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Editorial
O retorno
da velha senhora
Em meio à turbulência do mercado financeiro, um tema começa
a preocupar tanto a equipe econômica do governo, quanto a população
geral do País: o retorno da velha senhora, a inflação.
O ministro da Fazenda, Pedro Malan, sempre que mantém contatos
com a imprensa, tem enfatizado que a inflação estará
sob controle e que se registrará apenas um repique, da ordem de 4%,
nos próximos quatro a cinco meses, mas que depois a tendência
é o retorno dos índices próximos a zero, como acontecido
ao longo de quase todo o ano passado.
Mesmo assim, as redes de televisão mostram todos os dias que o
que vem acontecendo, apesar da insistência do governo em reduzir os
efeitos da maxidesvalorização do real, são remarcações
contínuas em dezenas de produtos e serviços, muitos sem relação
alguma com o dólar.
O preço do combustível, que no mercado internacional vem
tendo redução e no Brasil se mantinha inalterado, depois de
recente majoração, pode sofrer nova remarcação,
conforme admitiu o ministro das Minas e Energia, Rodolpho Tourinho.
As grandes redes de supermercados, em todo o País, resistem aos
novos preços de seus fornecedores. Há empenho, ao que parece,
em não facilitar a remarcação de itens da chamada cesta
básica, ainda que produtos como a carne já tenham sofrido
reajustes de até 18,5%. O frango, em média, subiu nos últimos
dias cerca de 25%.
De fato, é preciso enfrentar com disposição o perigo
de um repique inflacionário de maior fôlego. Segundo o próprio
Malan, "não haverá a volta do flagelo da inflação
neste País". O perigo, todavia, é que a chamada "memória
da inflação", mesmo depois de quase cinco anos de Plano
Real, persiste junto à população. E, nesta hora de
instabilidade e de desvalorização do real, os movimentos do
mercado são todos no sentido de recuperar eventuais prejuízos,
promovendo reajustes de preços em geral.
A população está mobilizada no sentido de boicotar
produtos e de rejeitar reajustes. No entanto, apesar da ampla divulgação
inicial, sabe-se que o próprio tempo se encarrega de facilitar a
remarcação de preços, pois o governo, ao reajustar
tarifas e combustíveis, aciona toda a engrenagem que resulta em inflação.
O perigo da inflação volta de novo a inquietar a população
e a preocupar a equipe econômica. Será preciso muita disciplina
e persistência para que a crise financeira não desintegre o
que resta do plano de estabilização da economia.
O retorno da inflação, de fato, seria o maior desastre
que poderia ocorrer ao Brasil e aos brasileiros, dificultando ainda mais
o que vem pela frente, até que se restabeleça o equilíbrio
das finanças, o resgate da credibilidade do País no exterior
e a retomada do crescimento econômico.
Artigos
De como lucrar com porcos
José Sarney
Outro dia, ao analisarmos a crise brasileira, eu conversava com o escritor
português António Aliada Baptista sobre a lógica do
mercado, o grande deus da economia moderna. E logo chegamos a uma conclusão
bastante lógica de que ele não comporta lógica alguma
e vive mais do dogma do que da razão.
No fundo, o que ele consagra é a lei de Darwin: na humanidade
vence o mais forte. Ora, para que o mercado implante e use essa lei é
preciso que as mercadorias e os serviços vençam a concorrência
e que sejam competitivos, com preços mais baixos, tecnologia melhor
e mais moderna. Então todos lutam para alcançar essas virtudes.
Acontece que, para que esses objetivos sejam alcançados, são
necessários recursos abundantes para desenvolver tecnologias, assegurar
financiamentos baixos e considerável volume de oferta. Ora, os países
pobres jamais podem ter acesso a essas vantagens competitivas. Na tentativa,
só lhes resta rebaixar os salários, desempregar, criar isenções
e ter algum sucesso quando são fornecedores de matérias-primas
e componentes para países industrializados.
Não podemos esquecer o lado financeiro nessa competição.
