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ANotícia
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PARAÍSO
Às margens da BR-116, a três quilômetros
da nascente do rio Itajaí do Norte, uma queda d'água
de 70 metros
Foto: Roberto Adam
Belezas inexploradas de Papanduva
Com 30 cachoeiras,
incluindo uma de 70 metros, município do Planalto Norte
começa a ser descoberto pelos turistas
Marília Maciel
Para
quem tem espírito de aventura e gosta de descobrir as
belezas que a natureza esconde, Papanduva é o paraíso.
Localizada no Planalto Norte e com pouco mais de 16 mil habitantes
- 55% dos quais na zona rural -, a cidade ainda conserva a mata
intocada e cerca de 30 cachoeiras praticamente inexploradas turisticamente,
além de corredeiras e pequenas quedas d'água.
Para desvendar os encantos de Papanduva é preciso ter
paciência e um toque de desbravador, a exemplo dos tropeiros
que descobriram o local por volta de 1816 e ali encontraram o
"papuã" - pastagem boa para os cavalos. Os tropeiros
chamavam o capim de papanduva, de onde originou-se o nome da
cidade.
Um rolo de corda é de muita serventia para os que pretendem
desbravar a região. Quem não leva máquina
fotográfica arrepende-se depois. É difícil
visitar todas as cachoeiras de Papanduva, pois algumas são
inacessíveis. As mais belas, no entanto, começam
a ser descobertas pelos aventureiros de final de semana.
As quedas do rio Iraputã, em São João do
Mirador, estão entre as mais visitadas. São duas
quedas d'água, uma ao lado da outra. A água cai
de uma altura de cerca de 25 metros. Um paredão ao lado
da cachoeira com maior volume de água convida a um rapel.
Além das duas quedas maiores, uma terceira fonte de água
rasga as pedras compondo a família das cachoeiras.
As "três irmãs" estão na propriedade
de Domingos Cargnin, um senhor de 70 anos que incentiva os visitantes
a apreciarem a natureza. Agricultor, Cargnin construiu acima
das cachoeiras uma serraria movida a água. Com a esposa
Inês, 62 anos, e uma filha, ele serra a madeira para os
agricultores da vizinhança.
O casal sabe que poderia ganhar dinheiro com o turismo se pudesse
investir em infra-estrutura. Acima das cachoeiras há um
campo utilizado para pastagem do gado que poderia ser transformado
em área de camping, mas Inês acha que a idade dos
dois não permite mais tanto trabalho. "Já
estamos velhos, os filhos também têm sua ocupação.
A gente deixa as pessoas virem conhecer porque é mesmo
muito bonito. Quem gosta da natureza vem de qualquer jeito",
justifica.
Buscas
O sucesso de uma pesquisa na
Internet depende principalmente de como o internauta organiza
sua procura.
AN_Informática |
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As cachoeiras do rio Iraputã podem
ser vistas de ângulos completamente diferentes. De baixo,
descendo pelas pedras na encosta da antiga serraria, é
possível observar as três quedas lado a lado. O
turista também pode aproveitar para fazer uma caminhada
pela mata, sempre úmida pela proximidade das quedas. A
terceira opção é subir no alto da maior
queda, costeando o rio. "É preciso ter cuidado porque
parece que a água puxa a gente lá para baixo",
ensina Inês.
Estilo bizantino,
toque ucraniano
O interesse pelo turismo em Papanduva é recente. Como
incentivo ao turismo rural, a Prefeitura pretende criar uma linha
especial de ônibus para que os visitantes possam conhecer
as belezas naturais e ainda comprar produtos coloniais diretamente
dos produtores.
Não bastassem as belezas da mata, dos vales e das cachoeiras,
Papanduva ainda reserva os "cruzeiros", sinais da passagem
do Monge do Contestado, João Maria, e a igreja Santo Antônio,
construída em estilo bizantino.
A presença de descendentes de poloneses e ucranianos está
bem marcada pela religiosidade. Cada comunidade do interior tem
sua capela. A gastronomia é um atrativo à parte:
todos os sábados, no salão paroquial da igreja,
no centro, são vendidos pirogues, alusques, rizotos, tortas
e as famosas cucas. (MM)
Parques aquáticos ajudam
a amenizar calor em Mafra
Piscinas, área
verde e trilhas são as atrações dos recantos
Mafra - Quem não tem praia... vai ao parque aquático.
O Recanto Padre Francisco Hable, em Mafra, existe há apenas
dois anos é já é sucesso de público.
São 192 mil metros quadrados de muito verde e seis piscinas,
inclusive térmicas. Há 12 tanques para pesque-pague,
passeio de barco e trilhas ecológicas pela mata.
