Leia também:
Espertos versus expertos.
Espaço Virtual
Frank Zappa on-line.
Por Dentro da Rede

|
MOA
O joinvilense Moacir Moreira (E) é o próximo artista
a ter seu trabalho publicado |
Um espaço para
a arte catarinense
Endereço na Internet
está abrindo possibilidade para artistas de Santa Catarina mostrarem
sua obra na rede mundial. Internautas já podem conferir o trabalho
da fotógrafa Lair Bernardoni
CRISTIANO ESCOBAR MAIA
A arte catarinense está ganhando espaço
na Internet - a rede mundial de computadores. Há duas semanas está
em funcionamento uma galeria de artes virtual exclusiva a artistas do Estado.
A iniciativa é de Ricardo Maccori, um paulista habituado ao mundo
da informática e apaixonado pela linguagem subjetiva das obras de
arte. Desde pequeno ele percorre galerias. Ele conta, relembrando os contatos
iniciais com a arte, dos passeios de fim de semana, aos quais sua mãe
o levava rumo aos museus paulistas, como Masp e Ibirapuera.
Por enquanto estão a disposição dos internautas
doze fotos da fotógrafa Lair Bernardoni, residente em Balneário
Camboriú e com séries de premiações por suas
obras em vários países. Além das fotos há um
breve currículo e histórico da carreira da artista e da obra
que se está observando. Na primeira tela aparece a foto da artista
e, em seguida, as obras produzidas por ela, todas em tamanho reduzido para
não deixar a página pesada, o que causaria demora no processo
de baixamento. Mas, quem quiser observar uma única obra pode clicar
em cima da figura reduzida e terá a foto da obra e uma outra tela.
No caso de Lair, há, ao lado da foto, pequenos textos sobre a obra.
O segundo artista a entrar na Internet será Moacir Moreira, o
Moa, joinvilense que há 11 anos mantém residência e
ateliê em Porto Alegre (RS). Moa é um artista que caminha ao
longo da estética da arte desde 1974, quando participou de coletiva
de artistas na Casa da Cultura, em Joinville. Na sua estrada aportou com
seus quadros em diversas capitais brasileiras. Sua mais recente contribuição
no campo artístico é o painel "Tudo Passará",
no memorial da Embraco, em Joinville.
Moa prefere ver a Internet como mais um meio para os humanos se conhecerem
e trocarem mensagens. Certamente, desde o momento em que aceitou participar
da Galeria Virtual, passaram pela sua cabeça mais fatos "pró"
que "contra" a arte na rede. "Não tenho medo de expor
minha arte nesse universo, acho que é mais uma oportunidade de as
pessoas a conhecerem", continua. Ele diz que a exposição
de imagens na rede poderá traduzir-se em ampliação
dos amantes de obras de arte.
"Algumas pessoas ficam constrangidas em ir até uma galeria,
mas através do computador não há esse problema, você
poderá inclusive adquirir a imagem e observá-la quando quiser",
acredita. Os catálogos individuais também são restritivos.
"Fazer um catálogo é caro e geralmente se produz 500,
mil exemplares, com isso poucos têm contato; com a Internet mais pessoas
podem ter acesso as obras de arte", argumenta. Os números colaboram
com a teoria de Moa. Por dia, cerca de 25 pessoas visitam o site.
LISTAS AMARELAS
A explicação de Maccori para a criação da
galeria virtual é, primeiro, o fato de gostar de arte. Mas o segundo
motivo é curioso. "A Internet tem muitos sites com opções
de compras e coisas do gênero, mas isso é meio como as páginas
amarelas das listas telefônicas", compara. Diante dessa situação
ele arquitetou o site da galeria virtual. Site que, garante, "não
tem custo algum para o artista".
Além de fotografias e quadros, Maccori, espera, em breve, poder
disponibilizar no espaço da galeria virtual salas com ambientes diferenciados.
"Faremos a entrada do site com uma planta baixa e, em cada sala, um
tipo de arte, desde fotografia até poesia, passando pela escultura",
conta. Mas, frisa, o site continuará exclusivo para artistas catarinenses.
As esculturas, apesar de existir a possibilidade de apresentação
em terceira dimensão, serão vistas em fotos de diversos ângulos.
O trabalho de Maccori começa com a transmissão das imagens
fotográficas para o micro, via scanner. Ele trabalha as imagens em
alta resolução para eliminar os erros ocasionados pela revelação
fotográfica. Depois salva as imagens em baixa resolução
(72 x 72). O processo de criação do site é realizado
em CorelDraw! versão 8.0 e FrontPage 3.0. em plataforma Windows NT.