Como pensar num Brasil tendo sucesso nessa selvagem disputa com juros de
5% ao mês, sem dinheiro para pesquisa, transportes obsoletos, portos
e estradas sem aparelhagem e custos de toda ordem? Entrar nesse ringue de
corpo aberto é jogar Mike Tyson contra o Jeca Tatu. O resultado já
se sabe.
Pior ainda foi nossa ilusão de estarmos no Primeiro Mundo, isto
é, jogados na água sem salva-vidas. Europa e EUA, com todo
o seu poderio, têm suas vacinas, mercados fechados, usando barreiras
de toda ordem, desde as taxações até as exigências
sanitárias. A fórmula de saquear o mundo foi essa de invadir
com capitais especulativos, criar um mercado fictício de papéis,
explorá-lo ao máximo e depois fugir, tendo o FMI na porta
guardando a retirada.
Esquecemos propositadamente que uma das cláusulas do nosso acordo
com o Fundo era "manter a política cambial"? E agora? Aplausos
à nova política cambial!
Qual a diferença entre o que aconteceu no México, na Ásia,
Rússia e América Latina? Nenhuma. Todos caíram na armadilha.
Agora, substituíram a exploração do homem pelo homem
pela exploração de países por países. E, de
sobra, haja a culpa de que os perdedores não fizeram o dever de casa!
Outra lógica difícil é a econômica. Alçada
Baptista dava-me um exemplo.
A oferta de carne de porco na Europa estava demasiada, deprimindo os
preços. A França, para equilibrar a oferta e o mercado, resolveu
oferecer incentivos para não criar porcos. Os criadores de porcos,
então, criaram uma Associação Francesa de Não-Criadores
de Porcos (AFNCP) e fizeram uma carta ao governo para receber os incentivos
e resolver o grave problema, propondo: "Nós nos comprometemos
este ano a não criar 2.000 porcos e, se a situação
continuar favorável, no próximo ano não criaremos 5.000
porcos!". E, assim, voltou o equilíbrio do mercado e a economia
cumpriu suas leis. Essa é a lógica.
Dá para entender?
- José Sarney, senador (PMDB/AP), ex-presidetne da República
E agora, consumidor?
Luís Paulo Zanatta e Nélson Ferreira da Silva Júnior
Nas últimas semanas, o consumidor foi novamente surpreendido pela
maxidesvalorização do real frente ao dólar americano,
o que acabou acarretando grave reflexo na economia nacional como um todo.
Entretanto, os que mais sentiram os efeitos da desvalorização
do real foram os consumidores que adquiriram bens móveis, principalmente
veículos, através de contratos em que é previsto o
reajuste das parcelas pela variação cambial. Hoje, a principal
dúvida dos consumidores que assinaram esse tipo de contrato, mormente
os de leasing de veículos, é qual a atitude a ser tomada diante
do absurdo aumento das prestações?
A resposta, sem dúvida, está contida no Código de
Defesa do Consumidor, que possibilita a revisão dos contratos baseados
em dólar, caso esses se tornem excessivamente onerosos em decorrência
de "fatos supervenientes", como o ocorrido com a liberação
do câmbio em nossos País. Tal situação enquadra-se
nesse critério, pois o consumidor não podia prever a desvalorização
de 40% do real. Quem, por exemplo, comprou um automóvel por R$ 10
mil, no mês de dezembro de 1998, viu sua dívida simplesmente
pular para R$ 14 mil em janeiro de 1999.
Outro forte argumento para propositura de ação de revisão
dos contratos baseados em dólar é que as cláusulas
que prevêem a correção das parcelas são criadas
para restabelecer o valor de compra da moeda, e não para favorecer
o enriquecimento exagerado de bancos e agentes financeiros, como está
agora ocorrendo com o aumento exagerado dos financiamentos.
