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Detentos
aprendem profissões
Presos em Mafra têm
cursos emseis atividades através do Sine
Mafra - Os detentos do presídio de Mafra estão participando
de cursos profissionalizantes. As aulas práticas e teóricas
são ministradas no próprio presídio através
de convênio que envolve a Secretaria de Estado do Desenvolvimento
Social e Universidade do Contestado (UnC). Panificação, culinária,
construção civil, manutenção de motos, eletrodomésticos
e eletricidade são os cursos oferecidos. Através do Sine,
estes cursos já eram ministrados à comunidade. "O diretor
Ricardo Furkin requisitou os cursos para o presídio e a Universidade
aceitou o desafio", explica Luiz Antônio Machado, coordenador
de Extensão Cultural da UnC.
Sete profissionais trabalham na educação dos presos. Há
aulas de matemática, português, relações humanas
e legislação trabalhista. Ricardo Furkin, diretor do presídio,
diz que o objetivo dos cursos é tirar os presos da ociosidade e oferecer
uma chance a mais para que todos se reintegrem à sociedade. "Diversos
deles já prestam serviços como trabalhar na horta do hospital,
ajudaram a construir o novo bloco do presídio. Eles mostram que podem
se recuperar".
As 15 celas do presídio abrigam 55 detentos. A maioria, 80% inscreveu-se
nos cursos profissionalizantes. O preso Victor Hugo Borges, além
de participar dos cursos de panificação e auxiliar de cozinha,
também é instrutor do curso de pedreiro. Detido por atentado
violento ao pudor, Victor que é pedreiro profissional elogia o desempenho
dos colegas. "Todos estão se esforçando. A gente trabalhando
não tem tempo pra pensar besteira". Na metade do próximo
ano, Victor voltará à liberdade. "Não importa
se vou ser pedreiro ou padeiro, vou agarrar a primeira chance que a vida
me der com as duas mãos", afirma. Preso desde 1996, Victor diz
que perdeu tudo com seu erro, inclusive a família. "Vou começar
do zero".
A UnC fornece o material e, com o trabalho prático os presos,
acabam realizando melhorias para o presídio. Nas aulas para pedreiro,
por exemplo, estão construindo uma guarita e calçadas. Os
alunos de panificação já pensam em montar uma panificadora
dentro do presídio. O complexo dispõe de um galpão
para instalação de oficinas que podem prestar serviço
a empresas do setor privado. Cada curso tem duração de 60
horas. Até mesmo ex-internos que já estão em liberdade
condicional pediram para participar.
Esperança
Carmem Lenzi é a instrutora dos cursos de panificação
e culinária. "Eles se saíram muito bem. Quatorze fizeram
panificação, aprenderam a fazer pães, bolos e bolachas".
Santiago Ferreira, 35 está preso há seis meses e ainda tem
dez meses para cumprir. "Gostei muito do curso de panificação.
Também estou fazendo o curso de pedreiro e de manutenção
de motos". Ângelo Rodrigues, 20, nunca trabalhou. Tem pena de
seis anos a cumprir por furto. "Se eu for morar sozinho, pelo menos
já sei cozinhar. Estou fazendo todos os cursos menos o de pedreiro".
Polícia técnica será
instalada em Joinville
Florianópolis - O secretário da Segurança Pública,
Antenor Chinato Ribeiro, assina hoje em Joinville, convênio com a
Universidade da Região de Joinville (Univille) para a instalação
de um núcleo da Diretoria de Polícia Técnica e Científica
(DPTC). Chinato Ribeiro também irá assinar convênio
visando à entrega de cadáveres não-reclamados junto
às unidades do Instituto Médico Legal (IML) de Joinville,
Jaraguá do Sul e São Bento do Sul, para fins de estudo e pesquisa
científica. A assinatura dos convênios acontece a partir das
11h30, no Complexo de Segurança da Polícia Civil, no bairro
Boa Vista.
Pelo convênio, a Secretaria da Segurança Pública
colocará à disposição da Furj/Univille uma área
de 188 metros quadrados, onde serão instalados os laboratórios
de bioquímica, analítica, toxicologia, arquivo, protocolo
e expediente. Um perito oficial, a ser designado pela Diretoria de Polícia
Técnica e Científica, será o responsável pelo
gerenciamento do núcleo. Já a Furj/Univille terá de
realizar as análises de interesse criminal, sempre que solicitadas,
pelo núcleo regional da DPTC de Joinville.
MEC ameaça fechar
cursos de medicina
Instituições
que obtiveram nota D ou E no provão serão reavaliadas. Conceito
na UFSC foi C
São Paulo - Os 21 cursos de medicina de instituições
federais ou particulares que tiraram conceito D ou E (os piores, numa escala
de A a E) este ano em sua estréia no Exame Nacional de Cursos (o
provão) serão submetidos, no ano que vem, a uma avaliação
in loco pelo Ministério da Educação (MEC). E há
risco de fechamento, caso não apresentem melhorias. A medida, anunciada
hoje pelo ministro Paulo Renato Souza, adota um tratamento mais rigoroso
em relação à qualidade dos cursos de medicina. Para
os demais cursos, a ameaça de fechamento só vigora após
resultados negativos em três edições do provão.
