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Editorial
Os desafios
do comércio
O maior evento do comércio brasileiro, a 39ª Convenção
do Comércio Lojista, que se realiza em Florianópolis, discute
o futuro do setor e da economia nacional em hora propícia. A certeza
de que o governo vai anunciar medidas duras de ajuste, nos próximos
dias, sob inspiração do Fundo Monetário Internacional
(FMI), deixa a sociedade apreensiva. Nesse cenário de aflições
crescentes e raras respostas às inquietações coletivas,
e sob o signo "novos tempos para o Brasil que vende", é
oportuna a discussão sobre aspectos variados, tais como negócios
via Internet, automação, oligopolização.
Em busca de mais arrecadação, o governo tende a instituir
novos tributos, ou incrementar a alíquota de alguns já existentes.
A elevação da alíquota da Contribuição
Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) de
0,2% para 0,3% sobre cada cheque descontado revela a sanha oficial: o aumento
é de 50% e recai, proporcionalmente, mais sobre quem menos tem. É,
como dizem os técnicos, "regressivo".
Nestes tempos de recessão, por definição negativos
para os negócios, refletir a respeito da conjuntura pode trazer luz
ao debate. A estratégia de sobrevivência das empresas (e pessoas)
nesta quadra vão balizar as conversas de 3 mil lojistas.
Estamos na antevéspera do anúncio de mais um pacote econômico
a sangrar o trabalhador, a classe média, a iniciativa privada. Está
previsto aumento da carga tributária, já enorme, estimada
em 31% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a medida de riqueza
criada no País. Significa dizer que quase um terço do que
se cria no Brasil vai para os cofres do governo.
Se a contrapartida fosse a prestação de serviços
públicos essenciais de qualidade, ainda teríamos menos queixas
a fazer. No entanto, pagamos tanto, ou mais que os europeus, e recebemos
serviços semelhantes aos destinados aos povos africanos mais atrasados.
A hora é de intensificarmos a mobilização de todas
as forças produtivas no sentido de evitar o agravamento da crise
social prenunciada. Uma das alternativas de minorá-la é cobrarmos,
todos, ações efetivas dos governos em todas as suas
instâncias , para conter seus gastos nos limites das receitas
disponíveis.
Os desafios do comércio são enormes. O setor tem pela frente
grandes oportunidades e sérios entraves. As oportunidades de crescer
passam pela orientação da atividade na direção
do que desejam os clientes, antecipando-lhes serviços e produtos
inovadores. A preços compatíveis com a realidade do bolso
dos compradores, é claro.
Parte dos problemas está na capacidade do segmento lojista nacional
de se adaptar à globalização. Quer dizer, o comércio
brasileiro tem de encontrar fórmula de manter-se competitivo na luta
com os grupos multinacionais chegados ao País nos últimos
anos, numa prévia do que irá acontecer nos anos próximos.
Em momentos de incertezas generalizadas, a chance dos grandes grupos
dominarem a cena é ainda maior. O poder de fogo das redes multinacionais
e de algumas poucas brasileiras acabará por estrangular
os médios e pequenos varejistas. Também aí a concentração
dos negócios em poucas mãos tende se tornar realidade.
Artigos
Um bom sinal
Boris Fausto
O segundo turno das eleições para governador dos Estados
permite identificar sinais inovadores, decorrentes da ação
de algumas figuras partidárias e das inclinações do
eleitorado.
O exemplo mais nítido do primeiro caso é o do governador
Cristovam Buarque. Ele saiu na dianteira, consolidando uma aliança
em favor de sua reeleição, ao mesmo tempo em que não
hesitou em manifestar apoio aos nomes de dois candidatos do PSDB: o surpreendente
Marconi Perillo e Eduardo Azeredo. O governador do Distrito Federal foi
além, obtendo o apoio do até recentemente demonizado PFL à
sua candidatura.
Quaisquer que sejam os resultados eleitorais, é nítido
o esforço de Buarque no sentido de buscar a constituição
de uma frente progressista, contra candidatos populistas ou velhos caciques
políticos. Some-se a isso o comportamento das lideranças mais
expressivas do PT de São Paulo, que, não obstante a declaração
de neutralidade da direção partidária, manifestaram
seu apoio a Mário Covas.
