Joinville         -          Segunda-feira, 3 de Abril de 2000         -          Santa Catarina - Brasil
 
 

ANotícia  

















ACONCHEGO
Lucilene passa algumas horas por dia com a pequenina Fernanda em contato com o seu corpo: recuperação mais rápida
FOTOS Carlos Alberto da Silva

Bebês prematuros trocam
incubadora pelo colo da mãe

Na Maternidade Darci Vargas, método-canguru humaniza atendimento a recém-nascidos de baixo peso

Genara Rigotti

A fragilidade da pequena Fernanda Vitória dos Santos, hoje com 1,795 quilo, aninhada entre os seios da mãe Lucilene, é uma expressão única de vida e coragem. Imaginar que aquela criaturinha tão frágil pode sobreviver fora de uma incubadora e manter sua temperatura apenas pelo contato pele a pele com a mãe, parece impossível. O método canguru, que é um tipo de assistência neonatal para crianças prematuras ou de baixo peso, torna possível este verdadeiro milagre. Ele está sendo implantado na Maternidade Darci Vargas e já tem a aprovação total das duas primeiras mamães que estão utilizando o método.
Há uma semana Lucilene passa algumas horas por dia com a filha em contato com o seu corpo. Fernanda, que nasceu de sete meses, com apenas 1, 495 quilo, ficou na UTI bastante tempo, mas agora, com o aconchego gostoso do colo da mãe, ela parece estar se recuperando com mais rapidez. "Ela está mais calma, chorando bem menos e mamando melhor. Ela era muito assustada e hoje parece estar mais segura", conta a mamãe de primeira viagem, que tem apenas 19 anos. "Há uma semana ela está mamando no peito e a cada dia que passa está sendo melhor", diz.
Lucilene conta que o marido aprovou o método, mas ainda não teve coragem de ficar com a criança. "Ele pensa que a Fernanda é muito pequena, mas é só questão de se adaptar". Sua vontade agora é voltar para a casa o mais rápido possível. "Tive uma gravidez tranqüila, foi uma surpresa para todos o bebê ter nascido prematuro. Não vou esquecer jamais aquele 2 de fevereiro. Fiquei desesperada", lembra.
Apesar das dificuldades enfrentadas, a mamãe-canguru lembra com carinho o primeiro dia que Fernanda foi colocada no seu colo. "A emoção foi muito grande e agora eu procuro conversar com ela o tempo inteiro, para ver se ajuda na recuperação", diz Lucilene, consciente do seu papel, extremamente importante nesta fase do desenvolvimento de Vitória.
A todo vapor
Produção industrial cresce desde o segundo semestre de 1999 e empresas estão operando no limite.  AN_Economia 
A figura da mãe-canguru está se tornando comum nas maternidades brasileiras. Hoje cerca de 20 instituições utilizam o método. Se a criança já tiver certas condições clínicas de sobrevivência, o prematuro pode dar adeus à incubadora e terminar seu desenvolvimento no aconchego do colo materno. A nova filosofia de tratamento de prematuros é simples e revolucionária. Teve início na Colômbia, em 1978, quando o pediatra Edgar Rey Sanabria percebeu que o pequeno número de incubadoras não seria suficiente para o grande número de crianças prematuras e de baixo peso.
Inspirado nos marsupiais, que completam a gestação dos filhotes dentro de uma bolsa na qual estão os mamilos, o pediatra esperava o quadro clínico dos recém-nascidos estabilizar, tirava-os da incubadora e amarrava-os ao corpo das mães. Daí surgiu a expressão mãe-canguru.