O MEC divulgou também uma relação com as 48 faculdades
que correm o risco de não ter o reconhecimento renovado. Eles serão
submetidos a reavaliação no ano 2000.
Em Santa Catarina, o curso de medicina da Universidade Federal de Santa
Catarina (UFSC) obteve conceito C no provão e, portanto, escapa da
ameaça do MEC. O curso foi o único dos 12 inscritos pela UFSC
que obteve o conceito C. Os demais se saíram melhor, obtendo os conceitos
A e B.
Inicialmente o provão foi rejeitado pelos alunos, que chegaram
a organizar boicotes às provas. Mas agora a adesão é
quase integral. Neste ano, 92,2% dos 173.641 inscritos, em todo o Brasil,
compareceram ao exame. Foram avaliados 2.151 cursos das áreas de
administração, direito, economia, engenharia civil, engenharia
elétrica, engenharia mecânica, engenharia química, jornalismo,
letras, matemática, medicina, medicina veterinária e odontologia.
O provão já está na quarta edição.
No primeiro ano de vigência, examinou apenas os cursos de administração,
direito e engenharia civil. A cada ano, um novo grupo de cursos começa
a participar do exame instituído para avaliar a qualidade dos cursos
superiores no País. Esse instrumento, aliado à avaliação
da condição de oferta do ensino, já levou o MEC a reavaliar
101 cursos, entre eles 12 podem ser fechados caso não melhorem o
ensino em seis meses. No próximo ano, formandos de agronomia, biologia,
física, psicologia e química também farão parte
da avaliação.
Média ficou
abaixo de cinco
Brasília - Os estudantes que fizeram este ano o Exame Nacional
de Cursos (o provão) não conseguiram nota média superior
a 5 (numa escala de zero a 10) em nenhuma das 13 áreas do conhecimento
avaliadas. Medicina, que atingiu a média mais alta, não passou
de 4,9, enquanto engenharia química ficou com a mais baixa: 1,8.
O ministro da Educação, Paulo Renato Souza, atribuiu o mau
desempenho dos cursos ao grau de dificuldade do teste e disse que "prova
boa" é a que tem média 5.
Para o ministro, realizar uma prova em que todos os 2.151 cursos avaliados
tirassem nota máxima não faria sentido. "Um teste em
que todos tiram 10 não discrimina", afirmou Paulo Renato, admitindo,
no entanto, que os resultados do provão deixam claro que o desempenho
dos cursos está "abaixo do ideal do MEC" e precisa melhorar.
Das 13 áreas avaliadas, apenas duas, além de medicina,
obtiveram nota média superior a 4: direito (4,2) e odontologia (4,8).
Economia, engenharia civil, engenharia mecânica e jornalismo não
passaram de 3. Medicina veterinária, letras, engenharia elétrica
e administração não chegaram de 4. E matemática,
com 1,9, obteve o segundo pior resultado.
Em relação às médias das dez áreas
avaliadas em 1998, o resultado deste ano foi pior em sete delas. Segundo
o ministro, porém, a cada ano as provas são diferentes, de
modo que o desempenho dos alunos não pode ser comparado. Apesar das
médias baixas, houve cursos que isoladamente atingiram médias
superiores.
Visita às universidades
começará em janeiro de 2000
Com base nos resultados da quarta edição do provão,
serão submetidos a reavaliação 11 cursos de administração,
sete cursos de direito, seis de engenharia civil, três de engenharia
química, cinco de medicina veterinária e 16 de odontologia,
além dos 21 de medicina.
A reavaliação, segundo o ministro Paulo Renato, começará
em janeiro, quando os cursos de medicina e os demais serão revisitados
por uma comissão do MEC, para verificação in loco das
condições de ensino. A renovação do reconhecimento
- condição indispensável para que tenham validade os
diplomas concedidos por uma instituição -, com base em processos
de avaliação, teve início este ano.
No primeiro semestre, Paulo Renato divulgou uma lista com 101 cursos
de direito, administração e engenharia civil. Todos eles haviam
obtido conceito D ou E nas três edições do provão,
entre 1996 e 1998, ou ainda classificação insuficiente em
dois dos três itens analisados na Avaliação das Condições
de Oferta. A seguir, esses cursos foram revisitados por comissões
de especialistas nomeadas pelo MEC. Com base em relatórios dessas
comissões, a Secretaria de Educação Superior do ministério
enviou parecer ao Conselho Nacional de Educação (CNE).
O resultado é que o CNE já concedeu prazo de seis meses,
após o qual haverá nova avaliação, para que
12 cursos de direito e administração promovam as melhorias
necessárias, segundo os padrões do MEC. Caso contrário,
esses cursos serão fechados.
