..

E
C
O
N
O
M
I
A













ESPECIAIS
Copa 98
Grandes Entrevistas
Cruz e Sousa
Joinville 147 anos
Festival de Dança
SERVIÇOS
AN Pergunta
AN Pesquisa
Como anunciar
Classificados

Assinatura
Mensagem
Calendário 1998

Calendário 1997
Chat
Loterias
INFO
Índice
Expediente
Institucional

Brasil não pode perder
tempo, diz Scheinkman

Economista e professor da universidades de Chicago proferiu palestra ontem na 39ª Convenção Lojista

Rogério Christofoletti

Florianópolis - O Brasil tem uma agenda econômica a cumprir e não pode perder tempo. Mexer no câmbio, por exemplo, só depois do ajuste fiscal. A receita vem de fora, mas de nenhum consultor do Fundo Monetário Internacional (FMI) ou de algum acordo com os países mais ricos. A receita vem das universidades de Chicago e Princeton (EUA), onde o economista José Alexandre Scheinkman é professor. "O risco na mudança de câmbio agora é muito grande. O mercado está nervoso. Particularmente, sou dos extremos: a adoção de um câmbio flutuante, como fez o Canadá, pode ser positiva, e a desvalorização da moeda, como foi o caso da Argentina, também se revelou uma boa alternativa. Na verdade, o Brasil precisa buscar um regime cambial adequado e permanente", diz. Sheinkman proferiu palestra ontem na 39ª Convenção Nacional do Comércio Lojista, em Florianópolis.

Segundo o economista, o País precisa controlar seu déficit fiscal, e o mesmo ideal seria a universalização do pagamento de impostos, juntamente com os cortes de gastos. Como Scheinkman não acredita nisso, as reformas fiscal e previdenciária são imprescindíveis, além de uma ajuda externa de curto prazo. "Há muito pessimismo no mundo. Os investidores não perderam o apetite de investir no Brasil, mas perderam o apetite para o risco. Qualquer lugar que ofereça risco, é visto com desconfiança e apreensão".

No cenário internacional, o que preocupa é o combalido sistema financeiro japonês, a ameaça de impeachment do presidente Bill Clinton e os desdobramentos para a instituição do euro enquanto moeda única na Comunidade Européia. "Aqui, entre outras coisas, nosso sistema fiscal encoraja a informalidade e damos pouca atenção às políticas para aumentar a poupança interna e a educação".

Sobre estas questões, Scheinkman cita números comparativos: Taiwan cresceu uma média de 9% ao ano de 1960 a 1995, o Brasil uma média de 4,5% de 1960 a 1980. E a partir de 1980, nosso desempenho foi zero, sem acréscimo na relação produto interno per capta. "Para o País crescer 5% ao ano, seria necessário investirmos 26% do Produto Interno Bruto (PIB), e hoje nossa poupança é de apenas 19% dos quais 4% é comido pelo déficit. Estes 4% são a nossa dependência externa". Palestrando para quase 4 mil empresários durante a 39ª Convenção Nacional do Comércio Lojista, o economista estabeleceu a relação: o que determina o quanto se investe são os juros praticados, quanto mais baixo é, mais se investe. Quanto maior é a nossa poupança, menor é o juro.

SPC aperta cerco
contra inadimplentes

Os Serviços de Proteção ao Crédito (SPC) vão intensificar sua ação, na tentativa de derrubar a inadimplência do comércio. Muito em breve, os lojistas vão poder registrar no SPC os clientes cujos débitos ultrapassem quinze dias de atraso, a metade do prazo tolerado atualmente. A decisão foi aprovada no 55º Seminário Nacional de SPCs, que aconteceu no último domingo, na Capital. O evento se deu antes da abertura da 39ª Convenção Nacional do Comércio Lojista, que reúne desde ontem mais de três mil comerciantes de todo o Brasil.

Segundo o diretor do Departamento de Assistência aos SPCs da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Philippe Navaux, a decisão ainda depende de homologação do Conselho da entidade, "mas é certo que ela será ratificada". Hoje, apesar de o prazo mínimo para o registro no cadastro ser de trinta dias, a maioria prefere negociar a inclusão em até 90 dias. "Os lojistas avaliam as condições de cada cliente: se a dívida é isolada ou se ele tem outros débitos na praça, se age com má fé ou é vítima de desemprego", explica Navaux, que completa: "O objetivo é ter a dívida saldada e recuperar a capacidade de compra do cliente".