O processo de digitalização das imagens permitirá
que o usuário tenha total visibilidade dos objetos apenas no meio
virtual. Fora do micro, impresso em cópia papel, as imagens ficam
com retícula acentuada, dificultando a visualização
da obra. Isso acontece porque, no micro, as imagens estão com resolução
de 72 dpi x 72 dpi, enquanto que, em cópia papel, a resolução
deveria ser 300 x 300.
Imagens da página ficam
à disposição do usuário
Para o pesquisador Francisco Menezes Martins, com isso a tela torna-se
"superfície que separa as dimensões do real e do virtual,
uma membrana osmótica que faz surgir uma nova percepção
do mundo". Na perspectiva de Maccori, as obras de arte disponibilizada
pela galeria virtual na rede estarão "a livre disposição
de todos, para que possam, por exemplo, utilizá-las como proteção
de tela do computador". Ao invés do contato, a imagem será
priorizada.
Marília Levacov, no ensaio Bibliotecas Virtuais, publicado na
revista da Faculdade dos Meios de Comunicação Social, da PUC
do Rio Grande do Sul, defende que "...graças às tecnologias
das telecomunicações em rede, onde o documento reside não
é mais importante". Ela acrescenta que o mais importante é
o acesso e a "confiabilidade" da informação.
"Em outras palavras, é importante saber quem a produziu,
quem a identificou como valiosa, quem a selecionou para uso comum, quem
a disponibiliza e quem garante sua autenticidade", afirma. A autenticidade
da galeria virtual é reforçada com a possibilidade de comunicação
com do internauta com o artista através de e-mail.
HISTÓRIA
O casamento da arte com a informática data dos anos 70, quando
artistas de todo mundo começaram a desenvolver a idéia de
"fazer arte juntos". A idéia não preocupava-se tanto
com o conteúdo final, mas sim com processo de criação
que incluia a interação - e integração - de
pessoas de diversos países, soltos pelo mundo, sem fronteiras ou
restrições econômicas que uma viagem ou o transporte
dos quadros poderia ocasionar.
Douglas Davis foi o pioneiro na arte eletrônica em rede. Em 1976
ele criou a performance "Seven Thoughts", utilizando comunicação
por satélite. No ano seguinte o "Sattelite Ars Projetc"
interliga artistas das duas costas (Leste e Oeste) dos Estados Unidos. Em
1980 a arte interativa chega a televisão. Câmaras de TV e monitores
de vídeo são espalhados pelas ruas de Nova York e Los Angeles,
onde as populações se olhavam nas telas simultaneamente. A
Artex, criada 1980, foi uma das primeiras redes eletrônicas exclusivas
para arte. A Artex permitia encontros artísticos. Todos baseados
ASCII e e-mail.
Os acervos de bibliotecas disponíveis em computadores datam do
final dos anos 60. Em 1969, em Ohio, Frederick Kilgmore criou um catálogo
cooperativo para um conjunto de bibliotecas do Estado. Hoje esse catálogo
chama-se Ohio College Library Center (OCLC) e interliga 21 mil bibliotecas
em 62 países. No acerto há cadastro de 30 milhões de
documentos.
Os que apostam na galeria de artes virtual seguem a cartilha de Melville
Dewey, criador do sistema decimal de classificação bibliográfica
usado atualmente. Escreveu Dewey: "Livre é a água, livre
é o ar, livre é a informação". (CEM)
Conexão de periférico
ganha maior facilidade
Uso da porta USB diminui
conflitos e problemas com a configuração
São Paulo - Se você acabou de comprar um micro de última
geração e teve a curiosidade de dar uma olhada na parte traseira
do equipamento, deve ter notado dois novos conectores fêmeas que aparentemente
não servem para nada, já que seus periféricos não
se encaixam neles. Esses conectores são portas USB (Universal Serial
Bus) e, pelo que os fabricantes de hardware andam dizendo, isso vai facilitar
muito a vida de todos os usuários. Com a chegada do Windows 98, a
porta USB deve ser padrão de mercado.
Hoje, mesmo com o Windows 95, o plug and play (conecte e use) ainda é
uma promessa (como dizem os macmaníacos, plug and pray conecte e
reze), pois é preciso instalar e configurar o periférico.
Os mais experientes irão dizer que esta tarefa é muito fácil:
basta conectar o periférico com o micro desligado. Uma impressora,
por exemplo, usa a porta paralela. Ao ligar o micro, o Windows 95 reconhece
que existe um novo hardware conectado e automaticamente pede para inserir
o disco de instalação, que contém os drivers (programas)
da impressora.
Para não complicar a vida dos usuários, a indústria
definiu padrões de endereçamento (IRQs) que cada periférico
deveria ocupar. Então, se você não é um usuário
experiente e também não quer complicações, a
cada pergunta que lhe for feita no processo de instalação,
clique em OK. Na maioria dos casos, ela será feita com sucesso e
sem conflitos de endereçamento.