A boa notícia nisso tudo é que já existem liminares
judiciais favoráveis à revisão dos contratos baseados
em dólar. Em Minas Gerais, por exemplo, os primeiros consumidores
que recorreram ao Judiciário já estão obtendo liminares
nesse sentido, determinando que o consumidor pague em janeiro o que entende
por justo, ou seja, o mesmo valor da prestação de dezembro,
corrigido monetariamente, mais juros contratados, porém, substituindo
a correção cambial pela variação do índice
nacional de preços ao consumidor (INPC). Para se ter uma idéia
da desproporção entre os índices, no mês de dezembro
de 1998, o INPC foi de 0,43% negativos. Enquanto isso, o consumidor que
financiou seu bem pela variação da moeda americana pagará
40% a mais em janeiro.
O consumidor deve, então, fazer valer seus direitos, procurando
advogado de sua confiança para propor ação judicial
que vise à revisão de seu contrato.
- Luís Paulo Zanatta e Nélson Ferreira da Silva Júnior,
advogados em Joinville
Deposição de lixo
em aterro sanitário
Arlon Tonolli
O professor Hartmut Wiedemann, diretor do departamento de resíduos
sólidos da Agência Federal do Meio Ambiente de Berlim, Alemanha,
afirmou que aterros sanitários já não são mais
aceitos na Europa. Segundo ele, 35% do lixo da Alemanha
é reaproveitado e cerca de 50% do restante é incinerado.
"Até o ano 2005, não existirá mais aterro sanitário
na Alemanha", destacou. O eminente professor deu essas declarações
durante o seminário sobre "Resíduos Sólidos e
seus Impactos A Experiência da Comunidade Européia e
a Realidade Brasileira", realizado em Blumenau, entre os dias 17 e
19 de junho de 1998, em convênio com a Agência Alemã
de Cooperação Técnica (GTZ) e a Associação
Brasileira das Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), promovido pela
Fatma com o apoio da Associação Comercial e Industrial (Acib)
O professor Márcio de Souza S. de Almeida, um especialista com
mais de 20 anos em estudos e atividades geotécnicos, afirma que a
conscientização sobre o potencial de contaminação
subterrânea de um aterro para resíduos industriais e urbanos
é recente, embora uma regulamentação mínima
seja adotada na maioria dos países. A Agência de Proteção
Ambiental (EPA) estima que 75% dos aterros sanitários em operação
nos Estados Unidos causem poluição na água subterrânea.
Com relação às técnicas de aterragem de lixo,
segundo o engenheiro e professor Paulo Jorge Moraes Figueiredo, consultor
de empresas privadas, houve nos EUA rápido aumento de custos dessas
técnicas nos últimos anos, especialmente se forem consideradas
as grandes somas de recursos requeridas na solução de eventuais
problemas que possam decorrer dessa modalidade, tais como a poluição
do lençol freático e a liberação de gases, entre
outros, demonstrando assim que esse tipo de processamento tornou-se ainda
menos viável do ponto de vista econômico.
Para se ter uma idéia do declínio das técnicas de
aterragem nos EUA, em 1970 na Pensilvânia, 1.125 aterros sanitários
encontravam-se em operação. Em março de 1987, esse
número estava reduzido a 127. Em algumas áreas urbanas
norte-americanas, o custo da deposição em aterros sanitários
passou de US$ 11 para US$ 55 por tonelada em pouco mais de 10 anos, havendo
uma tendência de rápida elevação desses custos
para os próximos anos. O aumento observado na geração
de resíduos sólidos norte-americanos, além de inviabilizar
economicamente a adoção das técnicas de aterragem,
vem se apresentando como um problema ainda não equacionado nos EUA.
O modelo de empreendimento que vem sendo construído pela iniciativa
privada no limite de Blumenau com Massaranduba é americano. Muito
pouco ou quase nada sobre essa técnica modelar, modernosa, viciada
por essa visão consumista e imediatista que rege povos e nações,
tem sido adequadamente discutido. Ao invés de ser um "paradigma,
solução competente e ecologicamente correta em prol da proteção
do meio ambiente", trata-se de um aterro sanitário com nítida
visão especuladora e economocrata.
