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EDITORIAL

Medida de efeitos múltiplos

O governo deverá baixar novas normas para o funcionamento do sistema financeiro da habitação nos próximos dias. O "pacote" da habitação terá reflexos imediatos em todo o processo produtivo, estimulando a criação de empregos e permitindo a reativação dos negócios da indústria da construção civil.

As possíveis mudanças deverão reduzir os juros gerais de financiamento, ampliar o prazo de amortização e as faixas de financiamento e permitir que o mutuário possa adquirir um segundo imóvel financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação.

São medidas de efeito imediato na economia, permitindo que toda a cadeia que funciona em torno da construção civil receba boa injeção de recursos. Não só poderão ser comercializados mais facilmente um bom estoque de habitações, como as empresas imobiliárias terão ânimo para o lançamento de novos empreendimentos, reativando um dos setores básicos de maior empregabilidade no País.

As medidas que deverão ser anunciadas até quarta-feira, contemplam especialmente a redução de juros, o que simplesmente poderá reduzir em até 15%, de imediato, as prestações dos novos contratos habitacionais, hoje um dos principais obstáculos de todo o sistema.

Com o "pacote" e a entrada de regras mais flexíveis, o governo procura liberar o atual engessamento do setor habitacional, tornando as operações de empréstimo mais fáceis e mais velozes. Não há dúvida que o setor básico da construção civil sentirá os efeitos das medidas, ainda que determinados porta-vozes da área já tenham manifestado que, apesar de positivas, as medidas ainda serão insuficientes para efetivamente alavancar o setor da construção civil.

A verdade, contudo, é que o governo está baixando o "pacote" da habitação com a preocupação imediata de não deixar que o desemprego adquira feições sociais ainda mais perversas. Neste sentido, alguma medida é sempre melhor do que nada.

Redução de juros, ampliação dos limites de financiamento e dos anos de amortização, e ainda a permissão para mais de um empréstimo por mutuário, certamente terão reflexos no setor habitacional do País, notadamente nos grandes centros, onde empresas construtoras atuam com estoques elevados de unidades habitacionais.

De outra parte, a decisão do presidente em liberar os gastos da União no segundo semestre, abrindo espaço para que ministérios gastem até 12% a mais do que estava previsto, será outro fator decisivo para reativar a economia.

Para compensar tais liberações, o governo sempre pode argumentar que a redução geral dos juros, cuja taxa básica voltou aos 21% anteriores à crise asiática de outubro de 1997, indicam que crescem as margens de negociação para conter o déficit público em 1999, hoje a primeira dúvida sobre o acerto das medidas atuais.


ARTIGOS

Educação e emprego

Antonio Ermírio de Moraes

Com o crescente dinamismo da economia atual, é bem provável que as pessoas terão de mudar de emprego muitas vezes ao longo da vida. Para tanto, elas serão obrigadas a adquirir informações e desenvolver novas habilidades continuamente.

Na medida em que os requisitos educacionais das novas ocupações vão subindo, a pressão sobre os trabalhadores mal preparados aumenta. Os que não conseguem se adaptar às novas demandas tendem a ser empurrados para o mundo dos excluídos ­ formando um grave drama humano, econômico e social.

Até mesmo as sociedades avançadas enfrentam hoje o desafio de melhorar a qualidade de sua população. A aprendizagem ao longo de toda a vida é uma atividade inadiável. Cada vez mais, as pessoas necessitam de educação e capacidade analítica para selecionar informações e utilizá-las adequadamente. Em estudo recente, a OECD afirma que "o cultivo da educação constitui o mais importante elemento da estratégia de desenvolvimento de qualquer país" (OECD, Literacy, Economy and Society, Paris, 1995).

Estamos chegando ao tempo em que a escola tem de funcionar de portas abertas, não só para aqueles que iniciam o seu processo educativo como também para aqueles que precisam voltar aos bancos escolares para atualizar seus conhecimentos.

