|
ANotícia
|
|
ACONCHEGO
Lucilene passa algumas horas por dia com
a pequenina Fernanda em contato com o seu corpo: recuperação
mais rápida
FOTOS Carlos Alberto da Silva
|
Bebês prematuros trocam
incubadora pelo colo da mãe
Na Maternidade Darci Vargas,
método-canguru humaniza atendimento a recém-nascidos
de baixo peso
Genara Rigotti
A
fragilidade da pequena Fernanda Vitória dos Santos, hoje
com 1,795 quilo, aninhada entre os seios da mãe Lucilene,
é uma expressão única de vida e coragem.
Imaginar que aquela criaturinha tão frágil pode
sobreviver fora de uma incubadora e manter sua temperatura apenas
pelo contato pele a pele com a mãe, parece impossível.
O método canguru, que é um tipo de assistência
neonatal para crianças prematuras ou de baixo peso, torna
possível este verdadeiro milagre. Ele está sendo
implantado na Maternidade Darci Vargas e já tem a aprovação
total das duas primeiras mamães que estão utilizando
o método.
Há uma semana Lucilene passa algumas horas por dia com
a filha em contato com o seu corpo. Fernanda, que nasceu de sete
meses, com apenas 1, 495 quilo, ficou na UTI bastante tempo,
mas agora, com o aconchego gostoso do colo da mãe, ela
parece estar se recuperando com mais rapidez. "Ela está
mais calma, chorando bem menos e mamando melhor. Ela era muito
assustada e hoje parece estar mais segura", conta a mamãe
de primeira viagem, que tem apenas 19 anos. "Há uma
semana ela está mamando no peito e a cada dia que passa
está sendo melhor", diz.
Lucilene conta que o marido aprovou o método, mas ainda
não teve coragem de ficar com a criança. "Ele
pensa que a Fernanda é muito pequena, mas é só
questão de se adaptar". Sua vontade agora é
voltar para a casa o mais rápido possível. "Tive
uma gravidez tranqüila, foi uma surpresa para todos o bebê
ter nascido prematuro. Não vou esquecer jamais aquele
2 de fevereiro. Fiquei desesperada", lembra.
Apesar das dificuldades enfrentadas, a mamãe-canguru lembra
com carinho o primeiro dia que Fernanda foi colocada no seu colo.
"A emoção foi muito grande e agora eu procuro
conversar com ela o tempo inteiro, para ver se ajuda na recuperação",
diz Lucilene, consciente do seu papel, extremamente importante
nesta fase do desenvolvimento de Vitória.
A todo vapor
Produção industrial cresce desde o segundo semestre
de 1999 e empresas estão operando no limite.
AN_Economia |
|
A figura da mãe-canguru está
se tornando comum nas maternidades brasileiras. Hoje cerca de
20 instituições utilizam o método. Se a
criança já tiver certas condições
clínicas de sobrevivência, o prematuro pode dar
adeus à incubadora e terminar seu desenvolvimento no aconchego
do colo materno. A nova filosofia de tratamento de prematuros
é simples e revolucionária. Teve início
na Colômbia, em 1978, quando o pediatra Edgar Rey Sanabria
percebeu que o pequeno número de incubadoras não
seria suficiente para o grande número de crianças
prematuras e de baixo peso.
Inspirado nos marsupiais, que completam a gestação
dos filhotes dentro de uma bolsa na qual estão os mamilos,
o pediatra esperava o quadro clínico dos recém-nascidos
estabilizar, tirava-os da incubadora e amarrava-os ao corpo das
mães. Daí surgiu a expressão mãe-canguru.
PREPARO
Recém-nascido passa primeiro pela
incubadora
Maternidade implantou
novidade em dezembro
Cerca de 20 milhões de crianças ou 16% da população
de recém-nascidos no mundo são de baixo peso, ou
seja, com menos de 2,5 quilos. A maioria nasce em países
em desenvolvimento, que não possuem equipamentos suficientes
e pessoal especializado para o tratamento. As mães geralmente
sofrem de desnutrição, são fumantes, possuem
problemas de hipertensão ou outras complicações
da gravidez, ou em muitos casos tiveram um parto antes do tempo.
O método canguru, em Santa Catarina, já vinha sendo
utilizado no Hospital da Universidade Federal, em Florianópolis,
e começou a ser implantado em dezembro na Darci Vargas
em Joinville. Dos 7,281 bebês nascidos no ano passado na
MDV, 7,66% apresentavam baixo peso. Com a troca da incubadora-máquina
pela incubadora-humana, foi constatado que os prematuros e crianças
de baixo peso se desenvolvem melhor e mais rápido.
"Em pouco tempo o método canguru se disseminou pelo
mundo, mas de formas diferentes", ressalta a pediatra, neonatologista
e coordenadora na implantação do método
na Darci Vargas, Maria Beatriz Reinert do Nascimento. "No
Canadá, por exemplo, onde tive oportunidade de observar
a técnica sendo utilizada em 1995, o objetivo era a humanização,
manter as crianças próximas à mãe,
estimulando principalmente o aleitamento", explica.
Com a criança na incubadora por muito tempo, o risco de
mãe e filho se afastarem é muito grande. Muitas
vezes o receio da morte do prematuro é o motivo do distanciamento
inconsciente da mãe. Com o método canguru, ela
perde o medo de mexer com aquele bebê tão pequenino,
e o contato físico constante estimula a produção
do leite.
