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Seis assaltos em menos
de 24 horas em Joinville

Relojoaria teve o maior prejuízo. Posto, comércio e faculdade também foram vítimas dos marginais

Arlei Zimmermann

Joinville - Seis assaltos a mão armada e de grandes proporções foram registrados em Joinville em menos de 24 horas. Quem sofreu o maior prejuízo foiu a Relojoaria e Ótica Tic Tem, na rua Getúlio Vargas, bairro Bucarein, de onde foram furtadas diversas jóias. Até mesmo a Associação Catarinense de Ensino (ACE), que congrega seis faculdades, foi vítima dos assaltantes. Eles renderam o vigilante e roubaram um videocassete e um pacote com diversos cheques.

O assalto à relojoaria, segundo a PM, aconteceu por volta das 8h58 de ontem. Dois homens bem vestidos chegaram na loja como se fossem clientes. Um deles pediu à funcionária para ver uma corrente de ouro e em seguida sacou da arma, anunciando o assalto. Em questão de segundos a dupla roubou as jóias. A proprietária não soube informar o valor do prejuízo. Depois eles sairam a pé. Uma testemunha foi atrás e avistou um Gol branco saindo em alta velocidade. Possivelmente os assaltantes fugiram no veículo.

Um funcionário do Posto Jarivatuva foi assaltado às 14h45 de ontem. Ele estava se dirigindo ao banco Boa Vista, pela rua Albano Schmidt, no bairro Boa Vista, quando foi abordado por dois homens armados com revólveres, tripulando uma moto Honda. Eles renderam a vítima e roubaram o malote do posto, contendo R$ 1.500,00 em dinheiro, cheques e dois talões de cheques do banco Boa Vista.

O assalto à Associação Catarinense de Ensino ocorreu por volta das 2h57. Quatro homens fortemente armados renderam o vigilante, deixaram-no trancado durante uma hora e meia dentro de uma sala e roubaram um videocassete e cheques.

Às 22 horas de segunda-feira, o filho do proprietário do posto Filippi, no bairro Boa Vista, Rodrigo Filippi, 19, foi abordado por dois homens armados quando chegava em casa, no bairro Iririú. Eles queriam o malote e, ao serem informados que este estava no interior do posto, se apossaram da picape Corsa LXO-7809 (Joinville), com um jet-ski. Mais tarde o veículo foi encontrado sem o jet-ski.

Na rua Desembargador Tavares Sobrinho, bairro Boa Vista, às 22h14 de segunda-feira, dois homens com escopeta calibre 12, com as mesmas características dos que assaltaram a relojoaria, abordaram a lanchonete Monick. Eles trancaram o proprietário no banheiro e roubaram todo o dinheiro do caixa. O valor não foi revelado.

Ainda ontem, ao meio-dia, foi assaltado o Mercado Bitencourt, no Jardim Iririú. Dois homens armados, tripulando uma moto Honda, renderam o proprietário e roubaram dinheiro. A vítima ainda não registrou o caso na polícia.


Carreta roubada é achada no PR

Joinville - A carreta ICF-5850 (carregada com uma carga de geladeiras) e o cavalo mecânico Scania MAA-9641 (Joinville), roubados durante assalto em 16 de novembro, foram localizados em Campo Largo, no Paraná. Ontem à tarde, após fazer perícia, a delegada Maria de Fátima Souza Ignácio, do 3º Distrito, liberou o veículo ao proprietário.

De acordo com Maria de Fátima, a carreta e o cavalo0 mecânico foram abandonados em um posto de gasolina, em Campo Largo/PR. O proprietário do posto foi quem comunicou a polícia. A carga de geladeiras, avaliada em R$ 40 mil, ainda não foi localizada. O assalto, que aconteceu em São José dos Pinhais/PR, foi praticado por quatro homens armados com escopetas.


Juiz ouvirá amanhã seis
vítimas de Nélson Carpen

Jean Carlos Souza

Concórdia - Amanhã, o juiz Domingos Paludo, de Concórdia, começa a ouvir as vítimas do investidor Nélson Carpen, preso na segunda-feira, em Caçador. Até o final do dia vão conversar com o juiz seis pessoas que depositaram dinheiro na BRDC Factoring e levaram um calote quando o investidor fugiu, no final de setembro do ano passado. Amanhã também serão ouvidos Aírton Pimentel e Valdinei Rossi, presos preventivamente desde segunda-feira, a partir do depoimento de Nélson Carpen.

O investidor passou os últimos dois dias recluso numa das celas da 2ª Companhia da Polícia Militar, em Concórdia, e procurou se isolar. Ele comeu muito pouco e reclamou dos mosquitos que o incomodaram durante a noite. Carpen evitou novos contatos com a imprensa, mas aceitou receber a equipe de produção do "Linha Direta", da Rede Globo, que prepara um programa sobre o golpe dado pelo investidor, que pode chegar a R$ 10 milhões.

Mau gerenciamento

O advogado de defesa, Imar Rocha, acredita que conseguirá mostrar que Carpen não agiu com a intenção de lesar os investidores. "Ele simplesmente gerenciou mau um negócio. É preciso ressaltar também que os investidores deveriam saber que estavam fazendo uma aplicação de risco", afirma.

Uma das principais dúvidas da Justiça é saber se Carpen fugiu com ou sem dinheiro. "Ele está pobre. Não tem mais nada", garante o advogado Imar Rocha. O próprio Carpen alegou pobreza absoluta. "Eu estava trabalhando para poder comer", disse em seu depoimento. Mas o promotor Américo Bigaton, que acompanhou todo o caso, vê contradições nas respostas do investidor e acredita que Nélson Carpen não foi embora sem nenhum dinheiro.

