. . AN_Internet . .
Joinville

SC, Brasil
Midia Tecnologia Premios Cores Internet
Capas Imagem_Mapa
ANVeículos ANTevê ANInformática Colunistas ANEconomia
     

Adolescentes
pegam a estrada

A família é geralmente dispensada nestas horas, pois os jovens querem provar que sabem se virar sozinhos

Giovanna Locatelli

Quando as férias escolares se aproximam, surge também aquela vontade de sair de casa, viajar, mudar de ares. Nesta época, os adolescentes se agitam e, em sua grande maioria, sonham em colocar a mochila e ganhar o mundo (ou, pelo menos, a cidade mais próxima), rompendo fronteiras, de preferência sozinhos.

A oportunidade de viajar sozinhos é considerada pelos adolescentes uma forma de dizer que já estão adultos e que são responsáveis pelos seus atos. "Tudo o que fizermos teremos que agüentar as conseqüências, ninguém é responsável pelos nossos atos, a não ser nós mesmos", enfatiza Cecília de Oliveira, 17 anos.

O pai de Cecília, Jorge Zacarias, afirma que tudo depende da educação que os filhos recebem em casa. "Nossa preocupação maior é com a segurança de nossos filhos, pois confiamos nas atitudes deles", explica.

Cecília confirma o que seu pai diz. "Sempre tivemos uma educação muito completa e nossos pais nos ensinam a ter responsabilidades e medir nossos atos".

Os filhos, às vezes, estranham a preocupação dos pais. "Parece que eles acham que vamos fazer algo errado, mas só queremos ter a sensação de liberdade e de que podemos fazer as coisas por nós mesmos", explica Cecília.

A pedagoga Maristela de Oliveira diz que tem confiança em seus filhos e que deixa-os viajar sozinhos para passar férias na casa de parentes no Rio Grande do Sul. Ela afirma que muitos jovens que têm a oportunidade de viajar sem os pais confundem liberdade com modernidade. "Algumas atitudes com relação ao sexo e às drogas estão confusas na cabeça dos adolescentes e jovens", analisa.

Cecília, filha de Maristela, afirma que convive com colegas que, na sua opinião, abusam da liberdade, mas ela se mostra consciente e resolvida. "Não irei recriminar meus amigos me metendo no que fazem, mas se acho que algo está errado, não faço. Acho que cada um deve saber se cuidar", destaca.

Os irmãos de Cecília - Augusto, 13, e Roberta, 14 - encaram a oportunidade de viajar sem os pais como uma forma de provar que merecem confiança. "A responsabilidade é outra", afirma. Zacarias explica que as preocupações de hoje não são com as atitudes dos filhos, mas com sua segurança enquanto estiverem longe da família: -"Damos uma educação aberta e com diálogo. Sempre que eles saem, queremos saber com quem estão saindo, para onde estão indo e, sempre que possível, que nos deixem um telefone de contato".

Preferências

A liberdade de viajar sem os pais está deixando os adolescentes mais certos de suas vontades. E para aproveitar este filão, as agências de turismo oferecem diversas opções de viagens para essa turma.

Entre as agências, a opinião é unânime. "As excursões para a Disney World são as mais procuradas, seja nas férias de janeiro ou de julho", afirma Célia Hostin, agente de turismo da The Travel Company.

Para excursões à Disney World, as agências escalam equipes especializados em cuidar de adolescentes. "Os guias administram até o dinheiro que os pais enviam para o filho gastar na viagem", afirma Patrícia Voltolini, da Voltur. "Também escalamos um médico para acompanhar o grupo", acrescenta.

A segunda opção mais procurada por quem quer dar férias aos pais são os hotéis-fazenda. "Muitos deles procuram estar em contato com a natureza", revela Célia.

O ar puro e o contato com os elementos rurais estão reunindo mais adeptos. "Eles curtem, pois tem cavalos, cachoeiras, piscina e outros tipos de diversão que não encontram na cidade", explica Patrícia.

A agente também diz que uma terceira opção está atraindo a atenção de jovens e adolescentes. A neve, os chalés com lareiras e as aulas de esqui estão levando muitas excursões para Bariloche, na Argentina. "É um programa diferente que seduz qualquer pessoa", afirma Patrícia. (GL)


Lei garante
liberdade de ir e vir

O artigo 15, do Capítulo 2 do Estatuto da Criança e do Adolescente, garante a eles o direito da liberdade. O artigo 16 do mesmo capítulo especifica o conceito de liberdade como a possibilidade de ir e vir.

De acordo com o estatuto, crianças são as pessoas com até 12 anos de idade incompletos e adolescentes são os jovens entre 12 e 18 anos. Assim, com os direitos de ir e vir assegurados, os jovens podem viajar sozinhos pelo País sem a necessidade de autorização judicial.