A crise mundial produz reflexos como o aumento do rigor na liberação do crédito, e os comerciantes articulam-se para montar bancos de dados integrados entre as cidades do Estado, e mais tarde entre as unidades da Federação. Assim, os lojistas podem avaliar o crédito com informações mais qualificadas. Cogita-se, inclusive, a implantação de um cadastro que inclua os países do Mercosul. Para isso, uma delegação da Província de Rosário, na Argentina, veio para a Capital. "Estamos estudando a interligação de informações de crédito dos países que participam do bloco", disse Carlos Montecchiarini, da Camara del Credito Comercial de Rosario.

Método avalia grau de
competição de empresas

Joinville - Um novo método para avaliação da competitividade industrial, que compara o desempenho de uma companhia brasileira com o de empresas líderes do mesmo setor na Europa, foi apresentada ontem em Joinville. Trata-se do Made In Brasil (Benchmarking da Prática e Performance da Produção Industrial) demonstrado na reunião da Associação Comercial e Industrial de Joinville (Acij) pela coordenadora do projeto, Silene Seibel. Ela destaca que 12 empresas já foram avaliadas no Estado por esse sistema e somente a Tubos e Conexões Tigre obteve a classe mundial, o que indica um nível de competitividade semelhante aos das melhores indústrias européias.

A coordenadora informou que as demais tiveram níveis bastante diversos - algumas bem próximas das líderes mundiais e outras menos competitivas. No setor têxtil, foram avaliadas a Hering, Marisol, Sulfabril, Buettner, Karsten, Douat, Linha Círculo e Cremer. De outros setores, Weg, Embraco e Akros.

Silene observa que essa tecnologia foi desenvolvida na Inglaterra em 1992, e o Instituto Euvaldo Lodi, organismo da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), introduziu esta forma de avaliação no País no ano passado. A ferramenta identifica as áreas da empresa que necessitam melhorias e apresenta sua posição competitiva internacional. O nível de modernização da produção industrial e os resultados dos investimentos feitos para modernizar são aspectos analisados por uma equipe da própria empresa, que recebe um caderno de auto-avaliação.

Silene destaca que o objetivo do Made in Brasil é preparar a indústria catarinense para concorrer globalmente, além de fornecer parâmetros globais de produtividade. "Isso proporciona desafios maiores e realistas para empresas, pois outras empresas já alcançaram esses níveis. O comparativo não será apenas em relação ao desempenho do ano anterior."

A expectativa da coordenadora é avaliar 100 empresas em 1999, adaptando a tecnologia para empresas pequenas e de médio porte. Hoje a ferramenta é adequada para empresas que apresentam, pelo menos, 120 empregados. O custo chega a R$ 5 mil, e o resultado sai em uma semana.


Lojas Americanas vende
unidades para Carrefour

Grupo multinacional de origem francesa compra 23 unidades em todo País, inclusive três no Estado

Claudio Loetz

Joinville - Executivos do Carrefour do Brasil, rede de origem francesa, compram 23 supermercados pertencentes às Lojas Americanas, espalhados pelo País, inclusive três em Santa Catarina, localizados em shoppings de Joinville, São José e Blumenau. A assessoria de imprensa das Lojas Americanas, de São Paulo, confirmou a venda, ontem. O grupo Comptoirs Modernes, ligado ao Carrefour, deve operar as unidades de porte médio, sob o nome Stoc.

Em Santa Catarina, as Lojas Americanas manterão a unidade no Shopping Beira-Mar Norte, em Florianópolis. Fornecedores de supermercados concorrentes acreditam que a Stoc pode iniciar as atividades em duas semanas, aproximadamente.

O Carrefour é líder no mercado brasileiro no segmento supermercadista e a sétima maior empresa privada com atuação no Brasil. Tem presença destacada, notadamente no setor de hipermercados. Faturou US$ 5,097 bilhões em 1997, ou quase dez por cento do total vendido pelo setor no País. No Brasil, disputa com Pão de Açúcar e outras redes a preferência dos clientes. O setor supermercadista representa 6,7% do PIB nacional, equivalente a R$ 53 bilhões.