E como será esse processo todo com a porta USB? De acordo com
Milton Isidro, gerente de Tecnologia da Intel, acabou-se o martírio
dos usuários inexperientes. "Os periféricos usarão
uma única porta e eles estarão conectados em série,
um atrás do outro. Assim, o mouse estará conectado ao teclado,
que estará conectado ao monitor, que estará conectado à
impressora e assim por diante", explica.
Hardware aceita até
127 novas instalações
No total, poderão estar pendurados até 127 periféricos,
um atrás do outro. A instalação poderá ser feita
com o micro ligado. Plugou, ele já sai funcionando. E os drivers
dos periféricos? "O Windows 98 já traz os drivers USB
nativos. O usuário não terá de fazer a instalação",
informa João Bortone, gerente de Marketing para sistemas operacionais
da Microsoft.
Claro que, com o tempo, novos periféricos vão surgir ou
os drivers poderão sofrer modificações. Para fazer
a atualização, o Win98 terá um recurso chamado Windows
Update, que usa a Internet.
Além da facilidade na instalação de periféricos,
o usuário também ganhará em velocidade. De acordo com
Sérgio Perrenoud, gerente de Marketing da TCE, as informações
trafegam, a partir desta porta, à velocidade de até 12 Mbps
a da porta paralela é de 1,2 Mbps.
Mas o mercado ainda oferece poucas opções em periféricos
USB. Na área de monitores, a Philips lançou recentemente um
modelo de 19 polegadas com opcional USB. Trata-se do Brilliance 109, que
custa R$ 2,2 mil. O opcional custa R$ 70,00 e deve ser encaixado no monitor.
A Daewoo tem monitores de 14 e 15 polegadas com opcional USB, que custam,
respectivamente R$ 310,00 e R$ 330,00. Em ambos os casos, o opcional USB
custa R$ 30,00. A câmera digital Kodak DVC300 é outro periférico
preparado para a porta USB. O seu preço nos EUA é de US$ 199,00.
No Brasil custa o dobro.
Cyclades lança placa
para área de automação
São Paulo - A Cyclades, empresa especializada em soluções
de conectividade, está lançando nova versão da placa
Cyclades 2X (protocolos X.25 e SNA), que agora permite comunicação
entre mainframes e redes e terminais operados pelo sistema Windows NT. O
produto foi desenvolvido para atender às necessidades do mercado
de automação comercial e bancária. A placa suporta
comunicação entre mainframes e redes e servidores nos sistemas
operacionais SCO Unix e OS/2.
As principais aplicações do equipamento são interligar
PCs e LANs remotas entre si e à Internet (via X.25), interligar PCs
e LANs remotas e mainframes IBM, permitindo emulação de terminais
3278 e impressoras 3287 (gateway via SNA/SDLC/QLLC) e permitir que PDVs
conectados a um servidor OS/2 acessem sistemas como a Renpac (Rede Nacional
de Pacotes), a Serasa (Centralização de Serviços Bancários)
e banco 24 horas.
A Cyclades-2X também pode ser usada como plataforma de desenvolvimento
de aplicativos de comunicação de dados em máquinas
PC em qualquer sistema operacional.
A Cyclades-2X é uma placa de comunicação síncrona
X.25/SDLC, com dois canais. Ela possui microprocessador 80C186, barramento
ISA/EISA, memória RAM de até 1 MB, controlador Siemens e duas
saídas seriais com velocidades de até 512 Kbps. A placa vem
com drivers para SCO Unix e Windows NT e suporta os protocolos WAN, X.25,
SNA/SDLC/QLLC.
- INFORMAÇÕES: Cyclades Brasil, (011) 5090-3333
Stylus Color 640
traz novo driver
Impressora da Epson possibilita
a impressão em marca d'água
São Paulo - A Epson está lançando no Brasil a nova
impressora Epson Stylus Color 640, que imprime em qualidade fotográfica
com resolução de até 1.440 pontos por polegada (dpi).
O produto inclui cabo paralelo de conexão com o microcomputador e
um driver, que possibilita a impressão em marca d'água e a
criação de formulários. A Stylus Color 640 é
indicada para uso doméstico, em pequenos escritórios e por
profissionais liberais.
O novo driver de impressão, segundo a Epson, confere maior rapidez
aos trabalhos de impressão de formulários. Com a criação
de formulários pré-definidos através do driver, o usuário
não precisa mais utilizar ferramentas específicas para impressão
de pequenas planilhas, folhas de rosto de fax, por exemplo. O driver elimina
também a necessidade de adquirir, por exemplo, folhas com marca d'água
pré-impressa.
A tecnologia Super MicroDot, de colocação de pontos menores,
e a cabeça de impressão MicroPiezo, que produz jatos de tintas
com gotas mais precisas, permitem resolução de até
1.440 x 720 pontos por polegada. As tintas originais de secagem rápida
e modelos de papéis da Epson garantem melhor qualidade de impressão
nos formatos carta, ofício, A4, B5, informe e executivo em espessuras
de 0.8 mm a 0.11 mm, o que inclui cartões, cartazes e envelopes.