Para os menores, a autorização não será exigida quando tratar-se de comarca contígua à da residência da criança ou mesma região metropolitana, se ela estiver acompanhada de descendente ou colateral maior, até o terceiro grau, comprovado documentalmente o parentesco. Também se estiver acompanhada de pessoa maior, expressamente autorizada pelo pai, mãe ou responsável. (GL)


Famílias
driblam falta de luz

Moradores ocuparam há 30 anos o morro do Boa Vista, uma área de preservação ambiental

Marco Aurélio Brag

Ao torcer para o Brasil contra a Holanda nas semifinais da Copa do Mundo, na terça-feira, a dona de casa Hilda Francisca da Silva Amante, 48 anos, teve que recarregar uma bateria de caminhão para fazer funcionar uma velha televisão. Hilda e mais 20 famílias moram no morro do Boa Vista, uma das áreas verdes mais bonitas da região que foi ocupada há cerca de 30 anos. Os moradores não têm energia elétrica porque a Prefeitura acredita que ao oferecer infra-estrutura no local vai incentivar novas ocupações e colocar em risco um dos poucos pontos ainda preservados da cidade.

Geladeiras poucos possuem. Televisão só a bateria. A luz vem de um lampião a gás. Todos esses obstáculos parecem não atrapalhar o dia-a-dia dos moradores. "Já estamos acostumados", diz Hilda. Morando há 20 anos no morro do Boa Vista, a dona de casa vê a luz no Parque Zoobotânico, há 100 metros de sua casa. A lâmpada na sala principal é uma simples decoração. "Instalamos toda a rede elétrica a partir da promessa de que a luz viria, mas até hoje nada foi resolvido", lembra.

Tanto para Hilda como para muitos moradores, a indenização seria uma boa opção. Um dos moradores mais velhos do local, o aposentado Valtecílio Cardoso Melo, 63 anos, criou seus filhos no morro do Boa Vista e sonha com a energia elétrica. "Passa administração municipal e nada se resolve", diz. "Até os animais do zoobotânico têm luz", completa. Melo é um dos que não se conformam em não ter luz elétrica em casa.

A mulher de Melo, Maria Terezinha, 48, lembra que o caminhão de lixo não passa diariamente, mas o botijão de gás de cozinha é vendido a domicílio, o que garante o almoço e a luz durante à noite.

ESCURIDÃO

A atendente Daniely Kaszceszen, 20, trabalha das 18 às 23 horas num lanchonete no centro. Volta para casa a pé e atravessa uma parte do percurso na escuridão. "Todos os dias minha mãe vai me buscar no pé do morro", conta. Para resolver o problema, Daniely espera trocar de emprego e buscar um horário mais apropriado para voltar para casa.

Numa casa escondida no meio de árvores, o pedreiro José Alves de Oliveira, 61 anos, reside há seis anos no local. A maioria das casas fica no meio do mato. Muitos aproveitam essa peculiaridade para cultivar banana e criar galinhas. A poucos quilômetros do centro de Joinville se tem a sensação de estar na área rural.

Acostumado a instalar rede elétrica em outras residências, o eletricista Mário Leandro, 42, nem sequer tem esse benefício em casa e também não faz muita questão de ter. "Assim está bom, mas se viesse a luz, seria ótimo", resume.


Secretário
defende remoção

O secretário da Infra-estrutura Urbana, Manoel Mendonça, vê com receio a instalação de energia elétrica no local. Acredita que a área de preservação ambiental seria colocada em risco.

Para Mendonça, a solução mais simples seria remover as famílias para uma outra área. Os moradores preferem ser indenizados do que se deslocarem para uma área distante do centro da cidade. "Eles estão irregulares no local. Há várias leis que não permitem moradias naquele morro", informa.

Uma modificação na legislação municipal, que não permitia construção acima de quarenta metros da encosta de morros em Joinville, sofreu algumas modificações, mas não beneficiou aos moradores do morro do Boa Vista. A construção de pequenos lotes acima da cota 40 continua proibida. O que mudou na nova lei é que foram permitidas construções em lotes com área mínima de cinco mil metros quadrados.

O proprietário também deve respeitar alguns requisitos básicos de preservação. A área construída não teve ultrapassar 25% da área. O resto deve ser preservado. Com essa nova legislação só será permitida a construção de mansões e pessoas que possivelmente gostem de viver no meio da natureza. (MAD)


Analista lança
livro de auto-ajuda hoje

A segunda produção literária do analista de sistema César Roberto Alves Moreira, "Motivação Pessoal, será lançada hoje, às 20 horas, no salão de eventos do Shopping Cidade das Flores. O joinvilense explica que sua obra é um guia para o crescimento profissional, material e espiritual. "Passo algumas formas de tornar a vida mais agradável", diz.

Esta é uma obra recheada de dicas e maneiras de atrair sucesso, explica. O autor afirma em seu livro que o poder, a capacidade e a habilidade de obter sucesso estão dentro das pessoas, e o livro auxilia no processo de desenvolvê-las.

Câncer

O primeiro livro lançado por César Roberto é sobre o difícil momento em que descobriu que sofria de uma doença grave e a sua luta pela sobrevivência. Sua experiência de vencer a morte é relatada no livro "Fé, Força e Coragem, Três palavras mágicas que podem mudar sua vida".

Na obra Moreira conta sua trajetória desde o momento em que o câncer foi diagnosticado até a sua cura, com a ajuda de terapias alternativas, como o Reike, acupuntura, musicoterapia, cromoterapia e outras, juntamente com tratamentos convencionais de quimio e radioterapia. "Não podemos nos deixar vencer, devemos enfrentar os problemas e tentar vencê-los", enfatiza Moreira.

