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Editorial
Desinformação total
Vence hoje o prazo dado pelo presidente FHC para que a equipe econômica
aprontasse as medidas do ajuste fiscal. A data foi antecipada há
cerca de duas semanas. Durante todo esse período, o que o brasileiro
menos sabe é que tipo de ajuste será feito. Nem os brasileiros
mais bem situados, como os líderes de partidos, nem tampouco lideranças
empresariais de qualquer naipe.
Há mistério e desinformação. Além
do que o governo conseguiu transmitir à Nação a impressão
de que não vive, de fato, na iminência de uma crise de grandes
proporções.
Na expectativa de eventualmente alongar o prazo e nas negociações
com o Fundo Monetário Internacional, o governo parece jogar com a
estratégia de anunciar as medidas depois de fechadas as urnas do
próximo domingo, quando estará em jogo o comando dos mais
importantes Estados da Federação, como Rio, São Paulo,
Minas Gerais e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal.
Mesmo com o tempo correndo contra o País, ainda assim não
há pressa por parte do governo e da equipe econômica, pois
simplesmente não se sabe nem mesmo se o governo concluiu o ajuste,
ou se ele depende de novas orientações de Washington e do
FMI.
É possível que, subestimando a gravidade do momento e sob
a expectativa de que a crise da Ásia e da Rússia já
produziram os estragos finais, o governo brasileiro adote apenas medidas
paliativas ou protelatórias. Teriam um custo político e social
menor, mas não resolverão a crise, contribuindo para um custo
final maior.
Muito se tem falado do peso de uma crise brasileira na economia dos países
vizinhos, em especial da Argentina. Mas o país do presidente Menem
já vive num patamar diferente do brasileiro. Lá, o déficit
público é de apenas 1% do produto interno bruto, a inflação
dos últimos três anos tem se mantido numa média de 0,6%
e a taxa de crescimento do PIB tem sido da ordem de 6,5% ao ano na década.
Todos os ajustes de ordem fiscal e de equilíbrio das finanças
públicas têm de ser realizados no Brasil, enquanto a Argentina
já passou por esse estágio. Mesmo assim, diante do quadro
internacional e das perdas brasileiras nas últimas semanas, o governo
parece hesitar em adotar as medidas necessárias.
Enquanto o governo promete cortar gastos e elevar impostos, os empresários
tomam providências de defesa, recuando nos investimentos, eliminando
novas vagas e se mantendo sob tensa expectativa no aguardo das medidas que
não saem, mesmo tendo sido estabelecida uma data para sua finalização
e divulgação.
O pior da crise, no caso brasileiro, é que, além de tudo
e como sempre, a Nação vive sob o clima da desinformação
e do despiste.
Artigos
Força
Roberto Mangabeira Unger
Um país de verdade, que não queira ser cópia de
outro, que construa uma forma de vida própria e forje as instituições
que lhe dêem corpo, precisa de muita gente forte. Países verdadeiros
exemplificam o destino das diferenças nacionais num mundo de democracias,
que é desenvolver em direções diferentes o potencial
da humanidade. Indivíduos fortes encaram a vida como aventura moral
em que o preço da liberdade interior é a resistência
contra o meio e a época.
De onde vem essa força? O indivíduo necessita de equipamento
econômico e cultural para ficar de pé. Em vez de defender os
direitos adquiridos de cada grupo, as democracias contemporâneas precisam
caminhar em direção à herança social. Todos
devem herdar da sociedade um conjunto mínimo de recursos, postos
a sua disposição nas encruzilhadas da vida: quando começam
carreira, abrem negócio ou constituem família. Essa conta
social básica pode ser acrescida de acordo com dois critérios:
compensações para carências especiais, conforme critérios
fixos, ou reconhecimentos de capacidades especiais, demonstradas competitivamente.
A educação é a outra base social da força
interior. Que a escola numa democracia salve a criança de sua família,
de sua classe social e de sua época histórica. Que reconheça
em cada criança um pequeno profeta tartamudo. Que lhe dê voz,
entregando-lhe os instrumentos para ver à distância as idéias
de aqui e agora. O ensino das práticas conceituais precisa vir suplementado
pelo estudo de civilizações distantes, heresias peremptas
e alternativas sociais abortadas no nascedouro.