A Epson Stylus Color 640 tem drivers para Windows 3.x, 95, 98 e NT 4.0.
A impressora traz ainda em bundle o consagrado software de ilustração
Corel Draw 7.0. O preço recomendado é R$ 429,00.
Lexmark produz
linha Optra S a laser no Brasil
São Paulo - A Lexmark anunciou o início da produção
de impressoras a laser no País, da mesma forma como já ocorre
com um modelo de impressora jato de tinta (a Jetprinter 2050) desde maio
de 97. São seis versões da linha Optra S que estão
sendo montadas na fábrica da ABC Bull em Contagem, região
metropolitana de Belo Horizonte (MG). De acordo com Mâncio Zacharias
Mártyres, diretor-geral da Lexmark brasileira, a produção
local, com os incentivos fiscais previstos no PPB (Processo Produtivo Básico),
está proporcionando um barateamento nos equipamentos entre 15% e
30 %, de acordo com o modelo.
No processo de manufatura, a Lexmark se encarrega do treinamento, supervisão,
controle de qualidade e distribuição dos produtos. A ABC Bull
entra com seu parque tecnológico. A produção já
começou. "A ampliação da produção
local tem o objetivo principal de consolidar a imagem da Lexmark no mercado",
diz Mártyres, acrescentando que a capacidade produtiva da fábrica
é de 4 mil unidades ao mês.
A linha Optra S é composta por modelos com velocidades de 12 ppm
(páginas por minuto), 16 ppm e 18 ppm e resolução de
1.200 x 1.200 dpi. O modelo Optra S 1255, o mais barato da família,
custa US$ 2.125,00. Já o mais sofisticado, o Optra S 1855N, sai por
US$ 3.125,00. Os equipamentos são voltados para empresas de médio
e grande porte.
- INFORMAÇÕES: Lexmark, (011) 536-0148
Apple anuncia que
MacOS 8.5 vai atrasar
São Paulo - O MacOS 8.5, nova versão do sistema operacional
da Apple, já está pronto. Seu lançamento estava marcado
para hoje (14) e a Apple já tinha até colocado informações
sobre o produto em seu site. Porém, na semana passada, os planos
deram errado e a empresa informou apenas que o produto ainda não
tem data para chegar ao mercado, sem explicar a razão. O software
incluirá um recurso chamado Sherlock, uma espécie de caça
sites que não usará o navegador para trazer as informações
até o usuário. Mas se o MacOS 8.5 vai atrasar, o iMac deve
chegar ao Brasil a partir do dia 18. A máquina é grande sucesso
de vendas nos EUA. O preço médio por aqui será de R$
2,1 mil.
Netscape tem novo
beta do Communicator
São Paulo - A Netscape anunciou a versão beta 2 do pacote
Communicator 4.5. O que a empresa quer é mostrar para os internautas
que seu navegador não morreu com a fusão Windows 98/Internet
Explorer. O grande recurso oferecido pelo novo Communicator é uma
interface amigável com o Windows, que permite aos usuários
deste sistema operacional utilizar o Navigator e o Messenger como browser
padrão.
De olho no aumento do número de visitantes em seu portal Netcenter,
a Netscape tenta atrair usuários do Internet Explorer. Para isso,
a empresa integra browser e portal, permitindo aos usuários utilizarem
diversas ferramentas oferecidas pelo Netcenter diretamente do browser.
Agora, a Netscape quer fazer o mesmo com o IE. Para isso, ela acaba de
lançar um controle ActiveX, chamado de Netscape TuneUp para IE, que
faz algumas alterações no IE da Microsoft. Com a instalação
deste pequeno software, que já está sendo oferecido gratuitamente,
a Netscape promete deixar o browser da Microsoft parecido com o Navigator.
Com isto, o browser passa a aceitar diretamente os recursos do Netcenter,
como e-mail gratuito, página personalizada e a possibilidade de buscar
informações a partir da barra de endereços (o Smart
Browsing).
Com a perda da Netscape para a Microsoft na guerra dos browsers, a empresa
passou a dar mais importância ao seu portal Netcenter como fonte de
receitas.
VARIAÇÃO
Game pode ser jogado via modem e permite ao usuário criar
seus próprios cenários e armadilhas |
A volta da musa virtual
Enquanto as novas aventuras
de Lara Croft não chegam, os fãs da heroína digital
podem conferir quatro níveis inéditos no pacote Tomb Raider
Gold
As novas aventuras de Lara Croft só devem chegar em novembro.
