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Guimarães e Cardoso: humor depois do "Casseta
& Planeta
Telefoto AE |
"Vida ao Vivo Show"
aposta no ridículo
Deboche de situações
do cotidiano é a marca do humorístico que estréia nesta
terça
vanessa barone
Agência Estado
Situações constrangedoras, engraçadas ou simplesmente
cotidianas são o ponto de partida do novo programa humorístico
da Rede Globo. "Vida ao Vivo Show", que estréia nesta terça,
traz uma versão esticada do bem-sucedido "Vida ao Vivo",
esquete de cinco minutos apresentado por Luís Fernando Guimarães
e Pedro Cardoso durante o ano passado no "Fantástico".
"Vida ao Vivo Show" passa a ter 30 minutos e vai ao ar após
o "Casseta & Planeta".
A confirmação do programa só veio na primeira semana
do mês, depois de várias notícias divulgadas sobre brigas
entre Cardoso e Guimarães. Além dos dois atores, o elenco
reúne ainda as atrizes Débora Bloch, Fernanda Torres e Denise
Fraga. "Resolvemos lavar a roupa suja em casa", afirma Guimarães.
"As brigas foram uma conseqüência dos ajustes que fizemos",
esquiva-se Maristela Velloso, produtora do "Vida ao Vivo Show".
O diretor Dênis Carvalho será responsável pelos dois
primeiros programas, antes de Ary Coslov assumir o comando da série.
As primeiras imagens do programa foram gravadas em quatro locações
diferentes, no Rio: o restaurante Photochart, no Jóquei Clube, a
Praia do Leme, o Cine Art Palácio e a Galeria Menescal. "Uma
das características mais fortes do programa será a utilização
de locações externas", avisa Maristela. "Quase nada
será gravado em estúdio, para deixar as cenas mais reais".
Outra característica que deve diferenciar o novo "Vida ao
Vivo Show" dos outros humorísticos da emissora é a fixação
de um tema, que amarra os quadros de cada episódio. Um dos primeiros
temas abordados pelo bom humor do elenco é a comunicação.
"A idéia da série é tratar com deboche as situações
complicadas que todo mundo vive no dia-a-dia", explica Guimarães.
Mas gravar cada um dos quadros que compõem o programa não
tem nada de engraçado. Ao contrário, exige uma operação
de guerra. Quase 70 pessoas trabalham para montar a luz, preparar o cenário
e garantir a segurança dos atores. Para uma breve cena gravada por
Cardoso e Débora, no Leme, foram escalados quase 20 figurantes, que
nem sequer aparecem na cena. O clima um tanto tenso, por vezes, faz esquecer
que o programa a ser gravado é de humor. "Estamos muito sobrecarregados
neste período inicial", confessou Maristela.
Segundo Pedro Cardoso, a série cresceu, mas não perdeu
o caráter de sátira rasgada que marcou a sua aparição
no Fantástico. "Com a entrada do time feminino, ampliamos as
possibilidades dramatúrgicas", explica o ator, que na semana
passada gravou quadros ao lado de Débora Bloch. "A presença
das atrizes vai corrigir esse olhar vesgo que temos do mundo feminino".
Outro número que cresceu é o de redatores: são quase
20, divididos em grupos e liderados por Cláudio Paiva.
Chico Anysio volta e
ganha nova série na Globo
Beatriz Coelho Silva
Agência Estado
Em agosto, Chico Anysio começa a gravar uma comédia de
situações para a Globo, nos mesmos moldes das séries
americanas. Sem data definida de estréia, o humorista vai protagonizar
"O Belo e a Fera". A cada semana, ele viverá situações
do cotidiano, sempre ao lado de uma estrela da Globo. "O nome do programa
vem daí, mas se a história exigir, podem entrar coadjuvantes",
explica Bruno Mazzeo, filho de Chico Anysio e responsável pelo texto
do programa.
