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Brasil inicia
negociações com o FMI
Entendimentos com o Fundo
incluem alta de impostos e reforma estrutural
Washington, EUA - O Brasil iniciou ontem negociações com
o Fundo Monetário Internacional (FMI). O anúncio foi feito
pelo ministro da Fazenda, Pedro Malan, em Washington. "O FMI dará
suporte às políticas e programas anunciados pelo presidente
Fernando Henrique Cardoso", declarou Malan a jornalistas brasileiros
e internacionais reunidos na embaixada do Brasil nos Estados Unidos.
Um comunicado oficial com quatro parágrafos foi distribuído
por Malan. Os entendimentos com o Fundo baseiam-se num programa fiscal para
o triênio 1999/2001, destinado a estabilizar a relação
entre a dívida pública e o Produto Interno Bruto (PIB) até
o ano 2000 e a criar um superávit primário nas contas públicas
entre 2,5 e 3% do PIB até 1999. "É o que julgamos razoável",
explicou Malan.
O programa é estritamente brasileiro, afirmou, simultaneamente,
o diretor gerente do FMI, Michel Camdessus. As medidas estão sendo
preparadas pelo governo e serão anunciadas até o dia 20 pelo
presidente da República. Malan admitiu que elas incluem aumento de
tributos, por exemplo, na Contribuição Provisória sobre
Movimentação Financeira (CPMF). O Brasil, entretanto, segundo
Malan, poderá elevar o IOF aplicado no ingresso de capitais especulativos,
como já havia declarado o diretor de política monetária
do Banco Central, Francisco Lopes.
Câmbio não muda
No documento, o Brasil compromete-se a manter o regime cambial, bem como
a política de juros flexíveis, não impor controles
sobre as saídas de capital estrangeiro, servir totalmente a dívida
externa e a dívida interna, "além de insistir nas reformas
estruturais - da Previdência Social, tributária, do sistema
orçamentário e do sistema financeiro, além da do mercado
de trabalho e a privatização, entre outras". Os demais
termos do acordo deverão ser divulgados pelo próprio Fundo,
explicou.
O ministro deu ênfase às mudanças qualitativas, que
beneficiam o Brasil. O País, segundo Malan, está para a América
Latina assim como o Japão e a China estão para a Ásia.
O mundo, pela primeira vez, assinalou Malan, percebeu "que estamos
cuidando de um problema sistêmico". Não basta arrumar
a política do país A, B ou C para superar as dificuldades.
Os países desenvolvidos demoraram, entretanto, para entender o alerta
feito pelo Brasil há um ano, na 52ª assembléia anual
do FMI-Banco Mundial, em Hong Kong, sobre os riscos da total conversibilidade
das moedas e do livre movimento de capitais, notou o ministro.
O Brasil, segundo Malan, não fez anteriormente um acordo com o
FMI porque isto não era visto como conveniente. Os programas negociados
agora têm por objetivo encaminhar soluções para os próximos
três ou quatro anos, observou o ministro. Ele notou que será
impossível escapar à conjuntura internacional, pois tanto
os Estados Unidos, a União Européia quanto o Japão
terão menor crescimento.
Receita Federal aperta
fiscalização de bagagens
Brasília - Todos os viajantes que entrarem no Brasil pelos aeroportos
de Cumbica, do Galeão e de Brasília e por via terrestre em
Foz do Iguaçu (PR) estarão obrigados, a partir de 1º
de novembro, a preencher uma Declaração de Bagagem Acompanhada
(DBG), formulário criado pela Secretaria da Receita Federal. A norma,
fixada pela instrução normativa de número 117 publicada
ontem no Diário Oficial, passa a valer também para todos os
viajantes que chegarem por qualquer outro ponto de entrada no País,
seja aéreo, terrestre ou marítimo, a partir de janeiro do
próximo ano.
