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ANotícia
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Samara Felippo se diz constrangida
em participar de quadros de videokê
Foto: Carta Z Notícia
Artistas passam vexame para aparecer
Programas viram
vitrine para divulgar trabalhos ou apenas exibir dotes físicos
Paula Schitine
TV Press
Vale
qualquer coisa: fazer mímicas estabanadamente, desafinar
em games musicais, estourar balão de gás com o
próprio bumbum ou até mesmo bancar uma bola humana
numa pista de boliche. O tamanho dos "micos" a que
os artistas se submetem para aparecer na tevê parece não
ter limite. O objetivo não difere muito de artista para
artista. É sempre querendo divulgar um novo trabalho ou
apenas exibir os próprios dotes, na esperança de
ser convidado para novas produções - pelo visto,
a coragem de fazer papéis ridículos deve estar
em alta no mercado. Por isso, artistas de toda a espécie
aceitam participar de quadros de programas de auditório
como "Quarta Total" e "Domingo Show", da
Record, "Domingão do Faustão" e "Caldeirão
do Huck", da Globo, e "Domingo Legal", do SBT.
Esse tipo de exposição vem crescendo e é
lucrativa tanto para emissoras, que conseguem Ibope, quanto para
artistas. "Os programas de auditório são ótimos
para quem está divulgando peça de teatro. E se
a proposta for esta, vale qualquer coisa", assume Leila
Lopes, assídua freqüentadora deste tipo de produção.
A atriz, que interpreta a Cleusa em "Marcas da Paixão",
da Record, já foi três vezes ao "Quarta Total"
e cantou no videokê do "Domingo Show", ambos
comandados por Gilberto Barros, o Leão. Mas aparecer neste
tipo de atração pode ser também sinônimo
de constrangimento. Um exemplo foi o da atriz Alexia Deschamps,
que está prestes a entrar em "O Cravo e A Rosa",
como a mãe de Catarina, papel de Adriana Esteves. Recentemente,
ela participou do "Quarta Total", da Record, e se sentiu
desconfortável em participar do "boliche humano",
em que o artista põe uma roupa de borracha e se atira
numa pista com água e sabão em direção
aos pinos para derrubá-los. "É feio e desagradável.
E ainda fiquei com medo de me machucar", reclama a atriz.
Mas Alexia garante que, apesar do "mico", no dia seguinte
em que apareceu no programa da Record recebeu uma proposta para
fazer um comercial de xampu. "O anunciante me viu na produção
e se interessou, mas não chegamos a um acordo financeiro",
explica a atriz. Mas o diretor Luiz Gleiser, do "Domingão
do Faustão", da Globo, garante que não são
apenas os atores que podem lucrar. Para ele, as emissoras também
usam videokês e games para fazer publicidade de novelas
e minisséries. "Quanto mais o ator aparecer no vídeo,
mais a produção em que ele está vai ser
comentada", afirma Gleiser.
Por isso, alguns atores encaram o fato de ser convidado para
este tipo de brincadeira como um chamado oficial do patrão.
Um exemplo é a atriz Samara Felippo, que faz a Érica
de "Malhação", da Globo. Ela já
participou do videokê do "Domingão do Faustão"
e da gincana "Trato na Escola", do "Caldeirão
do Huck", quando requisitada pela emissora. Ela confessa
que fica constrangida em participar desses quadros. "Por
não estar representando um personagem, sempre fico nervosa.
Tenho de relaxar para entrar no clima", admite Samara. Mas
há os que não têm a menor inibição
em se soltar em público. É o caso de André
Segatti, que faz parte do elenco de "A Turma do Didi",
da Globo. O ator faz aulas de canto e ele mesmo pediu para participar
do videokê do Faustão porque achou o local ideal
para revelar a habilidade de cantor. "Um ator completo deve
saber cantar e representar e não perco a oportunidade
de mostrar isso", confirma.
Já o diretor Roberto Manzoni, do "Domingo Legal",
do SBT, garante que nem sempre é fácil conseguir
atores para as brincadeiras do programa. Na "Banheira do
Gugu", por exemplo, é raro ver um ator participar.
Os freqüentadores do quadro são normalmente cantores
e modelos, que se prestam a expor o físico em trajes mínimos.
"Os atores se preocupam com a imagem e por isso geralmente
recusam ir à banheira", explica Manzoni. O mesmo
acontece na brincadeira em que é preciso colocar a mão
dentro de um recipiente que contém um animal desconhecido.
Um dos que toparam a brincadeira foi Nélson Freitas, que
vive o personagem Nilo, em "Uga Uga", da Globo. Segundo
ele, o ator está sendo transformado em um produto e compara
a tevê a uma vitrine atraente. "Estamos numa prateleira.
O ator que não estiver ligado à tevê de alguma
forma, não consegue sobreviver por muito tempo",
resigna-se.
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Na pele da mimada Clara, Regiane
inferniza a vida do marido, vivido por Luigi Baricelli
Foto: Carta Z Notícia
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Adeus aos
papéis de mocinha
Regiane Alves deixa
de ser boazinha para bancar a perversa em "Laços
de Família"
Leandro Calixto
TV Press
Regiane Alves ficou perdida quando começou a gravar
"Laços de Família". Depois de ter se
destacado na macrossérie "A Muralha", na pele
da obstinada Rosália, ela não sabia se a Clara
na história de Manoel Carlos era uma típica garota
mimada, uma chata ou até mesmo uma vilã. A incerteza
da atriz aumentou ainda mais porque o autor não distribuiu
a sinopse da novela para nenhum ator do elenco. Só agora,
passados mais de três meses de gravações,
é que Regiane chegou à conclusão que a personagem,
nora de Helena, vivida por Vera Fischer na trama, tem mesmo compatibilidade
com o mal. Uma característica, aliás, que esta
atriz de 21 anos jamais havia interpretado na tevê. "Quanto
mais a personagem for diferente do último trabalho que
fiz, melhor vai ser para minha carreira", comemora Regiane,
que já fez a "boazinha" em "Fascinação",
novela do SBT.
