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Editorial

Campanha da Fraternidade/99

O papa João Paulo 2º, em pronunciamento transmitido para o Brasil, abriu na noite de ontem mais uma Campanha da Fraternidade. Trata-se de iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que se desenvolve especialmente na Quaresma, sob a escolha de determinado tema para cada ano. O de 1999 tem como tema os desempregados e como lema a frase "Sem trabalho... Por quê?"

Não se trata de opção política da Igreja Católica em torno da primeira das preocupações dos brasileiros, o emprego. Trata-se de iniciativa da Igreja em promover entre os brasileiros o debate sobre o modelo econômico denominado neoliberal. No texto-base sobre a questão, em documento de 138 páginas, a Igreja condena o modelo neoliberalista, que tem como dogma o lucro e funciona sem nenhum tipo de freio ético.

Pois é esse modelo, em que o mercado é dono de tudo, que o governo Fernando Henrique Cardoso implementa no Brasil e tantos desastres tem provocado nos últimos meses, que acabou por conduzir o País ao impasse em que se encontra, sob quase total dominação de forças externas, como o especulador Georges Soros, ou do próprio Fundo Monetário Internacional.

Tendo por dogma o lucro, o modelo neoliberal é de perversidade diabólica, na medida em que amplia o exército dos excluídos e barbariza todas as relações econômicas, produzindo, como no Brasil, o caos social.

Discutir o modelo, portanto, é de vital prioridade para o País. É o que propõe a Igreja Católica nesse momento. "Sem trabalho... por quê?" Porque o Brasil é território para a especulação do capital internacional e porque o governo adotou uma política que tornou a Nação refém dos juros altos, que descapitaliza o empresário nacional, gera o desemprego, promove a recessão e, a partir da maxidesvalorização do real, estimula o retorno da inflação.

Na verdade, enquanto o Brasil continuar sendo administrado de fora, pelas chamadas forças de mercado, não só abdica de sua soberania, como continuará pagando o elevado preço do desemprego, do desajuste social, da miséria e da violência, como nestes dias de Carnaval mais uma vez ficou tão ostensivamente comprovado.

Para a mudança do modelo, contudo, o País precisa de liderança e unidade, condições básicas para o desenvolvimento de programas capazes de permitir a retomada do crescimento. E isso, constata-se no dia-a-dia, o País não tem hoje. Um governo central omisso e letárgico e crise federativa séria são dois fatores que agravam a crise brasileira nos dias atuais.

A proposta da CNBB, portanto, é de produzir a reflexão em torno dessas questões centrais, do modelo econômico excludente e subordinado aos interesses do exterior e em torno da necessidade imperativa de os brasileiros retomarem o comando de sua história. Em busca de melhores dias para milhões e milhões de pessoas mantidas na pobreza econômica e na mais abjeta miséria social.


Artigos

Superação da infância

Otavio Frias Filho

Existe um abismo entre o mundo dos adultos e o das crianças, abismo que fingimos encobrir com todo o repertório de idéias feitas sobre a "inocência" infantil. Para os adultos, as crianças são sempre as mesmas, congeladas no tempo mitológico das nossas memórias recalcadas, e no entanto as crianças, como tudo mais, evoluem.

Quanto mais os adultos se distanciam, em resultado do esvaziamento da vida em família, das crianças, tanto mais precocemente elas se socializam e por assim dizer "adultizam". Não é tão absurda a pergunta, formulada por um articulista a propósito da virada do milênio, sobre se haverá crianças no século 21.

Essa "adultização" está sendo impulsionada por dois fatores poderosos. Um deles é que pela primeira vez na história os adultos assumem que o jogo de ganha-e-perde material é a medida única de todas as coisas. Só vale o que for conversível em valor econômico. Isso desbarata metade das fantasias que vicejavam na infância.

