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Decisão é desafio
triplo para Luxemburgo
Confronto entre Brasil e
Uruguai começa às 18h05 no "Defensores"
Foz do Iguaçu - Derrotar o Uruguai neste domingo, em Assunção,
e vencer a 39ª Copa América representa um triplo desafio para
o técnico Wanderley Luxemburgo. Além de tentar o bicampeonato
para o Brasil, ele busca seu primeiro triunfo à frente da Seleção
em pouco menos de um ano de trabalho e, mais que isso, o primeiro título
internacional de sua vitoriosa carreira.
Mesmo assim, Luxemburgo procurou sempre não superestimar o significado
da possível conquista. Segundo ele, a Copa América é
apenas uma etapa do projeto de duas frentes que ele direcionou para a Seleção:
a Olimpíada de 2000 e, principalmente, a Copa do Mundo de 2002.
Tradição e juventude
Brasil e Uruguai já se enfrentaram quatro vezes em decisões
de Copa América, com duas vitórias de cada lado. Os brasileiros
venceram em 1919 e 89, e os uruguaios ganharam em 83 e 95.
O adversário da Seleção na final deste domingo já
conquistou o título 14 vezes, assim como a Argentina, contra apenas
5 títulos do Brasil. Desta vez, o Uruguai optou por disputar a competição
com um time de "garotos", mas nem por isso Luxemburgo admite menosprezo
ao rival. "Temos de estar preparados para ganhar o título, seja
contra um time experiente ou contra um time jovem'', afirmou.
O treinador brasileiro não muda o time para a decisão,
mas quer uma marcação mais efetiva no meio-de-campo. O meia
Rivaldo terá mais uma vez liberdade para fazer a ligação
entre o meio e o ataque, com a orientação de prender a bola
o menos possível. Ronaldinho, com quem Luxemburgo desentendeu-se
durante a semana, e Amoroso disputam a artilharia do torneio. Cada um tem
quatro gols.
- BRASIL: Dida; Cafu, João Carlos, Antônio Carlos
e Roberto Carlos; Flávio Conceição, Émerson,
Zé Roberto e Rivaldo; Amoroso e Ronaldo. Técnico: Wanderley
Luxemburgo.
- URUGUAI: Carini; Del Campo, Picún, Lembo e Bergara; Coelho,
Fleurquin, Vespa e Magallanes; Alvez e Zalayeta. Técnico: Víctor
Púa.
- JUIZ: Oscar Ruiz (Colômbia).
- LOCAL: Estádio Defensores del Chaco
Horário, 18h05 (de Brasília).
Púa diz que não há invencível
Assunção - O técnico uruguaio Víctor Púa
disse que o Brasil é uma grande equipe, mas destacou que "não
há adversário invencível" no futebol. "Alguns
são céticos e consideram que o Brasil já venceu só
com o peso de sua camisa, mas os uruguaios mantém a utopia, e pensam
que nenhum adversário é invencível", disse Púa
na concentração, na região de Luque, 14 km de Assunção.
Consultado sobre a disposição de seus jogadores para a
final, Púa revelou otimista: "levaremos o título".
"Temos a saudável expectativa de ver como reagirão
nossos jogadores contra as estrelas consagradas do futebol internacional
que atuam na Seleção do Brasil".
Segundo Púa, seus jogadores têm reagido bem. Espero que
não sintam o peso da final e lutem de igual para igual com os brasileiros,
apesar da diferença de experiência que há neste momento.
Tentaremos passar a história como os ganhadores desta Copa".
"Neste mundo globalizado, de tanta competição, é
preciso guardar um lugar para os sonhos", disse o técnico. Púa
admitiu que a final será uma partida muito "difícil",
mas adiantou que enfrentará "o poderio do Brasil tratando de
utilizar nosso desembaraço, nosso atrevimento juvenil".
"No domingo ninguém vai morrer. Será apenas uma partida
de futebol, onde podemos vencer, empatar ou perder".
Púa lembrou que começou a trabalhar com juvenis há
quatro anos e agora observa "sete ou oito garotos desta geração
jogando de igual para igual com jogadores de alto nível".
Émerson prefere Luxemburgo
ao esquema da "era Zagallo"
Foz do Iguaçu - O volante Émerson comparou o esquema tático
do Brasil na "Era Zagallo" com o novo trabalho proposto pelo técnico
Wanderley Luxemburgo. São seleções muito diferentes
na opinião do jogador do Bayer Leverkusen. "Eu prefiro o estilo
atual: mais ofensivo onde tenho maior liberdade", analisou Émerson.
Ele garantiu que o time não será pego de surpresa pelos
uruguaios neste domingo "porque a Seleção Brasileira
sempre respeita bastante seus adversários". "O Brasil será
favorito sempre não importa o adversário", afirmou o
camisa 5 da equipe de Luxemburgo.