Comunicado oficial conjunto do Carrefour e da Lojas Americanas sobre a transação deve ser emitido até terça-feira, segundo a assessoria de imprensa do Carrefour. Ainda faltam detalhes burocráticos antes do anúncio público do negócio.

Ontem e hoje as unidades estão fechadas para inventário. Oficialmente, a gerência da loja em Joinville tentou despistar: "fechamos por dois dias para balanço trimestral". Na prática, está sendo feito levantamento dos estoques.

Em Joinville, a loja reabre amanhã. Nos dois últimos sábados, as Lojas Americanas promoveram queima de estoques dos mais variados produtos, a preços abaixo do custo, sem alarde, nem divulgação na mídia. A atitude contraria a política agressiva de marketing, característica da empresa, com frequente veiculação de anúncios na tevê e jornal.

Para o vice-presidente da Associação Catarinense de Supermercados (Acats), Athanázio dos Santos Neto, "a competição vai aumentar, mas o impacto será menor do que se fossem abertos novos estabelecimentos". Ele estima que os supermercados catarinenses devem repetir o desempenho de vendas obtido em 1997, sem crescimento. No Estado, existem cerca de 320 supermercados associados à Acats.

O gerente do hipermercado Big Shop, pertencente ao grupo português Sonae, em Joinville, Paulo Roberto Cardoso, vê o mercado preparado para a disputa. "Temos conceito firmado e não acredito que a Comptoirs Modernes, do Carrefour, venha com política de preços para arrasar a concorrência".


Déficit da balança fica
em US$ 6 bi, afirma CNI

Estimativa é de que o volume das exportações fiquem US$ 636 milhões abaixo do registrado no ano passado

Rio de Janeiro - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) alterou sua previsão de déficit na balança comercial este ano, que era de US$ 5 bilhões, para US$ 6 bilhões. A nova estimativa, divulgada ontem no boletim "Comércio Exterior em Perspectiva", foi feita por causa da crise internacional iniciada com o calote russo. Apesar disso, o valor é 30% abaixo do déficit do ano passado.

De acordo com a Unidade de Integração Internacional (Inter) da entidade, que preparou o documento, a moratória da Rússia, além de atrasar a recuperação dos países asiáticos, afetou as linhas de curto prazo para as exportações brasileiras. O Inter calcula que as vendas brasileiras para o exterior vão cair US$ 636 milhões este ano em relação ao volume registrado em 1997, de US$ 52,99 bilhões.

O boletim alerta que as exportações mostram sinais de perda de ritmo, apesar de seu desempenho continuar superior às importações. Dos sete principais produtos vendidos pelo Brasil, apenas o minério de ferro teve aumento de 2,95% no preço médio. Os outros tiveram reduções de preço entre 12,4% e 34,3%.

A CNI previu no documento que, se for mantido o desempenho atual, as exportações vão cair 1,2% este ano, em comparação com 1997. A previsão leva em conta a queda de 0,6% registrada entre janeiro e agosto. O boletim chama a atenção para o fato de a recuperação das moedas européias e japonesa diante do dólar norte-americano poder ajudar na exportação de produtos brasileiros para os dois mercados. "Ainda que a moeda brasileira não tenha paridade estrita com o dólar, o Brasil usa o dólar como referência para a fixação dos limites de variação do real", cita o documento.

Entre janeiro e setembro, o real teve desvalorização real de 2,87% em relação ao dólar, segundo o Inter. O índice chegou a 2,05%, na comparação com as moedas dos 10 principais países na pauta de exportações brasileiras, no mesmo período. A mudança do valor da moeda nacional em relação à norte-americana refletiu a maior procura pelo dólar para remessa de dinheiro para o exterior, segundo a CNI.

A Inter chamou atenção para a recuperação da competitividade dos produtos industriais brasileiros. O indicador que compara o custo da mão-de-obra do Brasil com os Estados Unidos teve crescimento de 8% no segundo trimestre do ano, de acordo com o boletim. Além de ser provocado pela contínua desvalorização nominal do câmbio, o resultado é conseqüência do crescimento da produtividade e da redução da folha de pagamentos da indústria, de acordo com os economistas da CNI.

