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Neta acusa avô
de tê-la estuprado

Mãe e irmã da vítima também teriam sofrido agressão sexual

Loreno Siega

Lages - Uma menor de 15 anos acusa o avô, o aposentado José Francisco Padilha, 72, residente no bairro Habitação, em Lages, de tê-la estuprado em fevereiro deste ano. S.C.P.H. informou que na época não contou o ocorrido a ninguém com pena da avó que era doente (morreu recentemente), além de temer as possíveis reações do avô. Na segunda-feira a menor teria contado a uma amiga, que informou sua mãe. A família da menor, ao tomar conhecimento do fato, chamou a Polícia Militar que conduziu os envolvidos à Delegacia da Mulher e do Menor, na tarde de terça-feira. A mãe e a irmã de S. revelaram que também foram molestadas sexualmente pelo aposentado.

A reportagem de A Notícia procurou a família da menor, que reside no Loteamento Irmã Dulce, no bairro da Várzea. S. disse que o avô já havia tentado o estupro por três vezes, sem sucesso. "Em fevereiro eu tinha ido na casa dele ajudar minha avó, que estava doente. A avó deu uma saída, quando eu estava lavando a louça do almoço. Ele me tapou a boca com um pano, amarrou minhas mãos e me mandou ficar de bruços, de costas. Aí me estuprou", afirma.

A mãe da menor, Roseli Padilha Heck, 35, e sua outra filha, C.R.H., 17, informaram que também foram molestadas sexualmente por José Francisco. C.R.H., que morou na casa do avô dos 7 aos 17 anos (ela saiu de lá há alguns meses para morar com uma tia), confessa: "Perdi a conta das vezes que ele tentou me agarrar. Ele aproveitava quando a gente estava sozinha e vinha querendo fazer sexo. Mas eu dava um jeito e sempre escapava. Eu falava para a avó, que mandava eu ficar quieta".

Roseli, a mãe das duas garotas, garantiu que seu pai teria estuprado pelo menos três das oito filhas. "Ele também tentou comigo, mas eu sempre consegui fugir", declara. "A gente contava para a mãe que não dava bola".

Alexandre Padilha, 25, único filho homem de José Francisco não aceita a versão da sobrinha e diz que "é tudo mentira". A delegada Stella Maris Antunes da Rosa, que ouviu o depoimento dos envolvidos, ontem não se encontrava em Lages.


Preso suspeito de duplo homicídio

Lebon Régis/Concórdia - A PM prendeu na terça-feira à noite, na localidade de Rio do Meio, interior de Lebon Régis, o trabalhador rural desempregado Antonio Carlos Teles da Luz, 33. Ele é suspeito de envolvimento nas mortes do fazendeiro João Batista Martins, 60, e seu filho Cleiton Martins, 9, ocorridas no dia 11 de outubro, no distrito de São Sebastião do Sul, em Lebon Régis. Os dois foram mortos e depois queimados, juntamente com a casa da família. A mulher do fazendeiro, Juraci Dias Martins, 33, está desaparecida desde o dia do crime.

De acordo com o investigador Neilson Pinheiro Alvariza, responsável pela Delegacia de Polícia de Lebon Régis, os policiais encontraram em poder de Antonio Carlos certa quantia em dinheiro, uma caderneta de poupança do banco HSBC em nome do fazendeiro João Batista Martins, um revólver calibre 32, uma faca e roupas manchadas de sangue, além de uma moeda antiga semelhante a uma encontrada nas cinza da residência.

"Ele está com prisão temporária decretada", afirma Alvariza. A faca e as roupas foram encaminhadas à Polícia Técnica. Teles da Luz morou durante alguns anos na fazenda de Martins e possuía um desentendimento trabalhista com o fazendeiro.

O suspeito nega qualquer envolvimento no crime e afirma que há dois anos não voltava a São Sebastião do Sul. No entanto, vizinhos das vítimas garantiram tê-lo visto na região na véspera do dia do crime.