Enquanto isso, os fãs da série podem matar a saudade com Tomb
Raider Gold. São dois CDs com os 15 primeiros níveis do jogo
original e mais quatro níveis inéditos, divididos em dois
episódios: A Sombra do Gato e Tarefa Inacabada. O pacote é
distribuído pela Brasoft e o preço sugerido é de R$
19,90.
Os novos episódios levam a heroína sexy a locais do primeiro
jogo pouco explorados. Em A Sombra do Gato, o objetivo é conduzir
Lara pela cidade alagada de Khamoon e descobrir os segredos do culto egípcio
aos felinos. Tarefa Inacabada traz os níveis mais difíceis.
Nestas duas fases, é preciso voltar à cidade alienígena
de Atlântida e destruir os habitantes do local antes que eles possam
ameaçar a humanidade.
Além disso, Tomb Raider Gold traz alguns presentes: um protetor
de telas, um calendário e um tema para a área de trabalho.
TOMB RAIDER 3
Em suas novas aventuras, Lara mais uma vez terá de viajar por
diferentes locais do planeta, desta vez atrás de quatro misteriosos
artefatos com grandes poderes mágicos. Mas, para complicar as coisas,
apenas dois níveis são fixos: o começo, na Índia,
onde encontra-se o primeiro dos objetos, e a conclusão, na Antártida.
Os outros três níveis (área 51, Londres e as Ilhas do
Sul do Pacífico) poderão ser jogados em qualquer ordem. Dependendo
da escolha, o jogo fica mais difícil.
Os gráficos vão estar visivelmente mais bonitos. Para isso,
foi usada uma nova técnica, que cria os elementos do cenário
por meio de triângulos em vez dos polígonos comuns utilizados
nos outros dois jogos. Novos efeitos de luz e texturas também foram
adicionados para dar maior realismo. Tomb Raider 3 vai ser lançado
nos Estados Unidos no dia 18 de novembro, dia de aniversário da série.
No Brasil, a Brasoft pretende colocar a novidade nas prateleiras no início
de dezembro.
ARQUIVO X
Lembre-se: nada é o que parece ser. O clima de mistério
de uma das mais bem-sucedidas séries de tevê é transportado
para um game em CD-ROM. Arquivo X - O Jogo traz para o seu computador um
episódio inédito dos agentes Fox Mulder e Dana Scully, com
um convidado muito especial: você.
O ambiente característico do universo de Arquivo X é garantido
pelas sequências de vídeo que sustentam a trama, com a participação
dos mesmo astros da tevê. O roteiro foi escrito por Chris Carter,
o criador da série.
A história começa com Mulder e Scully revirando um velho
depósito em um cais. São surpreendidos por três homens
armados e ocorre uma grande explosão. Então, a cena se desloca
para um escritório do FBI em Seattle, onde surge o seu personagem,
agente Craig Willmore. Sua missão é delicada: encontrar o
paradeiro de Mulder e Scully.
Sua rotina será a de checar os locais onde a dupla esteve antes
de sumir, entrevistar suspeitos e ir seguindo os indícios que encontrar
na investigação. Para auxiliá-lo, um verdadeiro arsenal
de tecnologia fornecido pelo FBI com direito a telefone celular, central
de e-mails e câmera digital e a sua própria intuição.
Se você é fã da série, não deixe de
comprar Arquivo X - O Jogo. São muitas referências contidas
no programa, o que torna mais fácil identificar as pistas certas
para obter uma solução mais rápida do caso.
Se você não gosta da série tanto assim, é
melhor pensar duas vezes. A história é longa e complicada,
o que pode deixar o jogo cansativo e irritante.
O programa foi produzido pela Electronic Arts e é distribuído
no Brasil pela MPO e MSD. Os CDs rodam em PC e Macintosh e ocupam 250 MB.
O jogo é em inglês.
Configuração mínima: para PC, Windows 95, Pentium
133, 16 MB de RAM e CD-ROM 8x. Para Mac: OS 7.1, Power Mac 120, 16 MB de
RAM e CD-ROM 4x. Preço: R$ 89,00.
- INFORMAÇÕES: BraSoft, (011) 285.5344, http://www.brasoft.com. EA, (011) 5505-3713.
MSD, (011) 5677-7087. MPO, (011) 3675-3766
Game traz aventuras da
Swat para seu computador
Usuário pode assumir
papel de um dos policiais da força de elite norte-americana ou então
jogar do lado de terroristas
Na década de 70, um seriado fazia muita gente ficar grudado à
televisão, acompanhando as arriscadas missões da Swat, uma
divisão de elite da polícia de Los Angeles. Agora, a BraSoft
está lançando mais um jogo da série Police Quest e
o espectador tem a oportunidade de abandonar seu papel passivo e vivenciar
as situações-limite a que são submetidas estes oficiais.
Basta assumir o controle de Police Quest: Swat 2, um jogo de estratégia
e ação.