PREPARO
Recém-nascido passa primeiro pela incubadora

Maternidade implantou
novidade em dezembro

Cerca de 20 milhões de crianças ou 16% da população de recém-nascidos no mundo são de baixo peso, ou seja, com menos de 2,5 quilos. A maioria nasce em países em desenvolvimento, que não possuem equipamentos suficientes e pessoal especializado para o tratamento. As mães geralmente sofrem de desnutrição, são fumantes, possuem problemas de hipertensão ou outras complicações da gravidez, ou em muitos casos tiveram um parto antes do tempo.
O método canguru, em Santa Catarina, já vinha sendo utilizado no Hospital da Universidade Federal, em Florianópolis, e começou a ser implantado em dezembro na Darci Vargas em Joinville. Dos 7,281 bebês nascidos no ano passado na MDV, 7,66% apresentavam baixo peso. Com a troca da incubadora-máquina pela incubadora-humana, foi constatado que os prematuros e crianças de baixo peso se desenvolvem melhor e mais rápido.
"Em pouco tempo o método canguru se disseminou pelo mundo, mas de formas diferentes", ressalta a pediatra, neonatologista e coordenadora na implantação do método na Darci Vargas, Maria Beatriz Reinert do Nascimento. "No Canadá, por exemplo, onde tive oportunidade de observar a técnica sendo utilizada em 1995, o objetivo era a humanização, manter as crianças próximas à mãe, estimulando principalmente o aleitamento", explica.
Com a criança na incubadora por muito tempo, o risco de mãe e filho se afastarem é muito grande. Muitas vezes o receio da morte do prematuro é o motivo do distanciamento inconsciente da mãe. Com o método canguru, ela perde o medo de mexer com aquele bebê tão pequenino, e o contato físico constante estimula a produção do leite.
"No Zimbabue, na África, não existem incubadoras e através do canguru muitas crianças acabam se salvando", continua Maria Beatriz. "Nosso objetivo aqui na maternidade é mais de humanizar e estimular a amamentação do que achar uma alternativa para falta de equipamento e pessoal especializado. Nossa situação é muito boa, comparando com outros Estados e países", acredita.
Na Colômbia, 25% das crianças nascem com baixo peso, no Recife, capital de Pernambuco, o índice é de 20%, enquanto no Canadá de 5,7%. "Em Joinville os números são comparáveis a países de primeiro mundo, apenas 7,7% das crianças nascem com baixo peso", diz a pediatra. Ela salienta que a maternidade não vai abandonar o trabalho tradicional. "Nosso objetivo é humanizar a relação da mãe com o bebê".
Os prematuros que participam do método canguru sofrem menos alterações nos batimentos cardíacos e nos níveis de oxigênio no sangue. Aquecidos pelo calor materno e embalados pelo pulsar do coração da mãe, os bebês não têm tanta dificuldade para respirar e conseguem ganhar até o dobro do peso obtido pelas crianças presas à incubadora. "Mantendo a temperatura, elas mamam melhor", frisa Maria Beatriz.
Na maioria das maternidades públicas, os médicos, por segurança, só colocam a criança em contato direto com a mãe quando o bebê já respira sozinho, alimenta-se pela boca e pesa no mínimo 1,2 quilo. (GR)


Ministério da Saúde
cria programa de incentivo

Graças a avanços tecnológicos, hoje é possível salvar bebês de meio quilo e menos de seis meses de gestação, o que seria impossível há apenas cinco anos.
No Brasil, em 1998, das 3,4 milhões de crianças nascidas, cerca de 9% foram prematuras. Algumas passam até três meses na incubadora. O aparelho mantém a temperatura, a oxigenação e a umidade apropriadas durante o tempo necessário para o amadurecimento dos órgãos do recém-nascido.
Os benefícios do método canguru ficaram tão evidentes que o Ministério da Saúde criou este ano um projeto de incentivo em todos os hospitais conveniados ao Sistema único de Saúde (SUS). O programa acaba diminuindo as despesas com o tratamento dos prematuros, que é bastante alta.
"O custo mensal da Unidade Neonatal da MDV é R$ 147 mil por mês, e o SUS repassa apenas R$ 45 mil. Um mês de permanência do recém-nascido custa R$ 2.834 e o SUS repassa R$ 867", explica a neonatologista.
Num hospital em Santos, no litoral paulista, 97% dos prematuros já estão mamando no peito ao receber alta. Em outra maternidade do Rio de Janeiro, 95%. Uma façanha, num País em que apenas quatro de cada dez bebês de até três meses são amamentados.
Se o leite materno é essencial para a boa saúde das crianças, o benefício para os prematuros não tem preço. Com o sistema imunológico ainda imaturo, o organismo deles não está preparado para combater as bactérias. A mãe, que já possui anticorpos contra esses germes, pode imunizar o filho através do leite.
Nos hospitais que adotaram o método da mãe canguru, o número de prematuros vítimas de infecções graves caiu drasticamente. Isso ocorre não apenas pelo aleitamento, mas também pela alta precoce, que afasta a criança do risco de infecção hospitalar. (GR)


Tratamento tem
continuidade em casa

Maria Laura nasceu aos seis meses de gestação e agora se recupera bem juntinho da mãe

Genara Rigotti

Tubos e fios sustentaram a vida de Maria Laura por mais de um mês. Ela nasceu antes do tempo, aos seis meses de gestação, três meses antes do normal, com apenas 1,230 quilo. Desde quarta-feira a menina foi retirada da incubadora e levada para o colo da mãe, Jadina Marcelo João, 34 anos.
Um mês antes da data prevista para o seu nascimento, se a gravidez tivesse sido de nove meses, Maria Laura terá a chance de ir para casa com a mãe, graças ao método canguru. Para Jadina, ter a filha no colo está sendo emocionante. "É como se ela tivesse voltado para dentro de mim. Consigo sentir seus movimentos, suas mãozinhas me tocando e empurrando minha barriga, como acontecia quando ela estava lá dentro", conta, com os olhos cheios d'água.
Ela explica que foi uma gravidez problemática, mas agora prefere não se prender ao que já passou. "Meu único pensamento é oferecer o máximo de carinho e atenção para ela, até que a recuperação seja total", diz. Maria Laura está mamando no peito duas vezes por dia, mas o esforço é tão grande que nas outras mamadas o leite é injetado numa sonda que vai do nariz até o estômago da pequenina.
"Eu sinto que estou recuperando um pouco do tempo que perdi, por ela ter nascido antes do tempo", define Jadina. O marido está em Criciúma, no Sul do Estado, e vem neste final de semana visitar a família. "Ele achou muito importante este contato e já falou que quer experimentar", fala, confiante. "A emoção é muito grande".
Algumas maternidades estimulam os pais-cangurus, porque, quando o bebê tiver condições de ir para casa, o pai terá que revezar o atendimento com a mãe. No Brasil, o Instituto Materno Infantil de Pernambuco é o pioneiro no uso do método canguru e a Maternidade Darci Vargas resolveu iniciar o trabalho com um treinamento da equipe que é multidisciplinar.