Do ponto de vista do eleitorado, ocorre um fenômeno que, se não
é novo, reveste-se agora de maior importância. Independentemente
do que tenham decidido as respectivas cúpulas partidárias,
as pesquisas indicam que um amplo setor dos eleitores, sobretudo os mais
informados, vai seguir um rumo coerente nas opções de voto
do primeiro e do segundo turno. Exemplificando, Covas deverá receber
a maioria dos votos dos simpatizantes do PT, assim como tudo indica que
Cristovam Buarque terá o voto majoritário dos eleitores do
PSDB no Distrito Federal, não obstante a decisão partidária
no sentido de apoiar Joaquim Roriz.
Permanecendo no terreno eleitoral, há boas razões para
acreditar que, em alguns casos, a aproximação PSDB-PT poderá
se fortalecer no futuro. Basta pensar na disputa pela Prefeitura de São
Paulo, daqui a dois anos. Enquanto o PSDB, aparentemente, não tem
nenhum nome forte para a disputa, o PT tem pelo menos dois José
Genoino e Marta Suplicy , ambos com sensibilidade suficiente para ter
manifestado, embora não com a mesma ênfase, seu apoio ao nome
de Mário Covas.
Seria equivocado ver nos sinais apontados apenas o jogo da micropolítica,
interessando aos políticos profissionais e não ao cidadão
comum. Na realidade, a aproximação dos dois partidos teria
um significado relevante, por vários aspectos. Entre outras coisas,
contribuiria para sanear ainda mais a vida pública e representaria
o reconhecimento por parte do PT de que o equilíbrio das finanças
públicas não é um "objetivo de direita",
assim como o reconhecimento, por parte do PSDB, de que o PT pode dar uma
contribuição importante, na busca de alternativas para amenizar
as desigualdades sociais, mesmo no âmbito de um quadro recessivo.
O caminho da aproximação é complicado, pois passa
pela superação de ressentimentos pessoais, bem como de resistências
ideológicas, advindas de correntes que têm os olhos irremediavelmente
voltados para o passado. Mas o caminho está pelo menos delineado
e esse fato é um bom sinal para a vida política brasileira.
- Boris Fausto, sociólogo e historiador/SP
A imagem do Judiciário
Uma das principais representações da Justiça tem
uma venda nos olhos e, nas mãos, uma espada e uma balança
que busca o equilíbrio diante das contradições das
pessoas e do mundo. Esse ícone de perfeição ocupa,
como um modelo a ser seguido, lugares como a praça dos Três
Poderes, em Brasília, onde, representado por uma estátua feita
em pedra branca, comunica deve ter sido essa a intenção
de Niemeyer aos outros poderes da Nação, o Executivo
e o Legislativo, uma mensagem que expressa a existência de limites
à força, aos ditadores, à corrupção e
outros arbítrios.
A mesma simbologia está presente nas salas dos juízes,
nas capas dos livros de direito e nos espaços dos tribunais em que
reina a controvérsia. A estátua, que representa os grandes
atributos da Justiça e do Judiciário, é veículo
de uma mensagem bonita e simples, como devem ser as mensagens que querem
ser rapidamente compreendidas.
Os públicos modernos, no entanto, percebem as instituições
muito além dos valores e missões fundamentais. O que significa
que a construção da imagem institucional é feita na
cabeça das pessoas principalmente a partir do que comunica o cotidiano
e o comportamental dos recursos humanos da organização; e
também do contato físico com itens como prédios, balcões,
guichês e outras estruturas de atendimento. A postura dos gestores
institucionais, muitas vezes reforçada por culturas, organizacionais
lentas e extremamente centralizados, colabora para deteriorar imagens arquetípicas.
A comunicação se tornou um dos pilares da gestão
das organizações modernas. E num ambiente de públicos
organizados, é fundamental incorporar no processo de comunicação
organizacional valores como a transparência, credibilidade e velocidade.