O restaurante, que funciona nos finais de semana, tem espaço
para cerca de 500 pessoas sentadas e música ao vivo. O
cantor é o proprietário do parque, Agostinho Hable.
Entre uma música e outra, ele vai conversando com o público,
sempre bem humorado, e coordenando o trabalho.
O recanto oferece espaço para camping. Quem preferir mais
comodidade pode alugar um chalé com espaço para
quatro ou oito pessoas. Neste caso, as reservas precisam ser
feitas com antecedência. Para a próxima temporada,
Hable pretende triplicar o número de chalés, tamanha
a procura. As crianças podem brincar no play ground enquanto
os adultos jogam futebol ou vôlei de areia.
Visitantes de Curitiba, Corupá e Garuva são os
mais assíduos freqüentadores, além dos moradores
da região. Carlito e Andréia Weber, de Garuva,
por exemplo, trouxeram os filhos gêmeos de apenas quatro
meses para acampar no recanto. "Gostamos do verde. Moramos
bem perto da praia, mas trocamos o mar pelas piscinas",
garantem. Adriano Wittlich, de Canoinhas, preferiu alugar um
chalé. "Contando com as crianças estamos em
12 pessoas. É a primeira vez que venho, mas estou achando
ótimo", observa.
RECREAÇÃO ORIENTADA
Também em Mafra está o Parque Aquático
Águas Douradas, de Miguel Lino Moroski. Com 40 mil metros
quadrados, o parque existe há três anos e tem como
principal atração um toboágua de 80 metros
de extensão que passa por baixo de um túnel e desemboca
em um tanque de água, ao lado da piscina.
As duas piscinas - adulta e infantil - consomem 600 mil litros
de água. Para Lino, a principal propaganda do parque é
o sol. "Basta um final de semana de sol para que as pessoas
da região se encontrem aqui", garante. Os dois tanques
para pesca esportiva também são atrativos do parque.
Nos dias 11 e 12 e março acontecerá um festival
de pesca. Em média o parque atrai 600 pessoas por dia
nos finais de semana. Um professor de educação
física cuida da recreação para crianças
e adultos. (Marília Maciel)
Em Papanduva, banho no
rio Pratinha é imperdível
Papanduva - Outra visita imperdível para quem se dispõe
a explorar o interior de Papanduva, no Planalto Norte, é
a cachoeira do rio Pratinha. São aproximadamente 42 metros
de água caindo. Os proprietários das terras em
que está a cachoeira trabalham num bar próximo
ao rio e são sempre solícitos em oferecer um acompanhante
para conhecer a queda d'água. Afinal, o lugar é
de difícil acesso e recomenda-se cuidado. Um estojo de
primeiros socorros é sempre bem-vindo.
Outra recomendação dos proprietários é
nunca descer sozinho o barranco de cerca de 30 metros de altura.
O turista sente que valeu a pena o sacrifício da descida
quando se chega ao pé da cachoeira. Um banho nas águas
do rio Pratinha é inevitável. Alguns aventureiros
aproveitam o paredão para fazer rapel e descer por trás
da água como se esta fosse uma cortina separando o visitante
do rio.
Aventura em livro
A jornalista Leilane Neubarth relata a experiência do rali
Granada-Dacar no livro "Faróis de Milha".
AN_Tevê |
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Às margens da BR-116, a cerca de três
quilômetros da nascente do rio Itajaí do Norte,
está a maior queda d'água do município,
com cerca de 70 metros de altura. O local é de difícil
acesso. É preciso pedir autorização ao proprietário,
Albino Senf, no posto de gasolina do km 59 da BR-116, a um quilômetro
da cachoeira. No local há outras quedas menores.
ENDURO
Nos primeiros quilômetros da nascente do rio Itajaí
do Norte já existe uma trilha também utilizada
por pilotos de enduro. Nas localidades de Rio Bonito e Nova Cultura
há outras cachoeiras de acesso mais fácil. (MM)
Como chegar: a partir da sede de Papanduva, por estrada
de chão, passando por São Tomaz, Guarani, Pinhal
até chegar em Pratinha. Distância: 30 quilômetros.
Fique por dentro
Recanto Padre Francisco Hable
Fone: (0XX47) 692-6056 (oferece van para buscar os visitantes
no centro da cidade a R$ 25,00).
- Como chegar
No trevo de acesso a Mafra, no km 111 (próximo à
Coopernorte), o visitante deve seguir pela rua Germano Neudorf
até a estrada do Imbuial, depois estrada São Lourenço.
Distância: cerca de 10 quilômetros do centro de Mafra.