Os dois implicados pelo primeiro depoimento de Nélson Carpen tentarão mostrar a partir de hoje que não participaram do calote da BRDC Factoring. Segundo o advogado de defesa de Aírton Pimentel, César Téchio, o seu cliente está sendo acusado injustamente. "Ele é uma pessoa humilde, que só sabe trabalhar. O que eu quero ver é serem chamadas as pessoas que realmente estavam por trás do Carpen", cobra o advogado.


Lesados não acreditam em preso

Concórdia - As pessoas lesadas por Nélson Carpen afirmam sem receio de errar: o investidor mentiu durante boa parte do seu depoimento. Nenhum dos ex-aplicadores da BRDC Factoring ouvidos pela imprensa acreditou que Carpen fugiu sem dinheiro e que chegou até a dormir no chão com a família. "Ele está se fazendo de coitado para tentar escapar. Eu já esperava isso", diz o contador Augusto Nissola, que perdeu os R$ 13 mil que entregou ao investidor.

Apesar da ira contra o investidor, nenhum dos lesados tentou se aproximar dele até agora. Carpen não foi nem ameaçado. "Todo sem-vergonha tenta achar uma saída. Mas eu não tenho raiva dele. Tenho raiva sim de quem ajudou ele a fugir e esconder o dinheiro que ele levou", afirma o empresário Ari Giacomelli, que investiu R$ 40 mil na BRDC. (JCS)


Dono de galpão de
desmanche não vai à DP

Joinville - O delegado Marco Aurélio Marcuzzi, da 4ª Delegacia de Polícia, preferiu apenas dizer que está "trabalhando para identificar a quadrilha" suspeita de praticar roubo e furto de veículos e cargas no eixo São Paulo-Santa Catarina. Mesmo com a grande apreensão de equipamentos eletrônicos e outros materiais dentro de dois depósitos no município de Penha, a polícia de Joinville não identificou, nem deteve, nenhum integrante da quadrilha. Ontem, o delegado contava com o depoimento do proprietário (ainda não identificado) dos dois depósitos, mas esse não compareceu na delegacia.

O nome de algum possível integrante da quadrilha ainda está sendo mantido sob sigilo na 4ª DP. A polícia suspeita do envolvimento dos irmãos Ademar José de Souza e Emanuel José de Souza, conhecidos como "Irmãos Metralha", que estão presos em Blumenau.


Arrombamento causa
prejuízo de R$ 30 mil

Araquari - Um arrombamento ocorrido na central de distribuição da região Norte, da empresa Frango Macedo, no km 57 da BR-101, na tarde de sábado, está sendo investigado pela Polícia Civil de Araquari. O prejuízo, de acordo com o gerente, Everton José Peixoto, 30, ultrapassou os R$ 30.000,00.

Para entrar no estabelecimento, os arrombadores danificaram todo o sistema de alarme. Primeiro arrombaram a porta dos fundos, depois uma janela que dá acesso ao escritório. Em seguida arrombaram o cofre e furtaram R$ 25 mil em cheques de terceiros e R$ 5 mil em dinheiro. O sistema de alarme foi totalmente destruído.

"Antes de entrarem no estabelecimento, os suspeitos ligaram para o celular do gerente, pensando que o sistema eletrônico estivesse interligado com o celular", revela o responsável pela delegacia de Araquari, Adelso Westrupp.


Acidente com revólver
mata menino no PR

Curitiba - William Ferreira, de 8 anos, ferido com um tiro na cabeça durante brincadeira com um revólver calibre 38, no dia 17, morreu ontem. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba.

William foi ferido em Fazenda Rio Grande, também na região metropolitana de Curitiba, quando brincava com D.M., 11, e W.I.S., 13, na casa do último. Depois de jogar videogame, W.I.S. pegou a arma do pai,

que disparou, acertando a testa de William.

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Notas

Morto 1 - Um homem ainda não identificado foi encontrado morto por dois andarilhos na madrugada de ontem, na rua Arcipreste Paiva, no centro de Florianópolis. A polícia acredita que a vítima também seja um andarilho e descarta a possibilidade de homicídio. Aparentemente o corpo não possui escoriações e hematomas. O laudo cadavérico deve ficar pronto nos próximos 15 dias.

Os dois andarilhos relataram à polícia que o homem estava deitado e parecia estar dormindo. "Tentamos acordá-lo, mas constatamos que estava morto", contou um deles.

Morto 2 - O corpo de um homem encontrado morto no domingo, sem qualquer documento, próximo ao km 110 da BR-282, no município de Alfredo Wagner, continua no IML de Lages. O homem, com aproximadamente 1,80 metro de altura, vestia uma blusa de lã preta, camiseta amarela, calça de abrigo cinza e tênis preto. Aparentemente trata-se de uma pessoa com idade entre 45 e 50 anos, de cor morena escura e com barba avantajada (escura). Quando foi encontrado, o corpo ainda não estava enrijecido, o que leva a crer que estivesse morto há poucas horas.

Morto 3 - O corpo do turista argentino Gabriel Angel Mosqueda, 20 anos, foi encontrado segunda-feira pela manhã na praia de Bombas, distante 25 quilômetros de Balneário Camboriú. O estudante argentino havia se afogado há uma semana. Durante este período homens do Corpo de Bombeiros realizaram intensivas buscas pela região, mas seu corpo não tinha sido encontrado. Ele excursionava com a família pelo litoral catarinense quando desapareceu no momento em que se banhava nas águas de Balneário Camboriú.

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