Empenho de toda equipe

"As fases do projeto são distintas. Primeiro o bebê fica na incubadora ou no berço aquecido, quando estiver com o ritmo respiratório e a freqüência cardíaca regulares, livre de complicações graves, pode passar para o colo. Antes, dentro da unidade de neonatologia, depois na enfermaria e por último no domicílio", explica a pediatra Maria Beatriz.
A psicóloga Karina Peruzzo Pereira ajuda na seleção das famílias. "É preciso saber se o casal está preparado para participar, porque a responsabilidade é muito grande. A mãe, principalmente, pode ficar assustada e sem autoconfiança para prosseguir, por isso precisamos dar apoio durante todo o processo", diz.
A fisioterapeuta Maria da Graça Coutinho Rocha explica a maneira correta de posicionar a criança e como a mãe pode se sentir mais confortável e livre de complicações futuras. "Quanto melhor ela se sentir, mais tempo ela poderá ficar com a criança", destaca.
"Meu trabalho é propor atividades às mães que passam muito tempo dentro do hospital. Confeccionamos objetos artesanais e roupinhas para o bebê. Além disso, vamos treinar a mamãe, mostrando que ela pode fazer muita coisa em casa, mesmo com o bebê no seu colo", explica a terapeuta ocupacional Glória Santos. "Ela precisa ter a experiência aqui, para ter a vivência em casa. Também estimulamos o aleitamento", completa.
Já a fonoaudióloga Fabiane Zimermann tem a função de estimular a audição do bebê, através da voz da mãe, e a visão do bebê, usando o próprio rosto da mãe. "Assim ela não vai achar estranho em casa", diz. A enfermeira Adriana Alves explica que seu trabalho é dar suporte básico. "Temos que perceber as alterações no dia-dia do recém-nascido. Mas uma área não funciona sem a outra", enfatiza.
As assistentes sociais Silvia Boppré Niehues e Telma Brito Weiss fazem a primeira entrevista com a família para saber se existe algum problema.


Triagem e análise das condições

"Tem que haver uma triagem muito bem feita porque temos uma verba limitada para usar com passes, alimentação e apoio a estas famílias, geralmente carentes", dizem as assistentes sociais. Elas também analisam as condições da casa, de higiene, alimentação, se a mãe vai ter ajuda em casa, enfim, se existe a possibilidade de levar um bebê em condições tão especiais.
"O importante é que toda a equipe está empenhada em fazer o melhor", acredita a pediatra Maria Beatriz. Ainda no mês de fevereiro, Michele Livramento Cordeiro Albano, 19 anos, que teve a filha com apenas 25 semanas de gestação, serviu como mamãe-canguru experimental, ou seja, através dela a equipe pôde avaliar o atendimento e determinar prioridades. (GR)


Enquete

Você acha que Joinville está preparada para atender bebês recém-nascidos com problemas ou prematuros?

Ângela Finardi
, 27 anos, professora:
"A Maternidade Darci Vargas está. O local é muito bem equipado e possui um banco de leite maravilhoso. Os bebês com baixo peso são muito bem atendidos".

Daniele
Becker, 23 anos, personal traineer:
"Não estou a par. Não me informei a respeito, mas pelo que escuto a Maternidade Darci Vargas está bem equipada".

Geraldo Custódio
, 31 anos, publicitário:
"Acho que sim. Não na área pública, mas, sim, na particular".

Joana Schroeder
, 61 anos, aposentada:
"Acho que sim. Afinal, a Maternidade Darci Vargas é bem conceituada. Minha filha teve bebê no Dona Helena, mas conheço pessoas que tiveram filhos na rede pública e foram bem atendidas".

Marina Siedschlag
, 38 anos, dona de casa:
"Não, conheço alguém que recentemente perdeu o bebê por este problema. Por falta de equipamentos a criança teve de esperar vaga para ser atendida em Curitiba. Chegou lá e teve poucas horas de vida".

Marisa Kinder
, 35 anos, zeladora:
"Não. Eu perdi um bebê que nasceu prematuro aos oito meses. É preciso aumentar a equipe de profissionais da rede pública, a quantidade de equipamentos e principalmente a sensibilidade das pessoas que atendem as gestantes".

Cida Ramos
, 28 anos, balconista:
"É a maior cidade do Estado, mas acho que ainda falta muita coisa. Infelizmente o dinheiro ainda fala mais quando se trata de bom atendimento".

Isabel Cristina Moreira Viertel
, 30 anos, dona de casa:
"Sou suspeita para falar porque tive minha filha na rede particular e fui super bem atendida. Tenho amigas que ganharam filhos na Maternidade Darci Vagas e também falaram bem do atendimento".