A sociedade moderna e democrática sinaliza positivamente frente às
instituições que têm em seus cotidianos respostas claras,
palpáveis e imediatas. No século 18, uma mensagem enviada
de Londres para Nova York, por intermédio de um navio a vela, levava
para ser recebida de seis a nove semanas. Às portas do século
21, uma mensagem com o mesmo destino tem o recebimento imediato.
Frente a uma sociedade cada vez mais cidadã e aparelhada com ilimitadas
tecnologias para se comunicar, o Judiciário precisa rapidamente dizer
qual é a imagem que ele quer ter.
- Paulo Nassar, jornalista, secretário executivo da Associação
Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje)
Cartão vermelho
Em 1997, o Ministério da Justiça, amparado pelo Código
de Defesa do Consumidor, proibiu o envio de cartões de crédito
sem prévia solicitação do usuário, o que provocava
as mais terríveis conseqüências: constrangimentos, roubos
de cartões por quadrilhas especializadas, nomes inscritos no SPC
e Serasa e cobranças indevidas de anuidades. Por determinado período,
as administradoras de cartões de crédito cumpriram a legislação.
No entanto, essa prática abusiva voltou a ocorrer com grande intensidade,
já em 1998. Em maio, o Ministério da Justiça puniu
as administradoras de cartão com multas que, somadas, atingiram R$
3,5 milhões.
A partir dessa constatação, a Secretaria de Direito Econômico
foi orientada para realizar rigoroso estudo nos contratos de adesão
das administradoras de cartão de crédito. Verificou-se, então,
que os contratos continham cláusulas que afrontavam o Código
de Defesa do Consumidor e esbarravam no Código Civil.
Cinco cláusulas foram consideradas abusivas pelo Ministério
da Justiça e, portanto, nulas de pleno direito. Elas colocavam o
consumidor em desvantagem exagerada, quebravam o princípio do equilíbrio
nas relações de consumo, desrespeitavam a transparência
e feriam a lealdade contratual, até porque fixavam penalidades unilaterais,
não havendo reciprocidade em casos de descomprimento por parte das
administradoras.
A cobrança de juros de mora acima de 2% é expressamente
vedada pelo parágrafo primeiro do artigo 52 do Código de Defesa
do Consumidor, modificado pela lei 9.298. Bandeiras e administradoras vinham
cobrando multas de 10%, o que, do ponto de vista legal, é absolutamente
inadmissível. Igualmente ilegal era a cobrança de 20% sobre
o saldo devedor, aplicável a cada vez que ocorresse quebra de qualquer
cláusula ou condição que implicasse rescisão
do contrato. Os artigos 54 do Código do Consumidor e o 917 do Código
Civil impedem essa cobrança.
As administradoras transferiam ao titular do cartão a responsabilidade
pelo pagamento de até 20% do valor da dívida, a título
de honorários advocatícios, em caso de cobrança administrativa.
É necessário frisar que o gasto com advogados, em cobrança
amigável, cabe a quem os contratou e, na hipótese de cobrança
judicial, o percentual é arbitrado pelo juiz. De outro lado, o contratos
desrespeitavam o princípio da informação que, segundo
o Código do Consumidor, é fundamental, básico e indisponível.
Além disso, deixavam de explicitar as normas do Banco Central que,
uma vez descumpridas pelos titulares dos cartões, impunham aos consumidores
o pagamento de multas de 50% do valor da obrigação.
Por fim, o Ministério da Justiça convidou a entidade representativa
do setor, a Associação Brasileira das Empresas de Cartão
de Crédito e Serviços (Abecs), e as próprias administradoras
para discutir um termo de ajustamento de conduta, instrumento este previsto
no Código do Consumidor, a fim de, conjuntamente, reformular os contratos
e disciplinar este importante segmento da economia, especialmente no que
se refere à imperiosa transparência da "cláusula
mandato" (aquela que delega às administradoras o poder de captar
recursos no mercado em nome do outorgante). Não se pode admitir que,
em nome dessa cláusula, se deixe de informar ao consumidor as taxas,
prazos e outros encargos financeiros incidentes sobre a operação.
- Renan Calheiros, ministro da Justiça
Cartas
"Miorá pra quê?"