"O Wanderley realiza um trabalho especial para que nós utilizemos
este favoritismo de forma positiva". Émerson está animado
para disputar a Copa da Confederações apesar de não
tirar férias há quase três anos. "Será uma
boa oportunidade para eu me firmar na equipe", apostou. "Além
disso, o Wanderley me pediu para colaborar com os mais jovens do grupo no
sentido de demonstrar os novos objetivos da Seleção (conquistar
o ouro olímpico e o pentacampeonato mundial).
Outro que vai disputar a Copa das Confederações é
o volante Vampeta, que voltou a surpreender a comissão técnica
da Seleção Brasileira. A rápida recuperação
de uma luxação no ombro direito obrigou o técnico Wanderley
Luxemburgo alterar a lista convocatória: o jovem goleiro Renato saiu
e deixando sua vaga para Vampeta.
O treinador explicou a atitude: "Ele vinha realizando uma boa Copa
América e precisa de mais jogos para mostrar que tem o perfil da
seleção".
Uruguaios temem articulações
de Rivaldo com os atacantes
Foz do Iguaçu - O meia Rivaldo é a grande preocupação
da seleção uruguaia. O técnico Victor Púa acredita
que o jogador do Barcelona é o responsável pelas jogadas mais
perigosas do time brasileiro. O uruguaio pretende reforçar a marcação
para fechar o meio-de-campo impedindo que Rivaldo crie as principais jogadas
para Ronaldinho e Amoroso.
Na semifinal, contra o México, Rivaldo teve participação
decisiva no primeiro gol, feito por Amoroso, e marcou o segundo.
O argentino Marcelo Bielsa teve o mesmo temor. "Na Europa também
sou bastante elogiado", garantiu o meia do Barcelona, completando que
só no Brasil seu talento não é reconhecido: "Um
dia ainda vou provar para os brasileiros que sou um grande jogador".
A ameaça de marcação especial não tira a
tranqüilidade de Rivaldo. Ele garante que vai procurar atuar da mesma
forma que na quarta-feira contra o México, "passando a bola
rapidamente no meio-de-campo e arriscando os dribles somente perto da área
do adversário".
"É isso que o Luxemburgo quer do meu futebol"
contou o meia. "Estamos confiantes: vamos colocar o coração
na ponta da chuteira para ficarmos com o título".
Prêmio
Valor irrisório será
dado para o campeão
Assunção - O campeão da Copa América vai
receber um prêmio de US$ 870 mil, informou a Confederação
Sul-Americana de Futebol. Todos os participantes receberam US$ 200 mil.
Os que passaram da primeira fase levaram mais US$ 70 mil. O resto do dinheiro
será dividido assim: US$ 600 mil ao campeão, US$ 300 mil para
o vice, US$ 200 mil para o 3º colocado e US$ 140 mil para o 4º.
O Palmeiras, pelo título da última Copa Mercosul, ganhou US$
5 milhões.
Convite
Espanha quer jogar
a próxima na Colômbia
Assunção - Angel Villar, presidente da Federação
Espanhola de Futebol, vai tentar com os clubes espanhóis um esforço
para que a seleção da Espanha participe da próxima
Copa América, que será disputada na Colômbia em 2001.
Villar garante que a Espanha trará, se convidada, sua melhor equipe.
Até hoje, a Confederação Sul-Americana de Futebol convidou
as equipes do México, Estados Unidos, Costa Rica e Japão para
participar da Copa América.
Pela tevê
Presidente consegue
liberar as imagens
Assunção - O presidente do Uruguai, Julio Maria Sanguinetti,
conseguiu com os donos das tevês a cabo do seu país a liberação
para que a decisão deste domingo entre Uruguai e Brasil seja transmitida
também nos canais abertos. Ao mesmo tempo, os jornalistas credenciados
para a Copa América vão eleger a "equipe do século
da Copa América". Entre os candidatos a entrar na equipe estão
os argentinos Maradona e Carrizo, o paraguaio Chilavert e os brasileiros
Pelé e Garrincha.
Estadual conhece os
finalistas neste domingo
Figueirense só precisa
de um empate diante do JEC para assegurar vaga na grande decisão
Florianópolis - Os finalistas do Campeonato Catarinense serão
conhecidos hoje após os jogos Figueirense x Joinville, em Florianópolis,
e Criciúma x Avaí, em Criciúma. As duas partidas começam
às 15 horas. Das quatro equipes, o Figueirense é a que estar
em melhores condições. Só precisa de um empate - no
tempo normal ou na prorrogação - para garantir vaga na final,
cinco anos depois de sua última conquista estadual. O Criciúma
pode ser finalistas com dois empates - no tempo normal e na prorrogação.
Diante do Joinville, seu adversário mais difícil na temporada,
o alvinegro reedita o oitavo confronto, digno de uma verdadeira final de
Campeonato. As equipes já protagonizaram a final do turno e um jogo
das quartas-de-final do returno, ambas vencidas pelo Figueirense.