Essa necessidade já está sendo sentida no Brasil. Isso acontece em todos os níveis. É enorme o número de profissionais de nível superior que voltam às faculdades com o fim de se atualizar, assim como é crescente o volume de seminários e treinamentos rápidos de dois ou três dias que são oferecidos para quem já está no trabalho.

Isso já ocorre até mesmo nos níveis mais baixos de qualificação. Tive notícia de que a maioria das pessoas que passam pelos cursos do Programa Capacitação Solidária, como, por exemplo, auxiliar de dentista, cuidador de idoso, formação de diaristas e outros ­ todos à procura de horizontes ­, acabam voltando às escolas em busca de mais informações e de capacitação em outras áreas.

Programas como esse são de alta prioridade, pois a maior parte da nossa força de trabalho têm baixo nível de educação e capacitação profissional. A instalação de um processo de educação e treinamento continuados para esse segmento contribuirá para a empregabilidade das pessoas, não só agora, mas ao longo de toda a sua carreira. Trata-se de projetos de baixo custo e de alto retorno social ­ bem diferente dos produtos da megalomania tecnocrática do passado (lembram do Mobral?), que consumiram centenas de milhões de dólares sem nada fazer.

Todos concordam que o Brasil precisa de uma revolução na educação. Afinal, ninguém consegue trabalho se não tiver uma profissão, assim como ninguém se mantém trabalhando se não ampliar o leque de seus conhecimentos. A maior de todas as mudanças é a nova concepção de escola. Daqui para a frente, a escola será uma instituição a ser freqüentada pelo resto das nossas vidas. Não há escapatória. Os profissionais do futuro serão eternos reféns da escola ­ que bom!

  • Antonio Ermírio de Moraes, empresário/SP


Médico, bode expiatório

Francisco Karam

O ministro da Saúde faz "incertas" nos grandes hospitais, surpreendendo diretores e chefes ausentes de seus postos (e que ganham bons salários). Muito bem. Esses medalhões são maus exemplos e ajudam a degradar o nível de atendimento hospitalar do País. Mas chegando lá no fim da escala, no médico que atende plantões e ambulatórios, será que o ministro tem razão? Será que a culpa pelo caos em que se encontra a saúde hoje no País é apenas do médico que atende o ambulatório?

Se formos analisar o problema, veremos que é a estrutura da saúde no Brasil que gera esse mau profissional. Quantias imensas de dinheiro público são desviadas pelas quadrilhas de hospitais que exploram falsos internamentos e falsificam documentos de aposentadorias indevidas. Os setores de compras de grandes hospitais e da rede ambulatorial oficial também merecem atenção, pois através deles entram os medicamentos falsificados, criminosamente vendidos e comprados por elementos sem qualquer escrúpulo, como já foi verificado em algumas ocasiões no centro do País, onde proliferam verdadeiras quadrilhas infiltradas na estrutura da organização da saúde pública.

Toda essa malversação do dinheiro público onera extraordinariamente as verbas da saúde. Se isso não ocorresse, poderia haver dinheiro para melhorar o atendimento no hospital público e nos postos de saúde e, também, para pagar melhor o médico plantonista, aquele que está no fim da escala médica e recebe em torno de R$ 400,00 mensais por quatro horas diárias de trabalho. Com esse salário, como ele pode comprar livros de R$ 200,00 e até R$ 400,00 para se manter atualizado ou comparecer a um congresso ou jornada médica com certa freqüência, pagando taxa de inscrição, transporte e hospedagem? Um médico não acaba de estudar quando recebe seu diploma. Ele precisa estar constantemente se aperfeiçoando, através de livros e congressos, para acompanhar os novos conhecimentos da ciência.

Mal pago, o médico plantonista é obrigado a assumir dois ou mais empregos, que não leva a contento. E é só sobre ele, que está no fim da escala da estrutura da saúde, que recaem todas as queixas e reclamações sobre o mau atendimento médico dos hospitais, postos de saúde, ambulatórios. A televisão faz repetidas incursões nos postos de atendimento, com espalhafato, ocupando seus espaços nobres para melhorar seus índices de audiência.