Tendo como pano de fundo cenários detalhados e realistas que incluem
desde as ruas mais imundas de Los Angeles à árida paisagem
do deserto do Mojave, Police Quest: Swat 2 oferece duas campanhas, cada
uma composta por quinze missões. A ação se desenrola
em ordem cronológica e em tempo real. Em primeiro lugar, o usuário
deve escolher se vai jogar do lado da lei ou dos terroristas, formando em
seguida sua própria equipe. Se optar pela Swat, o jogador tem à
sua disposição cerca de 100 oficiais, que devem ser selecionados
cuidadosamente, já que reagem às ordens recebidas de acordo
com sua própria experiência e personalidade.
O próximo passo é passar para ação propriamente
dita, escolhendo armas, ordenando ataques, providenciando cobertura, desarmando
bombas, explodindo laboratórios clandestinos e salvando reféns
até que o último inimigo seja eliminado. A galeria de inimigos
inclui psicopatas, terroristas, traficantes, franco-atiradores e arruaceiros
de todos os tipos. Até mesmo as vítimas podem se tornar perigosas,
já que eventualmente algum refém pode sofrer da Síndrome
de Estocolmo, desordem psicológica que leva uma pessoa a criar vínculos
emocionais com os seqüestradores, auxiliando-os a enfrentar a polícia.
As missões nunca são iguais. Mesmo que o jogador decida
enfrentar a mesma situação repetidamente, ela sempre será
diferente, pois o próprio jogo se encarrega de alterar os movimentos
e as reações dos personagens, por exemplo. Police Quest: Swat
2 pode ser jogado também via modem, rede local e Internet. Além
de proporcionar todas as emoções de um jogo compartilhado,
Swat 2 permite ao usuário criar seus próprios cenários
e armadilhas, desafiando outros jogadores.
A configuração mínima é micro com processador
Pentium 133, 90 MB de espaço livre em disco, 16 MB de RAM, SVGA 256
cores, drive de CD-ROM de 4x e Windows 95. O preço sugerido é
R$ 63,00.

|
|
Hackers |
Governo amplia atuação contra
crimes digitais
Agências federais dos
Estados Unidos estão preocupadas com alta de acessos não autorizados
LU GOMES
lugomes@zaz.com.br
São Paulo - Há uma verdadeira guerra sendo travada no ciberespaço
contra o crime digital. Desde 1995, agências federais do governo americano
estão tentando deter o exército de hackers, espiões
e terroristas que podem tornar a Internet insegura para o usuário
comum.
Esse medo tem fundamento, já que nenhuma parte do mundo industrializado
está a salvo do desastre digital. Ataques bem-sucedidos às
usinas de energia elétrica, bancos, fábricas e ferrovias podem
levar uma nação ao caos. O negócio não é
brincadeira. Exemplos de ameaças não faltam.
Em fevereiro, um hacker israelense de 19 anos, conhecido como Analyzer,
e dois adolescentes da Califórnia penetraram nos computadores do
Departamento de Defesa dos Estados Unidos, levando o temor de que essa invasão
estava relacionada com a espionagem iraquiana.
Em 1994, o hacker russo Vladimir Levin entrou nos sistemas do Citibank
e roubou US$ 12 milhões. Ele ficou foragido durante um ano, até
tentar ir para Londres e ser preso no aeroporto pela Interpol.
Um estudo feito por Dan Farmer, um especialista em segurança em
redes, mostrou que mais de 60% de 1,7 mil websites empresariais americanos
muitos deles operados por bancos podem ser invadidos ou destruídos
usando-se um programa que ele projetou para sondar os pontos fracos de um
sistema.
DILEMA
Se todo mundo odeia a Microsoft, como é que ela consegue ter tanto
sucesso? Bem, nós podemos ter uma estranha natureza esquizofrênica,
dizendo aos outros que odiamos a Microsoft, enquanto secretamente adoramos
cada um dos seus programas. Não, isso é improvável.
Talvez seja porque, embora desaprovemos o que os nerds de Seattle andam
fazendo, nós não temos outra escolha.
Pois é, não temos mesmo escolha. Não existe nenhuma
outra empresa no mercado oferecendo o que nós queremos. O Word, por
exemplo, embora muito caro é um bom programa. E o Windows 98 também
é interessante, mas nada que impressione. E também não
acho que exista outra boa alternativa a ele.
Provedores investem na divulgação
da Oktoberfest
Internauta pode conferir
no site da Oktoberfest desde história até atrações
da festa
São Paulo - Provedores de acesso a Internet estão investindo
na Oktoberfest. Entre os sites sobre a festa nos pavilhões da Proeb
está o montado pelo provedor de acesso ZAZ em parceria com a Sollo
Comunicação, em http://www.oktoberfest.com.br.