Em sua obra, o analista propõe que as pessoas adotem uma postura de vida mais harmônica e tranqüila. "Isto faz com que a pessoa promova resultados positivos em sua vida", diz. De acordo com o analista, mais de mil exemplares já foram vendidos e cerca de 5 mil pessoas já tiveram contato com a sua obra.


Univille encerra
homenagens a Moteiro Lobato

O projeto 50 Anos Sem Lobato, promovido pelo Programa de Literatura Infanto-Juvenil (Prolij), da Univille, será encerrado hoje com demonstração das atividades desenvolvidas pelos alunos do Colégio de Aplicação, vinculado à instituição.

Estudantes das quatro séries do Aplicação farão apresentações baseadas em textos de Monteiro Lobato e, após, haverá uma avaliação de todo o projeto, lançado no dia 4 de junho. Na parte da tarde, na sala C-21, pesquisadores do Prolij e representantes de outros cursos universitários reúnem-se para programar a próxima etapa das comemorações que até dezembro celebram o Ano Monteiro Lobato.


Sociedade Acaraí faz
bingo para ajudar "Papai Noel"

Antônio Anacleto

A Sociedade Acaraí, com sede na rua Graciosa, no bairro Guanabara, promove, no sábado, às 14h30, um bingo beneficente com renda revertida para o antigo e conhecido Papai Noel de Joinville, o motorista aposentado Gilberto José Soares.

Gilberto José Soares, 75 anos, morador na rua Agostinho José Cognaco, 172, no bairro Costa e Silva, foi motorista de ônibus e caminhoneiro. Hoje sofre com problemas de pressão e gota, a mulher Rosa Magalhães Soares, recentemente, foi submetida a múltipla cirurgia. Está com aluguel atrasado, recebe aposentadoria de um salário mínimo e gasta dois só com medicamentos.

Histórico

Gilberto representa a figura do Papai Noel para os muitos joinvilenses que pediram balas e fizeram seus pedidos de Natal na antiga loja Reino dos Brinquedos, na rua 15 de Novembro. Agora passa por dificuldades e por isso precisa da ajuda da comunidade.

A Sociedade Acaraí, a exemplo de suas outras iniciativas, convoca seus associados e convida a comunidade a participar. Na entrada será cobrado R$ 2,00, que dão direito a duas cautelas para participar de 20 rodadas. A sociedade destaca a presença do beneficiado no evento.


Fogo destrói uma
escola em dezembro de 78

Graziela Lindner

A Escola Adventista, na rua Rio do Sul, ardia em chamas na madrugada do dia 18 de dezembro de 1977. Mais um incêndio criminoso despertava os joinvilenses e tirava o sossego dos bombeiros. Quando chegou no local, instantes depois de o fogo começar, a secretária da escola Irene Marilene Miranda de Souza conseguiu recuperar apenas documentos e livros.

"Graças ao arquivo de aço e à mesa de madeira maciça, o fogo não transformou os papéis em cinzas. No dia seguinte, espalhamos os livros da biblioteca no chão para secar", lembra. "Eles estavam encharcados, mas valeu a pena. A ação dos bombeiros foi fundamental para evitar um incidente ainda maior".

Apesar de o fogo estar controlado, Irene recorda dos estalos nos caibros de madeira torrados. "Tivemos que entrar na escola para retirar o que sobrou, mas estávamos apreensivos porque tudo aquilo poderia desabar sobre nós", diz. Mas o dia 18 de dezembro não foi marcado somente por mais um crime em Joinville.

Enquanto as chamas consumiam o prédio e ameaçavam a igreja ao lado da escola, um acidente entre o caminhão do Corpo de Bombeiros e um táxi resultou na morte do taxista Teotônio da Cunha e do radialista Luiz Mauro Corrêa. "No dia 17, à noite, fizemos a festa do encerramento e a formatura da primeira turma de 8ª série, no auditório do Sesi. Às 11 horas passei na escola, deixei alguns objetos e fui embora. Por volta das 3 horas do dia 18 o fogo transformava tudo em brasa", diz Irene.

De acordo com a secretária, que ainda hoje trabalha na Escola Adventista, naquela mesma madrugada trágica o prefeito Luiz Henrique da Silveira foi verificar o resultado do incêndio e garantiu toda a assistência. "Graças ao empenho da comunidade conseguimos reconstruir a escola. O governo municipal doou o terreno na rua Casemiro de Abreu e fez campanhas para arrecadar fundos", conta o atual diretor da escola, José Roberto Fuckner. O prédio foi reconstruído no terreno doado pela Prefeitura e só no início da década de 90 é que foi reaberta a escola, na rua Rio do Sul. "Hoje, temos cerca de 100 alunos estudando lá".

Durante o ano de 1978, os alunos da escola tiveram aulas na Associação Catarinense de Ensino (ACE) e a comunidade se revezava em mutirões para construir novas salas o mais rápido possível. Mesmo nos finais de semana, as pessoas se mostravam dispostas a trabalhar. "Eu morava em Brusque naquela época, mas acompanhava tudo pela imprensa. O clima de terror vivido pelos joinvilenses começava a chegar nas cidades vizinhas", informa José Roberto. "No rádio, ouvíamos falar que os crimes poderiam afetar também os municípios da região".