Reivindicados critérios para
novos aterros sanitários
São José - Os municípios e regiões de Santa
Catarina precisam de linhas de crédito para a construção
de aterros sanitários, além da definição de
critérios claros e objetivos para o licenciamento ambiental destas
instalações. A posição é da Associação
de Entidades Municipais de Meio Ambiente (Assema), criada oficialmente na
quarta-feira em reunião realizada em São José, na Grande
Florianópolis.
Além de debater o destino final de resíduos sólidos,
nos aspectos ambiental e legal, os participantes do encontro aprovaram a
"Resolução de São José", que será
encaminhada ao governo do Estado. No documento, a Assema pede que seja considerada
a "possibilidade de financiamento, construção e operação
de aterros de forma consorciada entre municípios."
Querem ainda a realização de "levantamento técnico
a nível estadual para localização de áreas disponíveis
para a construção de aterros sanitários, auxiliando
os municípios na definicão de áreas para tal fim".
Os integrantes da nova entidade consideram que os resíduos domiciliares
"são um grave problema social, econômico e ambiental enfrentado
por todos os municípios catarinenses". Por causa disso é
necessário o início de "um processo de cooperação
entre Estado e municípios para sua eficaz solução".
Iniciativa
A idéia de criação da Assema surgiu da Fundação
de Meio Ambiental de Blumenau (Faema), cidade que abrigou o primeiro encontro
para debater a iniciativa, recebendo o apoio do órgão similar
de Joinville, que sediou o segundo evento. "Essa é a terceira
reunião que estamos realizando, debatendo o tema específico
dos resíduos sólidos, aprovando os estatutos e elegendo a
diretoria para um mandato de dois anos", destaca Luiz Fernando Merísio,
da Faema.
Além de São José, Blumenau e Joinville, a iniciativa
conta com o apoio dos órgãos ambientais de outros municípios,
como Jaraguá do Sul, Lages, Itapema, Araquari, Pomerode, Luiz Alves,
Barra Velha, Timbó, Garuva, Navegantes, Maracajá e Doutor
Pedrinho. O promotor Alexandre Abreu, coordenador de meio ambiente da Procuradoria
Geral de Justica, além do prefeito Dario Berger (de São José),
participaram do encontro.
Definida empreiteita que vai
construir barragem no Sul
Criciúma - A empresa OAS Engenharia, da Bahia, apresentou a proposta
mais baixa para a construção da barragem do Rio São
Bento, em Siderópolis, Sul do Estado e venceu a licitação.
A empreiteira propôs realizar a obra por R$ 37,2 milhões, um
valor menor que as outras duas empresas que também foram selecionadas,
as construtoras Andrade Gutierrez (R$ 49 milhões) e Queiróz
Galvão (R$ 46 milhões). Os envelopes com as propostas financeiras
foram abertos ontem à tarde na sede da Companhia Catarinense de Águas
e Saneamento (Casan), em Florianópolis.
O presidente da Casan, Aristorides Stadler, diz que a obra deverá
ter início dentro de 90 dias. "A empreiteira deverá fazer
alguns ajustes no projeto, mas não deveremos ter mais atrasos",
comemora ele. A barragem do rio São Bento, que vai atender os 10
municípios da região Carbonífera, foi orçada
em quase R$ 50 milhões.
Vistoria
Ontem, o procurador geral da República, Fábio Venzon,
geólogos e técnicos da Casan estiveram fazendo uma vistoria
na comunidade de São Pedro, onde será construída a
barragem. A procuradoria teria recebido informações de grupos
ambientalistas que estavam questionando dados do Relatório de Impacto
Ambiental (Rima), que foi concluído no início de dezembro
de 1995. Cerca de 10 dias depois, a região de São Pedro foi
atingida por uma forte enxurrada, que acabou provocando estragos no meio
ambiente.
Esse foi um dos motivos que levou o procurador até o local para
verificar se o Rima já tinha sido alterado. "Precisávamos
avaliar o relatório para saber se a barragem suportaria uma outra
enchente como aquela", explicou Venzon. A análise do procurador
será transformada em um relatório, concluído dentro
de 30 dias.
Estado recebe
R$ 22 mi para programas
Recursos do orçamento
de 99 vão beneficiam 66 municípios e devem ser aplicados em
ação social, habitação e infra-estrutura
Florianópolis - O secretário especial de Desenvolvimento
Urbano da Presidência da República, ministro Ovídio
Antônio de Angelis, assina protocolo e contratos de repasse de verbas
para 66 municípios, hoje, às 11 horas, no Palácio Santa
Catarina. O valor, R$ 22,1 milhões, são resultantes de emendas
parlamentares individuais e de bancada, apresentadas ao Orçamento
Geral da União de 1999. Os recursos foram destinados aos programas
Habitar Brasil, Programa de Ação Social em Saneamento (Pass)
e Pró-Infra.
