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Escassez de efetivo na
polícia civil já preocupa
Estado tem 128 delegacias
sem titular e déficit de 560 policiais
Marco Aurélio Braga
Joinville - A Polícia Civil de Santa Catarina necessita de 560
policiais e 178 delegados para diminuir a escassez de efetivo que atinge
todas as regiões. O secretário de Segurança Pública,
Antenor Chinato, disse ontem em Joinville, que não tem como resolver
o problema por causa do "inchaço" na folha de pagamento
do governo do Estado. A situação mais crítica é
na região Oeste onde faltam delegados em 12 comarcas. No Norte do
Estado é preciso duplicar o número de policiais para normalizar
a situação.
Mesmo com as grande quantidade de prisões durante essa semana,
veio à tona um antigo problema da Polícia Civil catarinense:
o número de policiais lotados nas delegacias é insuficiente,
conforme reconheceu o próprio secretário de Segurança
Pública. "A carência é muito grande de policiais
e isso não é um fator restrito a uma só região.
No Oeste são 12 comarcas sem delegados", reforça.
A Polícia Civil tem hoje um efetivo de 3.300 policiais em atividade.
A maior preocupação da SSP é o alto número de
policiais que estão nos serviços burocráticos, como
o registro de ocorrências. O governo tem esbarrado, porém,
em situações legais. A Lei Camata não permite que Estados
gastem mais de 60% da receita líquida com salários. Antenor
Chinato pensa em pedir à Assembléia Legislativa a regularização
do concurso público ocorrido no ano passado. "Estamos tentando
resolver os problemas o mais rápido possível. Uma das alternativas
é fazer remanejamento de policiais. A outra é tentar regularizar
o concurso público que no ano passado foi paralisado por falhas",
observa.
Para traçar um retrato da situação da Polícia
Civil da região Norte/Nordeste do Estado, uma comissão de
deputados estaduais estiveram reunidos para formular medidas práticas
e equipar as delegacias. "Em Joinville o ideal era dobrar o efetivo",
defende o deputado estadual e delegado, João Rosa (PTB),.
A idéia do deputado petebista é criar uma nova classe
de policiais que trabalhariam somente nas questões burocráticas.
Segundo Rosa, o plano já foi remetido para o governador Esperidião
Amin. "A minha idéia é criar o agente administrativo
policial com salário em média de R$ 250,00. Assim liberaria
os policiais que já são treinados para a investigação",
explica.
Delegacia
O secretário de Segurança também cogita não
transferir a 2ª Delegacia de Polícia de Joinville para o novo
prédio, entregue em setembro deste ano. Além da localização
difícil, um morro que ameaça deslizar coloca em risco toda
a estrutura que custou ao governo estadual R$ 133 mil. Só na construção
de um muro de contenção seriam gastos R$ 90 mil, segundo planejamento
da Delegacia Regional. Dos quatro prédios construídos no governo
passado, dois ainda estão desocupados. "Os locais foram mal
escolhidos, mas não podemos desperdiçar o dinheiro público.
Estamos tentando encontrar alternativas".
Polícia técnica tem
núcleo em Joinville
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) e a Universidade
da Região de Joinville (Univille) oficializaram ontem o convênio
para a instalação de três laboratórios no núcleo
do Departamento de Polícia Técnica Científica (DPTC),
do Instituto Médico Legal (IML), de Joinville. Os laboratórios
de toxicologia, bioquímica e analítica, que já estão
em fase de instalação em uma área de 188 metros quadrados,
está orçado em R$ 250 mil na aquisição de equipamentos.
A Secretaria investiu na parte física do projeto, que começa
a funcionar em janeiro.
Inicialmente, as unidades vão ser destinadas a seis tipos de
análises: perícia de dosagem alcoólica, perícia
de tóxico e droga apreendida, perícia de tóxico em
material biológico, análise em material biológico de
barbitúricos, pesquisa de espermatozóides e de antígenos
no sangue e secreções.
Conforme a reitora da Univille, Mariléia Gastaldi, a universidade
pretende aproveitar o corpo docente e estagiários dos cursos de química
industrial e farmácia bioquímica para integrar a equipe de
especialistas dos laboratórios do IML. Alguns dos equipamentos a
serem instalados nessas unidades laboratoriais são importados.
IML
Na ocasião, o secretário de Segurança Pública,
Antenor Chinato, também assinou convênio visando à entrega
de cadáveres não-reclamados junto às unidades do IML
dos municípios de Joinville, Jaraguá do Sul e São Bento
do Sul, para estudo e pesquisa científica.