Essa situação lembra o filme "O Grande Ditador", de Charles Chaplin, em que, a certa altura, um capitão, em vez de fazer a tarefa que lhe cabe, repassa-a ao tenente, este ao sargento, este ao cabo e este ao soldado raso, que não tem a quem repassar e acaba arcando com a tarefa e as conseqüências. É o bode expiatório.

O médico plantonista está se tornando o bode expiatório de todo o sistema de saúde brasileiro. Os erros começam no ministério e nas secretarias de saúde, passando pelas diretorias, até o setor de atendimento direto à população. As verbas escasseiam, fraudes e máfias são descobertas freqüentemente, que desviam o dinheiro público e permanecem impunes, enquanto a população fica sem receber atendimento digno. Só que essa situação não é culpa apenas do médico que dá atendimento no ambulatório. A estrutura médica oficial, encoberta pela mídia sensacionalista, está transformando esse profissional em joguete. As falhas no atendimento médico não são só do soldado, o médico do final da escala dessa estrutura. Esse é apenas o bode expiatório dos erros do sistema.

  • Francisco Karam, médico em Videira


Bastidores do Centreventos

Luiz Henrique da Silveira

No dia 25 de fevereiro do ano passado, o engenheiro Álvaro Gayoso me ligou, dizendo que tinha um presente de aniversário para mim. Marquei-lhe uma audiência e ele veio com um rolo de projeto arquitetônico para me dar.

-- O presente é o seguinte: mudar o projeto do teatro, construindo ali um grande ginásio de esportes, já que a loucura ambiental impediu o do Boa Vista.

O teatro foi um assunto que não toquei na campanha. Era nosso Machu Pichu. Estava lá, aquele paliteiro de concreto, coberto de mato, debochando de todos nós. Como luto para que a palavra do político seja respeitada, não queria queimar minha língua, prometendo o que não pudesse cumprir.

Quando Gayoso me trouxe o projeto, uma luz brilhou dentro de mim: é nosso Madison Square Garden!

Na sexta-feira (a conversa com Gayoso foi na quinta), cedo, chamei o arquiteto Norberto Sganzerla, presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Joinville (Ippuj). Entreguei-lhe o projeto e encomendei um desenvolvimento da idéia, de modo a contemplar o conceito moderníssimo de arena de multiuso, que, nos Estados Unidos, surgiu há oito anos.

Norberto viajou para Curitiba, onde trabalhou, febrilmente, durante o fim de semana, com o ex-prefeito Raphael Grecca, com Mauro Magnabosco e toda a equipe do Instituto Farol do Saber (o mesmo pessoal, que, nos governos Jaime Lerner, tornou Curitiba referência mundial em qualidade de vida).

Na segunda pela manhã, todo sorriso, Sganzerla chegava com um monte de papéis embaixo do braço: era algo muito parecido com o que inauguramos na sexta-feira.

O problema eram recursos. Só tinha uma fórmula: a Lei Rouanet. Com dedução de imposto de renda, as empresas poderiam financiar a obra.

Liguei para Brasília. E prontamente Lucena Dantas, oficial de gabinete, agendou audiência com o presidente Fernando Henrique. Nesse meio tempo, chegaram, para uma visita cordial, o dr. Ararino e Nascimento, da Bradesco Seguros. Mostrei-lhes o projeto e eles deram um pontapé inicial. "Se você conseguir aprovar o projeto no Ministério da Cultura, o Bradesco entra com um milhão."

Essa força do Bradesco me deu coragem. Fui ao presidente, que ligou ao ministro Weffort para que me recebesse. O ministro da Cultura aprovou R$ 6 milhões para o projeto. E, a partir daí, passei a garimpar recursos.