De acordo com a Superintendência Estadual da Caixa Econômica
Federal (CEF), responsável por repassar efetivamente os recursos,
"os Programas Habitar Brasil, Pass e Pró-Infra tem como finalidade
elevar os padrões de habitabilidade e de qualidade de vida em localidades
urbanas e rurais, promovendo intervenções em áreas
degradadas ou em risco, ocupadas por sub-habitações, bem como
implantar projetos de abastecimento de água, esgotamento sanitário
e destinação final de resíduos, além de viabilizar
ações que priorizem os investimentos públicos em transporte
coletivo e segurança viária".
Serão beneficiados os municípios de Agronômica,
Ibirama, Indaial, Ituporanga, Mirim Doce, Pouso Redondo, Abelardo Luz, Água
Doce, Águas de Chapecó, Arroio Trinta, Arvoredo, Caçador,
Caibi, Campo Erê, Catanduvas, Chapecó, Descanso, Entre Rios,
Faxinal dos Guedes, Iraceminha, Jaborá, Joaçaba, Luzerna,
Macieira, Maravilha, Modelo, Nova Itaberaba, Piratuba, Quilombo, Riqueza,
Santa Terezinha do Progresso, São Domingos, São José
do Cedro, Vargem Bonita, Videira, Zortéa, Balneário Gaivota,
Braço do Norte, Capivari de Baixo, Garopaba, Imbituba, Jaguaruna,
Pedras Grandes, Rio Fortuna, Treze de Maio, Tubarão, Turvo, Bombinhas,
Canelinha, Florianópolis, São Bonifácio, São
José, São Pedro de Alcântra, Balneário Barra
do Sul, Barra Velha, Itaiópolis, Joinville, Major Vieira, São
Bento do Sul, São Francisco do Sul, Schroeder, Três Barras,
e o Estado de Santa Catarina, de um modo em geral.
Tubarão desiste de
etapa do Habitar-Brasil
Tubarão - O prefeito de Tubarão Genésio Goulart
(PMDB) solicitou a desistência na segunda etapa do programa Habitar
Brasil, desenvolvido pelo governo federal, e que prevê o financiamento
de casas populares. A Prefeitura está construindo 75 casas dentro
do programa, mas preferiu não iniciar as obras de mais 40. A iniciativa
acabou resultando em sérias críticas da oposição
ao prefeito. "Ficaram dizendo que nós não queríamos
construir casas e não foi isso que ocorreu", informou Goulart.
Na primeira etapa do Habitar Brasil, a Prefeitura de Tubarão
recebeu R$ 380 mil do governo federal para construir as 75 casas no bairro
da Guarda, na margem esquerda do rio Tubarão. O município
entrou com mais R$ 220 mil como contrapartida. "Nessa segunda etapa
teríamos que contribuir com mais de 60% do total da obra e o município
não têm esses recursos disponíveis", afirmou Goulart.
O projeto previa a construção de mais 40 casas, no valor de
R$ 360 mil. Destes, R$ 220 mil seriam repassados pela prefeitura e R$ 140
mil viriam do governo federal.
Carência
As primeiras 75 residências começaram a ser construídas
em março deste ano e a intenção é que fiquem
prontas dentro de três meses. As famílias foram cadastradas
pela Secretaria de Assistência Social de acordo com o grau de carência.
Além dos investimentos físicos e materiais nas residências
o município também tem que arcar com a infra-estrutura, abastecimento
de água, drenagem fluvial e rede de esgoto.
Para o prefeito, as outras 40 casas seriam fundamentais, "mas não
adianta iniciar uma obra e não ter dinheiro para concluir",
garante ele. Hoje o município de Tubarão arrecada cerca de
R$ 1,6 milhão/mês e gasta mais de R$ 1 milhão com a
folha de pagamento.
Fundef pede ao governo
ressarcimento de verbas
Florianópolis - O conselho que fiscaliza a utilização
dos recursos do Fundo para o Desenvolvimento e Manutenção
do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério (Fundef)
no Estado vai solicitar hoje à secretária de Educação,
Miriam Schlikmann, o ressarcimento de R$ 18,6 milhões que o órgão
apontou como aplicação indevida no exercício deste
ano. O balancete do Fundef até outubro, apresentado na segunda-feira
pela diretoria Administrativa, Financeira e Contábil da secretaria,
aponta que R$ 13,9 milhões foram usados no pagamento de salários
de docentes atrasados em 1998. Outros R$ 4,7 milhões serviram para
quitar, em fevereiro e março de 1999, a folha de serventes, vigias
e merendeiras das escolas estaduais referente aos meses de novembro e dezembro
de 1998.
O Conselho Estadual de Acompanhamento e Controle Social do Fundef emitiu
um parecer no qual entende, baseado na legislação, que os
recursos do fundo só podem ser gastos com a folha do exercício
atual. "Isso é totalmente irregular", diz a presidente
do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) e integrante
do órgão, Marta Vanelli. Na quarta-feira ela encaminhou os
documentos para a Comissão de Educação do Congresso
Nacional, que investiga irregularidades do fundo em vários Estados.