Saúde

Esforço coletivo resulta em qualidade

Fernando Marques Pereira

Qualidade é o perfil almejado em todos os setores da sociedade, tanto na cadeia produtiva, associativa, individual e na prestação de serviços.
Na área da saúde, dentro do contexto que estamos inseridos, enfrentamos várias dificuldades, pela nossa condição de País em desenvolvimento. Porém, com o esforço coletivo, ampla participação da sociedade, vontade e bom senso de nossos dirigentes e políticos, poderemos nos aproximar cada vez mais de uma qualidade satisfatória para a saúde de nossos cidadãos.
Há 10 anos, um grupo de 10 pediatras criou um serviço de neonatologia para atender a demanda de recém-nascidos de alto risco de Joinville e região, na Maternidade Darci Vargas, denominado Sar-Neo. Neste período houve muitas mudanças, como em rotinas, condutas, novas terapias, equipamentos e atualização profissional contínua e participação do programa de residência médica em pediatria, sempre em busca de excelência em qualidade e humanização no atendimento ao recém-nascido e seus pais.
Mais recentemente, em fase de implantação na Maternidade Darci Vargas, iniciou-se o programa de atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso (método Canguru), que implica em contato pele a pele precoce entre a mãe e o recém-nascido de baixo peso.
Programa do Jô
Jô Soares está de volta à Globo: a fórmula é a mesma utilizada no talk-show do SBT por 12 anos.  AN_Tevê 
Segundo dados estatísticos da Maternidade Darci Vargas, que avaliam a qualidade no atendimento prestado a seus clientes, estamos apresentando melhoras nestes últimos anos. Em 1999, com um total de 7.281 nascimentos, registrou-se 7,7% de recém-nascidos de baixo peso; 4,23% de internações no berçário e 3,02% de recém-nascidos que necessitaram o atendimento em UTI-neonatal. Estes índices aproximam-se dos encontrados em vários países desenvolvidos.
Tudo isto comprova que em saúde nada se faz sem equipe e a qualidade é conseqüência de um esforço contínuo, aprendizado, humanização e de boas idéias.

  • Fernando Marques Pereira é médico pediatra-neonatologista e diretor-clínico da MDV


Aleitamento matero
recupera prematuros

Maria Beatriz Reinert do Nascimento

"Amamentação é o mais precioso presente que uma mãe pode dar ao seu filho. Quando há doença ou desnutrição, é um presente que salva a vida. Quando há pobreza, pode ser o único presente."
Lawrence

O leite humano é o melhor alimento para recém-nascidos e lactentes e diversos estudos epidemiológicos têm mostrado as vantagens da amamentação para o crescimento e desenvolvimento infantil.
O incentivo ao aleitamento natural é uma estratégia simples para a redução da morbimortalidade na infância. Estima-se que mais de um bilhão de crianças deixariam de morrer no mundo a cada ano se o leite materno fosse utilizado de maneira exclusiva até os seis meses e complementado até o segundo ano de vida.
Defende-se que a recomendação de alimentação com leite humano deva ser estendida aos recém-nascidos prematuros, mas apesar disso ser desejável, observa-se uma baixa incidência de sucesso na amamentação entre as mães destes neonatos.
Embora muitas destas mães percebam que nutrir o filho é uma das únicas coisas que podem, efetivamente, fazer para colaborar na recuperação do seu bebê que exige cuidados especiais, poucas conseguem sozinhas obter uma produção adequada de leite. Estas mulheres precisam de ajuda qualificada para estabelecer e manter a lactação.
As mães devem ser estimuladas a ter contato freqüente com o recém-nato, preferencialmente pele a pele, como no método canguru, sempre que as condições clínicas do bebê assim o permitam. Deste modo, elas adquirem confiança, a produção de leite é aumentada, o vínculo mãe-filho é mais facilmente estabelecido, o tempo de aleitamento materno é prolongado e a alta hospitalar pode até ser antecipada. Este contato precoce e íntimo também facilita a produção materna de anticorpos, o que poderá ser importante na prevenção de infecções no recém-nascido, durante sua permanência hospitalar.
O esforço em viabilizar o trabalho de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno em prematuros tem importância social inquestionável. Por se tratar de grupo de crianças de risco para a desnutrição na infância e recorrência de internações, seriam estas muito beneficiadas pela alimentação ao seio, em especial no Brasil, onde o desmame precoce ainda é uma realidade e estamos longe de atingir, no ano 2000, a sonhada meta de garantir aleitamento natural a 100% dos lactentes entre quatro e seis meses.
A Maternidade Darci Vargas, berço de vida e informação, vem construindo com o estímulo à amamentação um novo caminho de saúde para Joinville. Trabalhamos a conscientização dos nossos colaboradores, enquanto cidadãos, e o seu crescimento técnico, afim de garantir aos nossos clientes e à sociedade o apoio e informações adequadas. Tendo a instituição materno-infantil e a comunidade aparelhadas para favorecer a mulher no exercício do aleitamento, poderemos oferecer as nossas crianças o que é delas de direito: o leite materno.