"No Zimbabue, na África, não existem incubadoras
e através do canguru muitas crianças acabam se
salvando", continua Maria Beatriz. "Nosso objetivo
aqui na maternidade é mais de humanizar e estimular a
amamentação do que achar uma alternativa para falta
de equipamento e pessoal especializado. Nossa situação
é muito boa, comparando com outros Estados e países",
acredita.
Na Colômbia, 25% das crianças nascem com baixo peso,
no Recife, capital de Pernambuco, o índice é de
20%, enquanto no Canadá de 5,7%. "Em Joinville os
números são comparáveis a países
de primeiro mundo, apenas 7,7% das crianças nascem com
baixo peso", diz a pediatra. Ela salienta que a maternidade
não vai abandonar o trabalho tradicional. "Nosso
objetivo é humanizar a relação da mãe
com o bebê".
Os prematuros que participam do método canguru sofrem
menos alterações nos batimentos cardíacos
e nos níveis de oxigênio no sangue. Aquecidos pelo
calor materno e embalados pelo pulsar do coração
da mãe, os bebês não têm tanta dificuldade
para respirar e conseguem ganhar até o dobro do peso obtido
pelas crianças presas à incubadora. "Mantendo
a temperatura, elas mamam melhor", frisa Maria Beatriz.
Na maioria das maternidades públicas, os médicos,
por segurança, só colocam a criança em contato
direto com a mãe quando o bebê já respira
sozinho, alimenta-se pela boca e pesa no mínimo 1,2 quilo.
(GR)
Ministério da Saúde
cria programa de incentivo
Graças a avanços tecnológicos, hoje é
possível salvar bebês de meio quilo e menos de seis
meses de gestação, o que seria impossível
há apenas cinco anos.
No Brasil, em 1998, das 3,4 milhões de crianças
nascidas, cerca de 9% foram prematuras. Algumas passam até
três meses na incubadora. O aparelho mantém a temperatura,
a oxigenação e a umidade apropriadas durante o
tempo necessário para o amadurecimento dos órgãos
do recém-nascido.
Os benefícios do método canguru ficaram tão
evidentes que o Ministério da Saúde criou este
ano um projeto de incentivo em todos os hospitais conveniados
ao Sistema único de Saúde (SUS). O programa acaba
diminuindo as despesas com o tratamento dos prematuros, que é
bastante alta.
"O custo mensal da Unidade Neonatal da MDV é R$ 147
mil por mês, e o SUS repassa apenas R$ 45 mil. Um mês
de permanência do recém-nascido custa R$ 2.834 e
o SUS repassa R$ 867", explica a neonatologista.
Num hospital em Santos, no litoral paulista, 97% dos prematuros
já estão mamando no peito ao receber alta. Em outra
maternidade do Rio de Janeiro, 95%. Uma façanha, num País
em que apenas quatro de cada dez bebês de até três
meses são amamentados.
Se o leite materno é essencial para a boa saúde
das crianças, o benefício para os prematuros não
tem preço. Com o sistema imunológico ainda imaturo,
o organismo deles não está preparado para combater
as bactérias. A mãe, que já possui anticorpos
contra esses germes, pode imunizar o filho através do
leite.
Nos hospitais que adotaram o método da mãe canguru,
o número de prematuros vítimas de infecções
graves caiu drasticamente. Isso ocorre não apenas pelo
aleitamento, mas também pela alta precoce, que afasta
a criança do risco de infecção hospitalar.
(GR)
Tratamento tem
continuidade em casa
Maria Laura nasceu aos
seis meses de gestação e agora se recupera bem
juntinho da mãe
Genara Rigotti
Tubos e fios sustentaram a vida de Maria Laura por mais de
um mês. Ela nasceu antes do tempo, aos seis meses de gestação,
três meses antes do normal, com apenas 1,230 quilo. Desde
quarta-feira a menina foi retirada da incubadora e levada para
o colo da mãe, Jadina Marcelo João, 34 anos.
Um mês antes da data prevista para o seu nascimento, se
a gravidez tivesse sido de nove meses, Maria Laura terá
a chance de ir para casa com a mãe, graças ao método
canguru. Para Jadina, ter a filha no colo está sendo emocionante.
"É como se ela tivesse voltado para dentro de mim.
Consigo sentir seus movimentos, suas mãozinhas me tocando
e empurrando minha barriga, como acontecia quando ela estava
lá dentro", conta, com os olhos cheios d'água.
Ela explica que foi uma gravidez problemática, mas agora
prefere não se prender ao que já passou. "Meu
único pensamento é oferecer o máximo de
carinho e atenção para ela, até que a recuperação
seja total", diz. Maria Laura está mamando no peito
duas vezes por dia, mas o esforço é tão
grande que nas outras mamadas o leite é injetado numa
sonda que vai do nariz até o estômago da pequenina.
"Eu sinto que estou recuperando um pouco do tempo que perdi,
por ela ter nascido antes do tempo", define Jadina. O marido
está em Criciúma, no Sul do Estado, e vem neste
final de semana visitar a família. "Ele achou muito
importante este contato e já falou que quer experimentar",
fala, confiante. "A emoção é muito
grande".