A instalação de um núcleo é uma antiga reivindicação
da comunidade científica da cidade. A Univille terá de realizar
as análises de interesse criminal, sempre que solicitadas, pelo núcleo
regional da DPTC de Joinville. Pelo acordo firmado entre as partes, a universidade
deverá instalar os laboratórios dentro de 180 dias a contar
da data da assinatura do convênio, com vigência será
de cinco anos, renovado mediante termo aditivo por acordo entre a SSP e
a Univille.
Universidades já pensam
em novas estratégias
Resultado do Provão
99, divulgado há dois dias pelo MEC, alertou a Unisul, Furb e Udesc
Marlise Groth
Joinville - Motivo de alegria para o reitor da Universidade Federal
de Santa Catarina (UFSC) Rodolfo Pinto da Luz, o resultado do Exame Nacional
de Cursos, o popular Provão do Ministério da Educação,
serviu de alerta para a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) e
para a Universidade Regional de Blumenau (Furb). Enquanto os cursos de Jornalismo
e Engenharia Mecânica da UFSC conquistaram nota "A" e se
destacaram como os melhores no ranking nacional, a Unisul tem de melhorar
a qualidade do curso de administração em Araraguá que
em dois anos consecutivos tirou nota "E". A Furb tem de aumentar
os índices de medicina, engenharia elétrica e economia que
receberam conceito "D".
Com os baixos resultados alcançados no curso de administração,
a Unisul promete reforçar a qualidade do corpo docente e melhorar
o acervo da biblioteca, inclusive o dos outros cursos que este ano tiveram
conceitos reduzidos em relação ao ano passado. Segundo o assessor
da reitoria, Antônio Elisio Pazeto, a Unisul tem um planejamento estratégico
que prevê o alcance de índices satisfatórios para todos
os cursos no prazo máximo de dois anos. Ele acrescenta que a universidade
não descarta a hipótese de fechar os cursos que não
atinjam a demanda e a qualidade necessária. "Temos o compromisso
de superar as deficiências mas, caso isso não seja possível,
é melhor não tê-los do que formar profissionais de nível
inferior".
Apreensão
Na Furb o resultado também causou apreensão. "Vamos
redirecionar as atividades de alguns cursos. Recebemos com surpresa as notas
"D" em medicina, engenharia elétrica e economia, onde esperávamos
no mínimo nota C", avaliou o reitor Egon Schramm. "Nosso
curso de engenharia elétrica que tirou "D", tem bons professores
e um dos melhores laboratórios do Sul do País. O provão
considera apenas o desempenho do alunos. Há outras avaliações
importantes do MEC, feitas in loco, que resultaram em nota máxima
para engenharia química que agora recebeu apenas conceito C",
concluiu.
Presidente do Sistema Acafe, o reitor da Unoesc Luis Carlos Lückmann
acredita que, apesar das deficiências em infra-estrutura e corpo docente,
as instituições do vinculadas ao sistema tiveram bom desempenho
em relação às demais no País. "Levamos
desvantagem quando comparadas às federais onde a concorrência
e os investimentos são maiores. Lá, a grande maioria dos alunos
só estuda e isso conta muito no resultado da prova".
Satisfeito com o terceiro resultado "A" no curso de administração
da Escola Superior de Administração e Gerencia (Esag), o vice-reitor
da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Jorge de Oliveira Mussi
adianta que a instituição vai apurar as causas dos resultados
"C" nos cursos de engenharia em Joinville. Mussi está preocupado
com a reserva de vagas para egressos do ensino médio da rede estadual
que, segundo ele, pode comprometer o resultado dos testes em edições
futuras. "Não se pode transferir para a graduação
a deficiência do ensino médio", disse.
Cursinhos fazem recepção
a vestibulandos da Acafe
Chapecó - Uma recepção especial aguarda os mais
de 2,5 mil vestibulandos que participam neste domingo, em Chapecó,
no campus da Universidade do Oeste (Unoesc), do vestibular estadual unificado
da Associação Catarinense das Fundações Educacionais
(Acafe). Os colégios e cursos de preparação pré-vestibular
da cidade mobilizaram suas equipes de professores e prometem acompanhar
os futuros calouros em todos os momentos antes e depois das provas. A intenção
é aliviar as tensões e aumentar a auto estima dos candidatos.
Os professores também estarão respondendo dúvidas e
relembrando as dicas e macetes que podem garantir pontos preciosos na conquista
da sonhada vaga na universidade.
Na grande maioria dos colégios e cursos as últimas aulas
preparatórias para o vestibular da Acafe vão acontecer hoje
pela manhã, tarde e noite. Os vestibulandos do Curso Energia vão
estar reunidos durante todo o dia de hoje no Colégio Bom Pastor.
O ultimo aulão vai priorizar as dicas e os macetes que podem ajudar
o candidato à melhorar o desempenho nas provas. No domingo, a tática
dos professores é o incentivo, com atividades que vão desde
a conversa em grupo até o conhecido grito de guerra.