Quanto ao motivo e principalmente à autoria dos incêndios, Irene diz que é difícil julgar e confessa jamais ter imaginado que a escola poderia ser alvo de criminosos. "Deve ter sido vandalismo ou pura malvadeza, mas acho que nunca descobriram realmente quem eram os responsáveis pelos crimes", afirma.


Diretor não faz
idéia dos motivos

O diretor José Roberto Fuckner também faz uma avaliação pessoal. Ele acredita que não era uma única organização que ateava fogo nos imóveis. "Não faço idéia de qual era o objetivo, mas acho que motivados pela onda de incêndios que estavam acontecendo outros grupos começaram a agir também. Não creio que todos os crimes foram cometidos pelas mesmas pessoas", arrisca o diretor.

Segundo ele, o pavor vivido em Joinville no biênio 1977 e 1978 só é comparado ao clima tenso causado pela enchente em Santa Catarina no início da década de 80. "Uma vez o Estado foi aterrorizado pelo fogo, outra pela água". (GL)


Aposentado
lembra o clima tenso

"O fogo e o clarão das chamas exercem fascínio sobre as pessoas, mas toda a sua beleza só é percebida quando a situação está sob controle". A definição é do aposentado Lothar Eckhoff, que na década de 70 era chefe da segurança na Consul. Como muitos joinvilenses, ele ainda lembra bem o clima vivido na cidade nos anos de 1977 e 1978, quando Joinville foi aterrorizada por incêndios criminosos em indústrias, igrejas e escolas.

Para reforçar a segurança na empresa e evitar a ação dos incendiários, Lothar lembra que a equipe de vigias foi triplicada. Apesar disso, todos recebiam treinamento e armas. "Era o Exército que treinava os seguranças e detinha o controle das armas utilizadas pelos vigias. Tudo era registrado oficialmente", conta. "Alguns operários deixaram seus postos na fábrica para integrar a guarda. Vivíamos sob a ameaça de um novo crime e ninguém sabia quando e onde os incendiários agiriam outra vez".

Nem sempre reforçar a guarda era suficiente. Para facilitar o trabalho dos homens que durante 24 horas zelavam pelo patrimônio da empresa, luzes foram instaladas nas cercas que demarcavam o terreno da Consul. As rondas eram constantes e o meio de transporte para percorrer toda a área ainda era a bicicleta. "Não podíamos falhar. A iluminação foi intensificada para ajudar no trabalho e proporcionar maior visibilidade".

Avião

E foi por causa das luzes instaladas a cada 50 metros da cerca que um avião desceu no terreno da Cônsul. "Era início da noite de domingo, no dia 17 de março de 1978, quando um dos guardas escutou o avião sobrevoando a área. Não demorou muito para que o piloto pousasse, alegando estar sem combustível", recorda Lothar.

De acordo com o ex-chefe da segurança, o piloto imaginou que as luzes da Consul fossem a sinalização da pista do aeroporto e, por isso, desceu ali mesmo. "Felizmente, nem piloto nem passageiro se machucaram. Passado o susto, eles chamaram um táxi, foram para um hotel e dois dias depois vieram com um caminhão para transportar o que sobrou da aeronave. Uma das asas ficou destruída", lembra. (GL)


Polícia
detém desordeiros

Ainda na avenida Juscelino Kubitscheck, no centro, à meia-noite, policiais militares detiveram Tailson José Silveira, 19 anos, e Durian Clemers, 18 anos, acusados de estarem embriagados e brigando. A dupla foi levada para a 6ª DP. Às 23h20, na rua Padre Augusto, no bairro Fátima, foi detido pela PM e levado para a Delegacia de Proteção à Mulher a Criança e ao Adolescente, Antônio José de Oliveira, 35 anos. Conforme o relatório de ocorrências do Centro de Operações Militares (Copom) do 8º BPM, o detido estava embriagado e agrediu Marilda Nunes Klipper, 35 anos.

No bairro Aventureiro, na rua Tuiuti, às 22h33, foi detido Paulo César Vitalino, 30 anos. Ele, segundo registros, estava embriagado e fazendo desordens. Foi levado para a 4ª DP. Depois de festejar a vitória do Brasil contra a Holanda, às 18h35, foi detido por policiais militares, por estar dirigindo o automóvel Chevrolet Ipanema ACT-5093 (Joinville), embriagado. Ele foi surpreendido na avenida JK e no teste com o bafômetro foi constatado que estava com 1.0 decigrama de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões. Foi levado para a 6ª DP.

No mesmo local foi surpreendido por policiais militares, dirigindo sem carteira de habilitação, Emerson de Andrade, 21 anos. Ele pilotava a moto Honda CG 125, modelo Titan, LYZ-5486 (Joinville), na avenida Juscelino Kubistcheck, às 21h38, e foi levado para a 6ª DP. Outro flagrado sem carteira de habilitação, na avenida JK, às 23h45, Geovane Agostine, 19 anos. Ele dirigia a Saveiro LYT-9842 (Joinville), e foi levado para a 6ª DP.(MO)


Carro arrasta
floreira para a rua

Arlei Zimmermann

A atenção dos motoristas que passaram pela rua Conselheiro Mafra, quase em frente ao restaurante Família Smânia, na noite de terça-feira, teve que ser redobrada. O Tempra LWR-3389, Florianópolis, se chocou com uma floreira de concreto armado, deslocando-a até o meio do rua, o que atrapalhou o trânsito.