O primeiro episódio já foi escrito. Mazzeo só adianta
que será "uma situação vivida por duas pessoas
casadas". A atriz ainda não foi escolhida, mas já está
certo que o programa vai ter supervisão de Jorge Fernando e direção
de Cininha de Paula, sobrinha de Chico Anysio, e Mário Márcio
Bandarra. Os dois diretores eram responsáveis pelo seriado "Mulher",
cujas últimas gravações ocorrem em agosto.
Estrelas
O programa será exibido aos sábados ou às quintas,
segundo Bruno Mazzeo. "É mais provável no sábado,
após a novela das oito", afirma. A produção do
programa foi decidida há pouco mais de dez dias e logo depois Chico
Anysio viajou para Nova Iorque. O comediante começaria a trabalhar
no novo programa na semana passada.
Mazzeo disse que nem sempre serão exploradas situações
conjugais. "Pode ser uma história de pai e filha, sogra e genro,
dois amigos, ainda estamos bolando", adiantou. Ele espera contar com
grandes estrelas da Globo, como Regina Duarte, Glória Pires, Denise
Fraga, Suzana Vieira e Cláudia Jimenez. Cada episódio terá
25 minutos, a exemplo das comédias americanas e, além dos
autores do primeiro episódio, Bruno Mazzeo, Bernardo Guilherme e
Marcelo Gonçalves, devem ser convocados para escrever os episódios
Maria Carmem Barbosa e Marcelo Sabak.
Chico Anysio vai viver um personagem diferente a cada episódio,
mas não com caracterização, como em seus antigos programas.
"Pode ter um ou outro recurso de maquiagem, mas vai ser mais para cara
limpa mesmo", concluiu.
Arte
Para Vereza, o que importa é se o personagem proporciona contradições
humanas |
Julgamento público
Aos 39 anos de carreira,
Carlos Vereza diz que prefere não classificar seus papéis
em bons ou maus
Rosângela Marques
Agência Estado
No teatro, quem viveu o Mago de Folk na peça "Brida"
foi Carlos Vereza, atualmente no elenco da novela "Corpo Dourado".
Chega até a ser uma ironia para quem foi militante do famoso "Partidão",
mas a carreira de artista sempre falou mais alto, em seu caso. Na tevê,
há muitos anos ele encarna vilões inesquecíveis, como
o maquiavélico Francisco de Monserrat, de "Direito de Amar",
e o Miro, da primeira versão de "Selva de Pedra". Apesar
de no ano passado ter feito muito sucesso como o honesto senador Caxias,
de "O Rei do Gado", Vereza volta a encarnar um vilão, o
requintado bandido Silveira, apaixonado por Amanda (Maria Luiza Mendonça),
em "Corpo Dourado".
Aos 39 anos de carreira, Vereza garante que prefere não classificar
seus personagens em bons ou maus. "Não gosto de julgá-los,
porque todos têm comportamentos diferentes, e, evidentemente, alguns
até que eu não possa aprovar. Mas o que me importa como ator
é ver se o papel proporciona contradições humanas.
Os últimos personagens que fiz, o senador, o Lorca e o Silveira,
não tinham nada a ver um com o outro", comenta o ator, que na
década de 80 interpretou o cômico Badaró, em "O
Jogo da Vida". Logo depois da Copa do Mundo, o versátil Vereza
volta ao vídeo no especial de Renato Aragão, baseado em mais
um conto da literatura mundial.
Deixando a maldade de lado, o intérprete de Silveira acha pontos
em comum de sua vida com o personagem. "É um papel muito rico,
porque o Silveira tem uma visão estética do mundo, mas também
tem suas contradições. Somos parecidos em alguns aspectos,
como a admiração que ele tem pelas artes, música e
literatura, coisas das quais eu também gosto muito". E é
o próprio ator quem avalia a reação do público
diante da trama de Antônio Calmon: "A novela tem registrado 41%
em média de audiência, o que, projetando para os dias de hoje,
com tantas opções na tevê a cabo, significaria uns 80%".