O viajante deverá declarar bens comprados no exterior de valor
superior ao limite de isenção (US$ 500 no caso de viagens
aéreas e marítimas e US$ 150 no caso de viajem terrestre ou
fluvial). O secretário da Receita, Everardo Maciel, alertou que o
viajante que prestar declaração falsa, informando que não
há bens para declarar, ou inexata, sub-avaliando as mercadorias,
será punido com multa de 50% do valor excedente ao limite de isenção
e o imposto de importação devido.
Na declaração, os viajantes terão de informar também
se carregam na bagagem animais, alimentos, sementes, plantas, medicamentos
controlados, armas e munições, para que seja feita fiscalização
de acordo com regras brasileiras estabelecidas para a entrada no País
de cada produto em particular, e valores em moeda nacional ou estrangeira,
cheques ou travellers cheques no montante superior a R$ 10 mil.
Everardo lembrou que o viajante que declarar a existência de algum
item listado deverá passar na alfândega pelo canal de bens
a declarar. O secretário ressaltou que a fiscalização
da bagagem, no entanto, será aleatória e não atingirá
a todos estes viajantes. Prevalece o critério de fiscalização
aleatória que vigora para os viajantes que não têm nada
a declarar. Na passagem pela alfândega, os fiscais selecionam passageiros
para investigar as bagagens.
Celulares
O secretário anunciou ainda a criação de um sistema
de registro de telefones celulares através de um cadastro que guarda
o número de código de aparelhos que entram no Brasil ou têm
fabricação nacional. Para a habilitação de aparelhos
ou entrada de importados no Brasil, o código deverá ser incluído
no banco de dados, que está sendo feito pelos fabricantes nacionais.
"É como um Renavam de telefone", simplificou o secretário.
Todos os aparelhos comprados no Brasil ou no exterior deverão ser
registrados no novo sistema.
EUA faz alerta
sobre controles
São Paulo - Sob pretexto de estarem ameaçados com supostas
práticas desleais de comércio, os Estados Unidos voltaram
a alertar os seus parceiros comerciais com a possibilidade de ampliar as
suas leis e regras protecionistas, entre elas barreiras não-tarifárias
ou aumento de tarifas nas licenças de importação.
A representante de comércio dos EUA (USTR), Charlene Barshefsky,
disse esta semana que o governo norte-americano tem "visto vários
indícios" de que alguns países latino-americanos, entre
eles o Brasil, começaram a adotar algumas políticas protecionistas.
"Por enquanto não é nada dramático, mas, com certeza,
vamos reforçar as nossas leis contra práticas desleais de
comércio", ameaçou Barshefsky, que chegou a citar também
a Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Venezuela.
As exigências de licença prévia com inspeção
fitossanitária para as importações de animais, vegetais
e seus derivados, e de certificados técnicos (qualidade) para produtos
farmacêuticos e químicos, determinados pelo governo brasileiro
e que começam a entrar em vigor a partir de amanhã, estão
na mira de Barshefsky.
Os EUA não lembram, entretanto, que contam com 89 mil barreiras
técnicas no âmbito federal e estadual e com um exército
de 44 mil fiscais e burocratas para restringir as importações,
principalmente latino-americanas. As regras norte-americanas são
ainda mais drásticas do que as medidas que o Brasil está adotando
para desacelerar as importações.
As novas regras adotadas pelo Brasil servem para todos, sem exceção.
Nem mesmo os seus sócios do Mercosul ficarão livre da aplicação
dessas medidas. A idéia é estabelecer mecanismos ágeis
para identificar práticas desleais de comércio, como dumping
ou subsídios, e adotar, nesses casos, medidas compensatórias
ou criar salvaguardas permitidas pelas leis do comércio internacional.