Alguns motoristas não avistaram o concreto e colidiram. Outros, mais atentos, conseguiram desviar. O causador do acidente não foi identificado. De acordo com Calmon Rendaki, morador de de um prédio que fica na rua Conselheiro Mafra, quase em frente ao local onde aconteceu o acidente, o condutor do Tempra estava alcoolizado, por isso, após o acidente, estacionou o carro, apanhou um táxi e foi para um hotel. "Eu ainda o ajudei. Acho que o carro é alugado e ele estava passeando em Joinville", disse, Rendaki.

Declarou, ainda, que a floreira tem provocado diversos acidentes. Por isso, segundo ele, a sua mulher, Neuza, que é síndica, chegou a encaminhar três ofícios à Prefeitura, pedindo pela retirada da floreira, mas ninguém tomou providência. "Além da floreira colaborar com os acidentes, a maioria dos motoristas passam por aqui em alta velocidade", lamenta.

Segundo o chefe do setor de Serviços Urbanos e Rurais, que faz parte da Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente, Uriel Cubas, não recebeu nenhum ofício, caso contrário, já teria tomado alguma providência. "A gente não pode agradar todo mundo. Se soubéssemos que a floreira estava atrapalhando, teríamos retirado do local", diz. Por outro lado, faz questão de dizer que ontem pela manhã, ao tomar conhecimento do ocorrido, já tomou as providências. "O serviço foi feito, inclusive limpamos a área", acrescenta.


Bombeiros têm
dificuldades para
resgatar acidentado

Arlei Zimmermann

O tombamento da Scânia NJ-0934, tracionando o reboque Rondon, LZT-1281, Joinville, da empresa Transville Transporte, às 0h38 de terça-feira, em uma curva na Estrada do Sul, causou ferimentos no motorista Antônio Claudio dos Santos, 27 anos, e no carona Robson Medeiros, 26 anos, que ficou preso nas ferragens.

A Scânia, de acordo com a Delegacia de Acidentes de Trânsito, onde foi efetuado o registro policial, estava carregada com compressores. Socorristas do Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville foram chamados no local para atender as vítimas. Segundo o socorrista Everaldo Sanzon, o grupo levou duas horas para resgatar Robson Medeiros, que ficou preso nas ferragens.

Ontem, o chefe de resgate dos bombeiros, Abelino Rosa, disse que ainda tinha óleo nas mãos, devido à dificuldade para retirar a vítima das ferragens. "Realmente foi muito difícil", comenta. O motorista Antônio Claudio dos Santos sofreu suspeita de fratura de clavícula e dores nas costas e no punho. O carona Robson Medeiros, apesar de ter ficado por cerca de duas presos nas ferragens, sofreu apenas escoriações leves nos membros superiores e inferiores, além de dor no membro inferior esquerdo.

Outro acidente atendido pelos socorristas dos bombeiros aconteceu às 8 horas de terça-feira, na rua Guanabara. O motorista do Gol táxi, LYS-5963, Joinville, Mauro Ferreira Lima, 42 anos, perdeu o controle da direção do veículo e se chocou com o muro de uma residência. Apenas a passageira Vera Lúcia de Souza, 39 anos, sofreu ferimentos. Segundo os socorristas, ela sofreu contusão na coluna toráxica e dores nas costelas do lado direito.

Também na terça-feira, José Darci de Lima, 56 anos, caiu de cima de uma casa, no Loteamento Jardim Edilene, e sofreu um corte na cabeça, sendo levado ao pronto-socorro do Hospital São José, pelos socorristas dos bombeiros.(AZ)


Trio acusado de
tentar passar notas falsas

Antônio Anacleto

O mecânico Ricardo Gonçalves, 20 anos, morador no América, a doméstica Vanete Pereira, 28 anos, residente no Boa Vista, e a diarista Cleonir Bublitz, 23 anos, moradora na Comasa do Boa Vista, foram presos em flagrante na manhã de ontem na esquina das ruas Quintino Bocaiuva e Blumenau acusados de tentar passar R$ 300,00 em notas falsas.

A doméstica Vanete Pereira declarou que vendeu uma máquina de lavar roupa a uma pessoa desconhecida e recebeu as notas de R$ 50,00 como pagamento. Somente mais tarde, desconfiou da autenticidade. Para não ficar no prejuízo, pediu ajuda a Ricardo e Cleonir para passar o dinheiro. Vanete disse que somente um quarto conhecido chamado Pablo teria tido êxito.

Conforme declaração do delegado da Polícia Federal, Milton Bairros, foi denunciado que os acisadps usaram uma das notas na loja Equipalar, na avenida João Colin. A Polícia Militar foi acionada para fazer averiguações no local. Desconfiou do trio e numa revista encontrou as cinco notas.

