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Editorial
Acidentes nas
estradas catarinenses
Mais um feriadão com recordes de acidentes nas estradas catarinenses.
Desta vez, foram contabilizados 99 acidentes, envolvendo 182 veículos,
os quais provocaram a morte de 10 pessoas e ferimentos em mais 59.
Apesar da vigência, há quase já um ano, do Código
de Trânsito Brasileiro, o número de acidentes, que nos primeiros
meses chegou a apresentar sensível redução em todo
o País e também em SC, volta a aumentar em todas as rodovias
brasileiras.
Em Santa Catarina, como sempre, no intenso tráfego da BR-101,
registrou-se o maior número de acidentes, também com maior
incidência de vítimas e de veículos envolvidos. Apesar
da fiscalização da Polícia Rodoviária Federal,
é preciso reconhecer que as obras de duplicação, os
engarrafamentos e os desvios estão contribuindo para elevar as estatísticas.
Mesmo assim, que se reconheça também que o rigor da fiscalização
exercido pela polícia no começo da vigência do novo
código de trânsito vem refluindo, o que já provoca da
parte dos motoristas um relaxamento na obediência às posturas
previstas em lei. Como as multas eram -- e continuam -- altas, o motorista
reagiu de forma positiva, resguardando-se das infrações.
Lamentavelmente, o tempo tanto cuidou de afrouxar a vigilância
da polícia, quanto de manter a prudência e responsabilidade
dos motoristas. Os excessos voltaram a acontecer, com velocidade acima do
permitido, com veículos sem revisão e motoristas afoitos cometendo
todo o tipo de abuso e infrações.
O resultado é que em todo o País as estatísticas
de acidentes nas rodovias voltaram a crescer. Como acontece nas estradas
de Santa Catarina, o quadro repete-se pelo restante do Brasil, com a volta
de números verdadeiramente assustadores.
A questão é grave, na medida em que o Brasil ostenta um
dos mais elevados índices de acidentes, com número de mortos
e feridos recorde no mundo. A questão da educação para
o trânsito continua sendo um desafio para toda a sociedade. Apesar
do novo código e de suas disposições mais rigorosas,
que no primeiro instante chegaram a produzir resultados estimulantes, a
ponto de a imprensa comentar que o Brasil estaria ingressando no rol das
nações civilizadas e de trânsito responsável,
as medidas adotadas já começam a perder o efeito.
Em outubro, com as festas populares em diferentes cidades catarinenses,
com elevado consumo de bebidas alcoólicas, as estatísticas
tendem a se elevar. De fato, foi o que aconteceu neste primeiro fim-de-semana
prolongado. É preciso redobrar a vigilância policial e reabrir
campanhas educativas nos meios de comunicação de massa, já
que não é possível, nesta área, admitir retorno
à situação anterior ao novo código, quando o
Brasil, disparado, detinha o primeiro lugar em acidentes de trânsito
no planeta.
Artigos
Gasto público e câmbio
Antonio Delfim Netto
Para corrigir os problemas deixados pela lamentável política
de câmbio acompanhada da laxidão dos gastos públicos,
vão surgindo propostas parcialmente corretas, mas que isoladamente
não podem resolvê-los. Em 1994 e 1995, com o equilíbrio
fiscal herdado do governo Itamar Franco, era possível impedir o excesso
de valorização cambial com uma manobra razoavelmente simples.
Em 1998, com um déficit público de 7,5% do PIB, não
há manobra cambial capaz de nos conduzir ao equilíbrio.
Afinal, quais são os problemas que temos de resolver no médio
prazo? Primeiro, temos de voltar ao crescimento. Segundo, temos de reduzir
o déficit em conta corrente: com uma taxa de crescimento do produto
de 1% ao ano ele chega a 4% do PIB! Um dos princípios da política
econômica é que o número de instrumentos independentes
(isto é, as variáveis passíveis de serem controladas
pela ação governamental) deve ser igual ao número de
problemas a serem resolvidos. Temos dois problemas (baixa taxa de crescimento
e déficit em conta corrente insustentável). Logo precisamos
de dois instrumentos (gastos públicos e taxa cambial real) para resolvê-los.