Como o Miro, de "Selva de Pedra", no início da década
de 70, Vereza conseguiu conquistar um feito até então proporcionado
apenas no dia em que o homem pisou na lua. "A televisão registrou
100% de audiência no dia em que o Miro fez a perseguição
à personagem Simone. Hoje em dia, é praticamente impossível
conseguir um índice desse tipo". Apesar de muitos acharem que
Vereza fez sua estréia nesta novela, ele já era um veterano
na televisão. "Comecei aos 18 anos, quando a TV Tupi apresentava
programas ao vivo, sem o recurso do videotape, o que acabava ajudando a
desenvolver no ator o lado da improvisação. Às vezes,
as paredes caíam e a gente tinha que usar uma mão para lutar
com a espada e segurar o cenário com outra (risos)".
Ator interpreta
guerrilheiro em "Hilda Furacão"
No dia 1º de julho, Vereza tambêm pôde ser visto em
"Hilda Furacão", como o camarada Lorca, que chega à
Belo Horizonte para ensinar novas táticas de guerrilha aos jovens
comunistas da capital mineira. Lorca permanecerá até o final
da minissérie. "Montei este personagem com base em fatos reais.
Me inspirei nos brasileiros voluntários que participaram da guerra
civil espanhola. No caso do Lorca, ele é um guerrilheiro meio maluco,
que participou da vitória da guerrilha cubana e sonha em montar na
Serra do Curral o mesmo esquema articulado em Sierra Maestra", conta.
A participação de Lorca em "Hilda Furacão"
dá início às cenas em que começa a se articular
o golpe que gerou a ditadura militar no Brasil. Assim como todos que participaram
da minissérie, Vereza também defende uma versão para
a história da moça de sociedade que abandonou tudo para se
transformar em prostituta. "Tudo o que aparece no livro é verídico,
o próprio Roberto Drummond me assegurou isso. Sobre a Hilda, acredito
que ele faça um pouco de mistério para que ela não
fique magoada. Mas acho que se ela estiver assistindo a minissérie
vai se sentir homenageada, porque a história está sendo conduzida
com muito respeito e carinho".
Quando terminarem as gravações de "Corpo Dourado",
o ator garante que só quer um pouco de sossego. "Eu acabei emendando
as gravações da Hilda Furacão com as de Corpo Dourado
e não tive um tempo de descanso. Vou continuar escrevendo, como já
fiz com a peça Nó Cego, que me valeu um prêmio de revelação
como autor, em 1978. Também tenho uma peça escrita desde 1990,
chamada Este Programa Pertence a Vocês. Acho que uns 70% dela foi
baseada na minha vida, com uns 30% de licença poética. O nome
é de um programa da Rádio Nacional, apresentado pelo César
Alencar, que eu ouvia muito no início da minha carreira. Assim que
eu descansar um pouco, vou começar a investir nisso indo atrás
da parte mais difícil, que é o patrocínio". (R.M)
Um beijo para
Lolita Rodrigues
Romance na terceira idade
envolvendo a personagem da atriz agita "Estrela de Fogo"
Mera Teixeira
O romance de Tia Clara e Nuno na novela "Estrela de Fogo",
da Record, promete esquentar a partir de agosto. Lolita Rodrigues e Jonas
Mello são tão perfeitos na interpretação que
já estão fazendo muita gente confundir ficção
com realidade. "Vivem nos perguntando se a gente está namorando
mesmo, e nem fazemos questão de desmentir", diz Lolita, bem-humorada.
"Somos amigos há muitos anos", costuma justificar Mello,
de 60 anos. A ex-apresentadora, ex-cantora e ex-garota-propaganda Lolita
Rodrigues tem 69 anos e, com tanta disposição, se sente muito
jovem. "Vou fazer setenta anos e não me acho velha. Acho a velhice
uma indignidade quando a pessoa está doente. Eu me considero na melhor
idade", comenta a atriz.