A partida de hoje deverá ser assistida por cerca de 15 mil torcedores.
Vencedor do primeiro jogo da semifinal ( 1 a 0, quinta-feira, em Joinville),
o time da Capital joga pelo empate para assegurar vaga na final contra o
vencedor de Criciúma e Avaí, que se enfrentam simultaneamente,
em Criciúma. Ao Joinville, caberá a façanha de vencer
a partida no tempo normal e prorrogação para ficar com a vaga.
Desfalques
Embalado pela vantagem que assegurou com a vitória por 1 a 0,
quinta-feira, o Figueirense vai jogar sem três titulares. O lateral
Edinho, o zagueiro Polaco e o volante Perivaldo, serão substituídos
por Vladimir ou Renatinho, Alexandre Rosa e Daniel Frasson. O técnico
Abel Ribeiro espera que sua equipe possa repetir o bom desempenho da primeira
partida da semifinal. A vantagem do empate, segundo o treinador, não
significará imposição à marcação
no meio de campo.
Jogando diante da torcida, o técnico espera que ela incentive
constantemente a equipe à condução de uma nova vitória.
"A torcida terá um papel importante neste jogo. De nada vão
adiantar as vaias. O time vai precisar de muita força das arquibancadas",
o apelo de Abel está fundamentado no comportamento típico
dos torcedores nos recentes jogos disputados em seus domínios. Vaias
ao time e ao treinador viraram rotina no Scarpelli, mesmo com a equipe vencendo
as partidas.
Os portões do Estádio Orlando Scarpelli serão abertos
a partir das 13 horas e a diretoria requisitou 180 policiais para garantir
a segurança do público. Os ingressos estão sendo vendidos
com preços de R$ 10,00 (arquibancada descoberta) e R$ 20,00 (arquibancada
coberta).
Joinville ainda sonha com virada
Joinville - O Joinville faz o segundo jogo da semifinal contra o Figueirense
ainda confiante em uma possível virada. "Ficou difícil
mas não impossível", avalia o lateral esquerdo Decarlos,
que terá mais uma chance hoje no lugar o titular Clóvis, expulso
quinta-feira.
Como Decarlos, nenhum dos jogadores questionados sobre o jogo deste domingo
escondia a decepção pela derrota no meio da semana, mas com
esperança de vencer no tempo normal e prorrogação.
"Enquanto há possibilidade, vamos lutar", proclamou
o técnico Paulo Bonamigo. O time que entra em campo terá algumas
mudanças. Em função da expulsão do lateral Clóvis
e do atacante Marcos Paulo entram Decarlos e Marco Antônio. No meio,
Bonamigo pode lançar mão de três volantes: Daniel Coracini,
Paulo Foiani e João Carlos Cavalo. Outra possibilidade, que ele classifica
como provável, é a entrada desde o início do meia Renato,
que só tem participado de jogos no segundo tempo.
"Vou esperar alguma informação do Figueirense para
definir o Joinville, mesmo porque eles também tiveram dois expulsos
e os que entrarem poderão alterar a forma de nós jogarmos",
explicou Bonamigo.
O certo, segundo o técnico do Joinville, é que o Figueirense
deve continuar jogando com o regulamento "debaixo do braço",
pois tem a vantagem de dois empates. "Na quinta-feira, o antijogo prejudicou
claramente o Joinville, que tentou de várias maneiras se livrar das
faltas mas não teve equilíbrio, principalmente quando dois
foram expulsos. A partir de então, perdeu o sentido coletivo e não
houve mais jeito de se reencontrar".
Atlético Alto Vale
pára no 2º semestre
Rio do Sul - O Atlético Alto Vale não vai disputar a seletiva
que vai indicar o representante catarinense no Campeonato Brasileiro da
Série C. O anúncio foi feito pelo presidente Roberto Schulze,
que confirmou a desativação do departamento de futebol profissional
até no final do ano. A diretoria entregou sábado ao comerciante
Valdeci Pinheiro, o Fiat Uno Mille da promoção sorteada no
último dia 10. O dinheiro arrecadado servirá para saldar os
salários de alguns jogadores, assim como pagar parte das dívidas
no comércio rio-sulense.
Schulze adiantou que a diretoria entendeu que não vale a pena
contratar novos jogadores para disputar a seletiva, que terá duração
de no máximo um mês. "Além de não haver
retorno financeiro, a competição certamente iria aumentar
ainda mais a nossa dívida, que é de aproximadamente R$ 150
mil", assinalou. O dirigente disse que apesar deste montante, a situação
atual é mais cômoda que nos anos anteriores.