No longo prazo, quando todas as remunerações são
flexíveis, a taxa de câmbio real é uma variável
endógena que se ajusta à taxa de câmbio nominal fixada:
se a economia for mantida em baixo crescimento durante dez anos, por exemplo,
o desemprego será tamanho que os trabalhadores acabarão se
conformando com a redução do seu salário real. A questão
é que o custo do ajuste é elevadíssimo em termos de
crescimento e emprego, como provam todas as experiências de "desinflação
competitiva''. No curto e médio prazo a solução mais
inteligente é manobrar o câmbio e não o salário
nominal: o resultado final é o mesmo (uma redução do
salário real), mas com uma perda muito menor de emprego e crescimento.
É lamentável que alguns economistas ainda não saibam
que o resultado de "desinflação competitiva'' é
também a redução do salário real, porque os
ganhos de produtividade sempre são mais lentos do que o necessário.
Voltando ao nosso problema: de que depende a demanda global? Podemos
simplificar afirmando que ela é função do gasto público
e da demanda externa, que, por sua vez, depende da taxa de câmbio
real. E de que depende o déficit em conta corrente? Do gasto público
(que influencia a demanda global e, logo, as importações)
e da taxa de câmbio real (que aumenta a exportação e
reduz a importação).
É evidente, agora, que nem com apelo ao FMI, uma espécie
de "opiáceo'' para os investidores nacionais e estrangeiros,
podemos resolver os dois problemas apenas cortando o déficit público:
ele vai reduzir ainda mais a taxa de crescimento. Vai nos deixar com um
déficit em conta corrente menor, mas à custa de maior desemprego,
o que só convém à banca internacional. Quando tentarmos
crescer, o déficit em conta corrente reaparecerá e os investidores
se inquietarão outra vez. Só a combinação de
uma manobra fiscal imediata com uma manobra cambial no momento adequado,
que reduza dramaticamente a taxa de juros, poderá livrar o Brasil
da tragédia em que foi metido. O resto é conversa de "auditores''
do mercado financeiro metamorfoseados em "economistas''...
- Antonio Delfim Netto, deputado federal (PPB/SP), ex-ministro
da Fazenda
Ansiedade
Dom Tito Buss
Um dos subprodutos malignos da vida agitada de nossos dias é a
ansiedade. Entende melhor o que é ansiedade quem dela sofre ou sofreu,
ou ao menos conviveu com alguém que sofria desse mal. A ansiedade
produz um mal-estar interno, uma tensão, uma sensação
de incapacidade que causa a impressão de que não se dá
conta das atividades mais rotineiras, realizadas com serenidade e competência
em tempos de saúde normal.
Lembro-me daquela professora dedicada (certamente não se trata
de uma só, mas de milhares), que durante 20 anos fora mestra competente,
estimada por alunos e colegas de trabalho. Lá pelas tantas passou
a sofrer de esgotamento nervoso, stress e aquela sensação
de incapacidade. Reger uma classe que durante tantos anos fora seu pão
de cada dia, grato e fácil, passou a ser um desafio desesperador.
Nem sempre é fácil descobrir as causas concretas da ansiedade.
Existem, porém, alguns motivos que influem com frequência.
Entre esses está a vida agitada de nossos dias, que deixa o sistema
nervoso tenso. Compromissos sucessivos não permitem, não oferecem
os momentos de descontração e repouso de todo necessários.
Nem há mais tempo para o cultivo de uma boa amizade e um bate-papo
informal.
Os sentimentos de ansiedade atingem com mais facilidade as pessoas que
têm certas atitudes psicológicas comprometedoras. Entre essas,
destaca-se o perfeccionismo. Pessoas perfeccionistas são as que têm
grande dificuldade em sentir que fizeram uma coisa bem feita, merecedora
de recompensa. Um casal fora bem sucedido nos compromissos do dia que findava.
O marido convidou: "Vamos tomar uma cerveja, acho que bem merecemos."
-- "Topo a parada", aprovou a esposa otimista. Obviamente, não
estamos incentivando ninguém a tomar uma cerveja, nem repreendemos
quem o faz. O que interessa é que as tarefas do dia haviam sido bem
sucedidas. Por isso, achavam eles que eram merecedores de uma recompensa.
A pessoa perfeccionista tem muita dificuldade em ter sentimento semelhante.