Ajuste vai ter impacto
para os consumidores
CPMF maior deve ter impacto
nos preços para os clientes finais
Adriana Zoch
Joinville - O aumento de 50% na alíquota da Contribuição
Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), uma
das medidas que o governo vai propôr no pacote fiscal que será
lançado no dia 20, deverá representar uma elevação
de pelo menos 0,2% nos preços ao consumidor final. Apesar de relativamente
pequeno, avalia o professor de Economia da Universidade Regional de Blumenau
(Furb), Vilmar Tomio, o tributo entra no cálculo dos custos e pode
pesar ainda mais no bolso do consumidor, dependendo do número de
etapas financeiras envolvidas.
"A CPMF incide em cascata no processo produtivo e passa a ter expressividade
no valor final dos produtos", explica o empresário do setor
cerâmico e presidente da Câmara de Assuntos Tributários
e Legislativos da Federação das Indústrias do Estado
de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Côrte.
Ele acredita que o aumento da carga tributária nesse momento será
"perverso" para a economia nacional e vai comprometer seriamente
a competitividade dos produtos brasileiros dentro e fora do País.
Mesmo isentos da CPMF, os produtos exportados também podem sofrer
elevação de preços, já que o tributo incide
durante o processo produtivo. A concorrência com os importados no
País, acredita, vai ficar mais apertada.
O empresário acha positiva a sinalização do governo
de que efetivamente vai fazer os cortes nos gastos públicos. Mas
teme que, caso isso não ocorra, o setor produtivo acabe pagando a
conta do ajuste, como aconteceu no ano passado, quando o governo lançou
um conjunto de medidas que não foram concretizadas.
Cenários
Côrte aponta dois cenários que devem ser bem coordenados
para não provocar uma desaceleração ainda maior da
economia brasileira. De um lado, o governo vai ter que adequar suas contas
à realidade. De outro, vai ter que manter o setor produtivo trabalhando
em um ritmo "pelo menos razoável". Do contrário,
os efeitos podem ser devastadores: a receita vai cair e o problema do desemprego
agravar-se ainda mais no País.
O professor da Furb diz que o aumento da carga tributária reduz
o volume de recursos na mão da população, mas pode
ajudar a aliviar o caixa do governo e beneficiar a classe de baixa renda.
"Caso o equilíbrio das contas se converta em prestação
de serviço para essa classe", justifica.
Fiesc promove mudança
na estrutura organizacional
Florianópolis A Federação das Indústrias
de Santa Catarina (Fiesc) está modificando sua estrutura organizacional
de olho no final da crise. As alterações acontecem no comando
de áreas estratégicas, na efetiva elaboração
de projetos para o setor industrial, e na direção de uma fusão
do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Serviço
Social da Indústria (Sesi). "Neste ambiente de redesenho da
economia mundial, precisamos também ajustar as entidades de representação
industrial, centrando foco em algumas atividades e tornando nossa estrutura
mais ágil e aí podermos atuar melhor num novo cenário",
define o vice-presidente da Fiesc, José Fernando Xavier Faraco.
A primeira ação para o novo modelo foi a reorganização
de áreas estratégicas, como a criação da Diretoria
de Desenvolvimento, a vinda de administradores de fora dos quadros locais
para a diretoria administrativa e para a superintendência adjunta
do Sesi, além das mudanças no Senai, no Centro de Tecnologia
em Automação e Informática (CTAI) e no Instituto Euvaldo
Lodi (IEL). "A Fiesc deve ser uma propulsora de desenvolvimento. Os
novos comandos são estratégicos também no sentido de
estabelecerem uma relação mais forte com o exterior",
explica Faraco.
A Fiesc não acredita que a crise mundial seja duradoura. "Os
recursos que saíram daqui voaram assustados e pousaram num ambiente
seguro mas com pouca rentabilidade. Logo devem voltar, porque o país
reúne as melhores condições atuais", raciocina
o vice-presidente, que enumera: tem um grande mercado consumidor, o povo
tem acesso a informações para consumo e mentalidade capitalista
ao contrário de chineses e russos. "Quando os recursos voltarem
vai ser a hora do Brasil, e precisamos estar preparados com projetos para
absorver este capital. Nossa área de política econômica
vai poder elaborar projetos para desenvolvimento industrial, além
de servir de consultoria para o Estado nesta área".