Fui ao saudoso ministro Sérgio Motta. Levei os mapas e o vídeo na mão. Dentro daquela sua característica positiva, ele me disse que daria R$ 3 milhões, da Telebrás e dos Correios. Dois ano passado e um este ano. Perguntei-lhe se ele tinha vídeo, para mostrar-lhe o projeto. Ele, me lisonjeando, respondeu:

-- Não precisa. Não precisa. Vindo de você, sei que é coisa séria!

Assim, fui ao presidente Joel Rennó. Sem pestanejar, ele me assegurou R$ 1 milhão da Petrobrás.

O ministro Édson Arantes do Nascimento, Pelé, ficou fascinado pelo projeto. Assegurou-me R$ 2 milhões a fundo perdido. Enquanto o presidente do Banco do Brasil, Ximenes, me assegurava R$ 500 mil para a obra.

O senador Loyola ficou garimpando aqui, entre as empresas locais, R$ 1 milhão. Para dar o exemplo, como costuma fazer, deu mais de R$100 mil para a obra.

Com isso, arrecadamos R$ 9 milhões, para fazê-la, em prazo recorde, sem recursos do município, a não ser em projetos, desapropriações e sistema viário.

Graças, muito graças ao presidente Fernando Henrique, grande patrono de Joinville!

  • Luiz Henrique da Silveira, prefeito de Joinville (PMDB)


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APONTAMENTOS

Uma saída

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Joinville, Albano Schmidt, tem uma proposta para revitalizar o Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, localizado no bairro da Boa Vista. Ele quer transformá-lo em hospital universitário, a partir da possível criação da faculdade de medicina na Universidade da Região de Joinville (Univille). Albano inicia conversas com a reitoria da universidade a respeito. O objetivo é conseguir recursos que melhorem o padrão de atendimento do regional, que até hoje opera com deficiências e é alvo de constantes críticas da comunidade.

Posto do INSS

A superintendência estadual do INSS e a Prefeitura de Alfredo Wagner inauguram amanhã, às 10 horas, o posto do seguro social do município. O posto já atende em caráter experimental desde fevereiro e beneficia 40 mil habitantes da região, integrada pelos municípios de Bom Retiro, Imbuia, Leoberto Leal, Rancho Queimado e Urubici, além de Alfredo Wagner. Os beneficiários não precisam mais se deslocar a Florianópolis ou a Lages para procurar os serviços da Previdência Social.

Doutorado

A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) inicia amanhã, a partir das 8 horas, no laboratório de pesquisas do curso de Odontologia, o doutorado em ciência da vida - aspectos básicos e aplicados. O curso é oferecido em parceria com a Universidade de Sevilha, na Espanha. Os professores responsáveis pela aula inaugural são José Angel Armengol Butrón de Mújica e David Tamés, que vão expor tema ligado tema ligado à cadeira de morfologia do corpo humano. Há 10 alunos matriculados.

Na Suécia

O agrônomo João Afonso Zanini Neto, pesquisador da Epagri, paraticipou do curso de produção e gerenciamento de sementes, em Slavöv, na Suécia, a convite do governo daquele país. Ele foi eleito presidente do grupo de 26 técnicos de diversos países. "O principal objetivo do curso foi o desenvolvimento de recursos humanos nos países em desenvolvimento, por meio da transferência do conhecimento técnico-científico e tecnológico em área estratégica como a das sementes", explicou Zanini.

Posse

Hercília Regina Lemke assumiu o cargo de procuradora de Justiça do Ministério Público de Santa Catarina. Promovida por merecimento, Hercília chega ao mais alto cargo da carreira tendo sido a primeira mulher a ascender ao cargo de procuradora da Justiça. Ela tomou posse em sessão do Colégio de Procuradores de Justiça depois de mais de 26 anos de atuação como promotora de Justiça. Desde 1989 Hercília estava radicada em Blumenau, onde foi coordenadora do Centro de Promotorias da Coletividade.