Criciúma promete acertar
a pontaria para garantir vaga
Equipe de Ramírez
irá à grande final com uma vitória ou dois empates
Criciúma - Um jogo de feras. Tigre e Leão, ou Criciúma
e Avaí, se enfrentam neste domingo num confronto decisivo. A arena
está sendo preparada no estádio Heriberto Hülse, e os
dois clubes prometem uma partida de muitas emoções e com gols,
que faltaram no primeiro jogo, quinta-feira, em Florianópolis. Entre
os jogadores do Criciúma as conversas giraram em torno desse assunto:
gols. "Todo mundo concordou que é preciso mais calma, não
podemos errar tanto nas finalizações", pondera o atacante
e artilheiro do time, Marcelo Silva, com 19 gols.
Já que o problema são gols, ou melhor, a falta deles, o
técnico Sergio Ramírez cobrou mais empenho de seus atacantes
e cobradores de falta no treinamento tático realizado ontem pela
manhã. "Cometemos erros por pura precipitação,
que não podem mais acontecer", afirma ele. Sem o goleiro Fabiano
e o volante Pereira, ambos com o terceiro cartão amarelo, Ramírez
não acredita que o time perderá força ofensiva. "Ganhamos
Leandro, que esteve bem e é sempre uma arma poderosa tanto na criação
de jogadas quanto nas bolas paradas", destaca.
Torcida
Pensando num bom espetáculo e querendo repetir o público
do último final de semana, a direção do Criciúma
manteve o preço das arquibancadas descobertas a R$ 3,00, e as mulheres
continuam não pagando ingresso. "Queremos cada vez mais torcedores
no estádio", afirma o presidente Woimer Conti.
Jogadores e comissão técnica do Tigre não avaliam
o jogo como fácil, apesar do time precisar de dois empates para chegar
a final, um no tempo normal e outro nos 30 minutos de prorrogação.
"O Avaí já mostrou que tem uma grande equipe e condições
de surpreender os adversários. Nada está ganho ainda",
adverte Ramírez.
Ele prefere manter em segredo os 11 jogadores que entram em campo, mas
avisa que na sua cabeça todo o esquema já está montado.
Charles está confirmado no gol. Também é certo que
o lateral esquerdo Jean, que ficou fora do último jogo, retorne ao
time. No meio de campo Ramirez deve escalar o volante Maciel.
Ramírez forma elenco com
"cara e jeito de menino"
Marli Vitali
Criciúma - O time do Criciúma tem cara e jeito de menino.
Enquanto a experiência de Wilson, 31 anos, Clésio, 28, e Pereira,
26, são fundamentais para organizar e armar o time, é a velocidade,
garra e manha dos jogadores jovens que estão se sobressaindo. Das
mãos do goleiro Fabiano, 21, passando pelo lateral Jucemar, 18, pelo
meia-esquerda Willian, 21, e chegando nos atacantes Marlon, 20, e Rivaldo,
19, o Criciúma provou que investindo nas estrelas caseiras é
possível fazer um bom campeonato. A média de idade do time
considerado titular é de 23,7 anos.
Para quem não acreditava que o técnico Sergio Ramírez
pudesse armar uma equipe com pouco dinheiro e muitos jogadores jovens, a
resposta veio na conquista do returno do Campeonato Catarinense. "Avisamos
que o começo seria difícil, que torcida deveria compreender,
e realmente foi ela quem nos deu apoio", ressalta o treinador.
O atacante pé-quente Marlon entrou nas duas partidas contra o
Figueirense e conseguiu marcar dois gols decisivos. "O apoio de Ramírez
é fundamental. Ele conversa com a gente e nos deixa à vontade
para entrarmos em campo e fazermos o melhor", destaca.
O coro de elogios ao treinador é engrossado pelos demais companheiros.
"O professor exige bastante de todos os jogadores, e isso acaba preparando
todos para os jogos mais difíceis", aponta o goleiro Fabiano,
considerado a grande revelação do Catarinão deste ano.
Aos 19 anos, o atacante Rivaldo já está acostumado a assumir
responsabilidades. Pai do pequeno Lucas Henrique, de apenas dois meses,
que mora com a mãe Valéria, em Cruzeiro das Luzes (MG), Rivaldo,
ou melhor, Antônio César Costa, sabe que todas as partidas
são importantes para se consolidar no time. Ele ganhou o apelido
pela semelhança ao atacante do Barcelona.
Avaí joga com todas as forças
Florianópolis - O Avaí entra em campo neste domingo para
enfrentar o Criciúma alimentado pela ameaça de que a partida
poderá ser sua despedida do Campeonato Catarinense. Seu desempenho
terá que ser redobrado para transformar em uma vitória simples
a façanha de seu acesso à final do Estadual. No primeiro confronto
da semifinal, Avaí e Criciúma empataram sem gols na Ressacada,
na quinta-feira.
As lesões que afetaram o grupo de jogadores nos dias que antecederam
a estréia na semifinal não representam mais problemas para
o técnico Cuca. No decisivo confronto, ele poderá contar com
a força máxima de sua equipe. Entre os reforços estão
o zagueiro Mano e o volante Luiz Fernando. Desde que chegou na Ressacada,
o treinador usa de uma estratégia incomum. Ele vai anunciar a escalação
de sua equipe apenas minutos ante da partida. A medida visa confundir o
técnico adversário, que tradicionalmente monta seu esquema
de jogo com base na formação do time adversário.