A Unoesc também montou uma super estrutura de atendimento e segurança
no campus Chapecó, onde está a terceira maior concentração
da candidatos do Estado: 2.518 no total. O vestibular unificado vai utilizar
todas as salas de aula, mais o salão de atos e o plenarinho. A fiscalização
vai envolver cerca de 160 pessoas, além das equipes da Polícia
Militar e do Corpo de Bombeiros, que estarão encarregadas da segurança
externa e do atendimento às emergências.
Em todo o Estado, mais 25 mil candidatos participam do vestibular unificado
Acafe 2000. Estarão sendo disputadas 13 mil vagas em 297 cursos superiores,
oferecidos pelas dez instituições de ensino filiadas à
entidade. As provas serão aplicadas em 28 cidades do Estado, em Porto
Alegre (RS), Curitiba e São Paulo (SP). Os resultados serão
divulgados a partir do dia no dia 29 de dezembro nos locais de prova e na
Internet, através do site www.acafe.rct-sc.br.
Ielusc oferece exame para
enfermagem e comunicação
Joinville - O Instituto Educacional Luterano de Santa Catarina (Ielusc)
realiza hoje o exame de seleção do ano letivo de 2000 para
os cursos de enfermagem e comunicação social, nas habilitações
jornalismo e publicidade propaganda, com 50 vagas em cada. As provas começam
às 8 horas, no Colégio Bom Jesus e se estendem até
a tarde.
O curso mais procurado é o de publicidade e propaganda, com 3,5
candidatos disputando uma vaga. Depois aparece o de jornalismo, com 2,5
candidatos por vaga, seguido da enfermagem, com dois candidatos por vaga.
"Antecipamos o vestibular para dezembro e estamos muito satisfeitos
com a procura por nossos cursos", diz o diretor geral do Ielusc, pastor
Tito Lívio Lermen.
Para as provas de hoje, o candidato deve vir munido de lápis,
borracha, caneta azul ou preta, cartão de identificação
e a carteira de identidade. A primeira parte dos exames, pela manhã,
engloba química, física, biologia, história, geografia
e matemática. Português, literatura e língua estrangeira
e a redação ficam para a segunda parte, à tarde, a
partir das 14 horas. A lista dos aprovados será divulgada no dia
18 de dezembro. As matrícula serão feitas dias 25 a 27 de
janeiro, na secretaria acadêmica (rua Alexandre Döhler, 56) das
8 às 11 horas e das 14 às 17 horas.
Solidária 1 - Estudantes de 11 universidades
catarinenses participam hoje e amanhã do treinamento preparatório
para a etapa regional do programa Universidade Solidária. Receberão
noções nas áreas de organização e saúde
comunitária, educação de jovens e adultos, educação
ambiental, reciclagem de lixo e sobre arte, cultura e lazer.
Solidária 2 - Com base nesses conhecimentos,
entre janeiro e fevereiro passarão três semanas dando suporte
para o desenvolvimento de projetos que contribuam para a melhoria da qualidade
de vida de populações carentes. É a segunda vez que
Santa Catarina promove a etapa regional do programa.
Natal 1 - Um encontro de corais nas escadarias
da Catedral Santo Antônio marca hoje, a partir das 20 horas, a inauguração
da iluminação natalina de Chapecó. Este ano mais de
20 mil lâmpadas e quase uma centena de painéis, especialmente
desenhados para o Natal, enfeitam as ruas e avenidas.
Natal 2 - A decoração abrange
toda a região central da cidade e, como acontece todos os anos, deve
atrair milhares de pessoas de toda a região. A programação
cultural termina na véspera de Natal. Todos os dias, em frente a
Catedral Santo Antônio, serão realizadas apresentações
com artistas locais e regionais.
Estiagem - A região Meio-oeste do
Estado continua sofrendo os efeitos da estiagem que já dura mais
de um mês. As maiores conseqüências são verificadas
na agricultura e pecuária, com quebras que podem comprometer a safra
de grãos. O rio do Peixe está com o nível abaixo do
normal mas ainda não prejudica a captação, conforme
declarações da diretora do Serviço Intermunicipal de
Agua e Esgoto (Simae), Elizabeth Sartori. Em algumas localidades do interior
o abastecimento dos aviários estão sendo feitos com caminhões
pipa das prefeituras.
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Recursos |
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Garantida verba para municípios
Secretário Ovídio
de Ângelis assinou contrato de repasse de R$ 22,1 milhões para
programas de infraestrutura
Florianópolis - Os prefeitos dos 66 municípios catarinenses
que foram beneficiados com parte dos R$ 22,1 milhões, provenientes
de emendas parlamentares individuais e de bancada apresentadas ao Orçamento-geral
da União de 1999, devem receber a primeira parcela em janeiro do
próximo ano. O secretário especial de Desenvolvimento Urbano
da Presidência da República, Ovídio Antônio de
Ângelis, assinou protocolo e contratos de repasse da verba na manhã
de ontem, às 11 horas, no Palácio Santa Catarina.