Algumas maternidades estimulam os pais-cangurus, porque, quando
o bebê tiver condições de ir para casa, o
pai terá que revezar o atendimento com a mãe. No
Brasil, o Instituto Materno Infantil de Pernambuco é o
pioneiro no uso do método canguru e a Maternidade Darci
Vargas resolveu iniciar o trabalho com um treinamento da equipe
que é multidisciplinar.
Empenho de toda equipe
"As fases do projeto são distintas. Primeiro o
bebê fica na incubadora ou no berço aquecido, quando
estiver com o ritmo respiratório e a freqüência
cardíaca regulares, livre de complicações
graves, pode passar para o colo. Antes, dentro da unidade de
neonatologia, depois na enfermaria e por último no domicílio",
explica a pediatra Maria Beatriz.
A psicóloga Karina Peruzzo Pereira ajuda na seleção
das famílias. "É preciso saber se o casal
está preparado para participar, porque a responsabilidade
é muito grande. A mãe, principalmente, pode ficar
assustada e sem autoconfiança para prosseguir, por isso
precisamos dar apoio durante todo o processo", diz.
A fisioterapeuta Maria da Graça Coutinho Rocha explica
a maneira correta de posicionar a criança e como a mãe
pode se sentir mais confortável e livre de complicações
futuras. "Quanto melhor ela se sentir, mais tempo ela poderá
ficar com a criança", destaca.
"Meu trabalho é propor atividades às mães
que passam muito tempo dentro do hospital. Confeccionamos objetos
artesanais e roupinhas para o bebê. Além disso,
vamos treinar a mamãe, mostrando que ela pode fazer muita
coisa em casa, mesmo com o bebê no seu colo", explica
a terapeuta ocupacional Glória Santos. "Ela precisa
ter a experiência aqui, para ter a vivência em casa.
Também estimulamos o aleitamento", completa.
Já a fonoaudióloga Fabiane Zimermann tem a função
de estimular a audição do bebê, através
da voz da mãe, e a visão do bebê, usando
o próprio rosto da mãe. "Assim ela não
vai achar estranho em casa", diz. A enfermeira Adriana Alves
explica que seu trabalho é dar suporte básico.
"Temos que perceber as alterações no dia-dia
do recém-nascido. Mas uma área não funciona
sem a outra", enfatiza.
As assistentes sociais Silvia Boppré Niehues e Telma Brito
Weiss fazem a primeira entrevista com a família para saber
se existe algum problema.
Triagem e análise das condições
"Tem que haver uma triagem muito bem feita porque temos
uma verba limitada para usar com passes, alimentação
e apoio a estas famílias, geralmente carentes", dizem
as assistentes sociais. Elas também analisam as condições
da casa, de higiene, alimentação, se a mãe
vai ter ajuda em casa, enfim, se existe a possibilidade de levar
um bebê em condições tão especiais.
"O importante é que toda a equipe está empenhada
em fazer o melhor", acredita a pediatra Maria Beatriz. Ainda
no mês de fevereiro, Michele Livramento Cordeiro Albano,
19 anos, que teve a filha com apenas 25 semanas de gestação,
serviu como mamãe-canguru experimental, ou seja, através
dela a equipe pôde avaliar o atendimento e determinar prioridades.
(GR)
Enquete
Você acha que Joinville está
preparada para atender bebês recém-nascidos com
problemas ou prematuros?
Ângela Finardi, 27 anos, professora:
"A Maternidade Darci
Vargas está. O local é muito bem equipado e possui
um banco de leite maravilhoso. Os bebês com baixo peso
são muito bem atendidos".
Daniele Becker, 23 anos, personal traineer:
"Não estou
a par. Não me informei a respeito, mas pelo que escuto
a Maternidade Darci Vargas está bem equipada".
Geraldo Custódio, 31 anos, publicitário:
"Acho que sim. Não
na área pública, mas, sim, na particular".
Joana Schroeder, 61 anos, aposentada:
"Acho que sim. Afinal,
a Maternidade Darci Vargas é bem conceituada. Minha filha
teve bebê no Dona Helena, mas conheço pessoas que
tiveram filhos na rede pública e foram bem atendidas".
Marina Siedschlag, 38 anos, dona de casa:
"Não, conheço
alguém que recentemente perdeu o bebê por este problema.
Por falta de equipamentos a criança teve de esperar vaga
para ser atendida em Curitiba. Chegou lá e teve poucas
horas de vida".
Marisa Kinder, 35 anos, zeladora:
"Não. Eu perdi
um bebê que nasceu prematuro aos oito meses. É preciso
aumentar a equipe de profissionais da rede pública, a
quantidade de equipamentos e principalmente a sensibilidade das
pessoas que atendem as gestantes".
Cida Ramos, 28 anos, balconista:
"É a maior
cidade do Estado, mas acho que ainda falta muita coisa. Infelizmente
o dinheiro ainda fala mais quando se trata de bom atendimento".
Isabel Cristina Moreira Viertel, 30 anos, dona
de casa:
"Sou suspeita para
falar porque tive minha filha na rede particular e fui super
bem atendida. Tenho amigas que ganharam filhos na Maternidade
Darci Vagas e também falaram bem do atendimento".