Em Concórdia, dois homens quase mataram o aposentado Waldomiro Ronnau, 58, em busca de uma suposta quantia recebida de indenização trabalhista. Ele e a mulher, Anita Ronnau, 54, foram torturados na noite de terça-feira, dentro do apartamento em que residem, no centro de Concórdia. A dupla queria que o aposentado entregasse os R$ 200 mil que imaginavam ter recebido de indenização. Waldomiro continuava internado até ontem à noite no centro de terapia intensiva do Hospital São Francisco.

Para torturar o aposentado, os dois homens usaram soqueiras de metal. Como não conseguiam o dinheiro, aumentaram a agressividade e quase cortaram uma orelha de Waldomiro. O casal foi salvo por um filho, que mora no mesmo prédio, e ouviu o barulho no apartamento do pai, por volta das 23 horas. Ao bater na porta, o filho espantou os invasores, que fugiram pela sacada, local que utilizaram para ingressar no apartamento.

A polícia ainda não possui suspeitos. De acordo com o delegado Luiz Augusto Büchele, Waldomiro e a mulher não haviam se recuperado do estado de choque ontem e não puderam prestar informações.


Surge nova versão sobre
o homicídio em lanchonete

Joinville - A morte de Nílson Miguel Petrobelli, 28, ocorrida na madrugada de domingo, em uma lanchonete de Joinville, tem uma nova versão. A tese a ser defendida na Justiça pelo autor confesso do homicídio, Paulo Vieira, o Gaúcho, será a de legítima defesa. Sem autorizar a identificação, uma testemunha contestou ontem a acusação de que Nílson teria sido executado. "Ao atirar, sem intenção de matar, aliás, a vítima morreu porque tinha o coração do lado direito, o Gaúcho estava se defendendo", alega. Gaúcho já se apresentou à polícia e está respondendo o inquérito em liberdade.

De acordo com Silso Petrobelli, 34, irmão de Nílson, Gaúcho disparou depois que seu irmão estava imobilizado por dois seguranças. Silso também acusou policiais da 5ª Delegacia de Polícia de omissão, pois Gaúcho teria deixado de ser preso após o homicídio. Essa versão teria respaldo de testemunhas.

A nova versão garante que Nílson discutiu com um cliente no banheiro na Lanchonete do Gaúcho, localizado bairro Jarivatuba, zona sul de Joinville. Após troca de ameaças, os dois partiram para a agressão. Gaúcho teria tentado levar Nílson para fora do estabelecimento, mas acabou sendo esbofeteado. Nesse momento, o grupo que acompanhava Nílson iniciou uma briga generalizada com a turma que acompanhava seu desafeto. Os dois grupos praticamente destruíram o bar. Na tentativa de acabar com a confusão, Gaúcho disparou para cima. Na confusão, acabou derrubado. "Como Gaúcho estava no chão, Nílson partiu para cima dele com uma cadeira. Para se defender, Gaúcho atirou", conta a testemunha.

O próprio Gaúcho teria chamado a polícia. Acabou se escondendo e só se apresentou na última terça-feira para escapar do flagrante. "Não é verdade que os policiais não quiseram prender Gaúcho e muito menos que testemunhas estariam sendo ameaçadas", diz a testemunha. Essa segunda versão teria sido confirmada por outras pessoas que participaram da confusão.


Punguistas se dão mal
ao atacar vítima em ônibus

Florianópolis - Dois homens acusados de tentar "pungar" (furtar dinheiro do bolso) o sargento PM da reserva Jucemar Goes Rabelo, 63, foram presos e autuados em flagrante pelo delegado Antônio Alexandre Kale, da 2ª DP da Capital (Saco dos Limões). Ele teria agido dentro de um ônibus da linha Volta ao Morro-Pantanal, mas a vítima percebeu quando enfiaram a mão em seu bolso e retiraram R$ 114,00 e, com o auxílio de um PM que viajava no coletivo, deteve Roberto Carlos da Silva Santos, 51, e Carlos Alberto Santos, 37, que não são parentes.