Mediante técnicas consumíveis de mídia e de marketing,
seus empreendedores insistem em só passar verniz e jamais cuidar
da raiz da árvore podre. Com declarações de que "a
verdade prevalece", insultam a inteligência dos cidadãos,
tentando pateticamente fazer acreditar que, neste País, "abençoado
por Deus e bonito por natureza", como diz a música de Jorge
Ben, devemos ser levados a pensar que, já que o território
é imenso, nossas fontes de energia não vão secar jamais.
O Brasil tem muita mata, muitos rios e muitos combustíveis fósseis.
Para bancar o desenvolvimento, basta replantar o que foi devastado, barrar
novos rios, construir aterros sanitários sem EIA/Rima, produzir mais
combustível e mais energia. É como se as fontes fossem inesgotáveis
e o meio ambiente, um bem disponível descartável, com essas
pessoas olhando para o mundo como se este fosse um balcão de negócios,
uma vitrina ou gôndola de supermercado.
- Arlon Tonolli, engenheiro civil em Blumenau
Cartas
Penitenciária
Ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão?
Seria esse o pensamento daqueles que roubaram o dinheiro do caixa-pecúlio
da Penitenciária Agrícola de Chapecó? Safados!
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Surfe
A Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp),
a Federação Catarinense de Surf (Fecasurf) e JBC Notícias
Assessoria agradecem a cobertura dada por AN ao Reef Brazil Classic, encerrado
domingo na praia de Joaquina, em Florianópolis.
O sucesso do evento deveu-se principalmente ao espaço dedicado
a reportagens relatando o dia-a-dia do Reef Brazil Classic, que marcou o
início da temporada brasileira de surfe profissional em 1999, lotando
a praia em todos os dias da competição.
- Alexandre Fontes, presidente da Abrasp e Fecasurf
...
"God save the king"
Almoço a R$ 1,95 no centro de Joinville. Em que lugar no mundo
seria possível? Só no Brasil. Vemos carros novos por toda
a parte muitos deles importados. Aviões lotados, restaurantes,
idem. Hotéis também. Vôos para o exterior, até
não sei quando, estão lotados. Compramos um litro de leite
e cinco pães por R$ 1,00. Ou um quilo de frango. O desemprego é
metade que o da Europa.
Acho que os cronistas da maioria dos jornais estão sendo muito
mal remunerados. Parece que são todos do PT. Diante da evidência
que o mundo econômico quer quebrar o Brasil, a solução,
acham, é tirar o presidente. O homem foi eleito democraticamente
pela maioria do povo e ainda não faz um mês que tomou posse.
Será que viramos uma republiqueta? Tirá-lo para colocar quem
em seu lugar? Ele?
Em países ditos civilizados como a Inglaterra, diante da adversidade,
seus cronistas escreveriam: "God save the king". Que tal se os
nossos escrevessem: "Deus salve nosso presidente". Por vezes achamos
que o grande Napoleão Bonaparte estava certo, quando afirmava: "A
moral da política está na boca do canhão".
- Orlando de Souza, Joinville

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Apontamentos |
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Esperança renovada
Marcada para dia 4 de fevereiro a posse da nova diretoria da Federação
das Associações de Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina
(Fampesc), presidida por Luiz Carlos Floriani (Joinville). Como primeiro
vice-presidente assume Valdecir Correia, também presidente da Associação
de Micro e Pequenas Empresas de Blumenau (Ampe). A presença do governador
Esperidião Amin (PPB) está confirmada. Isso, diz Correia,
"é uma demonstração de que em seu governo a classe
será valorizada pelo Estado, o que já ficou claro em pronunciamentos
anteriores". De fato, não é só promessa. É
compromisso de honra assumido por Amin. Como o fez Paulo Afonso (PMDB).
E, antes dele, Vílson Kleinübing (PFL).
Ver e crer
Nélson de Souza Antunes foi empossado ontem na gerência
regional da Casan de Tubarão. Funcionário de carreira desde
1985, quer implantar os sistemas de esgoto sanitário de Tubarão
e Capivari de Baixo (em fase de projetos), licitar o sistema para Laguna
e concluir os sistemas de abastecimento de água de Garopaba e Imbituba.