O trio, preso pela soldado PM feminina Wanderléia Aparecida dos Santos, alegaram que não tentaram passar as notas que estavam em seu poder, mas Pablo teria conseguido passar uma delas. O trio está no presídio, onde esperam definição da Justiça.

Copa 98

Noticiário

Tabela da Copa 98

Perfil das Seleções

História das Copas

Datas apertam temporada

Dirigentes acham que haverá tempo para a Primeirona, mas falam em redução no número de participantes este ano

Marco Aurélio Braga

Principal campeonato de futebol amador da cidade, a Primeirona 98 ainda não tem participantes nem datas definidas. O que se sabe é que não começa antes de setembro, uma perspectiva que parece não alarmar dirigentes e treinadores de Pirabeiraba e 25 de Agosto, duas equipes de ponta, que não acreditam que a 1ª Divisão seja afetada pelo atraso no término da Taça Cidade de Joinville.

A Taça Cidade só deve acabar no final de agosto. Com a escassez de datas os dirigentes não acreditam em prejuízos, baseando-se numa previsão de que haverá poucas equipes participando do principal campeonato da Liga Joinvilense de Futebol.

Tanto os jogadores quanto o técnico de 25 de agosto, Vica Nass, evitam falar sobre o assunto dizendo "que isso é assunto da diretoria". Vica prefere não comentar a provável falta de datas para disputar a Primeirona. O presidente do clube, Luiz Freitas, garante que haverá data para as duas competições. Segundo ele, no máximo oito times disputarão a 1ª Divisão, e com um bom calendário tudo será arrumado. "Com certeza dará tempo. Com oito times divididos em duas chaves no máximo em três meses o campeonato será finalizado", confia Freitas. Doze equipes têm vaga assegurada na Primeirona.

O técnico do Pirabeiraba, Vanderlei Desordi, também compartilha da idéia. Para ele, as equipes que disputarão a Primeirona não têm interesse em disputar o Estadual. "A Liga realizava os campeonatos mais cedo porque os clubes queriam participar do Estadual amador. Este ano é diferente, dificilmente alguém vai disputar o Estadual", afirma.

O presidente do Pirabeiraba, Pedro Farias, acha que tudo será resolvido e haverá tempo para disputar a Primeirona com tranquilidade. "Tudo será resolvido", diz.

Pelas regras atuais da Primeirona, as 12 equipes integrantes da categoria, desde o final da temporada 97, são: América, Pirabeiraba, 25 de Agosto, Tamandaré, Aviação, Serrana, Irineu, Caxias, Sete de Setembro, Avaí, Linense e Tupi. Deste grupo, apenas o Avaí confirmou licenciamento das atividades da LJF por dois anos, devendo ser substituído por um clube convidado da Segundona. Outras definições apenas no arbitral, que também ainda não foi convocado pela LJF.


Três modalidades disputam seletiva

Dois times de handebol, além do vôlei e futsal, buscam vaga nos Joguinhos

As quatro equipes que faltam para Joinville completar a lista das 23 modalidades disputadas nos Joguinhos Abertos de Santa Catarina passam a partir de hoje pela seletiva regional. Futsal, handebol masculino e feminino e o vôlei feminino participam dos Jogos Regionais, em Canoinhas, com boas chances de conseguir classificação, segundo a avaliação de Celso Ramos Sedrez, diretor-técnico da Fundação Municipal de Esportes.

A delegação joinvilense, que viaja nesta manhã para Canoinhas, será composta por 60 pessoas, reunindo atletas, treinadores e equipe de apoio. O colégio estadual Santa Cruz está reservado para alojar os representantes de Joinville.

O futsal tem sua primeira rodada no Parque de Exposições, onde acontece o cerimonial de abertura nesta noite, ficando os outros jogos para o ginásio do colégio Santa Cruz. O vôlei atua nos ginásio da AABB e da Universidade do Contestado, enquanto o handebol terá jogos no Parque de Exposições.

"Começamos a trabalhar visando o bicampeonato dos Joguinhos logo após a conquista do ano passado", resume Sedrez. Dar continuidade ao processo de manutenção das equipes, pela avaliação do diretor-técnico da FME, representa o reforço das modalidades que perderam jogadores que passaram da idade para a competição.

"O basquete feminino e o vôlei masculino ganharam reforços depois de passar por uma renovação natural em função da idade dos jogadores. Conforme o regulamento permite, trouxemos reforços de cidades catarinenses e também de outros Estados", completa Sedrez.

A disputa pelo título geral dos Joguinhos Abertos tem revelado uma briga particular entre joinvilenses e blumenauenses. Nos dois últimos anos esta situação vem sendo caracterizada por diferenças cada vez menores. Em 1996, por exemplo, houve empate no número de pontos e Blumenau levou o título geral por ter maior número de troféus por modalidade.

No ano passado, Joinville garantiu sua primeira conquista dos Joguinhos, ficando 16 pontos na frente. "A disputa deste ano deve ser ainda mais equilibrada", prevê Sedrez.