- Preços
Entrada: R$ 6,00 com direito a almoço (buffet) ou R$ 3,00
só para a piscina
Camping: R$ 4,00 por dia (por pessoa)
Chalés: R$ 40,00 por dia (para quatro pessoas) ou R$ 80,00
por dia (para oito pessoas)
Peixe: R$ 2,50 o quilo
Parque Aquático Águas Douradas
Fone: (0XX47) 642-0163 ou 9986-2884
- Como chegar
Saindo de Mafra pela BR-116, o visitante percorre 12 quilômetros
e depois deve andar mais oito quilômetros no sentido Canoinhas
- Preços
Entrada: R$ 3,00
Passeio de pedalinho: R$ 1,00 por dez minutos
GEOGRAFIA TÍPICA
Marca registrada do Nordeste, coqueiros embelezam a orla
de Fortaleza: barracas garantem conforto para os banhistas
Foto: AE Tiago Decimo |
Capital do sol, Fortaleza
é a cara do verão no País
Um dos destinos
mais visitados do Brasil, cidade cearense oferece praias de areias
claras de dia e a melhor música nordestina à noite
Fortaleza - A capital do Ceará preparou uma programação
especial para esta temporada. É o Verão Ouro, que
inclui uma extensa agenda de entretenimento para os turistas.
São atividades esportivas, de lazer e culturais, realizadas
em diferentes pontos da cidade. Fortaleza é um dos destinos
turísticos mais visitados do País.
Com mais de 2,5 milhões de habitantes, em aproximadamente
340 quilômetros quadrados de área urbana, a cidade
conta com 25 quilômetros de praias de areias clarinhas,
muita agitação e variadas opções
de diversão. Na verdade, a programação básica
do turista é praia durante o dia e badalação
à noite, em bares, restaurantes ou danceterias. Tudo isso
ao som da melhor música nordestina e ao sabor da famosa
culinária típica.
Para quem gosta de forró, a dica é o Bar do Pirata,
que só abre às segundas-feiras, e o Clube do Vaqueiro.
Entretanto, há uma infinidade de bares com muito forró
e outros ritmos, o que manda é o gosto do freguês.
E vale ressaltar que a infra-estrutura de turismo de Fortaleza
é muito boa, há opções para todos
os bolsos.
HOSPEDAGEM ACESSÍVEL
Para quem não quiser gastar muito dinheiro, a alternativa
são os Albergues da Juventude. Os interessados nesta opção
de hospedagem devem fazer reserva com bastante antecedência,
especialmente durante o verão e nas férias.
Também conhecida como a "Capital do sol", Fortaleza
tem sol praticamente o ano inteiro, a temperatura varia entre
25 e 36°C. E para aproveitar o clima, não precisa
ir muito longe. Rodeando a cidade e enfeitadas por coqueiros
estão as praias de Iracema, dos Diários, do Náutico,
Volta de Jurema, do Iate, do Futuro, Cumbuco, Icaraí e
Caucaia.
Também há as praias mais selvagens, consideradas
as melhores, como a Prainha, em Aquiraz. A programação
do Verão Ouro, evento promovido pelo Banco do Brasil,
prevê, no entanto, a realização de grande
parte das atividades de entretenimento na praia de Iracema. Destaque
para o concurso Garota Verão Ouro e o show da banda Swing
Tropical & Arquitetos do Brasil, no dia 23, na Barraca Tropicália.
Para este mesmo local foram organizadas uma série de atrações
de todos os tipos, inclusive uma exposição de artesanato.
Também há uma extensa programação
no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e no Centro
Cultural Banco do Nordeste (informações no site
www.aquiceara.com.br).
PONTO DE ENCONTRO
A praia de Iracema é um dos endereços mais badalados
da noite fortalezense, ponto de encontro da elite intelectual,
de boêmios e turistas. Um dos cartões-postais desta
praia é a Estátua de Iracema, de Zenon Barreto,
que representa o sofrimento da índia Iracema quando foi
deixada por seu amado.
Picapes do século 21
Salão de automóveis norte-americano é um
verdadeiro show de carros-conceito e de novas tecnologias.
AN_Veículos |
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Outro ponto turístico é a Ponte
Metálica, em ferro e madeira, que funcionava como um ancoradouro
para navios, até a transferência para o Porto do
Mucuripe.
E os turistas que visitarem Fortaleza devem aproveitar para conhecer
a belíssima praia de Jericoacoara, a 250 quilômetros
do centro. Este é considerado um dos locais mais belos
do Nordeste.