Cada um tem o direito e o dever de cultivar em si um padrão mental
positivo, usufruir as alegrias de uma vida bem sucedida. Importa cultivar
hábitos positivos. Para quem sente ansiedade ou stress, alguns dias
de férias bem aproveitadas são um santo remédio. Cultivar
a auto-estima é outro fator decisivo. Em seu íntimo, a pessoa
não deve sentir-se nem menos nem mais do que os outros. Somos todos
iguais. As funções são diferentes. Um pode ser rei,
outro varredor de rua. Divergem as funções, como pessoas são
iguais .
Entre as muitas atitudes positivas que as pessoas bem sucedidas tomam
na vida, não se deve esquecer a atitude de fé. O homem não
é só matéria -- é também espírito.
A vida terrestre se caracteriza mais pelo aspeto material. Por isso, os
bens materiais fascinam mais fácil e profundamente. Mas deixam um
enorme vazio quando não são acompanhados dos valores espirituais,
eternos. Plenitude se encontra somente na vida ligada ao espírito.
A plenitude do espírito é Deus, somente Deus.
- Dom Tito Buss, bispo de Rio do Sul
"Navegar é preciso.
Viver não é preciso"
Celso Amorim Salazar Pessoa
Citando este trecho de um poema de Fernando Pessoa, Ulisses Guimarães
aceita sua indicação e inicia, em companhia do jornalista
Barbosa Lima Sobrinho, a campanha de anticandidato, percorrendo todos os
quadrantes da Nação, empunhado as bandeiras das diretas-já,
redemocratização, Constituinte, anistia, numa pregação
democrática que levantou multidões. Isso em setembro de 1973.
Em outubro de 1992, numa segunda-feira chuvosa e cinzenta, as parcas
intempestivamente lhe cortaram o fio da vida. O desastre surpreendeu e traumatizou
o País. Recursos foram mobilizados, numa busca incessante, durante
a qual puderam ser localizados os corpos dos acompanhantes (Severo Gomes,
esposa, dona Mora e o piloto), menos o do doutor Ulisses. Simplesmente,
desapareceu, sumiu. Seis anos que nos separam da trágica ocorrência
foram completados no último dia 12. E quanta falta Ulisses nos tem
feito: ao partido, o PMDB, e à Nação! Sob o seu comando
firme, o Congresso pôde debater, aprovar e promulgar a Carta de 1988,
por ele denominada de "Constituição Coragem".
Nos dias que se seguiram, o episódio deu origem às mais
díspares versões. Ainda agora, relembrando os fatos, uma pessoa
de minhas relações apresenta uma intrigante versão,
baseando-se na tese de que a História se repete. Eis a curiosa explicação:
Ulisses, após a destruição de Tróia, levou dez
anos para retornar ao reino de Ítaca, onde confiantemente o aguardavam
a doce Penélope e o filho Telêmaco, enfrentando, no retorno,
toda a sorte de obstáculos. E para arrematar a fantástica
versão, afirma, sem pestanejar, que, sendo único sobrevivente
na queda do helicóptero, doutor Ulisses teria sido levado para o
reino de Netuno, passando a fazer parte da corte dessa divindade. Esse meu
amigo, dado a atividades
extra-sensoriais, afirma, com absoluta convicção, que,
somente no correr do ano 2002 (dez anos após), doutor Ulisses estará
retornando a nosso convívio, pois, segundo ele, ainda há uma
missão a cumprir aqui, antes de se juntar, definitivamente, à
Penélope de sua vida, dona Mora.
Indaguei se tal missão não seria, por acaso, a reestruturação
do PMDB, estilhaçado pelas disputas intestinas, envergonhando seus
filiados, a ponto de não conseguir lançar um candidato à
Presidência, marchando a reboque de candidaturas alternativas. Ponderamos,
em seguida, que sua volta antecipada, pelo respeito com que é tido
e pela inquestionável autoridade, balizaria os rumos do "manda-brasa",
num autêntico retorno a suas origens, reconquistando a credibilidade
do partido, não só junto às bases, como também
na opinião pública. Fiquei sem resposta, pois meu amigo parecia
ter se desligado do mundo a seu redor, imerso em profundas reflexões.