O restante da "inocência" infantil - a rede de tabus sexuais - foi severamente abalado pela epidemia de Aids. O modo de transmissão dessa doença faz sua prevenção depender de um grau inédito de conhecimento público sobre a mecânica das relações sexuais. As crianças começam a se perguntar sobre camisinha aos cinco anos.

Mas continuam sendo crianças. É esse choque da experiência não inocente, mas inaugural, da criança jogada no mundo de cálculo e frieza dos adultos o que mais ressalta no desenho animado 'South Park'', em exibição na TV brasileira desde o ano passado. O desenho se tornou "cult" entre adultos, mas há fanáticos de 11 anos.

Num traço tosco, como se fosse produto de alguma mão de criança, "South Park" mostra a vida de quatro coleguinhas de escola numa cidade típica do interior americano. Eles estão completamente imersos, já, na linguagem e na temática dos adultos - estupro, lesbianismo, matança de animais, lutas de poder burocrático etc.

Como se fosse um retorno do inocente, porém, são assuntos que eles compreendem de maneira deformada, irrealista, psicótica. Na distopia de "South Park" a banalidade adulta do mal é um espelho em que se miram as próprias crianças. O desenho parece tão indecente porque para seus autores a humanidade nunca "melhora".

Na psicose das crianças haveria a semente de alguma rebeldia não fosse "South Park" um mundo integrado, reiterativo como a sina do menino Kenny, que morre de alguma morte pavorosa em todo capítulo para voltar intacto no capítulo seguinte. Coisas medonhas ocorrem em "South Park", nunca coisas traumáticas.

Os tipos de Charlie Brown, nos anos 70, eram "neuróticos", melancólicos, como se expressassem o realismo de uma primeira decepção das crianças ao despencar no mundo adulto. "South Park'" sintetiza talvez o passo seguinte na indiferenciação entre crianças e adultos, infantilizados e "adultizados" simultaneamente.

  • Otavio Frias Filho, jornalista/SP.


Nosso direito à indignação

Arlindo Bagnara

Com alarde aos quatro ventos do País, o Ministério da Cultura divulgou, ano passado, a obtenção de 200 milhões de dólares junto ao Banco Inter-americano de Desenvolvimento - BID para aplicação na recuperação do patrimônio histórico em diversas regiões. Entre os municípios eleitos para receber parte destes recursos, estava o de São Francisco do Sul, além dos também catarinenses Florianópolis e Laguna.

Confirmando a previsão e a intenção mencionadas, esteve na Ilha de São Francisco do Sul, em período pré-eleitoral, o ministro Francisco Weffort, conhecendo e analisando projetos e transmitindo a esperança de que a cidade estaria incluída, com certeza, na participação e partilha dos recursos do BID, com fatia em torno de 20 milhões de dólares. A aplicação se daria na recuperação e restauração do centro tombado há mais de dez anos pela União, com o devido reconhecimento pelo Iphan sobre sua suficiência para a reconstrução e conservação dos monumentos definidos como históricos. Além desses objetivos, houve a promessa ministerial de empenho pela construção do portal turístico marítimo, como principal fator de desenvolvimento do pólo turístico representado pela cidade histórica.

Com surpresa e indignação, foi possível verificar, na coluna do jornalista Raul Sartori publicada em A Notícia de 14 de fevereiro, que as verbas federais destinadas preliminarmente a Santa Catarina seriam relocadas para outras regiões: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Pernambuco e -- principalmente -- para a Bahia.

Confirmada a notícia, veremos mais uma vez frustradas nossas esperanças com relação à efetiva preocupação do poder público federal em consignar os meios que venham a impulsionar, com segurança e qualidade, o projeto turístico da terceira cidade mais antiga do Brasil. Infelizmente, continuaremos discriminados e rejeitados pelos poderosos grupos econômicos que comandam a política nacional.

As águas da baía da Babitonga já estão ruborizadas de vergonha por continuar refletindo os escombros da área histórica da cidade, num estado que bem reflete o descaso e o abandono dos poderes públicos federal e estadual em relação à preservação do potencial histórico ali existente.