CARTA

O despertar das consciências

Li com atenção dois artigos publicados em A Notícia, recentemente, escritos pelo professor Aristides Cimadon, pró-reitor da Unoesc em Joaçaba. Ambos abordaram o Meio-oeste em sua orfandade política e em seus problemas conjunturais. O que tratou da representação política foi, além de claro, enfático: "O Meio-oeste, se quiser dar a seu povo esperanças de desenvolvimento, necessita de planejamento ou programa emergencial feito por suas lideranças (...) com o objetivo de estimular todos a um mutirão e fazer com que a região esteja representada em todos os segmentos da administração, estadual, federal, além de representação política..."

Mais do que em tempo, o pensamento da universidade, seu papel de condução e sua razão de existir começam a transpor as fronteiras acadêmicas. O reconhecimento do estado de distanciamento e até de ausência do Meio-oeste dos centros de decisão e a carência de representação política institucional nos níveis estadual e federal têm se agravado através dos anos. O que ressalta de importante, no entanto, na visão do vice-reitor da Unoesc, é, sem dúvida, a análise fria e conclusiva da principal causa do fraco desempenho político da região do Vale do Rio do Peixe: o mau uso do voto ou, simplesmente, a ausência do eleitor nas urnas em 1994. Os números aferidos pela Justiça Eleitoral revelam o descaso e a omissão dos habitantes do Meio-oeste no exercício da cidadania que, no regime democrático, tem no ato de votar sua principal expressão. Assim, dos 121.834 eleitores que deveriam acorrer às urnas e escolher deputados estaduais, federais, senadores afinados com a região, 22.792 não compareceram para votar; 46.176 votaram em branco e outros 23.473 votos foram dados aos "pára-quedistas" de outras regiões. De 121.834 votos potenciais, a região da antiga Ammoc aproveitou diretamente 29.493. Pouco mais de 20%. Resultado: nenhum deputado federal eleito, um estadual, um suplente ­ depois deputado, mais um suplente ­ depois presidente de empresa estatal. Só os votos em branco poderiam ter resultado, em mais dois Titon, três Stroisch, quatro Furlan. Mais um Jorginho Mello, hoje considerado deputado da região, poderia ficar por conta dos votos dados aos pára-quedistas em geral.

Como mudar tamanho absurdo? Elementar, meu caro mestre: o tempo, o despertar da consciência cívica e overdoses de educação podem vir a ser a melhor receita para o exercício do voto produtivo capaz de gerar a representação política e o desenvolvimento regional. No Meio-oeste ou em qualquer canto deste País. Este é nosso ponto de vista.

  • Adgar Z. Bittencourt, Joaçaba


CURTAS

  • Galeria Municipal de Artes e Galeria do Papel da Fundação Cultural de Blumenau estão apresentando a exposição de pinturas de Sílvia Teske e Paulo Euclides de Souza.
  • O Ministério da Agricultura liberou verba de R$ 75.250,00 para implantação do Laboratório deAnálise de Virologia para Batata-semente em São Joaquim. A informação foi transmitida pela assessoria do deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC).
  • Enquanto aguarda a instalação do batalhão de Polícia Militar em Caçador, já garantida pelo governador Paulo Afonso Vieira, a Associação Comercial e Industrial já vem trabalhando no sentido de dotar o espaço de melhor infra-estrutura.
  • A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) vai ter nova estrutura organizacional. A apresentação dos pró-reitores, chefia de gabinete será dia 1º de julho.
  • O município de Apiúna está ampliando o sistema de abastecimento de água. A Casan está estendendo o abastecimento para famílias que moram nas proximidades da BR-470.
  • O senador Casildo Maldaner (PMDB/SC) reivindicou ao ministro da Previdência, Waldeck Ornellas, a instalação de um posto do INSS em Balneário Camboriú. A instalação do posto beneficiará também os municípios de Itapema, Porto Belo e Bombinhas.
  • O Senai de São Bento do Sul abre, no dia 27 de julho, o curso técnico em desenho industrial, destinado a alunos que já tenham concluído ou estejam cursando o segundo grau.
  • O Conselho Municipal de Entorpecentes de Mafra reuniu-se para discutir alternativas de combate e prevenção do uso de drogas na cidade.
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