Não conheço pessoalmente Ricardo M. Soares, que ocupou
este espaço na edição de A Notícia de 13/10/98,
para tecer comentário sobre a instalação de unidade
da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) em São Francisco do
Sul. Mas posso imaginar sua figura simplória, chapéu de palha,
chinelinho de dedo, calça arregaçada, tranqüilamente
recostado em sua rede sob o arvoredo, enrolando seu cigarrinho de palha.
Pesca diariamente seu peixinho, o que serve de sustento para ele e sua família.
Seu meio de locomoção é uma velha bicicleta muito útil
na hora da pressa.
O maior passatempo e buscar água na carioca, pois lá encontra
velhos amigos para um bate-papo informal em que põe em dia os assuntos
do cotidiano. Andar de carro, nem pensar. Isso é coisa do diabo,
ainda mais que usa gasolina da Petrobrás, esta maldita. Só
anda em estrada de chão, pois o asfalto é coisa dessa tal
de modernidade. Sempre atropelado pelo tempo, exclama de vez em quando,
com uma pontinha de mágoa: "Miorá pra quê?"
- João Fernando Zacher, São Francisco do Sul
Rumo do PMDB
Após a eleição de outubro de 1998 em todo o Brasil,
o PMDB deverá parar para refletir sobre os resultados, sua posição
ideológica, que hoje não é a mesma de 25 anos atrás,
quando fez sua história na defesa do trabalhador e de todas as classes
oprimidas. Hoje quem faz esse papel é o PT, que tem posições
mais definidas, e tem mostrado isso nas cidades e Estados que têm
administrado. Junto com outros pequenos partidos, o PT é o único
que está realmente ao lado do trabalhador, do pequeno agricultor
e da classe média baixa.
O PMDB, na maioria dos municípios, envelheceu. Precisa se reciclar
e renovar suas lideranças. Pelo perfil dos candidatos eleitos, mas
se parece a um partido de direita, tipo PFL, PPB e até mesmo o PSDB.
O PMDB sequer lançou candidato a presidente da República,
ficando a reboque dos partidos conservadores.
Entendo que o PMDB deve mudar sua forma de atuação nos
municípios em que é governo. Deve dar maior atenção
à periferia das cidades. É muito simples fazer uma administração
nesse sentido. É o que o PT tem feito nas cidades que governa.
O PMDB deve se reciclar, deixando que os jovens o assumam junto com correligionários
que realmente se preocupam com a ideologia do partido. Caso contrário,
seus simpatizantes em potencial vão buscar outras siglas.

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Apontamentos |
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Reciclagem de lixo
Em duas semanas, entra em funcionamento a coleta seletiva de lixo em
Itapema. O projeto foi definido em um seminário municipal específico.
Na baixa temporada, o município produz 12 toneladas/dia de lixo.
No verão, o volume é dez vezes maior. O lixo é levado
para o aterro sanitário de Biguaçu. Por tonelada, sem incluir
os custos com o transporte, a Prefeitura gasta R$ 25,00, somando R$ 500
mil em um ano. "Com as dificuldades financeiras e o crescimento dos
gastos com lixo, é natural que sejam discutidas alternativas para
reduzir o custo e, ao mesmo tempo, beneficiar o meio-ambiente", diz
o prefeito Magnus Guimarães. Cerca de 40% do lixo produzido em Itapema
pode se reciclado.
Banco da Mulher
O Banco da Mulher será lançado oficialmente amanhã,
em Lages. A solenidade será realizada às 20 horas, no Serrano
Tênis Clube. A instituição de crédito popular
viabilizará financiamentos a segmentos de baixa renda que não
têm acesso ao sistema de crédito convencional. A partir de
21 de outubro, o Banco da Mulher passa a atender normalmente aos interessados
junto à agência local do Sebrae, na avenida Presidente Vargas.