O órgão estadual é formado por nove representantes
de entidades educacionais, incluindo a secretária de Educação
do Estado, que enviou sua suplente para o encontro de segunda-feira. Miriam
disse ontem que só vai se manifestar sobre o pagamento atrasado após
ler a ata da reunião.
Além da destinação dos R$ 18,6 milhões,
o conselho também estuda uma posição sobre o uso de
R$ 40 milhões do Fundef para o pagamento da folha dos professores
inativos dos meses de junho, julho e agosto, e da primeira parcela do 13º
salário de 1999. A lei nº 9.424/96, que instituiu o fundo, diz
que Estados e municípios devem aplicar pelo menos 60% da verba "para
a remuneração dos profissionais do magistério, em efetivo
exercício de suas atividades no ensino fundamental público".
"Portanto, não poderia ser desviada para os aposentados",
deduz Marta.
Decisão final
caberá ao TCE
A secretária da Educação argumenta que pode aplicar
nos inativos parte dos 40% restantes do fundo, mas o assunto é polêmico.
O diretor de Acompanhamento do Fundef em Brasília, Ulisses Semeghini,
concorda com o conselho, mas ressalta que a decisão final cabe aos
Tribunais de Contas dos Estados. "A maioria deles tem se posicionado
contra o uso na folha de aposentados", lembra. O artigo 70 da Lei de
Diretrizes e Bases (LDB) lista as despesas que são consideradas como
manutenção e desenvolvimento do ensino, e não inclui
inativos. O órgão investiga ainda a prestação
de contas do Fundef em 1998, que apresenta um saldo contábil de R$
72 milhões que teria sobrado da arrecadação do ano,
sem utilização.
Ornamentação de Natal
invade as ruas de Joinville
Comércio e residências
investem em decoração e enchem de luzes e brilhos as ruas
da cidade
Joinville - O clima de Natal toma conta das ruas, das casas e da comunidade
de Joinville. Além da programação oficial para marcar
as comemorações do nascimento de Cristo e a chegada de um
novo ano, os moradores decoram as fachadas de suas casas e enchem de luz,
cor e símbolos natalinos as ruas da cidade.
Na avenida Santos Dumont (uma das mais movimentadas da cidade) uma empresa
virou um atrativo a parte. Pelo terceiro ano consecutivo a Refrigeração
Rachadel investiu na decoração natalina. Este ano a empresa
conta com dez mil lâmpadas, um trenzinho feito com peças de
geladeira, ar condicionado e lavadouras, presépio e trono do Papai-Noel.
Todas as noites, das 20 horas a meia-noite, Papai Noel embala os sonhos
da criançada e distribui mensagens de paz e otimismo para o ano novo.
Conhecida como "Rua do Papai Noel", a rua Braço do
Norte atrai centenas de visitantes todas as noites, desde que os moradores,
há alguns anos, começaram a enfeitar as casas com luzes, presépios
e motivos natalinos. A iniciativa da comunidade é hoje uma atração
a parte na época de Natal e o fluxo de visitantes é tão
grande que chega a atrapalhar o trânsito nas redondezas.
Embora o tráfego de veículos esteja fechado e exista um
guarda no local, alguns motoristas alertam para que as famílias tomem
mais atenção ao atravessar a rua Visconde de Taunay que dá
acesso ao local pois, mesmo com trânsito lento, não é
difícil acontecer acidentes. No domingo a partir das 20 horas a Braço
do Norte se transforma em palco para apresentação de grupos
infantis e adulto de canto coral.
No bairro Petrópolis, zona Sul da cidade, os moradores das 31
casas da rua dos Enfermeiros também encheram o lugar de luzes e cores.
Aproveitando galhos e plantas nativas retiradas de uma área verde
próxima que está sendo desmatada para dar espaço há
um loteamento, eles formaram um presépio.
Segundo ela, a idéia de decorar toda a rua e montar o presépio
surgiu da vizinha Rita Maria de Oliveira, a mesma que desenhou as peças
da manjedoura. Bem aceita, a idéia contou com o apoio da comunidade.
Cada morador contribuiu com três caixinhas de lâmpadas para
o presépio e ficou responsável pela decoração
de sua própria casa e jardim. A conta de luz também é
de responsabilidade de casa família. "Só a do presépio
será divida entre a comunidade", explica Lia.
O trabalho dos moradores da rua dos Enfermeiros foi aberto à
visitação no dia 18 de novembro. O local é tranqüilo
e também há um guarda contratado pela comunidade para manter
em ordem a decoração na rua a partir das 24 horas. A decoração
permanece nas casas até o dia seis de janeiro, dia de Reis. Mais
de 100 pessoas estão envolvidas no projeto.