O amor que os pais dão aos filhos permite a estes correr os riscos
e enfrentar os conflitos necessários à formação
de personalidades fortes. Aceitos no pequeno mundo, ousamos armar confusão
no grande mundo. Assim também o apoio que uma democracia assegura
aos cidadãos, por meio da herança social e da educação
crítica, possibilita a estes aceitar a mudança sem medo e
preferir a peregrinação à retirada como modo de vida.
O sentido da analogia entre os pais e as repúblicas é mostrar
que o equipamento social é necessário, mas insuficiente. Para
fazer-se e manter-se livre, o indivíduo tem de viver e reviver drama
íntimo.
Veja o caso característico de um jovem de elite que se forma em
economia no Brasil e vai estudar nos EUA, determinado a desafiar a economia
neoclássica. Não consegue. Subordina-se, escrevendo tese que
aplica a doutrina ortodoxa a um pedaço da realidade brasileira. O
malogro é uma ferida, uma vulnerabilidade. Voltando ao Brasil, tem
medo de afundar na servidão de uma classe média fragilizada.
Vai servir ao governo e, com isso, consegue depois, pela facilidade dos
conhecimentos de pessoas e técnicas, ser banqueiro. Já se
rendeu às ilusões da época e, rendido, prosperou.
Sente-se, porém, sufocado. Esse sentimento é a quinta-coluna
do espírito dentro de nós. Podemos usá-lo para reganhar
a liberdade perdida. Não conseguimos ser maiores do que somos, de
repente, por simples querer. Podemos, contudo, jogar-nos em situações
que nos devolvem à vida, meio mortos que estávamos, porque
nos deixam menos defesos e mais abertos à surpresa. Surpreendidos,
aprendemos depois a ser esperançosos.
Na meia-idade, a vida vai estreitando como funil. Mas o funil pode ser
rompido. E precisa ser, por muita gente, cada um a seu modo e em sua circunstância,
para que possa haver indivíduos fortes e países de verdade.
A crise, o
Congresso e o banqueiro
Salim Schead dos Santos
A democracia, se não é a melhor forma de governo, por certo
não é a pior. Ou, como proclamou Churchill, "é
a pior de todas as formas de governo, com exceção de todas
as demais que já se experimentaram".
O artigo 1º da Carta Magna estabelece que "a República
Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos
Estados e municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado
democrático de direito..."
E, no artigo seguinte, consagra como poderes da União, independentes
e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.
Vejo pois, com profunda preocupação, como cidadão
e como operador do direito, a proposta formulada por Gastão Vidigal,
ex-secretário de finanças do governo Carvalho Pinto (1958-62),
em São Paulo, e ex-membro do Conselho Monetário Nacional (1964-67),
que, aos 79 anos, é um dos nomes representativos da classe dos banqueiros
deste País, em recente entrevista a um órgão de imprensa
nacional.
Perguntado sobre o que deveria fazer o presidente da República
para reduzir os gastos, respondeu: "O que ele faria não sei.
Sei o que eu faria... Fecharia o Congresso por 30 ou 45 dias. O tempo suficiente
para promulgar a reforma da previdência, a reforma tributária
e a reforma política".
Se o fechamento das casas legislativas fosse solução, o
Brasil não seria ainda um país emergente, mas uma potência,
como o seriam os países que neste século foram governados
por ditadores, tantos foram os períodos em que o autoritarismo predominou.
Não é esta, contudo, a lição da história,
como o demonstram Portugal, Espanha e União Soviética, entre
outros, antes da redemocratização.
Afirmações como essas devem, portanto, colocar em alerta
todos os democratas. Trata-se de um desserviço à Nação
e uma ameaça ao Estado de direito.
Por trás dessa afirmação encontra-se a desgastada
concepção de que o Congresso, que representa o povo, não
tem condições de decidir os destinos da Nação,
que os congressistas são imaturos e despreparados e que apenas o
presidente da República é que sabe o que é melhor para
o País.