Saldo no mês continua positivo

Brasília - A balança comercial brasileira registrou na semana passada um déficit de US$ 168 milhões. Foi o primeiro resultado negativo de outubro. Mesmo assim, o saldo do mês está positivo: durante as primeiras três semanas, foram exportados US$ 2,679 bilhões e importados US$ 2,525 bilhões, gerando um diferença de US$ 154 milhões a favor do Brasil.

No acumulado do ano, o Brasil registra um déficit comercial de US$ 3,652 bilhões. Conforme os dados divulgados ontem pelo Ministério da Indústria, Comércio e Turismo (Mict), a média diária das exportações na terceira semana de outubro foi de US$ 218 milhões - abaixo dos US$ 284,5 milhões da primeira semana.

Apesar do retrocesso, os resultados do mês são melhores do que os de outubro de 1997. A média diária de exportações este mês é 17% superior à média diária de outubro do ano passado. O mesmo fenômeno aconteceu com as importações. A média diária de compras no exterior, na terceira semana de outubro, foi de US$ 280 milhões - acima dos US$ 156 milhões da primeira semana. No mês, porém, a média ficou em US$ 229,5 milhões, ou seja, 5% abaixo dos US$ 241 milhões registrados em outubro de 1997. "Neste mês registramos uma exportação menor de aviões e de automóveis, em relação a outubro de 1997, mas em compensação as vendas de produtos básicos tiveram um aumento de 38% e as de semimanufaturados, de 30%", disse Côrtes.

FHC recebe pacote fiscal hoje

Brasília - O presidente Fernando Henrique Cardoso recebe hoje o programa fiscal plurianual. As medidas que darão sustentação à meta de um superávit primário entre 2,5% e 3% do Produto Interno Bruto (PIB) estão praticamente definidas. O programa deverá ser discutido mais uma vez ainda hoje com o presidente, dependendo do horário da sua chegada de Portugal, onde foi participar, na cidade do Porto, do VIII Encontro de chefes de Estado Ibero Americanos.

O programa plurianual vai traçar uma trajetória para a redução do déficit nominal até 2001. O déficit acumulado no período de janeiro a julho é de 7,02% do PIB e uma das alternativas seria a sua redução, ao final dos três anos, para cerca de 2,5% do PIB. O superávit primário do primeiro ano do programa se situará entre 2,5% do PIB e 3% do PIB, com medidas basicamente de contenção de gastos e de aumento da arrecadação, como o aumento da alíquota da CPMF e cortes de incentivos e subsídios.

O governo estuda também o bloqueio sobre parcela dos recursos orçamentários, com a possibilidade de elevar de 20% para cerca de 40% os recursos orçamentários que constituem o Fundo de Estabilização Fiscal (FEF). Do lado orçamentário, a revisão da lei do Orçamento da União contemplará a possibilidade de um corte superior aos R$ 8,7 bilhões já anunciados pelo governo.

Manchetes AN

Das últimas edições de Economia
Mercado é favorável ao inquilino de imóvel
Bloqueio segura pagamento de salários
Estado paga restante do 13º salário
Comércio aposta em vendas melhores
Governo muda regras para cartão

Safra

Renda do produtor rural cai em 99

Queda dos preços na safra 98 com a crise vai reduzir ganhos do agricultor

Brasília - A crise financeira internacional deverá provocar queda na renda bruta dos produtores rurais brasileiros no ano que vem, mesmo que ocorra aumento da produção de grãos na atual safra de verão 1998/99, que está sendo plantada. A avaliação é de diferentes especialistas no setor que, embora considerem cedo para uma estimativa concreta, afirmam que a tendência de queda acentuada nos preços internacionais das principais commodities vai provocar a diminuição da renda do agricultor.

"A redução dos preços desta safra será proporcionalmente maior que o crescimento no volume produzido" afirma o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Eugênio Stefanello. Mesmo com a previsão otimista de uma produção de até 85 milhões de toneladas, o presidente da Conab assegura que a renda vai cair, o que deverá obrigar o produtor a buscar maior produtividade, com controle de custos.