Rodada do futsal marcada para o ginásio Abel Schulz

O ginásio Abel Schulz foi confirmado pela Liga Joinvilense de Futsal como local da segunda rodada dos campeonatos citadinos das categorias pré-mirim e infantil, que será disputada neste sábado a partir das 14 horas. A programação prevê Tupy x Tigre B, CME Araquari x Embraco e Cedae/América x Tigre A, pelo citadino pré-mirim; e Cedae/América x Tupy e AABB x Embraco pelo infantil.

Depois dos jogos realizados no último sábado no ginásio da Sociedade Esportiva e Recreativa Tigre, A Associação Desportiva Embraco lidera o campeonato infantil com três pontos ganhos. O Cedae/América tem um. Tupy, Elias Moreira e AABB ainda não estrearam. As equipes disputam quatro vagas para o quadrangular final que será disputado em jogos um contra todos e tabela dirigida.

O citadino pré-mirim tem liderança da Tigre B e AD Embraco, ambos com três pontos. Tigre A e Cedae/América têm um, enquanto Tupy e CME Araquari ainda não jogaram. Nesta categoria também se classificarão os quatro primeiros para a fase final.

A programação deste sábado no ginásio Abel Schulz será completada com AABB/Sulbrasil x União/Caçador pela semifinal do Campeonato Catarinense da 1ª Divisão, às 20 horas. A equipe precisa vencer para ser finalistas, e está convocando a participação da torcida.

Enquanto realiza os citadinos infantil e pré-mirim, a Liga Joinvilense de Futsal está com inscrições abertas para mais três categorias: fraldinha, mirim e infanto. Em agosto inicia a inscrição para o citadino adulto, principal campeonato desta temporada.


Bom Jesus fica com 1º lugar no minibasquete

O Colégio Bom Jesus é o campeão metropolitano de minibasquete promovido pela Liga de Basquete Norte Catarinense (Libanc). A rodada final foi disputada no último sábado no ginásio Ivan Rodrigues. Mais entrosado em quadra, o time do Bom Jesus não teve dificuldades para ganhar de seus adversários e na final superou a equipe da Embraco por 49 a 12.

Quatro equipes participaram da disputa. Bom Jesus e Embraco de Joinville, ADJ, de Jaraguá do Sul e São José, de Rio Negrinho. No primeiro jogo da manhã o Bonja venceu o ADJ por 72 a 24, e a Embraco superou o São José por 44 a 37. Na disputa do terceiro lugar o time de Rio Negrinho levou a melhor sobre o Jaraguá pelo placar de 32 a 20.

Na grande final o Bom Jesus ganhou fácil a partida com 37 pontos de vantagem.


Campeões do bolão recebem prêmios hoje

Três atividades marcam hoje o encerramento da 3ª Copa Perfiltech de Bolão 23. A programação começa às 19 horas no Glória, com um jogo entre combinados mistos. Em seguida acontece a premiação dos campeões e destaques da temporada, e no final a Liga Joinvilense de Bolão oferece coquetel aos participantes do citadino.

Três equipes dividiram os títulos da temporada, que mais uma vez foi dividida em torneios para quatro séries. O Glória venceu nas séries prata masculino e feminino, com a Tupy em 2º no masculino e o Alvorada no feminino. Na ouro masculino deu Grêmio Consul, e na feminino AD Embraco. Nas duas o vice-campeonato ficou com o Glória.

A próxima competição da Liga de Bolão é a Copa Antarctica de Casais, que começa nas próximas semanas.


Torcedores encerram festa em hospital

Polícia registrou até uma tentativa de homicídio durante comemoração

Marcos de Oliveira

A vitória do Brasil contra a Holanda, na tarde de terça-feira, pela semifinal da Copa do Mundo de Futebol, levou centenas de pessoas para ruas, principalmente na avenida Juscelino Kubitscheck, no trecho entre as Engenheiro Niemayer e Jacob Rischlin, no centro de Joinville. Porém, durante a animada festa, foram registrados muitos excessos por parte de alguns torcedores mais exaltados. No pronto-socorro do Hospital Municipal São José, pelo menos, 12 pessoas, com ferimentos e escoriações, foram medicados.

O Centro de Operações Militares (Copom) do 8º BPM foi mobilizado para atender quatro casos de embriaguez, desordens e brigas que envolveram sete pessoas. Os socorristas do corpo de bombeiros foram acionados apenas uma vez para atender vítima de briga. Dos acidentes registrados depois do jogo, pelo menos, seis casos tiveram relação com exageros nas comemorações e, até mesmo, no consumo de bebida alcoólica, apesar de alguns motoristas nem terem parado para prestar assistência às vítimas.

O caso mais grave aconteceu às 19h30, no bairro Vila Nova, onde uma discussão por causa do jogo resultou em tentativa de homicídio contra Valdir José Otto, 47 anos. Ele foi esfaqueado e teve de ficar em observação médica no PS do Hospital São José. O autor do atentado não foi identificado.

Na avenida JK, às 20h30, um desentendimento resultou em agressões contra Vanderlei da Silva, 29 anos, e Luciana Pereira da Silva, 18 anos. O casal foi parar no PS onde recebeu atendimento e, em seguida, foi liberado. Na grande concentração feita na JK, às 22h30, foi registrado que uma garrafa foi atirada contra Jackson Zeferino, 17 anos, que sofreu ferimento e teve de permanecer em observação médica no PS.