  • Maria Beatriz Reinert do Nascimento, pediatra e neonatologista da MDV, consultora em amamentação pelo IBLCE


Joinvilense ganha
destaque aliando exercícios

Graziela Lindner

De volta à terra natal, a atleta Luciane Vieira, 30 anos, recomeça uma nova fase em sua carreira. Joinvilense, ela partiu para São Paulo há cinco anos em busca de reconhecimento e os bons resultados não demoraram a aparecer. Adepta do fitness, um esporte que alia musculação, ginástica olímpica, exercícios aeróbicos e coreografias, ela já mostrou seu desempenho também em outras modalidades de musculação. A procura de patrocinadores, Luciane tem a expectativa de disputar diversas competições de forte nível nesta temporada.
Antes do fitness, Luciane se dedicava aos levantamentos básicos (campeonato de força) e ao fisiculturismo (julgamento do volume muscular). Treinando há sete anos, a atleta conta que em 1997 decidiu optar pelo fitness e, desde então, vem acumulando títulos. "Comecei a treinar porque queria melhorar o contorno do corpo e aumentar a massa muscular. O fitness é um esporte que combina comigo", comenta. Além do corpo atlético, a modalidade exige ainda flexibilidade, força e movimentos de dança.

PATROCÍNIO

Apesar da dedicação e das horas diárias de treinamento, Luciane está sem patrocínio e, por isso, não vai participar da Copa Mercosul que acontece em Curitiba. Atualmente, ela conta apenas com o apoio da Sexy Machine, de São Paulo, que oferece roupas para o treinamento e competições. "Bem que eu gostaria de me dedicar exclusivamente ao esporte, mas é muito difícil", conta a atleta que, além dos treinos, encontra tempo para trabalhar como personal trainer e ajudar o marido na administração da casa de sucos e lanches naturais.
Nas fases que antecedem as competições, Luciane intensifica os treinamentos e passa de cinco a seis horas diárias na academia. "Faço musculação, ginástica olímpica, exercícios aeróbicos e treino as coreografias", revela.

TÍTULOS

Tanta determinação não poderia ter outro resultado. Luciane Vieira acumula, ao longo da carreira, os títulos de campeã catarinense e brasileira de básico, campeã catarinense de fisiculturismo, bicampeã paulista e campeã brasileira de fitness.
No ano passado, foi uma das representantes do Brasil na estréia da modalidade no Panamericano e voltou com a medalha de bronze.


Meta é disputar o Mundial

A expectativa para 2000 de Luciane Vieira é chegar a disputar o Campeonato Mundial, que acontece em outubro. Antes disso, Luciane participa do Campeonato Paulista, em agosto, uma seletiva para o Brasileiro que será realizado em setembro. "Se for bem nas duas competições, chego ao Mundial", diz, garantindo que não há preconceito com as mulheres adeptas do fitness. Antes de tudo isso, no entanto, a maior preocupação é atrair patrocinadores para ajudar na preparação da atleta.
Com 1,62 metro e 59 quilos, Luciane Vieira diz que os segredos para manter o corpo perfeito vão além dos treinamentos e da suplementação alimentar. "Não como frituras e evito o açúcar, mas abuso das verduras, legumes e água", ensina. Surpresa com o desenvolvimento da cidade, a atleta sentiu vontade de retornar para Joinville este ano. "Montamos um bar de verão em Piçarras e acabamos ficando. Joinville cresceu muito, está mais bonita e melhor", avalia.
Fusca futurista
New Beetle tem carisma e chama muita atenção, mas preço superior a R$ 50 mil afasta os consumidores.  AN_Veículos 
O personal trainer Amarildo Castilione, marido de Luciane, diz que a maior problema no momento é encontrar patrocinadores. "Gastamos cerca de R$ 6 mil nos preparativos e treinamentos que antecedem as competições e, infelizmente, os atletas brasileiros ainda esbarram na falta de patrocínio", lamenta. Mas se conseguir verbas para a participação em campeonatos é difícil, tem uma coisa que o casal já consegue administrar facilmente: o ciúme. "O pessoal insiste em olhar quando ela passa, mas estou acostumado", admite Amarildo. (GL)

Manchetes AN

Das últimas edições de AN Cidade
01/04 - Arrombadores atacam Barra do Sul
31/03 - Praça Nereu Ramos ganha novo visual
30/03 - Famílias do Jardim Edilene estão com medo
29/03 - Comércio já investe em artigos de Páscoa
28/03 - Fechamento de acesso na 101 irrita moradores
26/03 - Joinville assume área carente de Araquari
25/03 - Univille divulga Programa Antártico Brasileiro

Leia também

Amin não teme LHS
em confronto estadual

Governador diz que está tentando tirar Santa Catarina das "páginas policiais"

