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ANotícia
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Frente e Verso
Detalhes esportivos marcam a dianteira e a traseira (abaixo)
do novo Fiesta
Fotos: Divulgação
Fiesta Sport tem visual agressivo
Série limitada
também utiliza motores Zetec Rocam 1.0 e 1.6
A
Ford decidiu dar um "ar" de esportividade ao Fiesta
com o lançamento da versão Sport. O novo Fiesta
Sport começa a ser vendido este mês com série
limitada de 1 mil unidades, mas pode passar a ter produção
normal. O Fiesta Sport já existe na Europa desde que,
em setembro de 1999, a linha passou pelo face-lift exibido atualmente
tanto no Velho Continente quanto no Brasil. Tem visual mais agressivo
do que o do restante da linha e surge no mercado nacional para
reforçar a boa aceitação do Fiesta, carro-chefe
de vendas da marca no País nos cinco primeiros meses do
ano, com 13.815 unidades comercializadas.
A Ford brasileira decidiu produzir
o Fiesta Sport para atender aos motoristas que querem um "carrinho"
com aparência mais esportiva. E é apenas no visual
que o modelo de série limitada se diferencia das outras
versões do Fiesta, já que os motores são
os mesmos Zetec Rocam 1.0 e 1.6. O veículo só será
vendido na cor vermelho flórida e com quatro portas.
As mudanças de verdade, porém, atingem principalmente
a dianteira do veículo. A grade do motor tem aspecto de
tela e é cromada. Os pára-choques ficaram maiores
e são da cor da carroceria, com uma faixa de borracha
preta na parte superior. O dianteiro conta também com
spoiler, uma grande entrada de ar e faróis de neblina
redondos. O novo modelo ainda ganhou saias laterais com o logotipo
Sport.
Na traseira, o Fiesta Sport recebeu um aerofólio sobre
o vidro traseiro e tem brake-light embutido. Já a maçaneta
da tampa do porta-malas, como as das portas, é da mesma
cor da carroceria. Complementando as alterações,
surge uma ponteira do escapamento cromada com desenho ovalado
e rodas de alumínio aro 14.
No interior, a maior diferença é o aplique de partes
prateadas no console central e no pomo da alavanca do câmbio.
Além disso, os ponteiros dos marcadores do painel são
vermelhos, o tecido de forração é novo e
o volante ganhou revestimento com pequenos furos. O modelo tem
dois níveis de itens de conforto e motorização:
GL e GLX.
O GL vem de série com direção hidráulica,
vidros e travas elétricas, conta-giros e limpador/desembaçador
do vidro traseiro. Só o ar-condicionado é opcional.
É equipado com propulsor Zetec Rocam 1.0 de 65 cv de potência
a 6 mil rpm e torque de 8,9 kgfm a 2.750 rpm. A versão
GLX sai de fábrica com o motor mais potente da linha,
o Zetec Rocam 1.6, que desenvolve 95 cv a 5.500 rpm e 14,1 kgfm
a 2.250 rpm. E o interior é mais equipado: tem todos os
itens do GL mais o ar-condicionado. Airbags não aparecem
nem como opcionais no GLX. Os preços ainda não
foram divulgados oficialmente, mas o Fiesta Sport GL deve custar
R$ 20 mil e a versão Sport GLX cerca de R$ 25.500.
Mais ágil
Com a adoção do turbo, o Ka 1.0 SRT ficou
mais rápido e passou a exigir menor número de trocas
de marcha
Fotos: Divulgação |
Ford Ka passa a
contar com motor 1.0 turbo
Com
propulsor Zetec Rocam e visual mais esportivo, novo modelo faz
de zero a 100 km/h em 9,7 segundos
Ao mesmo tempo que a Ford lança o Fiesta Sport com
visual agressivo, mas sem uma "injeção"
de potência, surge no mercado o Ka SRT, com desenho e motorização
dignos de esportivos. O modelo foi desenvolvido pelo Grupo Souza
Ramos - dono de seis concessionárias Ford em São
Paulo e representante da Mitsubishi no País - e é
equipado com motor Zetec Rocam 1.0 turbinado e visual diferenciado
do Ka normal.
A principal "intervenção cirúrgica"
desenvolvida no Ka SRT está sob o capô. A Souza
Ramos colocou um turbo Mitsubishi no motor 1.0 do Ka. O turbo
é controlado por uma central eletrônica auxiliar
que funciona em conjunto com a centralina original do carro.
Segundo a Souza Ramos, a preocupação no desenvolvimento
do modelo não foi em garantir velocidade final maior e
sim melhorar acelerações e retomadas.
Com isso, o Ka SRT ganhou 20% de potência e 40% de torque
em relação ao Ka de fábrica, mas não
teve a velocidade máxima alterada - é de 155 km/h.
O propulsor 1.0 turbo do veículo tem 78 cv de potência
e 12,4 kgfm de torque. Isso em regimes de rotação
menores do que os do motor Zetec Rocam aspirado.
A potência máxima do Ka SRT chega aos 5 mil rpm
e o torque aos 3.700 rpm contra, respectivamente 6 mil rpm e
4.500 rpm no Ka normal. Este números fizeram a aceleração
de zero a 100 km/h do SRT ser de 9,6 segundos, conforme dados
da Souza Ramos, contra 15,5 segundos do Ka com motor aspirado.
Mas não é necessário abrir o capô
ou dirigir o Ka SRT para notar que não se trata de um
Ka normal. A diferença é visível já
no desenho. Os pára-choques têm desenho menos arredondado
e o dianteiro recebeu uma grande entrada de ar na parte inferior.
Os pára-lamas perderam o desenho bojudo e receberam o
prolongamento da linha de cintura das laterais. Com isso, o pára-lamas
traseiro perdeu o excesso lateral. A grade do motor ficou maior,
o capô mais arredondado e ainda ganhou uma entrada de ar.
Já as rodas de liga leve são aro 14, contra o aro
13 original.
Novo modelo pode ser montado com
a compra de três pacotes diferentes
O Ford Ka SRT será vendido em três pacotes: rodas
e pneu, aparência e performance. O pacote aparência
inclui os novos pára-choques, pára-lamas e capô
e sai por R$ 770. O rodas e pneu só substitui estes equipamentos
e custa R$ 620. Já o performance inclui turbo, novo escapamento
e conta-giros e custa R$ 2.600. Há ainda, opcionalmente,
forração em couro do interior por R$ 850. Estes
pacotes podem ser colocados tanto em carros novos quanto em modelos
Ka usados, com a única exigência de terem motor
Zetec Rocam. Um Ka SRT novo e completo sai por R$ 22.500.
Com visual e motorização renovados, o Ka SRT ainda
exibe conta-giros no painel, enquanto a Ford não dispõe
do equipamento no Ka de produção normal. Já
os itens de conforto de série e opcionais são os
oferecidos pela Ford. A Souza Ramos pretende vender o Ka SRT
diretamente nas suas revendas em São Paulo e Campinas
e também, através de outras concessionárias
Ford do País.
Com o motor turbo, o Ka SRT "desperta" aos 2.500 rpm.
Assim, até esta marca, o veículo tem um comportamento
honesto como o do Ka normal. Mas quando a rotação
sobe, o pequeno modelo se mostra ainda mais valente para subir
ladeiras e, principalmente, despejar vigor em ultrapassagens.
A melhora de desempenho é confirmada pela menor necessidade
de reduções de marchas nas retomadas. Como a velocidade
final do veículo não foi alterada, a Souza Ramos
não mexeu na suspensão nem no câmbio do carro.
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