Em outra agressão, às 23 horas, também na avenida JK, Adriano Buzarello, 19 anos, ficou lesionado e foi levado para ser medicado no PS. Nas mesmas circunstâncias e local, sofreu escoriações, Gerson Moreira Vasconcelos, 18 anos. Depois de medicado no PS, foi liberado. No mesmo local, à meia-noite, foi agredido Marcelo Rinaldi, 24 anos, que foi levado para o PS com lesões.

Nas proximidades do terminal rodoviário urbano, aos 20 minutos da madrugada de ontem, Antônio Carlos Tavares, 17 anos, foi agredido durante um desentendimento e sofreu ferimento na boca. Os socorristas do corpo de bombeiros o levaram para o PS. Na maioria dos casos, os agressores não foram identificados. Todos os registros foram comunicados à 6ª Delegacia de Polícia.


Siglas ficam com 50% dos outdoors

Sorteio dos espaços entre os partidos ocorre amanhã

Andressa Scheller

Os diretores das agências de publicidade da cidade se reuniram, ontem pela manhã, na Associação Comercial e Industrial de Joinville (Acij) para discutir a forma de utilização dos outdoors durante a campanha política. No dia anterior, os diretores já haviam participado de uma reunião no Fórum de Joinville para discutir sobre a questão. Ficou definido que 5O% dos outdoors serão destinados à veiculação propagandas eleitorais, e os outros 50% para o comércio.

Serão 279 espaços localizados nos bairros e no centro da cidade, divididos em 31 lotes e sorteados às 10 horas de amanhã, no salão do júri do Fórum de Joinville, entre os partidos políticos. Desde as últimas eleições, o sorteio vem sendo utilizado para definir democraticamente o local e o número de de outdoors destinado aos candidatos.

"Cada partido terá direito ao mesmo número de outdoors, desde que possua o mesmo número de candidatos. Por exemplo se um partido não tiver candidato a governador, não terá o direito de ter o mesmo número de outdoors daquele que concorre ao governo do Estado. A legenda que não tiver verba ou interesse em adquirir o espaço poderá abrir mão dele, deixando com que outro partido o compre. O objetivo principal deste sorteio é promover a igualdade, não privilegiando nenhum dos partidos políticos", explica o diretor da Fox Propaganda, Nado Cabral.

Desses 279 espaços, 30% estão destinados para candidatos a presidente da República, 30% para governador e senador e 40% para deputados federais e estaduais. Logo após o sorteio de hoje, a propaganda eleitoral começa a ser veiculada nesses espaços que custam R$ 230,00 a quinzena.

De acordo com o diretores das agências de publicidade, os anúncios em terrenos particulares estão liberados, desde que tenham a metragem de 27 metros quadrados, padrão nacional do outdoor.


Acidente na BR-153 tira mata ex-prefeito de Irani

Jean Carlos Souza

Irani - Um choque de frente com um caminhão remonta (caminhão sem lataria que transporta o chassi de outro caminhão na carroceria) tirou a vida do ex-prefeito de Irani, Valdecir Ângelo Zampieri, 34 anos, por volta das 15h30min de ontem. Ele dirigia um Ford Fiesta e o acidente aconteceu no quilômetro 79 da BR-153, entre as comunidades de Barra Seca e Caroveira, na Serra de Irani. Zampieri, que era do PFL, foi vice-prefeito entre 89 e 92 e prefeito entre 93 e 96. Atualmente, trabalhava na Celesc de Irani.

Além de Zampieri, perderam a vida no acidente a sua esposa, Sônia Glacir Bressan Zampieri, 32 anos, e a cunhada Ieda Terezinha Faion Zampieri, 33, esposa do irmão do ex-prefeito, Aírton. O casal deixou órfãs duas filhas menores de 10 anos. A cunhada Ieda possuía um casal de filhos. O motorista do caminhão, Denilson de Moura Faitão, 58 anos, sofreu ferimentos leves e está internado no Hospital São Francisco de Concórdia em observação.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal e o Corpo de Bombeiros Voluntários de Concórdia, que auxiliaram a retirar os corpos das ferragens, provavelmente foi o caminhão que atingiu o carro em que estava o ex-prefeito.

O acidente comoveu a população de Irani, município de 5 mil habitantes, distante 35 km de Concórdia. Zampieri era um político jovem e uma das principais expressões da oposição. Provavelmente, ele disputaria as próximas eleições municipais, no ano 2000. O prefeito de Irani, Antônio Bavaresco, do PPB, decretou luto por três dias. Os sepultamentos de Valdecir, Sônia e Ieda estão previstos para a tarde de hoje.


 
     
Acima Mensagem Assinaturas Calendário Acima
Capas Imagem_Mapa
Copyright © 1996 ® ANotícia - Todos os direitos reservados -- Webmaster: Avelar Lívio dos Santos, jornalista, RP MTr/PR 890
E X P E D I E N T E
Telefone: 055-47 3431-9000 - Telefax: 055-047 431 9100
Rua Caçador, 112, CEP: 89203-610 - Caixa Postal: 2 - 89201-972
Joinville, Santa Catarina - BRASIL