Fontes da área econômica apostam que o ano que vem repetirá 1995, quando houve uma das piores crises financeiras do setor rural no Brasil. "Os mais baixos preços médios da soja e do milho na Bolsa de Chicago dos últimos dez anos prenunciam um desastre para o setor, já que os dois produtos são considerados carros-chefe das commodities", lembra a fonte.

Oferta recorde

O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Benedito Rosa, também prevê um cenário difícil para a agricultura brasileira no ano que vem, com queda dos preços internacionais da soja, açúcar e café, principalmente. Ele explica que a crise financeira internacional gerou uma queda de demanda ao lado de uma oferta física mundial recorde de alguns produtos como a soja e o milho, o que provocou a redução nos preços.

Segundo Rosa, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima uma queda de 5,5% na renda do agricultor norte-americano na atual safra. O presidente da Federação de Agricultura de Goiás, João Bosco Umbelino, disse que está alertando os produtores rurais a não aplicar qualquer recurso na lavoura que custe mais de 12% ao ano. "Quem buscar dinheiro no mercado, vai ter renda negativa", afirma.

Umbelino disse que os insumos estão mais caros e os R$ 500 milhões prometidos pelo governo para o agricultor aplicar na recuperação do solo, através de uma linha especial de financiamento para calcário, acabaram não sendo liberados nesta safra.

Medida dificulta importação de fruta argentina

Lages - A exigência de uma licença de importação, medida baixada pelo governo na semana passada, começa a dificultar a entrada no Brasil de maçã e pêra da Argentina. Caminhões carregados com os dois produtos estão formando extensas filas em diversos pontos fronteiriços entre os dois países. A demora para a entrada, em alguns casos, chega a 30 dias.

Exportadores argentinos calculam que a medida poderá representar um prejuízo de US$ 10 milhões aos produtores do país. O principal problema, apontam, é a super oferta do produto no mercado interno, o que tende a baixar significativamente o preço.

De acordo com Laor da Silva Alves, de Vacaria (RS), vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Maçã, a exigência do governo brasileiro é apenas para ganhar tempo. "Acredito que a médio prazo não haverá nenhum prejuízo entre o comércio bilateral. O governo só quer ganhar tempo para diminuir as importações até que haja um ajuste maior na balança comercial".

Consumo interno

Alves diz que, freando a entrada de produtos argentinos por uns 15 a 20 dias, até as concessões das licenças, já é um ótimo ganho de tempo para um maior equilíbrio das importações e exportações.

Segundo o dirigente, as importações argentinas de maçã representam perto de 15% do consumo interno e que o problema não representa ameaça maior aos produtores brasileiros.


  • Proex

As exportações vinculadas ao Proex atingiram US$ 23,6 bilhões entre janeiro e setembro deste ano, um aumento de 242% em relação ao mesmo período de 1997, de acordo com o Banco do Brasil. De janeiro a setembro, 453 exportadores usaram os recursos do programa, dos quais 271 adotaram o Proex pela primeira vez. Foram aprovadas 6.519 operações, 3.163 a mais que o mesmo período de 97.



Capa | Opinião | Economia | Política | País | Mundo | Polícia | Geral | Esporte | Fórmula 1 | Fórmula Indy | Alça de Mira | Informal | Moacir Pereira | Espaço Virtual | Por Dentro da Rede | AN Brasília | Raul Sartóri | Anexo | Crônicas | Cinema | AN Cidade | AN Informática | AN Veículos | AN Economia | AN Tevê | Copa 98 | Grandes Entrevistas | Cruz e Sousa | Joinville 147 anos | Festival de Dança | AN Pergunta | AN Pesquisa | Como anunciar | Classificados | Assinatura | Mensagem | Calendário 1998 | Calendário 1997 | Chat | Loterias | Índice | Expediente | Institucional
Copyright © 1996 A Notícia - Todos os direitos reservados - Telefone: 055-47 3431-9000 - Fax: 055-047 431 9100
Rua Caçador, 112 - CEP 89203-610 - Caixa Postal: 2 - 89201-972 - Joinville - Santa Catarina - BRASIL
..
. .