Com tanto tempo de casa e sabedor de como as coisas funcionam na prática,
é de se admirar a ousadia do plano de trabalho.
Cofre estável
Quando todo o mundo chora as pitangas da crise financeira, o prefeito
de Capivari de Baixo (Sul do Estado), Luiz Carlos Brunel Alves, do PMDB,
comemora o aumento da receita do ICMS. Observa que em 1998 o índice
de crescimento foi de 35% e a projeção para este ano é
de 70%. Isso equivale a cerca de R$ 150 mil para os cofres do município
e cobre a folha de salários dos servidores no mês.
Queira Deus
Assinado ontem convênio entre a Caixa Econômica Federal e
o Sistema Fiesc/Sesi, para viabilizar o Projeto Habitar. Consiste na construção
de moradias para os industriários de Santa Catarina. A Caixa deve
financiar as obras e o Sesi, coordenar a demanda nos municípios.
Com certeza, candidatos à casa própria não vão
faltar. E tomara que todos os trabalhadores possam ser atendidos neste que
é o sonho maior de qualquer família!
Deu bode
Estacionamento rotativo de Joaçaba está desativado desde
o dia 16 deste mês, quando venceu o contrato com a empresa concessionária.
A nova licitação foi parar na Justiça, porque uma das
empresas habilitadas considerou-se prejudicada ao perder a concorrência,
mesmo apresentando preço menor. Prevaleceu o interessante "critério"
do valor das multas que serão aplicadas nos infratores.
É inédito
A eleição para escolha de juízes classistas de primeiro
grau na região de Criciúma acontece nesta sexta feira. É
a primeira vez que isso se dará por voto direto. Onze candidatos
disputam duas vagas, mas seis representantes de trabalhadores e cinco de
empregadores serão votados por 1.665 eleitores de sindicatos de trabalhadores
e 595 de sindicatos de empregadores.
É novidade?
De novo, trovoadas que ocorrem quase todos os dias nas cabeceiras dos
rios Cubatão e Piraí, que abastecem o sistema de distribuição
de água da Casan, põe a cidade de Joinville em risco. Comunicado
do diretor extraordinário regional, Odir Nunes, alerta para a necessidade
de se economizar. Isso é rotina, há quase três décadas.
Tanto a falta de água como os avisos.
Revendo perdas
Para reduzir perdas de 4% da safra de arroz por falhas no processo de
colheita, o Comitê Catarinense de Qualidade Total do Arroz Irrigado,
com o Sindicato da Indústria de Arroz e Serviço Nacional de
Aprendizagem Rural, promove em março curso de operação
de máquinas colheitadeiras. Vagas são limitadas, e as aulas
ministradas em Gaspar, gratuitas. Informa-ções pelo telefone
(047)332-2020.
Curtas
Para quem gosta, Roberto Carlos faz show amanhã em Balneário
Camboriú. No Auto Cine New Star, a partir de 21h30. Ingressos com
preços que variam de R$ 10,00 a R$ 60,00. Repertório com sucessos
de 40 anos do "rei".
Secretaria de Finanças de São Francisco do Sul recebe até
10 de fevereiro, em cota única com direito a 15% de desconto, o Imposto
Predial e Territorial urbano (IPTU). Carnês devem ser retirados na
Prefeitura ou em postos instalados nos balneários do município.
Calçados Grenal, Móveis Nesi e Móveis Motta são
as três primeiras empresas já instaladas em caráter
definitivo na incubadora industrial de São Lourenço do Oeste,
na divisa com o Paraná. Proposta de geração de empregos
do prefeito Cairu Hack (PPB), ainda em janeiro, a incubadora recebe outros
cinco empresas.
A Associação Comercial e Industrial de Jaraguá do
Sul retorna segunda-feira às suas reuniões semanais. Com debates
sobre questões relacionadas às empresas e à comunidade.
A participação dos associados é livre. |
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