No lançamento já está confirmada a presença
de Beatriz Azeredo, diretora da área de desenvolvimento regional
e social do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Vacinas combinadas
A empresa Smith Kline Beecham lança nesta semana duas vacinas
combinadas, inéditas no Brasil, que permitirão a redução
dos custos de imunização no País e a
diminuição da mobilização de pessoal. Segundo
informou, no Rio, a assessoria de imprensa da empresa, as vacinas apresentam
proteção contra hepatites A e B, tétano, difteria e
coqueluche. As vacinas serão lançadas no 1º Congresso
de Infectologia do Cone-Sul, iniciado neste domingo em São Paulo.
Cerâmica
Dezenas de empresas estão confirmadas para o 3º Encontro
Internacional sobre Inovação Tecnológica em Processos
e Produtos da Indústria Cerâmica, que será realizado
entre 11 e 13 de novembro em Florianópolis. Do exterior, pelo menos
70 indústrias garantiram participação no evento, que
será montado no Centrosul. As edições anteriores foram
realizadas em Portugal e Indonésia. Os organizadores acreditam que
as palestras serão acompanhadas por mais de 1.200 pessoas.
Álcool em alta
Uma pesquisa do Centro Brasileiro de Informações sobre
Drogas Psicotrópicas (Cebrid) comprovou que o álcool é
a droga preferida dos jovens. O dado mais assustador apontado no levantamento
é que a metade dos alunos entre 10 e 12 anos admitiu que consumiu
bebidas alcoólicas. Em quase 30% das respostas, os adolescentes começaram
a beber em casa, com permissão ou incentivo dos pais. Um quinto dos
jovens bebedores se transformaram em faltosos na escola. O Cebrid ouviu
15.503 estudantes em dez capitais.
Pacote em Caçador
O município do Meio-Oeste vai tentar se adequar à crise
pela qual atravessam dezenas de Prefeituras do Estado. Amanhã, o
prefeito Onélio Menta (PMDB) anuncia um pacote de medidas de contenção
de despesas no Executivo municipal. Onélio, que retorna de licença,
poderá anunciar a adoção de turno único e também
o corte em várias secretarias. Os serviços básicos
e o cronograma de obras prioritárias deverão ser mantidos.
O pacote é uma reação à queda na arrecadação
observada nos últimos meses.
Curtas
A agência dos Correios na rua Princesa Isabel, em Joinville, será
reformada e ampliada. As obras, orçadas em R$ 538 mil, já
estão em andamento e serão concluídas em 180 dias.
Sem afetar as características originais do prédio, a agência
vai contar com sistema de ar condicionado central e um novo programa visual,
entre outras melhorias.
A Vicunha Nordeste e a Du Pont, detentora da marca Lycra, realizam amanhã,
em Brusque, o workshop "Hard, Jeans e Cia". A oficina, dirigida
a profissionais do setor, trará informações sobre tecnologia,
mercado e tendências do segmento. O evento, com duração
prevista entre as 13 e 19 horas, será realizado no Hotel Monthez.
O Conselho Deliberativo do Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense
(Prodec) aprovou o financiamento de projetos para mais cinco indústrias
do Estado. As empresas beneficiadas são a Sul Brasil (Caçador),
Fruticultura Malke (Lages), Metalúrgica Menegott (Jaraguá
do Sul), Malharia Thayse (Criciúma) e Agrofrango (Ipumirim). Com
investimentos de R$ 17 milhões, a expectativa é que serão
criados cinco mil empregos.
O engenheiro Leonardo Redaelli faz hoje uma palestra com o tema "Túneis
Rodoviários - Modernas Técnicas", promovida pela Associação
Catarinense de Engenheiros (ACE). O evento será realizado na sede
da ACE, em Joinville, a partir das 19h30min.
FRASES
"Não podemos pensar o Brasil em termos de ajuste. Isso é
uma palavra curta para um país como o Brasil."
Fernando Henrique Cardoso, presidente da República, ao anunciar
que o pacote de ajuste fiscal não terá medidas permanentes.
"A inequívoca reciprocidade pelo amor que nosso querido Wittich
Freitag sempre dedicou a Joinville e seu povo, demonstrada no último
adeus, foi como um bálsamo e lenitivo para a nossa dor."
Lilli Freitag, esposa do empresário e ex-prefeito morto na última
sexta-feira. |
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