Saúde
Esforço coletivo resulta
em qualidade
Fernando Marques Pereira
Qualidade é o perfil almejado em todos os setores da
sociedade, tanto na cadeia produtiva, associativa, individual
e na prestação de serviços.
Na área da saúde, dentro do contexto que estamos
inseridos, enfrentamos várias dificuldades, pela nossa
condição de País em desenvolvimento. Porém,
com o esforço coletivo, ampla participação
da sociedade, vontade e bom senso de nossos dirigentes e políticos,
poderemos nos aproximar cada vez mais de uma qualidade satisfatória
para a saúde de nossos cidadãos.
Há 10 anos, um grupo de 10 pediatras criou um serviço
de neonatologia para atender a demanda de recém-nascidos
de alto risco de Joinville e região, na Maternidade Darci
Vargas, denominado Sar-Neo. Neste período houve muitas
mudanças, como em rotinas, condutas, novas terapias, equipamentos
e atualização profissional contínua e participação
do programa de residência médica em pediatria, sempre
em busca de excelência em qualidade e humanização
no atendimento ao recém-nascido e seus pais.
Mais recentemente, em fase de implantação na Maternidade
Darci Vargas, iniciou-se o programa de atenção
humanizada ao recém-nascido de baixo peso (método
Canguru), que implica em contato pele a pele precoce entre a
mãe e o recém-nascido de baixo peso.
Programa do Jô
Jô Soares está de volta à Globo: a fórmula
é a mesma utilizada no talk-show do SBT por 12 anos.
AN_Tevê |
|
Segundo dados estatísticos da Maternidade
Darci Vargas, que avaliam a qualidade no atendimento prestado
a seus clientes, estamos apresentando melhoras nestes últimos
anos. Em 1999, com um total de 7.281 nascimentos, registrou-se
7,7% de recém-nascidos de baixo peso; 4,23% de internações
no berçário e 3,02% de recém-nascidos que
necessitaram o atendimento em UTI-neonatal. Estes índices
aproximam-se dos encontrados em vários países desenvolvidos.
Tudo isto comprova que em saúde nada se faz sem equipe
e a qualidade é conseqüência de um esforço
contínuo, aprendizado, humanização e de
boas idéias.
- Fernando Marques Pereira é médico pediatra-neonatologista
e diretor-clínico da MDV
Aleitamento matero
recupera prematuros
Maria Beatriz Reinert do Nascimento
"Amamentação é o mais precioso presente
que uma mãe pode dar ao seu filho. Quando há doença
ou desnutrição, é um presente que salva
a vida. Quando há pobreza, pode ser o único presente."
Lawrence
O leite humano é o melhor alimento para recém-nascidos
e lactentes e diversos estudos epidemiológicos têm
mostrado as vantagens da amamentação para o crescimento
e desenvolvimento infantil.
O incentivo ao aleitamento natural é uma estratégia
simples para a redução da morbimortalidade na infância.
Estima-se que mais de um bilhão de crianças deixariam
de morrer no mundo a cada ano se o leite materno fosse utilizado
de maneira exclusiva até os seis meses e complementado
até o segundo ano de vida.
Defende-se que a recomendação de alimentação
com leite humano deva ser estendida aos recém-nascidos
prematuros, mas apesar disso ser desejável, observa-se
uma baixa incidência de sucesso na amamentação
entre as mães destes neonatos.
Embora muitas destas mães percebam que nutrir o filho
é uma das únicas coisas que podem, efetivamente,
fazer para colaborar na recuperação do seu bebê
que exige cuidados especiais, poucas conseguem sozinhas obter
uma produção adequada de leite. Estas mulheres
precisam de ajuda qualificada para estabelecer e manter a lactação.
As mães devem ser estimuladas a ter contato freqüente
com o recém-nato, preferencialmente pele a pele, como
no método canguru, sempre que as condições
clínicas do bebê assim o permitam. Deste modo, elas
adquirem confiança, a produção de leite
é aumentada, o vínculo mãe-filho é
mais facilmente estabelecido, o tempo de aleitamento materno
é prolongado e a alta hospitalar pode até ser antecipada.
Este contato precoce e íntimo também facilita a
produção materna de anticorpos, o que poderá
ser importante na prevenção de infecções
no recém-nascido, durante sua permanência hospitalar.
O esforço em viabilizar o trabalho de promoção,
proteção e apoio ao aleitamento materno em prematuros
tem importância social inquestionável. Por se tratar
de grupo de crianças de risco para a desnutrição
na infância e recorrência de internações,
seriam estas muito beneficiadas pela alimentação
ao seio, em especial no Brasil, onde o desmame precoce ainda
é uma realidade e estamos longe de atingir, no ano 2000,
a sonhada meta de garantir aleitamento natural a 100% dos lactentes
entre quatro e seis meses.
A Maternidade Darci Vargas, berço de vida e informação,
vem construindo com o estímulo à amamentação
um novo caminho de saúde para Joinville. Trabalhamos a
conscientização dos nossos colaboradores, enquanto
cidadãos, e o seu crescimento técnico, afim de
garantir aos nossos clientes e à sociedade o apoio e informações
adequadas. Tendo a instituição materno-infantil
e a comunidade aparelhadas para favorecer a mulher no exercício
do aleitamento, poderemos oferecer as nossas crianças
o que é delas de direito: o leite materno.