Com certeza, não são apenas os francisquenses de nascimento e aqueles que adotaram a cidade e ali vivem com suas famílias, mas também os que já se foram, após árdua luta pela vida ao longo dos 496 anos da "Ilha do Encantamento", que hoje formam um coro de revolta e de indignação com o ostracismo, o abandono, o descaso e as injustiças cometidas contra o tão esperando desenvolvimento da cidade.

Até quando suportaremos com passividade a desconsideração às nossas aspirações e esperanças de progresso? Em nome de nossos filhos e netos precisamos reverter esse quadro de desesperança e inércia. É chegada a hora de demonstrarmos com ações firmes e enérgicas nossa indignação. Com a palavra nossos políticos e nossos poderes constituídos.

Arlindo Bagnara, jornalista em São Francisco do Sul/ atualidade@saofranciscodosul.com.br


Procura-se um sociólogo

Tadeu Córdova Borges

Ao contrário da opinião quase unânime dos economistas, creio que o Brasil não precisa do ajuste fiscal que ora está se processando. A aprovação da CPMF que por certo acontecerá, mesmo com a renovação de mais de 40% dos deputados, concluirá o ajuste e, então, o governo terá forçosamente de apresentar resultados. Creio que eles não aparecerão, e amparo-me numa brilhante exposição efetuada pelo jornalista Alexandre Garcia em palestra promovida pela Associação Comercial e Industrial de Lages (Acil), em março de 1996. Afirmou Garcia que a mídia desde meados da década de 80 vem criando falsas expectativas que se transformam em grandes decepções. Enumerou ele a campanha pelas Diretas-já, Tancredo Neves, Nova República, Constituinte, Collor, impeachment e por fim as reformas constitucionais que na ocasião estavam em discussão no Congresso. Imagino que, se a palestra fosse ministrada hoje, as reformas constitucionais estariam alinhadas entre as frustrações e a expectativa repousaria sobre o ajuste fiscal.

Há que se registrar também que o assessoramento do FMI pelo menos em nosso caso não vem demonstrando eficácia. Desde o primeiro acordo com o Fundo, em 1958, até o último, em 1998, foram 15 acordos sem que se revertessem resultados para o Brasil e para os brasileiros. Nossa renda per capita não chega a 20% da renda média do G-7, o que é uma demonstração inequívoca do insucesso das políticas determinadas pelo FMI. Registre-se que este último acordo, que contou com humilhante ajuda internacional de 20 países, entre os quais economias minúsculas, como Holanda e Bélgica, recebeu unânime reprovação do fórum internacional realizado em Davos, na Suíça.

O grotesco da assessoria do FMI é que ela impõe contenções de gastos do setor primário e é perdulária no operacional, o que fez com que a dívida pública interna no governo FHC fosse sextuplicada no primeiro mandato, às custas dos juros mais altos do mundo.

É também bastante curioso o fato dos técnicos do FMI, sediado nos Estados Unidos, recomendarem práticas contrárias às adotadas naquele país em condições semelhantes. Não faz muito tempo que na gestão Reagan, ao se deparar com pressões inflacionárias, o governou baixou juros e reduziu impostos. Os juros nos Estados Unidos por muito tempo ficaram em 2,5% ao ano, e isso foi classificado por um candidato a presidente do Banco Central do Brasil, da gestão de FHC, quando da sabatina no Senado, como "absurdamente baixo mas certamente correto". Só que esse mesmo cidadão quando empossado na presidência do BC nunca tratou de praticar juros certamente corretos.

Isso posto, quero manifestar minha convicção de que a maior necessidade no Brasil é a realização de amplo ajuste social. Por isso, acho que temos que encontrar um sociólogo, não o sociólogo que aí está, muito apegado a vaidades e títulos de doutor honoris causa. Nosso ilustre presidente, em apenas três dias, recebeu tais láureas das universidades inglesas de Oxford e Cambridge. Enquanto ele é laureado lá fora, aqui dentro o desemprego e a concentração de renda campeiam soltas, fomentando a injustiça social.