A personagem de Lolita vai resgatar um amor nos melhores moldes de "...E
o Vento Levou". Tia Clara é tímida e recatada e sempre
suportou calada a frustração de nunca ter namorado. Passou
a juventude trancada dentro de casa, mas nem por isso parou de sonhar e
ser romântica como nos filmes que assistiu. "Ela é uma
coisa tão bonitinha", diz Lolita. "Todo mundo quer uma
tia assim na família. Clara está gostando do dono do bar à
moda antiga. Imagina que ela desmaia no primeiro beijo... Nunca tinha sido
beijada!"
O romance de Clara e Nuno passará a ser mais forte na segunda
fase da novela, adianta a atriz. "Certo dia, Nuno cria coragem e convida
Clara para passar a noite com ele. Ela se veste de Scarlet O'Hara (personagem
do filme "...E o Vento Levou") e realiza sua primeira noite de
amor, mas enfrenta o repúdio dos parentes e amigos, que a chamam
de velha safada". A sobrinha Estela (Cristina Prochaska) e Gustavo
(Fúlvio Stefanini) pegam Tia Clara e Nuno se beijando e acham um
absurdo que ela tenha esse comportamento. "As pessoas são contra
o namoro de gente mais velha", protesta a atriz. Lolita, que ainda
mantém a beleza dos seus tempos de apresentadora do "Almoço
com as Estrelas" e "Clube dos Artistas" com Ayrton Rodrigues
(seu marido, na época), se acha bem parecida com Tia Clara. "Sou
romântica, acho maravilhoso amar. No dia em que eu morrer, vou embora
sob protesto".
Descendente de espanhóis, Lolita já gravou um LP com canções
típicas, mas teve de parar de cantar por causa do cigarro. "Eu
fumava muito, mas já parei de fumar há três anos e meio".
A estréia na TV foi na TV Tupi, em 1950, cantando o hino da inauguração
da emissora, onde atuou nas novelas "Memórias de um Gigolô",
"Ambição" e "O Direito de Nascer", entre
outras. Lolita não poupa elogios a "Estrela de Fogo", tanto
pela trama quanto pelo elenco, além das "paisagens maravilhosas
e trilha sonora". A única reclamação é
a de que na segunda fase, muitos atores jovens devem deixar o elenco. "Eu
me adapto tanto com eles!", comenta.
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Semana |
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"The Kingdom"
Estréia hoje o filme dinamarquês "The Kingdom",
que o Eurochannel vai exibir em capítulos, sempre aos domingos, às
22h30. A ação se passa num hospital, que foi construído
sobre um pântano. O diretor é um médico responsável
pela morte de uma menina, em conseqüência de uma cirurgia malfeita.
"Roda Viva"
A Cultura apresenta amanhã, às 22h30, o "Roda Viva"
com o compositor e instrumentista Hermeto Pascoal. No programa, o músico
alagoano de 62 anos conta como começou a trabalhar com instrumentos
curiosos e lembra de amigos como Luis Gonzaga, Miles Davis e Flora Purim.
"Você Decide"
O "Você Decide" desta quinta mostra o dilema de Eugênio
(Reginaldo Farias), pai da adolescente Luciana (Natália Lage), de
16 anos, que engravida. O episódio coloca em questão se ele,
como responsável pela garota menor de idade, deve interferir na decisão
da filha.
Novidades na telinha
Enterro
A morte das duas personagens lésbicas de "Torre de Babel"
enfureceu a militância gay. O Grupo Ação, de São
Paulo, realiza hoje, às 15 horas, uma missa com o enterro simbólico
de Leila (Silvia Pfeifer) e Rafaela (Christiane Torloni). Segundo a relações
públicas do grupo, Audrey Mirabal, o protesto será na sede
do grupo, no Centro Acadêmico de Estudos Homoeróticos.