- Maria Beatriz Reinert do Nascimento, pediatra e neonatologista
da MDV, consultora em amamentação pelo IBLCE
Joinvilense ganha
destaque aliando exercícios
Graziela Lindner
De volta à terra natal, a atleta Luciane Vieira, 30
anos, recomeça uma nova fase em sua carreira. Joinvilense,
ela partiu para São Paulo há cinco anos em busca
de reconhecimento e os bons resultados não demoraram a
aparecer. Adepta do fitness, um esporte que alia musculação,
ginástica olímpica, exercícios aeróbicos
e coreografias, ela já mostrou seu desempenho também
em outras modalidades de musculação. A procura
de patrocinadores, Luciane tem a expectativa de disputar diversas
competições de forte nível nesta temporada.
Antes do fitness, Luciane se dedicava aos levantamentos básicos
(campeonato de força) e ao fisiculturismo (julgamento
do volume muscular). Treinando há sete anos, a atleta
conta que em 1997 decidiu optar pelo fitness e, desde então,
vem acumulando títulos. "Comecei a treinar porque
queria melhorar o contorno do corpo e aumentar a massa muscular.
O fitness é um esporte que combina comigo", comenta.
Além do corpo atlético, a modalidade exige ainda
flexibilidade, força e movimentos de dança.
PATROCÍNIO
Apesar da dedicação e das horas diárias
de treinamento, Luciane está sem patrocínio e,
por isso, não vai participar da Copa Mercosul que acontece
em Curitiba. Atualmente, ela conta apenas com o apoio da Sexy
Machine, de São Paulo, que oferece roupas para o treinamento
e competições. "Bem que eu gostaria de me
dedicar exclusivamente ao esporte, mas é muito difícil",
conta a atleta que, além dos treinos, encontra tempo para
trabalhar como personal trainer e ajudar o marido na administração
da casa de sucos e lanches naturais.
Nas fases que antecedem as competições, Luciane
intensifica os treinamentos e passa de cinco a seis horas diárias
na academia. "Faço musculação, ginástica
olímpica, exercícios aeróbicos e treino
as coreografias", revela.
TÍTULOS
Tanta determinação não poderia ter outro
resultado. Luciane Vieira acumula, ao longo da carreira, os títulos
de campeã catarinense e brasileira de básico, campeã
catarinense de fisiculturismo, bicampeã paulista e campeã
brasileira de fitness.
No ano passado, foi uma das representantes do Brasil na estréia
da modalidade no Panamericano e voltou com a medalha de bronze.
Meta é disputar o Mundial
A expectativa para 2000 de Luciane Vieira é chegar
a disputar o Campeonato Mundial, que acontece em outubro. Antes
disso, Luciane participa do Campeonato Paulista, em agosto, uma
seletiva para o Brasileiro que será realizado em setembro.
"Se for bem nas duas competições, chego ao
Mundial", diz, garantindo que não há preconceito
com as mulheres adeptas do fitness. Antes de tudo isso, no entanto,
a maior preocupação é atrair patrocinadores
para ajudar na preparação da atleta.
Com 1,62 metro e 59 quilos, Luciane Vieira diz que os segredos
para manter o corpo perfeito vão além dos treinamentos
e da suplementação alimentar. "Não
como frituras e evito o açúcar, mas abuso das verduras,
legumes e água", ensina. Surpresa com o desenvolvimento
da cidade, a atleta sentiu vontade de retornar para Joinville
este ano. "Montamos um bar de verão em Piçarras
e acabamos ficando. Joinville cresceu muito, está mais
bonita e melhor", avalia.
Fusca futurista
New Beetle tem carisma e chama muita atenção, mas
preço superior a R$ 50 mil afasta os consumidores.
AN_Veículos |
|
O personal trainer Amarildo Castilione, marido
de Luciane, diz que a maior problema no momento é encontrar
patrocinadores. "Gastamos cerca de R$ 6 mil nos preparativos
e treinamentos que antecedem as competições e,
infelizmente, os atletas brasileiros ainda esbarram na falta
de patrocínio", lamenta. Mas se conseguir verbas
para a participação em campeonatos é difícil,
tem uma coisa que o casal já consegue administrar facilmente:
o ciúme. "O pessoal insiste em olhar quando ela passa,
mas estou acostumado", admite Amarildo. (GL)
 |
 |
| Manchetes AN |
|
|
|
 |
 |
| Leia também |
Amin não teme LHS
em confronto estadual
Governador diz
que está tentando tirar Santa Catarina das "páginas
policiais"
Marco Aurélio Braga
O governador Esperidião Amin (PPB) disse no programa
"X da Questão", que não teme concorrer
com o prefeito Luiz Henrique da Silveira (PMDB) numa possível
eleição ao governo do Estado em 2002. Amin disse
que não tem medo de eleição e por isso foi
um dos candidatos à presidente da República em
1989. "Se tivesse medo de eleição não
teria concorrido à presidência", disse.
O governador do Estado não poupou críticas ao ex-governador
Paulo Afonso Vieira, durante o programa que foi ao ar ontem à
tarde e será reprisado em horários alternativos
pelo Canal 20 da Net. Segundo Amin, o atual governo está
tentando resgatar a credibilidade e "tirando Santa Catarina
das páginas policiais". "Só quero que
compare hoje com a situação que herdamos",
enfatiza. Ele também não deixou de ressaltar a
situação do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc)
e não soube informar quando a agência bancária
da rua 15 de Novembro irá funcionar. "Só me
cobrem aquilo que eu prometi", completou.