A novidade pode ser a entrada do meia Grizzo, 34 anos. Ele é apontado
como o principal articulador de jogadas para as conclusões dos atacantes
Alex Rossi e Dão. Será a primeira vez, em cinco anos, que
Grizzo enfrenta o Criciúma, clube em que foi várias vezes
campeão catarinense uma vez campeão da Copa do Brasil. "Temos
uma responsabilidade imensa neste jogo", comentou, otimista o veterano
jogador.
Leão tem uma
semana para preparar time
Santos - O Santos entra nesta segunda-feira em sua semana decisiva. O
técnico Emerson Leão tem seis dias para achar a formação
ideal, para colocá-la em campo no próximo domingo, contra
o Paraná Clube, em Curitiba. A preocupação do treinador
era que os reforços que ele havia pedido não viessem a tempo.
Mas, na quinta-feira, a diretoria santista começou a definir o elenco
que o treinador terá à sua disposição para o
Campeonato Brasileiro.
O time não está inteiramente definido. Leão ainda
tem dúvidas em algumas posições. A defesa ainda é
um "quebra-cabeças" para o treinador. O técnico
perdeu Argel e Anderson e ainda não sabe quem vai escalar em seus
lugares. Por causa dessas dúvidas, o fato de ter fechado oficialmente
as contratações de Dodô, Nei e Charles, além
da manutenção de Aristizábal na equipe, não
significa que o Santos tenha definido seu elenco para o segundo semestre.
Equipe de Hélio Rubens
é derrotada por Porto Rico
San Juan - A seleção brasileira masculina de basquete foi
derrotada por 96 a 88 pela de Porto Rico, na sexta-feira à noite,
no Pré-Olímpico das Américas. O primeiro tempo terminou
com uma vantagem de um ponto dos porto-riquenhos (53-52). Essa foi a segunda
derrota do time brasileiro, que na estréia venceu a República
Dominicana e depois perdeu para a Venezuela. Os brasileiros enfrentam neste
domingo o Panamá, no último jogo da primeira fase. Uma vitória
será fundamental para garantir a classificação para
a segunda fase, da qual participarão os quatro primeiros de cada
grupo.
A seleção masculina dos Estados Unidos, também chamada
de "dream team", derrotou na sexta-feira a do Canadá por
94 a 60, no torneio Pré-olímpico, com a facilidade esperada,
mas sem empolgar tanto quanto na estréia quando venceu o Uruguai
por uma diferença de 46 pontos. Os profissionais norte-americanos,
que devem ficar com uma das duas vagas em disputa para a Olimpíada
de Sydney-2000, não conseguiram chegar aos 100 pontos.
Nos 31 jogos anteriormente disputados, em competições entre
seleções nacionais, isto só havia acontecido em cinco
ocasiões: no Mundial do Canadá de 94, diante da Grécia;
e na Olimpíada de Atlanta-96, contra Argentina, Angola, Brasil e
Iugoslávia.
Garry Payton mais uma vez foi o destaque do "dream team", marcando
20 pontos, seguido por Duncan, com 18. Newton, com 10 pontos, foi o principal
cestinha do Canadá, que tem uma vitória e uma derrota e deve
ficar com a segunda vaga do seu grupo.
Scheidt busca bi nos
Jogos Pan-americano
São Paulo - O iatista Robert Scheidt embarcou ontem com a delegação
brasileira para o Canadá, onde vai buscar a segunda medalha de ouro,
nos Jogos Pan-americanos, na classe laser. Ele é um dos principais
nomes do Brasil na competição e tem grandes chances de conseguir
seu objetivo.
Scheidt explicou que alugou um barco no Canadá, pois na classe
laser todos são iguais e levará apenas as velas. Ele aproveitará
os dias que antecede a competição, que começa no dia
25, para se adaptar a raia no lago do Gimli Yacht Club, que fica a 45 minutos
de Winnipeg. A disputa da classel Laser será de 25 a 31 e terá
11 regatas programadas e dois descartes. A competição reunirá
15 velejadores .
Vôlei
A seleção brasileira de vôlei masculino perdeu a
chance de disputar a final da Liga Mundial ao ser derrotada, na noite de
sexta, por Cuba, na semifinal, por 3 a 0 (20-25, 24-26 e 19-25). A seleção
do técnico Radamés Latari falhou principalmente no bloqueio,
ponto alto de Cuba. Além disso, desperdiçou contra-ataques
importantes quando estava na frente, como no segundo set (24 a 23). O Brasil
decidiria, ontem, o terceiro lugar contra a Rússia.