Marco Aurélio Braga

O governador Esperidião Amin (PPB) disse no programa "X da Questão", que não teme concorrer com o prefeito Luiz Henrique da Silveira (PMDB) numa possível eleição ao governo do Estado em 2002. Amin disse que não tem medo de eleição e por isso foi um dos candidatos à presidente da República em 1989. "Se tivesse medo de eleição não teria concorrido à presidência", disse.
O governador do Estado não poupou críticas ao ex-governador Paulo Afonso Vieira, durante o programa que foi ao ar ontem à tarde e será reprisado em horários alternativos pelo Canal 20 da Net. Segundo Amin, o atual governo está tentando resgatar a credibilidade e "tirando Santa Catarina das páginas policiais". "Só quero que compare hoje com a situação que herdamos", enfatiza. Ele também não deixou de ressaltar a situação do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e não soube informar quando a agência bancária da rua 15 de Novembro irá funcionar. "Só me cobrem aquilo que eu prometi", completou.
Na entrevista o governador afirmou que uma das suas principais metas é iluminar a serra Dona Francisca, na BR-280, depois das melhorias na sinalização e no asfalto da rodovia. "Aquilo é uma beleza natural não é obra do Amin é obra de Deus", ressaltou. No entanto, não garantiu a construção da rodovia do arroz, que ligaria Joinville ao município de Guaramirim, numa extensão de 27,5 quilômetros.
No campo dos investimentos, Amin destacou a implantação da fábrica de automóveis TVR, que deve instalar-se em Joinville. Segundo ele, a Prefeitura foi informada no momento certo e, na sua opinião, não houve erro em não colocar o município a par das negociações para trazer a fábrica. "O importante a ressaltar é a implantação de uma empresa nova, pioneira, diferenciada, não é qualquer empresa. Terá os benefícios conforme a lei, nada estará fora do que diz a lei. Mas só vou comemorar quando a empresa estiver instalada definitivamente em Joinville", enfatizou.


Desisitência local do PFL da Coligação Mais SC não causa abalo

Na área política, o governador Esperidião Amim diz que não vai influenciar a coligação Mais Santa Catarina, no âmbito municipal. A possível desistência local do PFL - que ainda não se definiu pela coligação estadual - não chegou a abalar Amin. Ele entende que é normal uma parceria que foi vitoriosa nas eleições estaduais não continuar nos municípios. "Há ainda o risco de haver a coligação", brincou.
Esperidião Amin, porém, aprova a candidatura do seu secretário Estadual de Saúde, Eni Voltolini, a prefeito de Joinville. Segundo ele, a "novidade" foi anunciada pelos próprios entrevistadores, mas acredita no trabalho sério e na dedicação do secretário para governar na maior cidade do Estado. "Vou colaborar com minha lealdade e amizade. Não vamos usar a máquina, isso é inadmissível nos dias de hoje", disse, mas não garantiu que a vaga na secretaria ficará na região. "Isso vamos discutir com a coligação", completou.
O programa "X da Questão" foi criado por um pool de empresas de comunicação de Joinville, composta por A Notícia, rádio Colon AM, Cultura, Difusora, Floresta Negra e TV Cidade (Canal 20 da Net). (MAB)


Interrupções em rua
atrapalham tráfego

Oliver Albert
Especial para A Notícia

Esquisita. Para os moradores da rua Almirante Jaceguay, que começa no bairro Santo Antônio e vai até o Costa e Silva, a via não poderia ter um adjetivo mais adequado. Ela tem quatro mil e trezentos metros de extensão e ao longo de seu trajeto são encontradas várias interrupções, o que dificulta a numeração das casas e a vida dos entregadores.
A rua Almirante Jaceguay inicia no bairro Santo Antônio, nas proximidades do terminal urbano da zona Norte. E é ali que começam as confusões. Ao entrar na rua, logo à direita, existe uma agência dos Correios. Naquela região pode-se trafegar através de carros por aproximadamente 70 metros, mas a rua não tem saída. Para continuar o trajeto, o motorista deverá dar o retorno e seguir pela rua paralela, a Presidente Prudente de Moraes.
No próximo quarteirão da Almirante Jaceguay, que fica entre as ruas General Polidoro e Visconde de Mauá, há um trecho de mais 100 metros que novamente tem outro fim. Entre a segunda e a terceira quadra não há como o motorista trafegar. "Fica complicado para nós que trabalhamos diariamente na região. Além disso, a numeração é confusa devido à falta de seqüência da rua", afirma o carteiro Augusto de Souza. Segundo ele, a Almirante Jaceguay também tem um pedaço antes da rua Blumenau e a seqüência dos números das casas é outra.
A quarta quadra da rua tem aproximadamente 100 metros e em seu final há muito mato, obrigando o automóvel a ir outra vez pela Presidente Prudente de Morais.
Entre as ruas Ricardo Landmann e Guilherme Koch volta o velho problema. A rua Almirante Jaceguay recomeça na Landmann por mais 50 metros, passa pela Guilherme Koch e continua até a rua Frederico Brammer, onde acaba encontrando uma nova área deserta. Ela volta a aparecer na lateral da rua Marquês de Olinda por mais 300 metros até sair na via pública Carlos Willy Boehm, no bairro Santo Antônio.
A partir de um posto localizado no bairro, a Almirante Jaceguay reinicia paralelamente. A rua continua com uma extensão de 500 metros até se unir com a rua Guilherme. "O mais interessante da rua neste trecho é que de um lado a numeração é da rua Almirante Jaceguay e de outro é da rua Guilherme", fala do taxista Euclides de Souza Afonso. "Eu já estou há vários anos circulando nesta região e ainda encontro dificuldades de achar algumas casas, imagine os outros", diz.
Para se chegar ao último trecho da Almirante, os automóveis devem obrigatoriamente passar pela rua Inambú, localizada no bairro Costa e Silva. Deve-se entrar na rua Walmor Harger e dobrar a primeira a direita. Ela continua por mais um quilômetro e meio até acabar, chegando próximo à BR-101.