Na entrevista o governador afirmou que uma das suas principais
metas é iluminar a serra Dona Francisca, na BR-280, depois
das melhorias na sinalização e no asfalto da rodovia.
"Aquilo é uma beleza natural não é
obra do Amin é obra de Deus", ressaltou. No entanto,
não garantiu a construção da rodovia do
arroz, que ligaria Joinville ao município de Guaramirim,
numa extensão de 27,5 quilômetros.
No campo dos investimentos, Amin destacou a implantação
da fábrica de automóveis TVR, que deve instalar-se
em Joinville. Segundo ele, a Prefeitura foi informada no momento
certo e, na sua opinião, não houve erro em não
colocar o município a par das negociações
para trazer a fábrica. "O importante a ressaltar
é a implantação de uma empresa nova, pioneira,
diferenciada, não é qualquer empresa. Terá
os benefícios conforme a lei, nada estará fora
do que diz a lei. Mas só vou comemorar quando a empresa
estiver instalada definitivamente em Joinville", enfatizou.
Desisitência local do PFL
da Coligação Mais SC não causa abalo
Na área política, o governador Esperidião
Amim diz que não vai influenciar a coligação
Mais Santa Catarina, no âmbito municipal. A possível
desistência local do PFL - que ainda não se definiu
pela coligação estadual - não chegou a abalar
Amin. Ele entende que é normal uma parceria que foi vitoriosa
nas eleições estaduais não continuar nos
municípios. "Há ainda o risco de haver a coligação",
brincou.
Esperidião Amin, porém, aprova a candidatura do
seu secretário Estadual de Saúde, Eni Voltolini,
a prefeito de Joinville. Segundo ele, a "novidade"
foi anunciada pelos próprios entrevistadores, mas acredita
no trabalho sério e na dedicação do secretário
para governar na maior cidade do Estado. "Vou colaborar
com minha lealdade e amizade. Não vamos usar a máquina,
isso é inadmissível nos dias de hoje", disse,
mas não garantiu que a vaga na secretaria ficará
na região. "Isso vamos discutir com a coligação",
completou.
O programa "X da Questão" foi criado por um
pool de empresas de comunicação de Joinville, composta
por A Notícia, rádio Colon AM, Cultura, Difusora,
Floresta Negra e TV Cidade (Canal 20 da Net). (MAB)
Interrupções em rua
atrapalham tráfego
Oliver Albert
Especial para A Notícia
Esquisita. Para os moradores da rua Almirante Jaceguay, que
começa no bairro Santo Antônio e vai até
o Costa e Silva, a via não poderia ter um adjetivo mais
adequado. Ela tem quatro mil e trezentos metros de extensão
e ao longo de seu trajeto são encontradas várias
interrupções, o que dificulta a numeração
das casas e a vida dos entregadores.
A rua Almirante Jaceguay inicia no bairro Santo Antônio,
nas proximidades do terminal urbano da zona Norte. E é
ali que começam as confusões. Ao entrar na rua,
logo à direita, existe uma agência dos Correios.
Naquela região pode-se trafegar através de carros
por aproximadamente 70 metros, mas a rua não tem saída.
Para continuar o trajeto, o motorista deverá dar o retorno
e seguir pela rua paralela, a Presidente Prudente de Moraes.
No próximo quarteirão da Almirante Jaceguay, que
fica entre as ruas General Polidoro e Visconde de Mauá,
há um trecho de mais 100 metros que novamente tem outro
fim. Entre a segunda e a terceira quadra não há
como o motorista trafegar. "Fica complicado para nós
que trabalhamos diariamente na região. Além disso,
a numeração é confusa devido à falta
de seqüência da rua", afirma o carteiro Augusto
de Souza. Segundo ele, a Almirante Jaceguay também tem
um pedaço antes da rua Blumenau e a seqüência
dos números das casas é outra.
A quarta quadra da rua tem aproximadamente 100 metros e em seu
final há muito mato, obrigando o automóvel a ir
outra vez pela Presidente Prudente de Morais.
Entre as ruas Ricardo Landmann e Guilherme Koch volta o velho
problema. A rua Almirante Jaceguay recomeça na Landmann
por mais 50 metros, passa pela Guilherme Koch e continua até
a rua Frederico Brammer, onde acaba encontrando uma nova área
deserta. Ela volta a aparecer na lateral da rua Marquês
de Olinda por mais 300 metros até sair na via pública
Carlos Willy Boehm, no bairro Santo Antônio.
A partir de um posto localizado no bairro, a Almirante Jaceguay
reinicia paralelamente. A rua continua com uma extensão
de 500 metros até se unir com a rua Guilherme. "O
mais interessante da rua neste trecho é que de um lado
a numeração é da rua Almirante Jaceguay
e de outro é da rua Guilherme", fala do taxista Euclides
de Souza Afonso. "Eu já estou há vários
anos circulando nesta região e ainda encontro dificuldades
de achar algumas casas, imagine os outros", diz.
