas foi assaltada por quatro homens por volta das 10 horas de ontem, logo após ser abastecida por um carro forte. Os ladrões desapareceram com R$ 251.483,00, levados da tesouraria da instituição. Segundo foi apurado pelo comissário da Polícia Civil da delegacia do município, Valmor Calixto, a agência possui portas giratórias, mas foi invadida através de uma porta lateral, usada para acesso dos funcionários e de deficientes físicos.

O primeiro assaltante vestiu um capuz quando estava próximo à entrada secundária e rendeu dois vigilantes com uma escopeta. Seus revólveres calibre 38 foram tomados por outros dois assaltantes que já estavam no interior da agência. Em frente ao banco, o quarto personagem do assalto aguardava no interior do Ford Royale, vermelho, com as placas frias LXJ-8859. Segundo Calixto, este carro foi roubado em abril, na cidade de Balneário Camboriú.

Depois de limpar os caixas, os ladrões fugiram em direção ao bairro Coroado. Lá fizeram a troca de veículos e seguiram a fuga num Volkswagen Gol, verde escuro. O fato foi observado por moradores que perceberam algo de estranho na movimentação daqueles homens em torno dos dois veículos, mas não foi anotada a placa do Gol, possivelmente fria. O assalto não durou mais do que cinco minutos. Segundo Calixto, R$ 211.483,00 pertenciam ao Bamerindus e R$ 40 mil estavam no interior de um malote e eram do Bradesco, cujo gerente da agência local estava ali para apanhar o dinheiro. Segundo os clientes e funcionários do banco, o assaltante encapuzado era alto e forte, o segundo ladrão aparentava 40 anos, era branco, alto, calvo e usava camisa branca de manga curta. O terceiro possui estatura normal, é moreno, cabelos escuros e usava camisa vermelha.


Preso grupo de estelionatários

Quadrilha lesava clientes de consórcio de carros usados

Arlei Zimmermann

São Francisco do Sul - Uma quadrilha acusada de estelionato que vinha agindo em Santa Catarina, especificamente em Joinville e São Francisco do Sul, foi desmantelada no final da tarde de quarta-feira pela Polícia Civil. Valter Fernando Farias Lemos, 54 anos, de Santa Maria (RS), Hemenergídio José Botelho, 50, de Caratinga (MG), Carlos Alberto dos Santos Brambila, 41, de Canoas (RS), Paulo Damasio Farias, 51, de Santo Antônio da Patrulha (RS), e Jorge Roberto Lameira Coelho, 40, de Porto Alegre (RS) são os suspeitos. De acordo com o delegado Júlio César Machado de Souza eles descontaram na praça mais de 150 cheques sem fundo.

O caso foi esclarecido somente depois de 10 dias, quando o investigador Evenilton Leão de Oliveira descobriu que a quadrilha havia alugado uma sala comercial na avenida Atlântica, no Balneário de Enseada, em São Francisco do Sul. Conforme o policial apurou, os suspeitos estavam vendendo consórcios de carros usados, representados por duas empresas.

Na quarta-feira, o policial apurou que um dos suspeitos havia abastecido o carro no Posto São Rio e teria pago com um cheque sem fundo. Em companhia do investigador Ademar foi até o posto e apreendeu o cheque em nome de Carlos Alberto dos Santos Brambila, do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), agência de Joinville. Os policiais conversaram com o gerente e foram informados de que a conta pertencia a empresa Damasil Representações Ltda-Me, de propriedade de Paulo Damasio Farias, mas que já tinha sido encerrada.

Até o final da tarde de ontem a polícia já havia apreendido metade dos cheques. Apenas um deles é do Banco do Estado do Rio Grande do Sul, da cidade de Salto do Jacuí. Este cheque, de acordo com o delegado Júlio César, foi furtado de Rudimar Seibel.

O cabeça da quadrilha, conforme o delegado, era Paulo Damasio Farias. De acordo com ele, já trabalhava com a venda de consórcios no Rio Grande do Sul, e conhecia os outros envolvidos há mais de 20 anos. Quando vieram para Santa Catarina alugaram uma casa em Joinville. Depois foram para o Balneário de Enseada, onde também moravam de aluguel. "Todos eles afirmaram que vão pagar os cheques", disse, a escrivã Janice Vorel Bonassa. O delegado Júlio César autuou a quadrilha por estelionato e formação de quadrilha.


Família pede indenização por morte de casal

Araranguá - Familiares do casal de namorados, Alexandre Ferreira e Simone Aguiar, mortos no dia 5 de abril em Araranguá, estão pedindo uma indenização de R$ 2,8 milhões, por danos morais, materiais e uma pensão alimentícia. A Ação de Indenização contra o governo foi encaminhada no último dia quatro, ao Fórum de Araranguá. O casal trafegava de moto pela rodovia que liga o balneário Morro dos Conventos a Araranguá, quando foi atropelado por um automóvel. Os dois morreram na hora.

A ação foi elaborada pelos advogados Luciano Torres Medeiros e Dik Robert Daniel, que representam as famílias de Alexandre e Simone. A indenização deverá ser paga por Tiago Gomes, de 18 anos, que estava conduzindo o Escort, LYT 0815, de Araranguá, e contra o pai dele, o empresário Lédio Gomes, que inicialmente havia assumido a autoria do atropelamento para defender o filho.

Os valores, apesar de serem elevados, foram calculados, segundo Medeiros, dentro dos danos que as famílias sofreram. Outro agravante destacado pelos advogados é o fato do condutor ter fugido do local sem socorrer as vítimas. "Além da ação de indenização, o processo criminal também tramita no fórum", informou Medeiros. A ação deve tramitar por cerca de um ano, em primeira instância, até que saia uma decisão da Justiça sobre o pagamento.


Quadrilha é desbaratada

Itajaí - Com a detenção de nove pessoas, ontem, a polícia espera ter desbaratado as duas maiores quadrilhas da região envolvidas com tráfico de drogas e assaltados na região. A ação conjunta de Polícia Militar e Civil terminou à tarde com a prisão de Maria Lindamir Stroblt, 51 anos; André Luiz Schffer, 25, F.M.N., 16; Marcos José de Oliveira, Alberto Luiz da Silva e Ronci Lucas Francisco, os três com 18 anos de idade; José James de Lima, 26; Sílvia Aparecida da Silva, 20 e Marlene dos Santos.

A polícia não descarta a possibilidade de as duas quadrilhas estarem envolvidas no roubo a bancos na região. Com essas pessoas os policiais apreenderam 200 gramas de maconha, uma espingarda de cano duplo, 12 cartuchos, três cápsulas, dois talões de cheques do Unibanco e diversos outros objetos que segundo a polícia são produto de roubo.


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