CHARME
Dunas de areais clarinhas: encanto para os olhos
Foto: AE Silvio Ribeiro
Fique por dentro
Informações turísticas
Secretaria de Turismo do Estado do Ceará (Setur)
Fone (0XX85) 218-1177
Albergues da juventude
Praia de Iracema: Avenida Almirante Barroso, 998
Fone (0XX85) 252-3267
Aldeota: rua Rocha Lima, 1186
Aldeota: Coqueiro Verde, rua Frei Mansueto, 531
Fone (0XX85) 267-1998
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| Manchetes AN |
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| Leia também |
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Cinema atrai mais turistas para
Roterdã
Cidade portuária
é uma das maiores da Holanda e fica a apenas 40 minutos
da badalada capital Amsterdã
Roterdã - O Festival Internacional de Cinema de Roterdã
- que neste ano ocorre no período entre 26 de janeiro
e 6 de fevereiro - movimenta ainda mais esta cidade holandesa,
que fica a apenas 40 minutos da badalada capital Amsterdã.
Já foram inscritos mais de 200 filmes de 60 países.
A participação brasileira está garantida
com "E no Meio Passa um Trem", curta-metragem dirigido
por Fernando Meirelles e Nando Olival, que terá no papel
central Theo Werneck.
A Holanda fica no nordeste da Europa, ocupa uma área de
41.863 quilômetros quadrados e faz fronteira com a Bélgica,
a Alemanha e o Mar do Norte. A vida noturna é uma verdadeira
ferveção, principalmente na capital. A geografia
divide o país em duas regiões: a que inclui o Sul
e Leste, com uma altitude máxima de 321 metros; e a restante
área, predominantemente plana onde, inclusive, cerca de
20% das terras estão abaixo do nível do mar. Estas
terras, se tornaram habitáveis graças à
drenagem e à construção de diques, processo
que teve início ainda no século 12.
PASSADO MARÍTIMO
O clima holandês tem forte influência do Mar do
Norte. No verão, a média é de 17°C e
no inverno pode chegar a 2°C. O país, juntamente com
as Antilhas Neerlandesas, na região das Caraíbas,
e Suriname, forma o Reino dos Países Baixos.
A economia holandesa é uma das mais desenvolvidas da toda
a Europa. No século 17, o país projetou-se como
líder europeu no comércio marítimo. O que
gerou grande rivalidade por parte da Inglaterra, país
com o qual travou diversas batalhas. Porém, neste período,
a Holanda viveu o seu "século de ouro", com
a expansão do comércio e da navegação.
Nesta época ficaram famosas a Companhia Unida das Índias
Orientais (especializada no comércio com o Extremo-oriente)
e a Companhia das Índias Ocidentais (que comercializava
com a África e a América). Foi justamente neste
tempo que floresceu a indústria cultural, especialmente
a pintura, com pintores como Rembrandt, Vermeer e Frans Hals,
entre outros.
Reflexos
da França
Entre 1795 e 1813, a Holanda esteve sob o domínio francês,
o que ainda pode-se ver refletido na cultura do país.
Em 1814, o Reino dos Países Baixos consolidou-se com a
Holanda do Norte (atual Holanda) e a Holanda do Sul (Bélgica
e Luxemburgo).
Um exemplo do que foi o potencial marítimo holandês
é o porto de Roterdã, considerado o maior do mundo.
Foi parcialmente destruído durante a 2ª Guerra Mundial
e reconstruído tempos depois. Por este passado, a cidade
ainda é conhecida como o "local onde se trabalha",
ao contrário da vizinha Amsterdã.
Para apagar as manchas deixadas pelas guerras, Roterdã
ganhou vários parques. Um deles abriga a torre Euromast,
parecida com a CN Tower de Toronto, no Canadá, porém,
em dimensões mais modestas - tem 185 metros.
As guerras também fizeram com que os holandeses desenvolvessem
bem a arquitetura. Em Roterdã há universidades
de arquitetura procuradas por estudantes de todo o mundo. E o
resultado pode ser visto num passeio pela região central
de Roterdã. Há prédios inusitados, como
um em formato de caneta e outro, bem ao lado, em formato de cubos.
Só entrando no interior de um dos apartamentos é
que se tem a dimensão do modelo arquitetônico singular.
A vida noturna de Roterdã também é interessante.
Claro que não se compara com as inúmeras opções
de Amsterdã, mas vale. Há belos pubs e bares. E
muitos artistas brasileiros "fazem um som" por lá.
A exemplo de outros lugares da Europa, o agito não passa
muito das duas da madrugada.
Fique por dentro
- A moeda na Holanda é o florim holandês.