Para se chegar ao último trecho da Almirante, os automóveis
devem obrigatoriamente passar pela rua Inambú, localizada
no bairro Costa e Silva. Deve-se entrar na rua Walmor Harger
e dobrar a primeira a direita. Ela continua por mais um quilômetro
e meio até acabar, chegando próximo à BR-101.
Avenida
De acordo com o chefe do serviço urbano viário
da Fundação Instituto de Pesquisa e Planejamento
e Urbano de Joinville (Ippuj), Gilberto Lessa dos Santos, o objetivo
é transformar a rua Almirante Jaceguay, mas alguns problemas
dificultam a realização do projeto.
A proposta, segundo Santos, é de 1973 e até agora
não foi concluída. "Os principais obstáculos
são as áreas particulares e a falta de verba",
afirma.
Prefeitura vai fechar
a 15 de Outubro amanhã
A partir de amnhã estará interditado o tráfego
na rua 15 de Outubro, em Pirabeiraba. A comunicação
é da Prefeitura e a interdição deve-se ao
início das obras de construção de uma galeria
de drenagem sobre o rio Canela. Durante uma semana o tráfego
não será permitido.
A obra será executada pela Divisão de Obras da
Seinfra e pela Secretaria Distrital de Pirabeiraba. O engenheiro-chefe
da DO, Luiz Algemiro Guimarães, informa que a galeria
é composta de 72 peças e terá 18 metros
de largura ao longo do leito do rio e 7 metros de comprimento.
O investimento é de R$ 41.688,00 para a compra das peças
e outros R$ 51.372 que correspondem a mão de obra, mas
que não sairão dos cofres públicos porque
a execução será feita por funcionários
da Prefeitura.
O secretário Distrital de Pirabeiraba, engenheiro agrônomo,
Onévio Zabot, informa que esta obra é uma prioridade
apontada pelo Conselho de Desenvolvimento de Pirabeiraba (Codepi).
"Não dá para esperar mais, a galeria vai substituir
um pontilhão de madeira que está em situação
de risco, podendo causar um acidente", destaca.
Dia da Saúde chega ao
terceiro ano consecutivo
Genara Rigotti
Pelo terceiro ano consecutivo Maria Eulália Rosa Fuck,
82 anos, participa do Dia da Saúde. "Além
de ajudar no controle de algumas doenças comuns na minha
idade, os exames são feitos sem enfrentar as imensas filas
dos postos de saúde", relata. "O trabalho é
ótimo", elogia a senhora bem disposta que aproveitou
para obter informações sobre diversas doenças
e formas de prevenção. O movimento foi grande durante
toda a sexta-feira na primeira edição deste ano
do Dia da Saúde.
O evento é uma parceria entre o Sesc que organiza e o
Shopping Müeller que patrocina. Desde 1998 já atendeu
cerca de 80 mil pessoas. Estavam disponíveis os exames
de controle da pressão arterial, testes de glicemia capilar
e colesterol, orientação nutricional para controle
de peso e reeducação alimentar, avaliação
postural, incentivo à doação de córneas
e distribuição de material informativo. O atendimento
gratuito é prestado por profissionais de várias
entidades e a pessoa recebe os resultados dos exames imediatamente.
O programa de saúde preventiva será realizado entre
os meses de março e novembro, toda a última sexta-feira
do mês sempre no Shopping Mueller. A meta é alcançar
48,5 mil atendimentos e a ênfase deste primeiro mês
é Saúde da Mulher. Para isso, a Rede Feminina de
Combate ao Câncer está fazendo um trabalho especial
de orientação, principalmente em relação
ao câncer de mama e próstata. Em apenas três
minutos, é possível saber o resultado dos exames
de diabetes e colesterol, que são os mais procurados e,
enquanto a pessoa aguarda pelo atendimento, não para de
receber orientações. A pessoa que apresentar algum
problema é encaminha para tratamento pelo SUS.
O motorista Milton Soler, 39 anos, também resolveu participar,
fazendo todo os exames disponíveis. "Este tipo de
trabalho precisa ser valorizado", acredita. De acordo com
a coordenadora do programa, Cristina Montibeller Kunze, os principais
objetivos do Dia da Saúde são levar informações
sobre o tema à população e descobrir o perfil
da saúde do joinvilense, através de uma coleta
de dados. Além de esclarecer, o programa, quer oferecer
condições e informações necessárias
para a população se prevenir contra doenças
graves como o diabetes e a hipertensão. "Desta forma
vamos melhorar a qualidade de vida das pessoas", acredita.
A idéia que foi colocada em prática em 98, conta
com a parceria do Laboratório Dona Helena, do Curso Técnico
em Enfermagem da Escola Técnica Federal e do Ambulatório
do Hospital Municipal São José. Conta ainda com
o apoio do Banco de Olhos, do Alcoólicos Anônimos,
do Al-Anom e do Grupo de Nutricionistas, entre outras entidades
convidadas. O gerente do Sesc Joinville, Manoel Goudinho destaca
que para o próximo mês a idéia é enfatizar
a utilização e a venda dos genéricos. "É
um assunto que chama atenção e vai passar a fazer
parte da vida das pessoas, principalmente das pessoas de terceira
idade que representam 80% dos nossos atendimentos", explica.