  • Tadeu Córdova Borges, economista em Lages


Cartas

Apelo ao governador Amin

Reportagem publicada na página A-9 de A Notícia de 11/2/1999 diz o seguinte: "Seis postos de combustível de Blumenau foram notificados a substituir os tanques subterrâneos de óleo diesel e de gasolina por apresentarem problemas de vazamento e poluição do lençol freático. (...) De acordo com o presidente da Faema, Blumenau é a primeira cidade catarinense a monitorar as reservas subterrâneas de água"."

Como se vê, no município de Blumenau há muita preocupação com suas reservas de água. O que dizer, então, do Aterro Industrial e Sanitário de Blumenau, vulgo lixão, que foi instalado no limite com o município de Massaranduba, que está contaminando os rios que abastecem a população de nossa cidade e irrigam nossas lavouras?

A diferença é que Blumenau tem mais prestígio que o município de Massaranduba, em razão de sua potencialidade econômica e representação política. Todos sabem, autoridades de Blumenau e estaduais que autorizaram a implantação do lixão, que a população de Massaranduba será prejudicada e que a autorização de funcionamento é uma grande farsa, se não uma manobra política.

Se Blumenau se preocupa tanto com suas reservas de água, deveria pensar também que os cidadãos de Massaranduba não podem tomar líquido contaminada com o lodo que as indústrias blumenauenses produzem.

É uma vergonha ser a primeira cidade catarinense a monitorar suas reservas de água e prejudicar a população de um município vizinho. Por que resolveram implantar esse aterro próximo das nascentes de água que abastecem Massaranduba? Se é um projeto tão seguro, por que não o instalaram em Blumenau?

Entristece-me ver que a Prefeitura de Blumenau, administrada pelo PT, tão defensor das causas sociais, não se sensibiliza com a questão, sabendo que toda a população de Massaranduba está sendo prejudicada. A nós, cidadãos massarandubenses, resta apenas a esperança que o governador Esperidião Amin se inteire do assunto, para certificar-se dos malefícios que esse projeto trouxe à nossa cidade e revogue os atos que permitiram a Blumenau a implantação do aterro.

Encontrem outro lugar para depositarem o lixo. Já imaginaram se o município de Massaranduba resolvesse depositar seu lixo próximo das nascentes que abastecem a cidade de Blumenau? Será que a história seria a mesma?

  • Wanderlei Deretti, Massaranduba

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Apontamentos

Atrás dos votos

Em Santa Catarina, pode ocorrer caso inédito em termos de eleições municipais no Brasil. Se vencer o pleito em Cerro Negro, na região de Lages, Antonio Luís Duarte (PPB), o Tunico, será o primeiro prefeito (mesmo que em exercício) a conseguir a reeleição, depois de instituída a mudança na legislação para cargos do Poder Executivo. Disputa com Evaristo Mocelin, da coligação PFL/PMDB, em eleição marcada para dia 28 deste mês. Os dois estão em campanha dispostos a conquistar o cargo, vago com a cassação pelo Tribunal Regional Eleitoral, em novembro do ano passado, dos mandatos do prefeito César Adriano da Silva e de seu vice, Mário Ribeiro (ambos do PPB), acusados de compra de votos nas eleições de 1996. Pela primeira vez numa pequena cidade do interior do Estado, os eleitores usarão urnas eletrônicas para votar na escolha do novo prefeito.

Reconduzidos

O empresário Richard Peter Hermann foi reeleito presidente da Associação das Pequenas Empresas do Vale do Itapocu (Apevi), juntamente com todos os outros membros da diretoria anterior: Laércio Luis Coelho (vice-presidente), João Henrique Renner (tesoureiro), Odenite Magalhães (secretária), Eugênio Garcia (diretor do comércio), Everaldo Oliveira (diretor da indústria) e Arno Duarte (diretor de serviços). A prioridade é a 4ª Multifeira, em julho.