Chico Wehmuth preside a CCO dos Jasc do ano
2000
Brusque - O empresário Amilcar Arnoldo(Chico) Wehmuth vai comandar
os Jogos Abertos do ano 2000, que serão realizados em Brusque. Ele
foi indicado pelo prefeito Hylário Zen. O presidente foi atleta de
natação nos lºs Jogos Abertos de Santa Catarina, realizados
em Brusque, em l960. Chico Wehmuth disse que até meados de agosto,
todos os cargos na CCO vão estar preenchidos, inclusive às
comissões. Uma das preocupações do presidente da CCO
é com a agilidade na organização. "Aparentemente,
temos muito tempo pela frente, mas não é assim, temos que
ser muito rápidos e competentes ", salientando que Brusque tem
condições de realizar uma edição dos Jogos Abertos
muito além do que costumeiramente é feito.
Chico Wehmuth revelou que pretende criar um conselho formado por desportistas
experientes, para funcionar como um órgão consultivo. "Este
conselho será formado por pessoas que têm bastante conhecimento
e experiência em Jogos Abertos e, por isso, poderão nos orientar
muito", analisa. Para presidir o conselho, Chico Wehmuth vai convidar
Regina Schlosser, viúva de Arthur Schlosser, o criador dos Jogos
Abertos de Santa Catarina. Ele também quer ter em mãos o mais
rápido possível um levantamento detalhado de tudo o que for
preciso fazer em termos de infra-estrutura de competição,
alojamentos e outras necessidades para elaborar um cronograma físico-financeiro.
Juntamente com Chico Wehmuth, foram anunciados os nomes do tesoureiro
da CCO, Gilmar Heil, e do secretário, Silvio Bertolini. Para o desportista
Vinicius José Bado, o Badão, a escolha por Chico Wehmuth foi
excelente. A secretária de Educação, Cultura e Esporte,
Eliani Busnardo Buemo, informou que vai desenvolver um programa de motivação
da comunidade para congregar cinco mil voluntários que vão
ajudar nos Jasc 2000.
Pan-americano
O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos
Arthur Nuzman, confirmou que os atletas brasileiros não poderão
usar roupas que não façam parte do uniforme oficial durante
a disputa do Pan-americano de Winnipeg, no Canadá. A idéia
é evitar que atletas olímpicos repitam uma prática
que está se tornando comum entre os jogadores de futebol, que usam
uma camiseta por baixo do uniforme e no momento das comemorações
de gol, divulgam as mais variadas mensagens - de advertências ao perigo
das drogas, até beijos para familiares. "Isto é proibido
em todas as competições oficiais. Sempre foi assim. Essa decisão
do COB não é nenhuma novidade", disse. O dirigente garantiu
que nenhum atleta reclamou da determinação.

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Tênis |
Dupla francesa vence
o Brasil pela Copa Davis
Pau, França - A França conseguiu ontem vantagem de um ponto
diante do Brasil depois da vitória em duplas de Fabrice Santoro e
Olivier Delaître, por 7-6 (7/5), 6-4 e 6-4, ante Gustavo Kuerten e
Jaime Oncins. A partida, pelas quartas-de-final da Copa Davis, durou 2 horas
e 10 minutos. Com a vitória de 3 sets a 0, a equipe francesa precisa
vencer apenas mais uma partida para passar a próxima fase. Já
o Brasil tem que ganhar os desafios programados para hoje para continuar
na competição. Nas partidas de simples, Guga joga com Cedric
Pioline (8h30, horário de Brasília) enquanto Fernando Meligeni
enfrenta Sebastien Grosjean.
Na sexta-feira, Kuerten havia derrotado Sebastien Grosjean por 3 sets
a 2 - em partida que durou quatro horas -, enquanto Cedric Pioline venceu
Fernando Meligeni por 3 sets a 0.
Também pelas quartas-de-final da Copa Davis, a Rússia
manteve a vantagem (2 a 1) sobre a Eslováquia mesmo perdendo a partida
de duplas disputada ontem em Moscou. Karol Kucera e Dominik Hrbaty derrotaram
Andren Olhovskiy e Evgueni Kafelnikov por 3 sets a 0 (6-2, 6-2, 6-2).
Esporte perto
da natureza
A Volta a Santa Catarina
priorizou as zonas rurais nos 276 quilômetros, com trilhas das mais
difíceis
Marco Aurélio Braga
Joinville - O Mountain Bike é uma das poucas modalidades do ciclismo
onde o atleta pode ter contato direto com a natureza. Além do espírito
competitivo pode-se aliar o prazer de pedalar com a oportunidade de desbravar
lugares que poucos podem chegar. Praticado geralmente em trilhas ecológicas,
o Mountain Bike tem cada vez mais atraído profissionais liberais
que buscam nos seus horários de folga fugir do stress do dia-a-dia.