Rodoviária vai ganhar
sistema de refrigeração
O terminal rodoviário de Joinville terá o telhado
inteiramente trocado em maio, quando o visual da rodoviária
vai começar a mudar mesmo. "Em maio, os telhões
de amianto serão trocados por telhas metálicas
para facilitar a implantação do novo sistema de
refrigeração", revela o presidente da Companhia
de Desenvolvimento e Urbanização de Joinville (Conurb),
Romualdo França Júnior. Este mês terminam
os trabalhos de recuperação da estrutura de concreto
e a reforma dos banheiros.
Conforme explicou Romualdo, da forma como foi construído
o terminal, não será possível fechá-lo
para implantar a climatização, por isso, será
adotado um sistema de refrigeração exclusivo para
ambientes abertos, semelhante ao que é utilizado em terminais
rodoviários do Uruguai e da Áustria.
Além da recuperação completa da estrutura
de concreto. A Conurb já está licitando as empresas
que realizarão as obras de troca das telhas, além
do controle total das infiltrações do prédio
da estação rodoviária de Joinville.
Desde que foi construído, há quase 30 anos, o prédio
da rodoviária nunca foi reformado e, por causa disso,
apresenta goteiras em diversos pontos, ferragens aparentes e
trincas nas estruturas. A Conurb, companhia que administra a
rodoviária, estima que serão investidos cerca de
R$ 600 mil nessas obras.
A recuperação estrutural faz parte do trabalho
de modernização da rodoviária de Joinville.
Numa outra etapa, após os trabalhos de recuperação
estrutural, serão instalados novas coberturas para as
atuais plataformas, ampliadas recentemente no início do
ano, além da nova praça de alimentação
e novas lojas de serviços e souvenirs.
Começa batalha pelo
título da Primeirona
Rodada marca seis
jogos para esta tarde. Clássico 25 de Agosto x Serrana
chama maior atenção
Seis jogos neste domingo abrem mais uma edição
do Campeonato da 1ª Divisão da Liga Joinvilense de
Futebol. Os clubes que mais investiram na formação
de fortes elencos - Serrana, Tamandaré, Pirabeiraba, além
do 25 de Agosto, que chega como campeão de 99 apesar de
ter sofrido várias perdas no time - são os favoritos
ao título e à conquista da Taça Argamassa
Quartzolit.
Os jogos da primeira rodada acontecem a partir das 15 horas.
Pela chave A jogam 25 de Agosto x Serrana, no Estádio
Otto Klemke; Linense x Caxias, no Caldeirão; Irineu x
Palmeiras, no CT do Cubatão; Pirabeiraba x América,
no Recanto Davet, Avaí/Unidos x Tamandaré, no Carlos
Stamm; e Aviação x Fluminense, no Osvaldo de Oliveira
Cercal.
As equipes estão divididas em duas chaves na primeira
fase, que terá turno e returno. Três equipes de
cada se classificam para o hexagonal semifinal, que também
será disputado em turno e returno, qualificando os dois
melhores times para a decisão em dois jogos. Na chave
A estão 25 de Agosto, Linense, Irineu, Palmeiras, Caxias
e Serrana. Na B, Pirabeiraba, Avaí/Unidos, Aviação,
Fluminense, Tamandaré e América.
ARBITRAGEM
Para esta primeira rodada, a escala de árbitros foi
definida na última quinta-feira. O clássico do
domingo é 25 de Agosto x Serrana, que terá arbitragem
de André Firmo Filho, auxiliado por Cláudio Wommer
e José Lemos Ferreira. Arnaldo os Santos será o
delegado. Linense x Caxias terá como árbitro Vanderlei
Ferreira, auxiliado por João Belo e Jeferson Maguiroski,
com trabalhos de Edgilson Gelinski na mesa de anotações.
Luiz Henrique da Silva conduz Irineu x Palmeiras, auxiliado por
Antônio Souza da Silva e Antônio Carlos da Silva.
Delegado: José de Oliveira.
Pirabeiraba x América terá o trio Emanuel Testoni,
Alexandre Baumer e Antônio Lourival da Luz, com Dirceu
Carvalho na mesa. Avaí/Unidos x Tamandaré será
dirigido por Roger de Oliveira, auxiliado por Cláudio
Manoel Francisco e Ilário Meier. Delegado: Rogério
Nunes Duarte. Aviação x Fluminense com Amauri Goulart,
Pedro Quadros e Geovani Manoel Vieira. Delegado: Moacir Nazareno
Goss Corrêa.
EMBARCADA
Duas provas de pesca agitam a região de Joinville neste
domingo. O centro comunitário Saguaçu realiza a
4ª edição de sua prova embarcada, com saída
às 7h30 na Vigorelli e retorno às 11h30. Pesagem
e premiação, com festiva concentração
das equipes, será na própria sede do CCS, a partir
das 12 horas. Vinte e nove equipes confirmaram presença.
ARREMESSO
Na praia do Ervino, via localidade de Gamboa, em São Francisco
do Sul, o Clube dos 20 também realiza sua 11ª prova
para duplas a partir das 8 horas deste domingo. O torneio estende-se
até 12 horas, com pesagem e premiação na
Pizzaria do Tonho. O Clube dos 20 vai premiar as 15 melhores
duplas da classificação geral, além dos
campeões juvenil e feminino.
|
|
|