Presépios e
cometas na área rural
O bairro Vila Nova, na área rural de Joinville, também
entrou no espírito de Natal com a decoração da Pizzaria
e Petisqueira Jr, que fica na rua 15 de Novembro. Conforme o proprietário
Acir Poffo, o local tem 600 metros quadrados e está iluminado com
mais de 10 mil lâmpadas. A decoração que conta com presépio,
árvore de Natal estrelas e cometas, pode ser vista de terça
à domingo a partir das 20 horas. "Investimos para chamar a atenção
dos clientes e motivar os vizinhos a fazerem o mesmo, ampliando o espírito
natalino na região", comenta o proprietário.
Na programação da Prefeitura, os eventos natalinos no
centro prosseguem no dia 15 de dezembro, com o especial de Natal com a Família
Lima, no Centreventos Cau Hansen, e no dia 17, com a apresentação
de corais na praça Nereu Ramos, no Cetnro, a partir das 20h30.
Trem percorre
os caminhos da
imaginação das crianças
Outra casa que já virou ponto de referência em decoração
natalina, em Joinville, é a da família de Gilberto Patzsch,
na rua Henrique Dias, 204, no bairro Anita Garibaldi. Patzsch, que no ano
passado foi um dos principais destaques em concursos de decoração
de Natal em Joinville, não deixou por menos e, mais uma vez, tem
atraído, diáriamente, dezenas de visitantes à residência.
O trabalho minucioso, que envolveu toda a família, divide a atenção
de quem observa. Na casa dos Patzsch, um trem em movimento leva as pessoas
a um mundo de sonhos com a Estação Noel, o Mundo Encantado
da Criança, o Pólo Norte, a Estação da Família,
a Vila dos Duendes e, como não poderia deixar de existir, a Estação
das Flores, em homenagem a Joinville, conhecida como cidade das flores.
União
Para o proprietário, o trabalho não deve ser confundido
com ostentação. "Queremos celebrar o Natal em seu verdadeiro
sentido que é a união da família. O trabalho de todos
os parentes trabalhando em conjunto para enfeitar um jardim retrata o verdadeiro
espírito de Natal", afirma.
Pensando nisto, a família também elaborou um presépio
e placas pintadas à mão com mensagens de otimismo. "Que
esta viagem dos sonhos reflita a esperança em nossas crianças,
a paz e a união entre as família e o início de uma
nova vida, na passagem para o ano 2000", esta frase traduz todo o sentido
de nosso trabalho, conclui.
Campanha em
Rio Negrinho incentiva
a iluminação
Rio Negrinho/Mafra - Um concurso lançado pela Prefeitura de Rio
Negrinho vai premiar as melhores decorações natalinas da cidade.
"Ilumina Rio Negrinho" é o nome da campanha cujo objetivo
é colocar luzes e cores em toda cidade. Duas categorias disputam
os prêmios: iluminação residencial e empresarial. A
residência vencedora receberá uma TV 29 polegadas e poderá
indicar uma creche ou entidade beneficente que receberá uma TV 20
polegadas. Para a empresa mais iluminada o prêmio é R$ 2.500
em mídia na TV.
Um dos destaques da iluminação é o chaminé
da Cimo, no centro da cidade. Com 47 metros de altura, a velha chaminé
transforma-se na maior vela natalina do Brasil. As inscrições
para o concurso de iluminação natalina podem ser feitas na
assessoria de imprensa da Prefeitura ou na Secretaria da Indústria,
Comércio e Turismo.
Artesanato
Os artesãos de Mafra ganharam espaço para vender seus
produtos. A loja Mãos de Mafra funciona junto à rodoviária
e oferece artigos para decoração, toalhas bordadas, crochê,
quadros e até acolchoados. O destaque no mês de inauguração
são os artigos natalinos como guirlandas, arranjos de mesa e sugestões
para presentes.
Uma ala da loja é destinada exclusivamente aos artistas mirins
que também já podem comercializar suas obras. A presidente
da Associação de Artesanato Mafrense, Helga Schultz, conta
que a loja de artesanato foi a primeira reivindicação feita
pela categoria à secretária da Ação Social,
Célia Saliba. "Esperamos que as pessoas venham conhecer a loja
antes de comprar seus presentes de Natal".
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Vestibular |
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Acafe atrai mais de 25 mil candidatos
Vestibular para preencher
13 mil vagas será realizado no domingo
Chapecó - Mais de 25 mil candidatos participam neste domingo,
a partir das 8h30, do Vestibular Estadual Unificado da Associação
Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe). Estarão
sendo disputadas 13 mil vagas em 297 cursos superiores, oferecidos pelas
dez instituições de ensino filiadas à entidade. As
provas serão aplicadas em 28 cidades de Santa Catarina, em Porto
Alegre (RS), Curitiba (PR) e em São Paulo (SP). A novidade deste
ano é a realização do concurso em um único dia.