Ignora-se a advertência de Montesquieu, no sentido de que "todo
o homem que tem poder é levado a abusar dele, vai até encontrar
limites." Daí por que o poder é fracionado, para que
"freie o outro, impeça o abuso".
Não se administra uma nação como se fosse uma empresa
privada, que tem como finalidade principal o lucro. A idéia que Gastão
Vidigal lança como balão de ensaio não é nova,
pois inspirou os que tomaram o poder em 1964, com a quebra do Estado de
direito, que pretendiam provisória, mas acabou perdurando por mais
de 20 anos.
Indaga-se: se o povo, via Congresso, não está preparado
para enfrentar a crise econômica, que, ressalte-se, não atinge
apenas o Brasil, mas é global, apontando caminhos e soluções
para superá-la, estariam o presidente da República e seus
assessores preparados para tal?
Aos adeptos dessa concepção, sempre convém recordar
a advertência feita por lord John Russel, na Inglaterra do século
passado: "Quando me perguntam se uma nação se acha amadurecida
para a liberdade (democracia), respondo: existe algum homem amadurecido
para ser déspota?"
Educação e conhecimento
Ilse Behrens
Analisando-se o momento em que vivemos, constata-se que as descobertas
e o progresso científico tomaram lugar de evidência em todas
as áreas do conhecimento humano. A informação tornou-se
um ponto essencial e de destaque na escalada e na manutenção
do poder.
Passamos por uma etapa de transitoriedade de valores e verdades, procurando
sentimentos de controvérsia nas relações humanas, passando
do medo e insegurança à apatia e à desconsideração.
Afinal, qual é o papel desta sociedade? Qual é a minha atuação?
Nesta fragilidade estrutural, resta-nos questionar até que ponto
o conhecimento, principalmente o transmitido pela instituição
escolar, contribui para a formação de uma visão crítica
consciente, em que educadores e educandos participem e lutem por projetos
prioritários que acompanhem a dinâmica social em foco, na busca
da superação da ignorância vigente e compartilhada.
Que tipo de conhecimento almeja-se alcançar hoje com nosso sistema
educacional? Até que ponto é interessante que nosso aluno
conheça?
Ao fazer esse questionamento, pode-se até rever um dos objetivos
da educação, que seria o de ajudar a despertar em cada pessoa
a consciência de sua própria dignidade e sua capacidade de
exercer a cidadania. A educação seria o instrumento que "transforma"
a pessoa, tornando-a responsável por seu próprio progresso
e pelo bem da comunidade.
Altera-se a legislação educacional, elegem-se novos governos,
criam-se alternativas de disciplinas falsamente profissionalizantes e esquece-se
de que o importante é ampliar o conhecimento das novas gerações,
conscientizando-as de suas potencialidades, para que sejam felizes e multipliquem
a felicidade em seu grupo e na sociedade como um todo.
O conhecimento se torna indispensável para uma leitura crítica
da realidade, fugindo de falsas e propensas ideologias. A educação,
como direito de todos e dever do Estado e da família, deveria ser
promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando
ao pleno desenvolvimento da pessoa. Sob esses aspectos, a família,
necessariamente, deve participar do processo da educação,
escolhendo "livremente" a escola de seus filhos, de acordo com
suas potencialidades. Enfrentando a bitributação da educação,
pois, na verdade, só existe liberdade de escolha para as famílias
que tiverem condições econômicas, dentro do atraso do
capitalismo brasileiro.
Vemos hoje a grande ansiedade que assoma na sociedade em assimilar tudo
o que existe, independente de estarmos compartilhando até de certas
ignorâncias, transformando-nos em repetidores, sem dominar as atribuições
básicas que levam ao conhecimento real. Somente com esse conhecimento,
teremos condições e aptidões de elaborar projetos,
dividir responsabilidades e nos tornarmos agentes da mudança social
do País, exercendo conscientemente nosso direito de cidadania.