Jejum
Depois de 15 anos sem fazer uma cena com beijos, Lolita Rodrigues sai
do jejum cênico na seqüência de "Estrela de Fogo",
da Record, em que a personagem Tia Clara sonha com Nuno (Jonas Mello) em
"...E O Vento Levou". Com o casal caracterizado como Scarlet e
Ret Batler, a cena vai ao ar em 10 de agosto.
Spa teen
Leandra Leal quer perder peso. Para atuar na próxima novela das
seis da Globo, "Pecado Capital", ela entra no Teen Spa Maria Bonita,
de Friburgo, Rio, para tentar sair quatro quilos mais magra.
Convite
Marcos Paulo convidou Claudia Alencar para estar em "Miragem",
próxima novela das 19 horas da Globo. Ela entraria na segunda fase
da trama para interpretar uma condessa. Enquanto não pega no batente,
a atriz está hoje em Buenos Aires comemorando mais um aniversário.
Estréia
Enquanto o SBT demitiu 19 de seus 30 jornalistas e extingue o "Noticidade",
a Manchete prepara um novo noticiário. "Manchete em Primeira
Mão" estréia em 4 de agosto, às 18h30. Os apresentadores
do programa, que será exibido de segunda a sexta-feira, ainda não
foram escolhidos.
Salva-vidas
Os diretores do seriado "S.O.S. Malibu" (Multishow e Sony)
acabam de fazer testes com mais de 10 mil candidatos ao papel de um novo
salva-vidas para o elenco. O detalhe é o critério de escolha:
zero em celulite, mesmo com zero em talento dramático. Implantes,
tudo bem.
"Frente a Frente" ganha novo horário
A partir de amanhã,
Salomão Schwartzman começa suas entrevistas bem-humoradas
às 23h30
O jornalista Salomão Schwartzman tem um público cativo,
de segunda a sexta-feira, por seu jeito bem-humorado de conduzir as entrevistas
em seu "Frente a Frente", na Manchete. "Estamos procurando
levar para a tevê uma nova concepção de linguagem. Depois
de 12 anos, ou você renova ou sai do ar", brinca. Com o fim da
Copa do Mundo, o programa ganhou novo cenário e horário. A
partir de amanhã, entra no ar às 23h30.
O "Frente a Frente" já está no ar há 12
anos, um recorde,segundo Schwartzman. Ao longo dos anos, o programa foi
sendo lapidado de acordo com o retorno do público e do momento social,
mas sempre indo ao ar durante o horário noturno. "O formato
inicial era estritamente econômico. Pouco a pouco, fomos incorporando
mais temas relacionados ao dia-a-dia", observa. O jornalista salienta
que mesmo com esta abertura na temática, o conteúdo do programa
sempre foi uma grande preocupação.
"Sei que temos pessoas de todos os níveis sociais nos assistindo.
Por isso, a preocupação. Não podemos elitizar muito,
nem pender para o grotesco", frisa. O "Frente a Frente" conta
com uma equipe de quatro profissionais, é gravado diariamente em
São Paulo, "quatro horas antes de ir ao ar". Entretanto,
dependendo do entrevistado, podem ser usados os estúdios da emissora
em Brasília ou no Rio de Janeiro.
Schwartzman, também diretor da Rede Manchete em São Paulo
e da Bloch Editores, acrescenta que poder falar sobre assuntos sérios,
dando opiniões com doses de humor é fascinante. "Procuro
apresentar uma coisa diferente, que fique marcada para quem está
ouvindo. Minha pretensão não é fazer o telespectador
rir, é fazer cócegas no espírito de quem está
me assistindo", enfatiza. "Significa um novo desafio a cada dia.
Por isso, tenho bastante cuidado com a produção. Não
improviso nada, está tudo escrito".
Sobre este estilo de linguagem, o apresentador comenta que esta postura
é extremamente importante nos dias de hoje. "é uma inovação.
Gosto de citar frases curtas e deixo claro o meu compromisso com o telespectador.
Por isso sempre digo ao final dos programas: 'eu vejo você amanhã'.
Dá para perceber?", questiona. |
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