Segundo o reitor da Universidade do Oeste (Unoesc) e presidente da Acafe,
Luiz Carlos Lückmann, a intenção é facilitar a
vida dos candidatos, principalmente daqueles que se deslocam de outras cidades
para participar do vestibular. "A cada inovação, estamos
garantindo a permanência dos jovens em nosso Estado, evitando que
eles procurem por universidades fora de Santa Catarina".
A primeira prova terá início às 8h30 e término
ao meio-dia. Serão 25 questões de língua portuguesa,
literatura brasileira e língua estrangeira e mais uma redação,
comuns a todos os participantes do vestibular. À tarde, das 15 às
18h30, os candidatos farão a segunda prova.
O objetivo, conforme o reitor, é avaliar os conhecimentos específicos
de cada candidato nas disciplinas básicas do curso optado. São
30 questões de física, matemática, química,
biologia, história e geografia e 20 relacionadas à assuntos
do cotidiano. "A filosofia de testar não somente o conteúdo
programático do ensino médio, mas também a capacidade
do candidato de ver o mundo e fazer uso do conhecimento já pode ser
considerada uma tradição na Acafe", afirma.
Para participar do vestibular, o candidato deverá apresentar
o cartão de identificação e o documento original de
identidade antes do início das provas.
Os gabaritos estarão à disposição dos candidatos
a partir das 20 horas do domingo nas sedes das instituições
de ensino superior, na sede da Acafe ou pela internet, através do
site www.acafe.rct-sc.br. Os resultados serão divulgados no dia 29
de dezembro, às 10 horas, nos mesmos locais.
Estrutura e segurança na Unoesc
Chapecó - Uma super-estrutura de atendimento e segurança
está sendo organizada pela Universidade do Oeste (Unoesc) no campus
de Chapecó, onde está a terceira maior concentração
da candidatos do Estado - 2.518 no total.
A fiscalização vai envolver mais de 160 pessoas, além
das equipes da Polícia Militar e do corpo de bombeiros. A Unoesc/Chapecó
disponibilizou 900 vagas em 17 dos seus 23 cursos.
Onde fazer as provas
Araranguá: Unisul - Rod. Jorge Lacerda, 449 - fone (48)
524-1105
Blumenau: Cesb - Rua Capitão Santos, 145 - fone (47) 329-7499
Brusque: Colégio São Luiz Rua Padre Gattone, s/n
- fone (47) 351-1934
Caçador: UnC- Rua Itororó, 800 - fone: (49) 663-2033
Campos Novos: Unoesc - Estrada Geral de Tangará, s/n -
fone (49) 541-0099
Canoinhas: UnC - Rua Roberto Elke, 86 - fone (47) 622-3299
Chapecó: Unoesc - Rua Sen. Attílio Fontana, 591-E
- fone: (49) 721-8000
Concórdia: UnC - Rua Linha Zanatta, s/n - fone (49) 442-0850
Criciúma: Unesc - Av. Universitária, 1105 - fone
(48) 431-2500
Curitibanos: Unc - Av. Leoberto Leal, 1904 - fone (49) 245-0377
Curitiba (PR): UFPR - Av. Cel. Francisco H. dos Santos, s/n -
Jardim das Américas
Florianópolis: (GRUPOS 001 a 059): Instituto Estadual de
Educação - Av. Mauro Ramos, 275 - Entrada pelo portão
da Rua Anita Garibaldi
(GRUPOS 060 a 078): ETFSC - Av. Mauro Ramos, 950 - Centro - fone (48) 224-8860
Fraiburgo: UnC - Rua Carlos Meister, s/n - fone (49) 246-3334
Ituporanga: Unidavi - Rua Lauro Mello, 470 - fone (47) 833-2082
Jaraguá do Sul: Ferj - Av. dos Imigrantes, 500 - fone (47)
371-0983
Joaçaba: Unoesc - Rua Getúlio Vargas, 2125 - fone
(49) 551-2000
Joinville: Univille - Campus Universitário, s/n - fone
(47) 461-9000
Lages: Uniplac - Av. Castelo Branco, 170 - fone (49) 224-2684
Mafra: UnC Av. Presidente Nereu Ramos, 1071 - fone (47) 642-3059
Porto Alegre (RS): UFRGS - Av. Paulo Gama, 110 - Bairro Farroupilha
Porto União: Unc - Rua Joaquim Nabuco, 314 - fone (42)
523-2328
Presidente Getúlio: Unidavi - Rua Rudolfo Haertel, 111
- fone (47) 352-1027
Rio do Sul: Unidavi - Rua Dr. Guilherme Gemballa, 13 - fone: (47)
831-6000
São Bento do Sul: Univille - BR-280, s/n - fone: (47) 635-1257
São Miguel do Oeste: Unoesc - Rua Oiapoc, 211 - fone (49)
831-1000
São Paulo (SP): Fundação Armando Alvares
Penteado - Rua Alagoas, 903 - Bairro Pacaembú
Taío: Unidavi - Rua Seminário, 309 - fone (47) 862-0532
Tubarão: Unisul - Av. José Acácio Moreira,
787 - fone (48) 621-3000
Videira: Unoesc - Rua Paese, 198 - fone (49) 551-1422
Xanxerê: Unoesc - Rua Dirceu Giordani, 696 - fone (49) 441-7000
Concórdia vai ganhar centro de educação
no transporte
Concórdia - A Fundação Adolfo Bósio de Educação
no Transporte (Fabet) assinou ontem em Brasília um convênio
como o Ministério da Educação e Cultura que garante
a construção em Concórdia do primeiro centro de educação
e tecnologia no transporte do Brasil. O projeto está orçado
em R$ 2 milhões e será financiado pelo Banco Interamericano
de Desenvolvimento (Bird). O centro será semelhante aos instalados
na Europa e deve ficar pronto até o final do ano 2000.