- Ilse Behrens, professora de sociologia na UnC/Caçador
Cartas
Casa embaixo
da água dá Ibope
O editorial de A Notícia de 15 de setembro, "Construções
irregulares", nos traz reflexões sobre os estragos e prejuízos
causados pelas chuvas, principalmente no Planalto Norte catarinense. As
construções irregulares, em áreas consideradas de risco
por deslizamentos ou por inundações, proliferam. Temos exemplos
muito próximos. Porém, é momento, sim, de questionarmos
o tratamento dado à questão pela mídia, pelos governos
municipais e até pelas comissões de defesa civil, municipais
e estaduais.
Há duas semanas, recebemos equipes de TV e jornais. Todos ansiosos
para saber quantas casas haviam sido alagadas e quantas famílias
estavam desabrigadas em Canoinhas. Quando explicávamos que tínhamos
apenas seis famílias fora de suas casas, o interesse pela notícia
desaparecia. Ainda tentávamos explicar que, apesar de não
termos pessoas desabrigadas, tínhamos tido prejuízos enormes.
Estávamos com 25 localidades do interior isoladas, aulas suspensas,
cerca de dois mil quilômetros de estradas rurais intransitáveis,
a malha viária urbana totalmente comprometida.
Mas nossa situação não despertava maiores interesses.
O "furo" eram realmente as imagens das casas inundadas e o ritual
lacrimoso das famílias que estavam saindo de seus lares, carregando
o fogão, o banco e o cachorro. Realmente, a imagem choca. Sabemos
que não deve ser nada agradável ter a casa inundada. Reconhecemos
o transtorno dessas famílias. Mas fica a pergunta: por que essa cena
se repete praticamente todos os anos em maior ou menor intensidade?
Em Canoinhas, repito, tivemos apenas seis famílias desabrigadas.
Ainda bem! Mesmo assim, estamos amargando prejuízos da ordem de R$
3 milhões. Com receita de R$ 700 mil mensais, a administração
municipal não recebe sequer um centavo de ajuda. Afinal, foram apenas
seis famílias desabrigadas. Mesmo assim - e para evitarmos de ver
novamente no próximo ano os mesmos desabrigados - a Prefeitura trabalha
em obras de drenagem e dragagem do rio Água Verde. Corajoso o prefeito,
dizem alguns. Fazendo obra que fica embaixo da terra e que depois ninguém
vai ver!
Mesmo assim, toda essa coragem não interessa. A obra, que antes
de tudo é investimento em saúde preventiva, não dá
Ibope. O poder público municipal está fazendo apenas a sua
obrigação, afinal recebe impostos para custear obras e ações
que favoreçam a comunidade. Certíssimos! Por que será
que então todos os outros não fazem a mesma coisa? A resposta
é clara: casa embaixo da água dá Ibope.
- Bianca Neppel, assessora de imprensa da Prefeitura de Canoinhas

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Apontamentos |
Índio,
madeira e PM
O confronto entre índios e colonos na localidade de Bonsucesso,
em Itaiópolis, além de preocupar pela possibilidade de ocorrer
um enfrentamento com a Polícia Militar, está despertando a
desconfiança pela forma como o impasse ocorre. Todos se perguntam
quem está comprando a madeira que os índios tiram das terras
ocupadas há quase três meses. Vale lembrar que grande parte
dos 30 mil hectares da área invadida pertencem legalmente a três
grande grupos que têm reflorestamentos: Terra Nova, Battistela e Odebrecht.
Além do reflorestamento, na região a mata é rica em
araucárias, árvores nativas do Planalto Norte.
Dificuldades
Em conseqüência do arrocho financeiro, com queda constante
na arrecadação, a maioria das prefeituras da região
serrana não terá condições de pagar o 13º
salário de seus servidores no final do ano. A previsão é
do presidente da Associação dos Municípios da Região
Serra e prefeito de Urupema, Áureo de Souza. Com exceção
dos municípios de Correia Pinto, Otacílio Costa e os emancipados
em 1996, Áureo prevê muitas dificuldades de caixa. Amanhã,
os prefeitos reúnem-se em Lages para uma tomada de posição
sobre o 13º salário.