Estes projetos podem ir de ações de representação
empresarial junto ao governo a estudos de planejamento de uma política
industrial catarinense.
Indústria de
SC registra venda menor
Florianópolis Os indicadores industriais de Santa Catarina
sofreram nova retração em agosto. Vendas, horas trabalhadas
na produção e salários líquidos sofreram, respectivamente,
reduções de 0,26%, 4,06% e 0,78%. O único índice
positivo foi a utilização da capacidade instalada, que subiu
de 81,90%, em julho, para 83,56%. Os dados constam da pesquisa "Indicadores
Industriais", realizada pela Fiesc junto a cerca de 400 empresas dos
diversos segmentos da indústria.
Segundo os dados apurados, os principais declínios nas vendas
aconteceram nos setores de bebidas (13,97%), em virtude da sazonalidade
desfavorável, e material de transporte (8,46%), devido à menor
demanda do mercado.
Por outro lado, o setor de química teve um incremento de 12,70%;
têxtil, 10,67% e cristais, 9,38%. O aumento do setor de química
deve-se a uma situação atípica no faturamento devido
às exportações, que são embarcadas de dois em
dois meses em agosto houve embarque e em julho, não. A indústria
têxtil apresentou resultado positivo graças ao lançamento
das novas coleções e o aumento nos cristais deve-se a negócios
fechados durante uma feira de presentes realizada em São Paulo.
No acumulado entre janeiro e agosto, as vendas de 1998 estão 2,50%
menores se comparadas com o mesmo período de 1997. Neste período,
as maiores reduções foram registradas nos setores de cristais
(22,56%) e têxteis (11,89%).
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Dívida |
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União mantém bloqueio nas contas
Discordância com Tesouro
determinou a medida
Rogério Christofoletti
Blumenau - Permanecem bloqueadas as contas do governo do Estado no Besc
por determinação do Banco do Brasil, em função
do não-pagamento de parcelas da rolagem da dívida com a União.
Inadimplente desde o último dia 30, Santa Catarina deveria ter saldado
cinco parcelas das rolagens de 1989, 1993 e deste ano, num total inicial
de R$ 55 milhões.
Como a Fazenda discordou dos cálculos, acabou não fazendo
os depósitos e solicitou revisão das contas. Seguindo as medidas
de austeridade econômica do governo federal, a Secretaria do Tesouro
Nacional determinou ao agente financeiro da operação, o Banco
do Brasil, o bloqueio das contas no último dia 2.
Com isso, os repasses ao Estado atendendo à Lei Kandir, mais o
percentual do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e o
Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para exportações
ficaram comprometidos. Os técnicos do governo catarinense conseguiram
baixar o valor devido para R$ 36 milhões e a União absorveu
cerca de R$ 7,5 milhões da Lei Kandir, como pagamento, fazendo com
que restassem a ser pagos R$ 28,5 milhões. Seguindo a medida, tudo
o que pingar na conta do Estado até completar o valor devido deve
ser retomado pela União para quitar os débitos.
Para liberar os recursos, o secretário da Fazenda, Marco Aurélio
Dutra, tentou medidas administrativas por intermédio do Besc. Até
o início da noite de ontem, não havia retorno favorável
ao governo, e a assessoria de comunicação do governador Paulo
Afonso afastou medidas judiciais para o desbloqueio antes das respostas.
Em Brasília, os técnicos da Secretaria do Tesouro Nacional
não quiseram comentar o assunto, divulgando através da assessoria
de comunicação do Ministério da Fazenda que "tratativas
estariam sendo feitas entre o governo do Estado e a União para resolver
a questão".
Liberação
O gerente executivo da UEN-Governo, divisão do Banco do Brasil
que mantém as relações com os governos dos Estados,
Sebastião Martins Ferreira Jr., confirmou a continuidade do bloqueio
e declarou que as contas só devem ser liberadas mesmo após
a quitação das dívidas, conforme ordens da Secretaria
do Tesouro Nacional (STN).