A punga aconteceu quando Jucemar preparava-se para descer do ônibus, na rua João Motta Espezin, no Saco dos Limões. Segundo sua descrição, Carlos Alberto trancou seu caminho de saída do veículo, enquanto Roberto Carlos enfiava a mão em seu bolso. O sargento da reserva percebeu a punga, agarrou-se com Roberto Carlos, que tentava descer, e pediu ajuda ao PM que estava no ônibus, além de fazer com que a porta fosse fechada pelo motorista.

Carlos Alberto, já sentado e com o dinheiro sob a coxa, tentou devolver-lhe os R$ 114,00 para evitar a prisão, mas os dois acabaram autuados em flagrante.


Dupla passa por
negociantes e rouba jóias

Joinville - Dois homes, trajando ternos e armados de revólveres calibre 38, assaltaram o comerciante Paulo Sérgio Onisch, morador no bairro Glória, em Joinville, na noite de terça-feira, e roubaram jóias avaliadas em R$ 15 mil. Os assaltantes passaram por negociantes de jóias e durante o encontro anunciaram o assalto.

A vítima contou ao delegado Júlio Machado, da 3ª DP, que foi vítima de uma trama armada por dois desconhecidos, que se apresentaram alegando que queriam negociar jóias. Na tentativa de afastar qualquer suspeita, os desconhecidos propuseram um jantar no restaurante Cantinho Italiano, às 20 horas.

Depois do jantar a dupla sugeriu que o comerciante e seu colega, Márcio de Lima, fossem até a sua suposta residência, no bairro Vila Nova. No trajeto foi anunciado o assalto e as vítimas foram trancadas no porta-malas do Omega LWX-6877 (Navegantes), pertencente ao comerciante. Depois de rodarem por cerca de 1h30 foram abandonados na região da Estrada Piraí. Conseguiram sair e acionar a PM.

Em Joinville, três homens armados assaltaram o vendedor Valdecir Nei Wemuth e levaram a carga de cigarros, balas, chocolates e outras guloseimas que estava na Kombi da empresa Comar Comércio Representações Ltda. O roubo aconteceu às 18h20 de terça-feira, numa ponte existente entre os bairros Jardim Paraíso e Jardim Sofia.

De acordo com Valdecir, o Monza dos assaltantes fechou a Kombi sobre a ponte e anunciaram o roubo. Ele foi levado para o mato e mantido sob mira de arma por mais de uma hora.

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Fiscal

Golpe do INSS leva
suspeito para a prisão

Ascurra - Foi recambiado de Ascurra para Taió, ontem, o suspeito de ter aplicado o golpe do Instituto Nacional da Previdência Social (INSS) em pessoas residentes em sete municípios do Vale do Itajaí. De acordo com o delegado Ivo Otto Kleine, o acusado Oscar Quintino, 44, se passava por fiscal do INSS e dizia que a vítima tinha uma quantia para receber referente a uma indenização trabalhista ou aposentadoria atrasada.

As vítimas, na maioria, eram agricultores. Para sacar o dinheiro que estaria em nome do interessado, Quintino dizia que era necessário fazer um depósito bancário. Então ele levava as pessoas a um banco, fazia-os esperar até que fosse à agência do INSS para pegar uma guia de recolhimento e sumia com o dinheiro a ser depositado.

Numa estimativa do delegado Kleine, o acusado teria levantado mais de R$ 5 mil com esse golpe. Quintino teve prisão temporária decretada na comarca de Taió, mas há vítimas em outros seis municípios.


Fuga - O detento Laureci Almeida Gonçalves, 18, fugiu, ontem à tarde, do Presídio de Biguaçu. Ele escapou do pátio no horário do banho do sol. "O pátio não tem tela de proteção", diz Eliel da Silveira, administrador do Presídio.

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