A construção do centro de educação no transporte
está sendo idealizada desde o surgimento da Fabet, há quatro
anos. Concórdia é um dos centros do transporte rodoviário
em Santa Catarina devido à proximidade de várias agroindústrias
e o setor sempre reclamou de uma escola para a formação de
motoristas e outros profissionais envolvidos com o segmento. "Acredito
que o centro vai se transformar em modelo para o País. Procuramos
o que há de melhor na Europa para realizar nosso projeto e por isso
contamos com o apoio do Bird", disse o presidente da Fabet, Pedro Rogério
Garcia.
Quando entrar em funcionamento, o centro poderá ser considerado
uma "universidade" do transporte de cargas. A proposta é
oferecer cursos para formar novos motoristas e reciclar os que já
atuam nos vários segmentos do transporte de cargas. Também
serão promovidos cursos para as atividades de apoio ao transporte,
como a comunicação via satélite, que tem ajudado no
combate ao roubo de cargas nas estradas brasileiras.
Apae precisa de R$ 1,5 mil para construir quadra
esportiva
Papanduva - A Escola Especial Raio de Sol, de Papanduva, precisa arrecadar
cerca de R$ 15 mil para construir uma quadra coberta para práticas
esportivas. A escola possui 70 alunos que, por falta de espaço, precisam
conciliar as atividades de educação física com as de
fisioterapia. "Ocupamos a sala de fisioterapia que é maior,
mas os dois trabalhos acabam prejudicados", afirma a diretora Maria
Lídia Heinen.
O terreno para construção da quadra coberta já
foi adquirido pela Apae, graças à venda de produtos doados
pela Receita Federal. A área, localizada ao lado da escola Raio de
Sol custou R$ 6 mil. As despesas de telefone, água e luz são
custeadas graças à contribuição de 45 sócios.
Com verba do Fundo Nacional de Educação, a escola paga as
despesas de combustível para transporte dos alunos. "Não
temos outro recursos para construir a quadra a não ser recorrer a
doações", diz Lídia.
Além da quadra coberta, a Apae de Papanduva tem outras necessidades
urgentes, entre as quais uma banheira de hidromassagem para fisioterapia,
uma caixa d,água, fraldas descartáveis, cadeiras de rodas
e até material pedagógico. "Os 15 professores e técnicos
fazem o que podem para desenvolver todas as atividades necessárias,
mas sentimos a falta de recursos".
Dezessete alunos maiores de 15 anos trabalham na oficina de reciclagem
da escola. Com o papel reciclado, os alunos confeccionam cartões
e embalagens. Parte da renda destina-se à compra de material para
a oficina e o restante é repassado como pagamento aos aprendizes.
Novo diretor - O presídio Santa Augusta,
de Criciúma, passará a ser comandado a partir de hoje pelo
tenente da Polícia Militar, Cláudio de Oliveira Nolasco. A
posse oficial acontece hoje, às 17 horas, no presídio. Nolasco
assume a vaga do policial civil Valmir Rocha, afastado por suspeita de irregularidades
na última semana. Até o momento, a Secretaria de Justiça
e Cidadania não divulgou as causas do afastamento de Rocha.
Artesanato - Mais de 50 expositores vão
mostrar seus talentos na feira de artesanato que acontece periodicamente
em Canoinhas. Artesanatos em madeira, cerâmica, lã, pinturas,
bordados, tricô, crochê, bichos de pelúcia, quadros,
enfeites de Natal e até doces e pães vão ser mostrados
na feira que acontece amanhã. Esta é a segunda vez que está
sendo realizada a feira. A primeira aconteceu em novembro, e os expositores
obtiveram bons resultados na comercialização de seus produtos.
Línguas 1 - O programa de ensino de
línguas da Univali, em São José e Biguaçu para
universitários e comunidade, abre novas turmas no próximo
ano, de 21 de fevereiro a 10 de março. Serão oferecidos cursos
de inglês e espanhol.
Línguas 2 - Com 60 horas/aula por
semestre, os cursos são oferecidos em laboratório de línguas,
com acesso à Internet e novas abordagens de construção
do conhecimento. As aulas incluem conversações, inglês
instrumental. |
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