"A União aceita como pagamento apenas dinheiro ou créditos
que os Estados têm, como supostamente reivindica Santa Catarina. No
entanto, estes créditos precisam ser reconhecidos e considerados
como líquidos e certos pela União para valer mesmo. Caso contrário,
permanece o bloqueio", disse.
Durante toda a tarde de ontem, o secretário da Fazenda, Marco
Aurélio Dutra, manteve contatos telefônicos com a diretoria
da STN. Inicialmente, cogitou-se a ida de uma delegação catarinense
para negociar o caso pessoalmente, mas como os diretores da STN não
estariam nem Brasília, os diálogos voltam na próxima
semana. "Conseguimos, pelo menos, reduzir os valores bloqueados para
aproximadamente R$ 25 milhões", informou Dutra.
Consumidor precisa de mais proteção
Florianópolis - Apesar de contar com o Código de Defesa,
o consumidor ainda está carente de proteção e não
utiliza todos os mecanismos de que dispõe para resolver seus problemas.
Quem define a situação é o coordenador da Defesa do
Consumidor do Centro de Promotorias da Coletividade do Ministério
Público de Santa Catarina, Paulo Antonio Locatelli, que organiza
hoje a realização de um seminário na Capital sobre
os direitos do consumidor. "Há insuficiência e vulnerabilidade
do consumidor junto ao fornecedor. Na hora em que mais o consumidor mais
precisa, não se tem o tratamento previsto na lei."
Para informar melhor os Procons, os promotores e as associações
de interesse, o seminário vai discutir a atuação do
Ministério Público e a defesa do consumidor no setor de produtos
alimentícios e os crimes contra as relações de consumo.
Além disso, o Decreto 2181/97, que regulamentou alguns pontos
do Código de Defesa, deve ser um dos pontos principais de discussão
no seminário. "O decreto ajuda a mostrar o que pode ser feito
para defender o consumidor. O Procon, por exemplo, pode aplicar sanções
administrativas, multar e representar em juízo. O promotor tem poder
de instaurar inquéritos civis, mas há outras formas pré-processuais
para lutar pelos direitos."
Um destes instrumentos é o termo de compromisso de ajustamento
de condutas, dispositivo previsto na lei de ação civil pública
que garante a tutela dos interesses dos consumidores. O termo é firmado
em caráter preventivo e reúne os envolvidos numa relação
de consumo preestabelecendo limites de ação. Recentemente,
foi assinado entre órgãos de imprensa, emissoras de televisão
e corretoras de loteamentos. A postura acordada era de que todo anúncio
veiculado deveria trazer o registro do imóvel no cartório,
evitando publicidades enganosas ou abusivas.
SPC de Jaraguá registra queda nas consultas
Jaraguá do Sul - O Serviço de Proteção ao
Crédito (SPC) da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Jaraguá
do Sul registrou em setembro queda de 14,28% no número de informações
prestadas aos comerciantes do município em relação
ao mês anterior. Foram prestadas um total de 19.404 informações
contra 22.174 ligações prestadas no mês de agosto.
Já comparando com os nove últimos meses desse ano, o SPC
prestou 188.355 consultas, contra 204.720 prestadas no mesmo período
de 1997, provocando desta forma queda de 8,69%. Quanto à inadimplência,
em setembro desse ano foram feitas 867 inclusões, contra 931 inclusões
em agosto, representando queda de 7,38%.
A CDL decidiu, na reunião da última quarta-feira, que o
comércio deve abrir no 8 de novembro, das 14 às 18 horas.
Os supermercados praticam horários diferenciados. O comércio
também abre suas portas neste domingo, aproveitando o Dia da Criança,
comemorado no dia 12, data que também é feriado nacional.
O horário é das 14 às 18 horas. |
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