E, como homenagem ao homem público Ulisses Guimarães, relembro
o fecho de seu memorável pronunciamento de 22/9/1973, em Brasília:
"Senhores convencionais: A caravela vai partir. As velas estão
pandas de sonho, aladas de esperanças. O ideal está no leme
e o desconhecido se desata à frente. Navegar é preciso. Viver
não é preciso. Posto no alto da gávea, espero em Deus
que em breve possa gritar ao povo brasileiro: Alvíssaras, meu capitão,
terra à vista! Sem sombra, medo e pesadelo, à vista a terra
limpa e abençoada da liberdade".
- Celso Amorim Salazar Pessoa, ex-prefeito de São Francisco
do Sul
Cartas
CDL/Chapecó
Os demais municípios do Oeste devem imitar o que fez a Câmara
de Diretores Lojistas (CDL) de Chapecó, que assinou convênio
com o promotor da comarca para aplicar o Código de Defesa do Consumidor.
A ação é digna de elogios e mostra por que a CDL de
Chapecó é uma das melhores do Estado. É a que melhor
se comunica com os consumidores e a que mais distribui prêmios. O
presidente da CDL, Vanderlei Berlanda, e sua equipe estão de parabéns.
- Alberto Marcelo da Silva, Chapecó
Sombra de partido
O PMDB de hoje nem sombra é mais daquele partido vibrante e compacto
das diretas-já, ferrenho defensor da democracia. Assemelha-se mais
a um amálgama de interesses que se agrega ao primeiro que aparecer
na esquina, desde que o resultado seja a moeda-padrão, o voto. Ao
lado dos peemedebistas leais e fiéis aos ideais partidários,
caminha uma legião anódina de fanáticos -- massa de
manobra --, enquanto nas estufas da esperteza, vicejam aproveitadores e
interesseiros, portadores de decalques e bandeirinhas, que pensam apenas
em garantir o emprego.
Em Santa Catarina, o PMDB perdeu a oportunidade histórica de uma
vitória consagradora nas eleições passadas. No lugar
de desfraldar a bandeira da decência e da legalidade, apeando, pelo
impeachment, um governador desidioso, arrogante "straigth-faced",
o que fizeram os pretensos morubixabas do partido? Defenderam até
o fim, com argumentos infantis e inconsistentes, a tramóia dos precatórios.
Wagner Ramos, mascate de Maquiavel, vendia um esquema tentador de dinheiro
fácil. Antônio Britto e Roseana Sarney, entre outros, não
caíram na arapuca. Paulo Afonso, infeliz, não teve o mesmo
tino e acabou enredado nos liames de uma CPI. E foi nessa estação
que o PMDB deixou passar o bonde da vitória e embarcou na taioba
do fiasco em direção ao matadouro. Dr. Ulisses, de onde quer
que Deus o tenha, viu contrariado, matarem seu sonho e seu ideal.
- Raimundo Campos Paiva, São Francisco do Sul
Memória curta
Em artigo publicado por A Notícia na edição de segunda-feira,
o ministro da Justiça, Renan Calheiros, diz a certa altura: "Sem
fidelidade partidária, tampouco será possível impedir
o triste espetáculo de congressistas que trocam de camisa e de time
no meio do jogo, sucumbindo ao aliciamento e às pressões do
fisiologismo..." Calheiros, para quem não lembra, foi do time
de Collor e hoje está no PMDB.
- Marcello Sottoriva, Joaçaba

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Apontamentos |
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Briga de galo
O curador de Meio Ambiente de Lages, promotor Ricardo Francisco da Silveira,
vai apertar o cerco contra as competições de rinha de galo
que acontecem às escondidas, em Lages, e nos municípios da
região serrana. Ele argumenta que esse tipo de competição
vai contra a Lei 9.605, que dispõe sobre crimes ambientais. O promotor
acredita que a briga de galo é contravenção penal e
que deve ser coibida. Para tanto, ele está recorrendo à Polícia
Ambiental para ajudar na fiscalização e penalização
dos envolvidos. A realização de brigas de galo não
se restringe a Lages região. Elas acontecem em todo o Estado porque
não há fiscalização.
Exportação
"Regime Simplificado de Exportação" é
o tema da palestra de José Augusto Castro, professor da Fundação
Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), administrador de
empresas formado na Universidade Getúlio Vargas, autor de livros
e diretor da Associação de Comércio Exterior do Brasil.