A 1º Volta a Santa Catarina em Mountain Bike, que encerra hoje (domingo),
dá uma prova que a natureza pode ser um dos grandes atrativos para
a popularização do esporte. Nesta primeira edição
a Federação Catarinense de Ciclismo (FCC) priorizou as zonas
rurais de Joinville, Schroeder, Jaraguá do Sul, Rio dos Cedros, Benedito
Novo, Rodeio, Ascurra, Ibirama, Presidente Getúlio e Rio do Sul.
Dos 276 quilômetros de percurso, dividido em quatro etapas, os
53 competidores tiveram a oportunidade de ser coadjuvantes da beleza do
interior de Santa Catarina. Lugares históricos como a largada no
pórtico de Joinville, passando por trilhas em arrozais, pontes cobertas
em Rio do Cedros, ribeirões e rios dividindo espaço com os
bikers de todos os cantos do Estado. "Para o Mountain Bike não
há lugar ruim, quando mais lugares difíceis melhor é
o desafio. Em certas ocasiões não é mais possível
pedalar e o ciclista tem que empurrar a bicicleta. Isso é a emoção
do esporte", conta João Carlos Andrade, presidente da Federação
Catarinense de Ciclismo (FCC).
Mesmo com todo o deslumbramento da natureza, em competições
é muito difícil o ciclista prestar atenção nos
detalhes. A concentração dos atletas impede que eles observem
as belezas do interior catarinense. "Para aproveitar as belezas da
natureza é importante participarmos de trilhas ecológicas
que também servem de preparação para as competições.
Quando estamos numa prova dificilmente prestamos atenção no
que está na nossa volta", explica o presidente da Associação
Paranaense de Mountain Bike (APRMTB), Gilmar Franco.
Mesmo que a natureza não chame a atenção dos ciclistas,
durante as competições é unânime a afirmação
que ela contribuiu para a motivação do atleta. Todos concordam,
porém, que o Mountain Bike não teria sentido sem a interação
com a natureza.
Profissionais liberais procuram fugir do stress
"É o melhor remédio para o stress". Essa é
a definição do médico paranaense, Rogério Schwabe,
35 anos, que pratica o esporte desde 93. Terceiro colocado na primeira etapa
da Volta a Santa Catarina em Mountain Bike o engenheiro adota o esporte
por puro prazer e diversão. "Faço parte de uma equipe
onde só participam profissionais liberais. Desta vez tirei umas férias
para participar da prova", conta.
A participação de profissionais bem sucedidos no Mountain
Bike está cada vez maior. Desde que o esporte começou a ser
difundido no País está aumentando o número de pessoas
que adotam o ciclismo para combater o stress do dia-a-dia. Schwabe nunca
foi um apaixonado por bicicletas. Para "descansar a mente", como
ele mesmo define, adotou o ciclismo por intermédio de amigos que
se reuniam nos finais de semana para fazer trilha ecológica.
O irmão, Carlos Eduardo Schwabe, 39 anos, também participa
de competições. Engenheiro Civil e atual secretário
de desenvolvimento da cidade de Maringá (PR), Carlos Eduardo não
larga o ciclismo. "Minha paixão vem de criança, pedalo
todas as manhãs e não tem como largar. É a melhor coisa
para combater o stress", diz.
O maior incentivador dos dois irmãos paranaenses é o comerciante
Renato Baron, 32 anos. Ele é proprietário de uma loja de bicicletas
em Curitiba e um dos principais responsáveis em organizar equipes
para andar em Mountain Bike. Baron é um atleta experiente. Há
17 anos pratica o esporte e foi o vencedor da primeira Volta Ciclística
de Santa Catarina, em 97, na categoria aspirante. "Sou um amante do
ciclismo e patrocino um grupo de amigos que são profissionais liberais,
mas que adotaram uma aventura", comenta.
Novato
O ciclismo não sai da cabeça de Fábio Nicolini,
de 14 anos, e o mais jovem a participar da 1º Volta a Santa Catarina
em Mountain Bike. Com um brinco em forma de bicicleta na orelha, Nicolini
olha atentamente os outros atletas mais experientes. Foi um dos últimos
a completar os 73,4 quilômetros da primeira etapa, mas isso não
significa quase nada. "O importante é que completei a prova
e tudo isso serve de experiência", diz o garoto que é
o atual vice-campeão paranaense na categoria juvenil.
Percorrer mais de 70 quilômetros com apenas 14 anos já é
um dos maiores feitos para Fábio Nicolini. Ele não esconde
a satisfação de ter concluído a prova, numa marca que
passou das três horas de pedaladas. Com isso, não segura o
sorriso e informa que tem chances de crescer no esporte. "Meu sonho
é ser profissional", sintetiza o jovem talento. (MAB)
Bike custa até R$ 8 mil
Quem pensa que praticar Mountain Bike é só pegar uma bicicleta
e sair por estradas irregulares está enganado. Uma bicicleta que
é utilizada em competições, com equipamentos importados,
pode chegar a R$ 8 mil. Segundo Renato Baron, proprietário da loja
Baron Bikes, em Curitiba, uma bicicleta para competição pode
custar de R$ 1 mil a R$ 8 mil dependendo dos equipamentos modernos que o
ciclista optar.