- Quem tem menos de 26 anos, pode comprar o CJP (Cultural Youth
Pass/Passe Cultural da Juventude), na AUB, Leidseplein em Marnixstraat,
para conseguir descontos em vários lugares.
- O público homossexual pode obter informações
sobre eventos culturais na Gay and Lesbian Switchboard. Também
na revista Use-It, encontrada no escritório de turismo
em frente à Centraal Station; e na The Best Gay Guide,
à venda na livraria W.H. Smith, em Kalverstraat.
Viagem inesquecível
Um convite ao repouso
Roselene Júlio
Todos os anos, no verão, costumo freqüentar a
praia de Zimbros (em Bombinhas), que tem uma beleza peculiar.
Tudo que há nela é encantador. O mar limpo e calmo,
ótimo para se refrescar e olhar as crianças brincando
sem a preocupação constante dos pais.
As pousadas maravilhosas fazem com que nos sintamos em casa.
O canto da praia cheio de pedras e árvores onde se pode
pescar, acampar e apreciar o cultivo de mariscos. Os moradores
do local, sempre acolhedores, os bares à beira-mar com
deliciosos petiscos, enfim um lugar excelente para aliviar o
estresse do ano todo, principalmente para quem vive no dia-a-dia
agitado e necessita de paz e tranqüilidade.
O ideal é ir a Zimbros e esquecer do mundo. Esquecer dos
problemas cotidianos. Vá a Zimbros sem preocupações.
No verão o comércio está sempre aberto.
Tudo o que se precisa está a mão. A culinária
do local é questão à parte, à base
de frutos do mar: sugiro mariscos, camarões e casquinha
de siri, como aperitivos.
Os mariscos são ótimos. Cultivados na região
de Zimbros, podem ser saboreados fresquinhos nos bares da região.
Como a praia não tem ondas e o mar é extremamente
calmo, é uma ótima pedida para mergulhos e para
algumas boas braçadas no mar.
- Roselene Júlio, secretária em Itajaí
Você também pode participar deste espaço
do leitor, relatando em 30 linhas sua viagem inesquecível.
Envie texto e fotografia para a Editoria de Turismo, rua Caçador,
112, Joinville, ou pelo e-mail anoticia@an.com.br
CARTÃO POSTAL

Morro do Corcovado e o Cristo Redentor: braços abertos
para o turismo
Foto: Reprodução
Rio faz as pazes com o turismo
Cidade Maravilhosa
já comemora números da temporada
Rio de Janeiro - Definitivamente, o Rio fez as pazes com o
turismo neste último verão do milênio. Nem
as imagens da violenta repressão ao topless na praia,
veiculadas no mundo inteiro, fizeram milhares de turistas desistir
de conhecer a Cidade Maravilhosa. As associações
de empresários do setor só vão ter os números
definitivos depois de março, mas já comemoram por
antecipação.
A Associação Brasileira da Indústria Hoteleira
(ABHI) acredita numa taxa de ocupação de 80% de
seus leitos (10% a mais que em 1999) e a Associação
Brasileira de Agências de Viagem (Abav) prevê um
aumento de 30% na venda de pacotes.
Se o verão está bom, o carnaval promete ser melhor
ainda. A ABIH informa que o número de reservas confirmadas
para época é bom, embora não seja possível
prever, a um mês da festa, qual será a ocupação.
Novamente, os turistas estrangeiros serão maioria. O Banco
Bandeirantes, encarregado de vender os ingressos para o Sambódromo,
informa que já estão quase esgotados, especialmente
nas área nobres.
NEGÓCIOS
A expectativa do aumento do turismo no Rio de Janeiro nos
próximos anos, em especial do turismo de negócios,
está fazendo com que empresários nacionais e internacionais
invistam na reforma e também construção
de novos hotéis na cidade. Até 2001 a hotelaria
investirá R$ 100 milhões em obras e melhorias nos
prédios já existentes. A previsão é
de que em 2002 o Rio tenha nove novos hotéis de categoria
quatro e cinco estrelas.
Tradicionalmente, os hotéis do Rio ficavam cheios no verão,
mas, ao longo do ano, a ocupação caia drasticamente.
A cidade, no entanto, vem se consolidando como bom local para
a realização de congressos, o que fez a taxa média
de ocupação dos hotéis subir. De acordo
com estimativas da ABIH, cerca de 65% dos visitantes que chegam
à cidade vêm a negócios. Em novembro do ano
passado, a taxa foi de 74,34%, a maior desde janeiro de 1998,
em função do turismo de negócios. Em outubro,
um mês tradicionalmente fraco, 68,6% dos quartos estiveram
ocupados pelo mesmo motivo.
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