A palestra será nesta sexta-feira, às 15 horas, no Centro
de Gestão Empresarial de São Bento do Sul. A abordagem refere-se
às exportações de até 10 mil dólares.
A participação é gratuita e as vagas são limitadas.
Mais informações pelo telefone (047) 635-1391.
Araucárias
O Morro do Hilário, situado às margens da SC-438, em Lages,
deverá receber em breve mais de 2 mil mudas de araucária.
O motto, localizado em área da Polícia Ambiental e da Estação
de Truticultura do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), encontra-se
com pouca begetação. Com as araucárias, o local vai
recuperar sua vegetação original, possibilitando maior espaço
e abrigo à fauna da respectiva reserva. As mudas de araucária
serão doadas por empresas e o plantio será executado por alunos,
como treinamento em educação ambiental.
Econtro de mulheres
A Epagri, Secretaria de Agricultura e os grupos de senhoras do munic´pio
de Guabiruba, promovem no dia 10 de novembro próximo, no Salão
Cristo Rei, o 2º Encontro Municipal de Mulheres. A programação
vai iniciar às 8 horas, com recepção e abertura. O
destaque do encontro será a palestra sobre relacionamento humano
e autoestima, com o psicólogo Bernardino da Silva, e o outro destaque
será a segunda palestra sobre cidadania, com a extensionista da Epagri
Enedê Casaroto. O custo para cada participante será de R$ 3,00.
As particpantes deverão confirmar presença até o dia
3 de novembro na Epagri de Guabiruba.
Conferência
O juiz Antônio do Rego Monteiro Rocha, lotado na 2ª Vara Cível
e dos Registros Públicos da Capital, vai estar no próximo
dia 19 em Chapecó. Ele vai participar, como conferencista, da 7ª
Semana Jurídica do Departamento de Ciências Jurídicas
da Universidade do Oeste Catarinense (Unoesc). Monteiro Rocha vai proferir
palestra sobre o tema "O dano moral e sua qualificação",
levantando questões doutrinárias e jurisprudenciais relacionados
ao assunto. A 7ª Semana Jurídica estende-se até o dia
23 de outubro.
Robô
A Secretaria de Saúde de Itapema, através da Vigilância
Sanitária e Ambiental, pôs ontem em funcionamento o robô
para detectar ligações clandestinas de esgoto na rede de águas
pluviais. O robô, que é elugado, é o mesmo utilizado
pela Prefeitura de Balneário Camboriú esse ano. Esta é
a segunda etapa do trabalho de balneabilidade que vem sendo desenvolvido
pela Prefeitura de Itapema. A primeira etapa consistiu na conscientização
de moradores e utilização de microorganismos para tratamento
de esgoto.
Curtas
O presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana
do Brasil, pastor Humberto Kirchheim, está em Blumenau, onde participa,
de quinta-feira a domingo, do 21º Concílio Nacional da Igreja
Luterana, em Rodeio 12. Hoje, o pastor recebe a imprensa para falar sobre
a nova estrutura da igreja no Brasil e a eleição nacional
do último pastor presidente deste milênio.
O jogo entre Blumenau e Chapecoense, válido pela Taça Santa
Catarina 1998, foi transferido para o próximo dia 21. O jogo será
no complexo esportivo do Sesi.
A Secretaria de Educação de São Bento do Sul promove
neste sábado, às 15 horas, o 7º Festival Municipal de
Dança Escolar - categoria baby class, no ginásio de esportes
Annes Gualberto.
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), de Balneário Camboriú,
vai doar hoje mil coletes para a Secretaria de Educação e
Desportos do município. Os coletes são confeccionados em quatro
cores. Cada colégio da rede municipal receberá quatro jogos
com 15 coletes cada. As competições esportivas também
serão incentivadas pela CDL, com doação de prêmios,
troféus e medalhas.
Um princípio de incêndio, segunda-feira, danificou parte
das instalações da cozinha na empresa Perdigão, em
Herval d 'Oeste. O fogo foi controlado pelo Corpo de Bombeiros.
Delegação de 30 comerciantes vai representar Joaçaba
na 39ª Convenção Nacional do Comércio Lojista,
de 18 a 21, em Florianópolis. |
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