No seu passeio virtual o internauta conhece toda a história da festa,
programas, atrações e novidades deste ano.
Já a Internetcom, provedor de acesso e serviços à
Internet, é um dos patrocinadores da Oktoberfest/98, que se realiza
de 8 a 25 de outubro nos pavilhões da Proeb, em Blumenau. Durante
as festividades, a empresa está presente na Vila Germânia,
loja B-1, além de recepcionar convidados em um camarote de 50 metros
no pavilhão C. A Internetcom aproveita a Oktoberfest para tentar
difundir o sistema de correio eletrônico gratuito ZipMail. Para tanto
está utilizando uma equipe de apoio com 20 computadores.
O ZipMail foi lançado em 23 de agosto e conta com 160 mil usuários
cadastrados. Para utilizar o serviço o internauta não precisa
ter computador próprio. O endereço pode ser acessado de qualquer
terminal conectado à Internet.
A Internetcom é um provedor de acessos e serviços à
Internet voltado basicamente ao mercado corporativo. Entre seus serviços
estão a hospedagem de sites, links dedicados e acessos discados.
A empresa foi criada em 1996 e fornece pacotes completos para clientes.
Atualmente é o único site de download da Microsoft na América
Latina.
Microsoft do Brasil cresce 40% este ano
São Paulo - A Microsoft Brasil comemora os resultados do último
ano fiscal, encerrado em 30 de junho, e que demonstraram um crescimento
de quase 40% em relação ao período anterior. Os negócios
renderam vendas de US$ 280,4 milhões no ano fiscal de 98, enquanto
no de 97 eles totalizaram US$ 201,1 milhões.
Segundo a empresa, o bom resultado reflete um maior avanço no
segmento corporativo, como programa de servidor de redes Windows NT Server
conquistando 58% do market share contra 23% do principal concorrente, o
NetWare, da Novell, segundo dados do instituto de pesquisas IDC Brasil.
A subsidiária - nono lugar entre as 60 filiais da Microsoft no mundo
- também comemorou um aumento no uso do Internet Explorer 4.0 (a
empresa diz ter 75% do mercado brasileiro). Segundo Mauro Muratório
Not, diretor-geral da Microsoft Brasil, esta posição se deve
às novidades técnicas e a tradução para o português,
entre outros fatores.
Para o próximo ano fiscal, a filial destaca o lançamento
da versão 7.0 do banco de dados SQL Server (que deve acontecer ainda
este mês, quando sai também um pacote de games), da versão
5.0 do Windows NT Server e NT Workstation e do Office 2000, que deve chegar
ao mercado mundial no segundo trimestre de 99.
Pequeno produtor aposta nos serviços
de suporte
São Paulo - Você guardou um dinheirinho e está querendo
comprar o seu primeiro computador. Provavelmente algum amigo ou parente
já deve ter falado de alguém que monta micros o que fica bem
mais barato do que comprar em uma loja. Afinal, os micros são praticamente
todos iguais e é bobagem pagar mais por uma grife. Certo? Às
vezes sim, outras não. Estamos falando dos pequenos integradores.
A maioria já trabalhou em alguma empresa de informática. Hoje
eles formam um exército de microempresários que, segundo estatísticas,
dominam 60% do mercado nacional de microcomputadores. "O suporte é
o nosso maior diferencial, já que os micros que montamos não
têm marca", diz Luís Cruz, proprietário de uma
pequena empresa chamada Systec.
Por outro lado, esse melhor suporte e o contato mais próximo com
o usuário tem o seu preço: é comum o cliente, quase
sempre sem conhecimentos em informática, ligar várias vezes
para resolver pequenos "problemas" ou mesmo para reclamar, sem
razão, de que o computador não funciona. "Já fui
xingado inúmeras vezes e quase sempre não há defeito
no micro, e, quando há, foi ocasionado pela inabilidade do usuário",
diz, magoado, Sérgio Sanches Brandão.
De acordo com Luís Cruz, um caso bastante comum é o usuário
esquecer o disquete dentro do drive. Quanto ele tenta ligar a máquina
novamente, surge uma mensagem para inserir o disquete de boot.
"Uma vez montei um micro para uma cliente, em seguida ela me ligou
dizendo que o micro não funcionava, xingou, falou um monte de coisas
e, já de noite, trouxe o micro aqui no escritório. Mais uma
vez reclamou, disse que o micro não prestava e que tinha sido enganada.
Quando liguei a máquina, chamei-a para ver o defeito e tirei o disquete
do drive. O micro funcionou sem problemas.