Avenida

De acordo com o chefe do serviço urbano viário da Fundação Instituto de Pesquisa e Planejamento e Urbano de Joinville (Ippuj), Gilberto Lessa dos Santos, o objetivo é transformar a rua Almirante Jaceguay, mas alguns problemas dificultam a realização do projeto.
A proposta, segundo Santos, é de 1973 e até agora não foi concluída. "Os principais obstáculos são as áreas particulares e a falta de verba", afirma.


Prefeitura vai fechar
a 15 de Outubro amanhã

A partir de amnhã estará interditado o tráfego na rua 15 de Outubro, em Pirabeiraba. A comunicação é da Prefeitura e a interdição deve-se ao início das obras de construção de uma galeria de drenagem sobre o rio Canela. Durante uma semana o tráfego não será permitido.
A obra será executada pela Divisão de Obras da Seinfra e pela Secretaria Distrital de Pirabeiraba. O engenheiro-chefe da DO, Luiz Algemiro Guimarães, informa que a galeria é composta de 72 peças e terá 18 metros de largura ao longo do leito do rio e 7 metros de comprimento. O investimento é de R$ 41.688,00 para a compra das peças e outros R$ 51.372 que correspondem a mão de obra, mas que não sairão dos cofres públicos porque a execução será feita por funcionários da Prefeitura.
O secretário Distrital de Pirabeiraba, engenheiro agrônomo, Onévio Zabot, informa que esta obra é uma prioridade apontada pelo Conselho de Desenvolvimento de Pirabeiraba (Codepi). "Não dá para esperar mais, a galeria vai substituir um pontilhão de madeira que está em situação de risco, podendo causar um acidente", destaca.


Dia da Saúde chega ao
terceiro ano consecutivo

Genara Rigotti

Pelo terceiro ano consecutivo Maria Eulália Rosa Fuck, 82 anos, participa do Dia da Saúde. "Além de ajudar no controle de algumas doenças comuns na minha idade, os exames são feitos sem enfrentar as imensas filas dos postos de saúde", relata. "O trabalho é ótimo", elogia a senhora bem disposta que aproveitou para obter informações sobre diversas doenças e formas de prevenção. O movimento foi grande durante toda a sexta-feira na primeira edição deste ano do Dia da Saúde.
O evento é uma parceria entre o Sesc que organiza e o Shopping Müeller que patrocina. Desde 1998 já atendeu cerca de 80 mil pessoas. Estavam disponíveis os exames de controle da pressão arterial, testes de glicemia capilar e colesterol, orientação nutricional para controle de peso e reeducação alimentar, avaliação postural, incentivo à doação de córneas e distribuição de material informativo. O atendimento gratuito é prestado por profissionais de várias entidades e a pessoa recebe os resultados dos exames imediatamente.
O programa de saúde preventiva será realizado entre os meses de março e novembro, toda a última sexta-feira do mês sempre no Shopping Mueller. A meta é alcançar 48,5 mil atendimentos e a ênfase deste primeiro mês é Saúde da Mulher. Para isso, a Rede Feminina de Combate ao Câncer está fazendo um trabalho especial de orientação, principalmente em relação ao câncer de mama e próstata. Em apenas três minutos, é possível saber o resultado dos exames de diabetes e colesterol, que são os mais procurados e, enquanto a pessoa aguarda pelo atendimento, não para de receber orientações. A pessoa que apresentar algum problema é encaminha para tratamento pelo SUS.
O motorista Milton Soler, 39 anos, também resolveu participar, fazendo todo os exames disponíveis. "Este tipo de trabalho precisa ser valorizado", acredita. De acordo com a coordenadora do programa, Cristina Montibeller Kunze, os principais objetivos do Dia da Saúde são levar informações sobre o tema à população e descobrir o perfil da saúde do joinvilense, através de uma coleta de dados. Além de esclarecer, o programa, quer oferecer condições e informações necessárias para a população se prevenir contra doenças graves como o diabetes e a hipertensão. "Desta forma vamos melhorar a qualidade de vida das pessoas", acredita.
A idéia que foi colocada em prática em 98, conta com a parceria do Laboratório Dona Helena, do Curso Técnico em Enfermagem da Escola Técnica Federal e do Ambulatório do Hospital Municipal São José. Conta ainda com o apoio do Banco de Olhos, do Alcoólicos Anônimos, do Al-Anom e do Grupo de Nutricionistas, entre outras entidades convidadas. O gerente do Sesc Joinville, Manoel Goudinho destaca que para o próximo mês a idéia é enfatizar a utilização e a venda dos genéricos. "É um assunto que chama atenção e vai passar a fazer parte da vida das pessoas, principalmente das pessoas de terceira idade que representam 80% dos nossos atendimentos", explica.