Menos mortes
O novo Código de Trânsito Brasileiro reduziu o número
de acidentes e de vítimas fatais no perímetro urbano e rodovias
próximas a Lages. Enquanto em 1997 ocorreram 1.116 acidentes, uma
média de 93 por mês, até o final da semana passada haviam
sido registrados 655 acidentes, com média de 72 por mês. Em
1997 foram 445 feridos, média de 17 por mês. Hoje, a média
mensal de feridos é de 32, com número total de 292. A maior
redução, no entanto, ocorreu no número de mortos. Em
1997, foram 44 mortos, média de 3,66 por mês. Em 98, o número
de mortos caiu para 16.
Palestra
A Delegacia Regional do Trabalho promove hoje e amanhã, às
8h30, no auditório da Fiesc, em Florianópolis, a última
etapa do projeto "O contabilistav e a eficiência nas respostas
às leis do trabalho". Entre os objetivos do projeto estão
a discussão e esclarecimentos sobre as novas regras trabalhistas
propostas pelo governo federal. Neste ano foram definidos sete pólos
para a execução desse projeto, que começou em agosto,
em Joinville, e em seguida passou por Mafra, Criciúma, Lages, Blumenau
e Chapecó.
Novos cursos
O reitor em exercício Anacleto Ângelo Ortigara preside amanhã,
às 9h30, em Videira, reunião do Conselho Universitário
da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc) que examinará,
em caráter definitivo, a criação de três novos
cursos de graduação e outros nove de pós-graduação.
O reitor Luiz Carlos Lückmann encontra-se em viagem de estudos à
Alemanha. Serão apreciados os projetos de criação dos
cursos de Educação Física, Fisioterapia e Arquitetura
e Urbanismo. O acesso a esses cursos será possível pelo vestibular
unificado.
Feira
Mais de dez mil pessoas prestigiaram, entre sexta-feira e domingo, a
primeira edição da Feira de Braço do Norte, promoção
da Prefeitura e do Sebrae. A feira mostrou as potencialidades do Vale do
Braço do Norte, com empresas que alavancam a economia da região.
Segundo o secretário da Indústria, Comércio e Turismo,
Evaldo Niehues, a intenção é fazer com que a feira
seja realizada anualmente, e que os estandes sejam ocupados também
por empresas de outras regiões do Estado. A Feira teve a participação
de 35 expositores.
Curtas
O engenheiro Ênio Padilha faz palestra hoje à noite na sede
da Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos
de Lages. Ele vai falar sobre "Marketing profissional".
O ex-secretário do Meio Ambiente de São Paulo e atual deputado
federal Fábio Feldmann faz a abertura do Seminário Nacional
de Direito do Consumidor, de 4 a 6 de novembro, no Costão do Santinho,
em Florianópolis. Ele vai falar sobre "Direito do consumidor
e o meio ambiente: questões de cidadania contemporânea. Mais
informações pelo telefone (048) 222-7255.
A Câmara de Vereadores de Itaiópolis, no Planalto Norte,
aprovou projeto de lei que cria o Conselho Municipal de Turismo, diretamente
ligado à Secretaria de Indústria, Comércio, Turismo
e Urbanismo.
O Centro de Educação de Mafra (Cemma) recebeu um laboratório
polivalente móvel através do projeto Homem do Campo, em convênio
com o Banco do Brasil. O laboratório atenderá diretamente
cerca de 400 alunos de 7 a 12 anos, e outros 3 mil da 1ª a 4ª
série da rede municipal de ensino.
Será no próximo dia 25, a partir das14 horas, a segunda
corrida rústica de Itaiópolis, como parte das comemorações
do 80º aniversário do município. A corrida reunirá
atletas a parti de oito anos de idade.
"Orientação Homeopática para Leigos" é
o nome do curso que a farmácia Botica do Valle, de Joinville, promove
hoje e amanhã, a partir das 20 horas, no Centro Médico, na
rua Abdon Batista, 80. Inscrições a R$ 5 pelo telefone 422-7597.
Começou ontem na Universidade para o Desenvolvimento do Vale do
Itajaí (Unidavi), em Rio do Sul, a 5ª Semana de Estudos Jurídicos
do Alto Vale do Itajaí. Até sexta-feira, renomados juristas
catarinenses falarão sobre temas que abrangem todas as áreas
do Direito. |
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