Projeto industrial ganha novos recurso
Linha de software Sisgraph
permite envio de dados pela Internet
São Paulo - A Sisgraph parceira nacional da Intergraph e
uma das maiores fornecedoras de tecnologia para automação
industrial está lançando a Smart Plant, a mais nova
família de softwares capaz de realizar projetos industriais ou de
produtos da área de processos contínuos, como é o caso
dos segmentos químico e petroquímico. A nova família
roda em ambientes Windows NT, reproduzindo sua interface padrão,
e permite a execução em notebooks e microcomputadores de menor
porte.
A Smart Plant, segundo a Sisgraph, traz melhorias para a geração
de projetos, sejam para plantas industriais bem como para produtos. Assim,
a família permite o envio e trabalho através da Internet,
por trazer o recurso Explorer compatível com Windows NT e viabilizar
consultas, comentários e interferência à distância
e organizando o acesso à informação mesmo para os maiores
projetos de plantas industriais, como os de plataformas submarinas de petróleo
que podem apresentar de 5 mil a 10 mil desenhos diferentes.
O produto viabiliza o uso de micros muito pequenos e a interação
por Internet significa técnicas de simulação da realidade
à distância (pois o usuário pode visualizar peças
inteiras), e não apenas a transmissão de esquemas. Também
o visualizador do novo produto traz recursos tridimensionais e de realidade
virtual - O novo Viewer permite simulações de equipamentos.
A Intergraph atingiu 85% do mercado de projetos que usa o sistema operacional
Windows NT, da Microsoft. A tecnologia da empresa está envolvida
em projetos que somam mais de US$ 100 bilhões no mundo todo.
SERVIDORES
A Sisgraph traz para o Brasil os servidores InterServe 80SL e 800SL e
os micros TD-260, produzidos pela Integraph, todos com base no chip Pentium
II de 450 MHz. Os servidores oferecem opção de processamento
duplo e são indicados para trabalhos nas áreas de editoração,
design gráfico e aplicações para Internet. A nova linha
de micros, voltada para aplicações gráficas como CAD
e design, apresenta memória padrão SDRAM com clock interno
de 100 MHz. Sua configuração promete triplicar a velocidade
operacional de aplicativos CAD com a adição do software Vibrant
Graphics SoftEngine.
Julgamento fica adiado para dia 19 de outubro
Washington, EUA - O julgamento do caso antitruste contra a Microsoft
pela Justiça norte-americana deverá ser adiado para 19 de
outubro, depois de um requerimento acordado entre as duas partes, Departamento
de Justiça e Microsoft. O anúncio foi feito na semana passada
pelos negociadores envolvidos no processo. A Microsoft está sendo
acusada de tentar táticas de monopólio com o seu programa
para navegação na Internet, o Explorer 4.0, que está
sendo comercializado pela empresa como parte integrante da versão
98 do sistema operacional Windows.
Aparelho reúne fax e telefone digital
São Paulo - O fax chegou à era da comunicação
móvel. A Metrophone lançou no Brasil o primeiro 4 em 1, união
de telefone digital, pager de voz, rádio-reunião e fax. O
sistema permite transmitir a mensagem de qualquer aparelho de fax para um
Metrophone. O aparelho avisa a chegada da mensagem por meio de um sinal
sonoro e visual, podendo até enviar o arquivo para a impressão.
A Metrophone garante ainda um serviço sigiloso, e um recurso que
permite enviar um fax para até 150 pessoas. Preço médio:
R$ 500,00 por aparelho (o valor vai depender do número de serviços
assinados). Informações na Metrophone, (011) 536-4001.
Privacy Module evita o grampo telefônico
São Paulo - Usuários preocupados com segurança nas
conversas telefônicas tem à disposição um novo
equipamento contra o grampo. A Siemens lançou no mercado brasileiro
o seu Privacy Module. Segundo a empresa, o objetivo é oferecer mais
segurança às informações empresariais. O aparelho
criptografa (codifica) a voz, permitindo que duas pessoas conversem pelo
telefone, ambas plugadas ao Privacy Module, na mesma freqüência.
O aparelho é leve (pesa 300 gramas), pequeno e cabe na palma da mão.
O preço sugerido para o consumidor final é R$ 2 mil. Outras
informações na Siemens, 0800-559903.
Spielberg lança filme feito em computador
São Paulo - Antz, o novo filme de animação feito
pela DreamWorks (a empresa de Spielberg e do ex-Disney, Jeffrey Katzenberg,
responsável por Toy Story), ficou em primeiro lugar em arrecadação
no fim de semana de estréia, batendo What Dreams May Come, com Robin
Williams e Cuba Gooding Jr. Está certo que, por trás das simpáticas
formigas, primorosamente desenhadas e renderizadas nos computadores da DreamWorks,
estão vozes estreladas. Woody Allen dubla o herói Z; Sharon
Stone faz a voz da princesa Balla. Tem ainda Stallone como uma formiga soldado,
Gene Hackman como o general, além de Christopher Walken, Jennifer
Lopez, Dan Aykroyd. |
|

|