Um equipamento completo com quadro de fibra de carbono, suspensão
a ar ou óleo e pneus importados pode ser equivalente a 58 salários
mínimos. "Hoje uma boa bicicleta top de linha é com 27
marchas e, só para ter uma idéia, uma corrente importada custa
R$ 70,00", diz.
O cidadão comum, porém, não precisa cair no desespero.
Baron explica que para passeios de cicloturismo qualquer bicicleta vale.
"Todos podem participar, são lugares diferentes onde há
contato com a natureza. Para quem quer começar é importante
iniciar aos poucos", aconselha. (MAB)
Para voluntários é diversão
e muito trabalho na fiscalização
Os voluntários das provas promovidas pela Federação
Catarinense de Ciclismo se divertem. São profissionais que não
ganham nenhuma colaboração financeira para exercer o trabalho,
mas que estão sempre atentos para que tudo saia tudo perfeito. "Somos
apaixonados por ciclismo e como não podemos mais correr vamos colaborar
com mais novos", diz o comerciante de Itapema, Zeno (como é
conhecido e preferiu identificar-se), e que participou da Volta a Santa
Catarina numa moto, levando o fotógrafo de A Notícia.
Participar como voluntário da FCC na Volta a Santa Catarina de
Mountain Bike foi uma verdadeira diversão para Zeno. Ele percorreu
todo o trajeto de moto, levando um fotógrafo e parecia participar
da competição. "Gosto do ciclismo e estou achando tudo
ótimo", exalta o comerciante, que abandonou temporariamente
sua loja de bicicletas, em Itapema, para trabalhar como voluntário.
O mesmo exemplo segue o empresário Darcízio Bona, 40 anos.
Acompanhando o sobrinho Juliano Bona, que participou da prova, ele foi uma
espécie de auxílio mecânico para os competidores. "Desde
93 estou nessa estrada e não vou abandonar tão cedo".
Para os quatro dias de competição o espírito de
aventura tem que superar o desconforto dos alojamentos, o frio e a saudade
de casa. Mas vale qualquer sacrifício para ajudar o ciclismo de Santa
Catarina vale tudo. (MAB)
Elisvaldo é favorito na
Maratona de Blumenau
Atleta maranhense venceu
a prova do ano passado e vem ainda credenciado pela vitória no Rio
de Janeiro
Ula Weiss
Blumenau - O maranhense Elisvaldo de Carvalho disputará a 15ª
Maratona Internacional de Blumenau com sede de ganhar o título de
bicampeão. Ele venceu a prova do ano passado com tempo de 2h15min42s
e vem ainda quente da vitória na Maratona do Rio de Janeiro-1999.
Mas na edição que será realizada neste domingo há
outros fortes candidatos. Um exemplo é o catarinense Valmir Carvalho.
Da vez passada ele ficou de fora por causa de uma contusão. Mas agora
quer ser penta na Maratona de Blumenau.
Sonhos à parte, a competição já é
um sucesso, segundo os organizadores. O número de inscritos já
passa de 1.500, superior aos 1.450 de 1998. Mantendo a tradição
que seu nome lhe atribui, contará também com a presença
de corredores da Argentina, Paraguai e Uruguai, além de atletas de
todo país, inscritos em 24 categorias do masculino e feminino. Entre
as mulheres, Maria das Graças Silva, também campeã
de 1998 é favorita. Ela e Elisvaldo são da mesma equipe, a
Arpoador/RJ.
Monitoramento
Com largada no complexo esportivo do Sesi às 8 horas deste domingo,
a maratona terá um percurso de 42,195 metros, com passagem em Gaspar
e chegada na avenida Beira Rio. Uma equipe de 500 pessoas trabalhará
em serviços de apoio. Destas, 25 são encarregadas do monitoramento
eletrônico de tempos e cumprimento da prova.
Aos retardatários, o prazo máximo para cruzar a chegada
será às13 horas. Mas a expectativa é mesmo com relação
a dois recordes da Maratona Internacional, considerados verdadeiros desafios.
No masculino o melhor tempo já marcado em 15 anos é de Luis
Antônio dos Santos, de 1993: 2h12min. No feminino nenhuma atleta se
igualou a Suzana Reis, que em 1988 foi campeã com 2h41min.
Atendimento
Os atletas contarão com um sistema médico para atendimentos
de emergência. São dois postos fixos no percurso, seis ambulâncias,
um grupo de plantão na linha de chegada, e mais a distribuição
de água e frutas em 15 pontos. Na segurança, estão
escalados 250 homens da Polícia Militar, Rodoviária Estadual
e Guarda de Trânsito de Blumenau. A Associação dos Corredores
de Rua (Corblu), promotora da maratona, sempre se esmera na organização
e assim mantém a qualidade do evento. |
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