Seu bolso

Recente pesquisa de preços realizada pelo Procon de Lages em cinco livrarias constatou diferenças de até 500% para o mesmo material escolar. A fita durex (rolo pequeno), por exemplo, custa entre R$ 0,20 e R$ 1,20. Outros itens tiveram diferenças significativas, de mais de 150%. A pesquisa englobou uma cesta com 23 produtos básicos. A média de preços mais baratos foi encontrada na Livraria Pérola (R$ 12,12) e a mais cara na Papelaria Diocesana (R$ 18,43).

Na Abiauto

O editor do caderno AN Veículos, jornalista Luís Meneghim, é membro fundador e integra a primeira diretoria da recém-criada Associação Brasileira de Imprensa Automotiva (Abiauto), destinada a integrar os profissionais que atuam em jornais, revistas, emissoras de rádio e televisão. A diretoria foi empossada em Salvador (BA), ficando a presidência com o jornalista Mário Pati ("Diário Popular"). A entidade vai promover anualmente a escolha do "Melhor Carro Brasileiro".

Quer prazo

O deputado Jaime Mantelli (PDT) quer emendar proposta do governador Esperidião Amin (PPB) de congelamento dos salários dos servidores, enquanto as folhas em atraso não forem quitadas, sugerindo um cronograma de pagamento dos salários devidos desde outubro do ano passado. Com prazo de 90 dias. Diz Mantelli que a proposta como está pode até levar a uma situação hipotética em que o Estado não comprometa mais que 60% com a folha e, com isso, não se falar mais em aumentos.

Estratégias e táticas

As estratégicas e táticas de negociação na economia globalizada é tema de seminário, dia 2 de março, em Blumenau. É promovido pelo Serviço Nacional da Aprendizagem Comercial (Senac) e American Management Association. O palestrante será o norte-americano Frank L. Acuff, ex- consultor de multinacionais, como a Texaco, Honda, Chevron Oil Company, First Michigan Bank, tendo ainda ocupado cargos os EUA, Cingapura e Emirados Árabes. Informações (a cobrar) pelos telefones 9 (011) 287-2611 e 287-6199.


Curtas

A Campanha da Fraternidade tem como tema este ano o desemprego. Em Joinville, a abertura da campanha se dá amanhã, às 19 horas, durante missa a ser celebrada na catedral, pelo bispo dom Orlando Brandes.

Publicidade oficial da Prefeitura de Joinville diz que, nos dois últimos anos, vieram para a cidade mais de 6.700 empresas responsáveis pela geração de 9 mil empregos. E que a nova fábrica da Antarctica representa outros dois mil empregos.

O secretário estadual da Agricultura, Odacir Zonta, vai estar amanhã em Mafra, no Planalto Norte. Participa de seminário macrorregional do plano de desenvolvimento rural de Santa Catarina, que envolve também a Cidasc e Epagri, a partir de 14 horas, no London Club.

O diretor do porto de São Francisco do Sul, Marcelo Salles, anda à procura de uma máquina empilhadeira utilizada para transporte interno de volumes. O equipamento faz parte do patrimônio do porto e sumiu. Ninguém sabe, ninguém viu.

Brusque, no Médio Vale do Itajaí, vive hoje um dia diferente. Comemora os 130 anos da chegada dos primeiros imigrantes poloneses à região, responsáveis pelo início da indústria têxtil que transformou Santa Catarina no maior pólo brasileiro do setor.

Confirmada para dia 6 de março a convenção municipal do PFL de Timbó, para eleição do novo diretório, comissão executiva e suplentes. O partido, hoje, é presidido pelo vereador Dediergo Wolter Filho.

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