Rodoviária vai ganhar
sistema de refrigeração

O terminal rodoviário de Joinville terá o telhado inteiramente trocado em maio, quando o visual da rodoviária vai começar a mudar mesmo. "Em maio, os telhões de amianto serão trocados por telhas metálicas para facilitar a implantação do novo sistema de refrigeração", revela o presidente da Companhia de Desenvolvimento e Urbanização de Joinville (Conurb), Romualdo França Júnior. Este mês terminam os trabalhos de recuperação da estrutura de concreto e a reforma dos banheiros.
Conforme explicou Romualdo, da forma como foi construído o terminal, não será possível fechá-lo para implantar a climatização, por isso, será adotado um sistema de refrigeração exclusivo para ambientes abertos, semelhante ao que é utilizado em terminais rodoviários do Uruguai e da Áustria.
Além da recuperação completa da estrutura de concreto. A Conurb já está licitando as empresas que realizarão as obras de troca das telhas, além do controle total das infiltrações do prédio da estação rodoviária de Joinville.
Desde que foi construído, há quase 30 anos, o prédio da rodoviária nunca foi reformado e, por causa disso, apresenta goteiras em diversos pontos, ferragens aparentes e trincas nas estruturas. A Conurb, companhia que administra a rodoviária, estima que serão investidos cerca de R$ 600 mil nessas obras.
A recuperação estrutural faz parte do trabalho de modernização da rodoviária de Joinville. Numa outra etapa, após os trabalhos de recuperação estrutural, serão instalados novas coberturas para as atuais plataformas, ampliadas recentemente no início do ano, além da nova praça de alimentação e novas lojas de serviços e souvenirs.


Começa batalha pelo
título da Primeirona

Rodada marca seis jogos para esta tarde. Clássico 25 de Agosto x Serrana chama maior atenção

Seis jogos neste domingo abrem mais uma edição do Campeonato da 1ª Divisão da Liga Joinvilense de Futebol. Os clubes que mais investiram na formação de fortes elencos - Serrana, Tamandaré, Pirabeiraba, além do 25 de Agosto, que chega como campeão de 99 apesar de ter sofrido várias perdas no time - são os favoritos ao título e à conquista da Taça Argamassa Quartzolit.
Os jogos da primeira rodada acontecem a partir das 15 horas. Pela chave A jogam 25 de Agosto x Serrana, no Estádio Otto Klemke; Linense x Caxias, no Caldeirão; Irineu x Palmeiras, no CT do Cubatão; Pirabeiraba x América, no Recanto Davet, Avaí/Unidos x Tamandaré, no Carlos Stamm; e Aviação x Fluminense, no Osvaldo de Oliveira Cercal.
As equipes estão divididas em duas chaves na primeira fase, que terá turno e returno. Três equipes de cada se classificam para o hexagonal semifinal, que também será disputado em turno e returno, qualificando os dois melhores times para a decisão em dois jogos. Na chave A estão 25 de Agosto, Linense, Irineu, Palmeiras, Caxias e Serrana. Na B, Pirabeiraba, Avaí/Unidos, Aviação, Fluminense, Tamandaré e América.

ARBITRAGEM

Para esta primeira rodada, a escala de árbitros foi definida na última quinta-feira. O clássico do domingo é 25 de Agosto x Serrana, que terá arbitragem de André Firmo Filho, auxiliado por Cláudio Wommer e José Lemos Ferreira. Arnaldo os Santos será o delegado. Linense x Caxias terá como árbitro Vanderlei Ferreira, auxiliado por João Belo e Jeferson Maguiroski, com trabalhos de Edgilson Gelinski na mesa de anotações. Luiz Henrique da Silva conduz Irineu x Palmeiras, auxiliado por Antônio Souza da Silva e Antônio Carlos da Silva. Delegado: José de Oliveira.
Pirabeiraba x América terá o trio Emanuel Testoni, Alexandre Baumer e Antônio Lourival da Luz, com Dirceu Carvalho na mesa. Avaí/Unidos x Tamandaré será dirigido por Roger de Oliveira, auxiliado por Cláudio Manoel Francisco e Ilário Meier. Delegado: Rogério Nunes Duarte. Aviação x Fluminense com Amauri Goulart, Pedro Quadros e Geovani Manoel Vieira. Delegado: Moacir Nazareno Goss Corrêa.


EMBARCADA
Duas provas de pesca agitam a região de Joinville neste domingo. O centro comunitário Saguaçu realiza a 4ª edição de sua prova embarcada, com saída às 7h30 na Vigorelli e retorno às 11h30. Pesagem e premiação, com festiva concentração das equipes, será na própria sede do CCS, a partir das 12 horas. Vinte e nove equipes confirmaram presença.

ARREMESSO
Na praia do Ervino, via localidade de Gamboa, em São Francisco do Sul, o Clube dos 20 também realiza sua 11ª prova para duplas a partir das 8 horas deste domingo. O torneio estende-se até 12 horas, com pesagem e premiação na Pizzaria do Tonho. O Clube dos 20 vai premiar as 15 melhores duplas da classificação geral, além dos campeões juvenil e feminino.

 
Copyright © 2000 A Notícia - Fone: 055-0xx47 431 9000 - Fax: 055-0xx47 431 9100 - Rua Caçador, 112 - CEP 89203-610 - C. Postal: 2 - 89201-972 - Joinville - SC - BRASIL - EXPEDIENTE
 

Torque Comunicação e Internet