O gerente de mercado da Caixa Econômica Federal (CEF), Manoel
Rodrigues dos Santos, diz que o dinheiro só será liberado
após solicitação dos prefeitos e da fiscalização
do percentual da obra, que será feita por um engenheiro do banco.
Os recursos foram destinados aos programas Habitar Brasil, Programa de Ação
Social em Saneamento (Pass) e Pró-infra. Na prática, isso
significa que os prefeitos só podem utilizar o dinheiro recebido
em obras de infra-estrutura básica, transporte coletivo e segurança
viária.
"Se ao fiscalizar a obra e o engenheiro constatar que não
condiz com os critério técnicos e com o cronograma preestabelecido
pelas emendas parlamentares, o dinheiro ficará retido até
que o erro seja corrigido", explica Rodrigues dos Santos. A CEF é
o órgão financeiro responsável pelo repasse dos recursos.
O gerente lembra que os municípios beneficiados foram selecionados
pela secretaria de Desenvolvimento Urbano da Presidência da República,
baseada nas emendas dos parlamentares.
De Ângelis considerou a sua quinta visita ao Estado como "a
mais substantiva" de todas, e aproveitou para elogiar os deputados
federais e senadores catarinenses por atuarem, apesar das diferenças
partidárias e ideológicas, em favor de Santa Catarina. "Na
pluralidade de opiniões, mesmo que divergentes, recolhermos contribuições
que aperfeiçoam a nossa luta e sobretudo a nossa decisão que
agora é realmente a de unir esforços em nome do desenvolvimento
e do bem estar da gente de Santa Catarina", acrescentou.
Anunciada construção de 2 milhões
de casas no País
Após assinar uma série de protocolos e contratos de repasses
de recursos para 66 municípios de Santa Catarina, o secretário
Ovídio de Ângelis anunciou a construção de dois
milhões de casas para população de baixa renda - que
sobrevivem com até três salários mínimos. Até
final do ano 2000, a intenção é construir 320 mil casas;
até em 2001, 520 mil e até 2003, 600 mil. O projeto deve gerar
600 mil empregos diretos no País.
Além do governador Esperidião Amin (PPB), do ministro
e do superintendente estadual da CEF, Aliator Silveira, participaram do
evento os senadores Jorge Bornhasen, Geraldo Althoff e Casildo Maldaner,
o presidente do Fórum parlamentar Catarinense, deputado João
Matos, e outros políticos.
O secretário explicou ainda que a idéia inicial é
a de que o projeto seja realizado em parceria entre prefeituras, Estados,
União e Caixa Econômica Federal. Às prefeituras caberia
o repasse de terrenos; aos governos estaduais, os fornecimentos de energia
e saneamento e à União e à CEF, a liberação
dos recursos.
Professores sem previsão de reajuste
Florianópolis - A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em
Educação (Sinte) considerou frustrante a reunião realizada
por duas horas na manhã de ontem com a secretária estadual
de Educação, Miriam Schlikmann, na qual a principal reivindicação
foi a reposição salarial para os docentes, que cumpra um percentual
definido pelo Fundo para o Desenvolvimento e Manutenção do
Ensino Fundamental e Valorização do Magistério (Fundef).
"Foi uma audiência onde não nos foi apresentada nenhuma
perspectiva", avalia a presidente do Sinte, Marta Vanelli.
Foi a segunda audiência que a categoria obteve com a secretária
desde 1º de janeiro, e a diretoria diz que tentava marcar a data há
vários meses. "Depois de tanta espera, ela não nos respondeu
nada", lamenta Marta. Através de sua assessoria de imprensa,
Miriam admitiu que este ano foi dedicado a "colocar ordem na casa"
e que por isso não houve condições de atender às
reivindicações do magistério, garantindo que até
14 de fevereiro (data da próxima reunião com o Sinte) terá
um plano de ação traçado para 2000, com atenção
ao plano de carreira dos professores.
Representante pelo sindicato do Conselho Estadual de Acompanhamento
e Controle Social do Fundef, Marta Vanelli levou também à
pauta da reunião com o Sinte questionamentos sobre a aplicação
do recurso - a audiência não contou integralmente com o conselho,
conforme publicado na edição de ontem. Miriam informou, porém,
que só vai se manifestar sobre o assunto quando for oficiada pelo
conselho, e não pelo sindicato. O balanço do Fundef até
outubro aponta destinação de 18,6 milhões como uso
indevido no pagamento de salários atrasados no exercício de
1998. |
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