A segurança para interpretar uma personagem que foge do
estereótipo de "boa menina" aumentou depois
de uma conversa com o próprio Manoel Carlos. Regiane conta
que o autor foi ao set de gravações no Projac,
Zona Oeste do Rio de Janeiro, para acompanhar as primeiras cenas
da novela. Na ocasião, ele perguntou para Regiane o que
ela estava achando da Clara, que domina na trama o marido Fred,
papel de Luigi Baricelli. "Foi a partir daí, que
resolvi fazer a Clara sem nenhum dó e soltá-la
completamente", explica a bela atriz, sem esconder o bom
humor. "Laços de Família" é o
primeiro trabalho de Regiane no horário das oito na Globo.
Talvez por isso, que ela esteja surpresa com a tamanha repercussão
do trabalho. "Na segunda semana que a novela estava no ar,
muita gente me parou na rua para dizer que conhecia muitas 'Claras'
por aí. Achei isto fantástico", recorda.
Vida real
Outro detalhe que vem chamando a atenção da
atriz é o texto de Manoel Carlos. Para ela, o autor de
"Laços de Família" escreve de uma maneira
tão simples que o grande público acaba compreendendo
a trama de uma forma bem natural. "O Maneco até parece
que fica escondido atrás da porta da casa da gente. Ele
retrata muito bem o nosso dia a dia", elogia a atriz. Por
mais que esteja entusiasmada com a personagem e a novela, Regiane,
no entanto, ainda não esqueceu do trabalho anterior que
fez na Globo: a macrossérie "A Muralha", onde
viveu a obstinada Rosália. Regiane define esta produção
como um momento mágico da televisão brasileira.
"Tudo deu certo. A trama, a atuação dos atores
e o ambiente que se criou. Estou com saudades deste trabalho",
revela.
Foi justamente pelo capricho dedicado a "A Muralha"
que fez Regiane titubear em aceitar o convite para fazer a Clara.
A atriz justifica a indecisão porque ainda estava totalmente
envolvida emocionalmente no trabalho, ambientado no século
17, quando foi chamada para fazer "Laços de Família".
Na semana depois de encerrar os trabalhos da macrossérie,
ela recebeu um telefonema do diretor Ricardo Waddington. O responsável
pela direção geral da novela de Manoel Carlos a
queria de qualquer jeito para viver a Clara. "Não
podia recusar a proposta. Principalmente porque o Ricardo foi
a pessoa que articulou minha contratação na Globo",
justifica.
Regiane Alves tem contrato com a Globo até 2001. Ela assinou
no ano passado, depois de ter passado pelo SBT e Band. Na emissora
de Sílvio Santos, a atriz protagonizou "Fascinação"
e na Band atuou em "Meu Pé de Laranja Lima".
Quando foi para Globo, a atriz confessa que chegou a ficar preocupada
com a possibilidade de entrar para "geladeira". Principalmente
porque vinha de outras emissoras. "Por estas razões
que não posso me fazer de difícil", analisa.
A atriz, nascida em Santo André, região do Grande
ABC Paulista, garante que não se deslumbrou com a profissão.
Ela avisa que tem "os pés no chão" principalmente
por saber da instabilidade da carreira de ator. Ela conta que
conhece muitos colegas de profissão que não têm
dinheiro para pagar aluguel e dispensas do mês. Tudo por
causa do restrito mercado de trabalho. "Ainda bem que o
SBT e a Record estão reativando o departamento de dramaturgia.
Assim, teremos mais espaços para atuar", comemora.
Veterano
Aos 78 anos, Nunes continua na ativa, agora na Globo
Foto: Divulgação |
Meio século
de humor
Criador de programas
e bordões inesquecíveis, Max Nunes hoje faz rir
só com Jô Soares
Rodrigo Teixeira
TV Press
Basta olhar para perceber que Max Nunes é uma piada.
Franzino, com baixa estatura e andar vagaroso, o carioca de 78
anos é tão engraçado quanto os inúmeros
personagens que criou em 50 anos de tevê. Ao lado de Jô
Soares desde 1967, quando uniram-se para criar "Faça
Humor Não Faça a Guerra", na Globo, Max não
é só responsável pelas piadas que saem da
boca do humorista no "Programa do Jô", como já
viu suas criações serem usadas pela maioria dos
comediantes brasileiros. Além de criar bordões
clássicos do humor, como "bota ponta, Telê!",
"o macaco tá certo", "tem pai que é
cego", "não me comprometa", "sois
rei?" e "muy amigo", ele já escreveu para
programas como "Satiricom" e "Topo Gigio",
além de "Planeta dos Macacos" e "Viva o
Gordo". Max Newton Figueiredo Pereira Nunes começou
como redator de programas de rádio em 1948. Neste período,
criou na Rádio Nacional um dos programas mais importantes
do humor brasileiro: "Balança Mas Não Cai",
que estreou em 1950 já com o clássico quadro "Primo
Rico e Primo Pobre", interpretados por Paulo Gracindo e
Brandão Filho - o programa foi adaptado para a Globo em
1964, a pedido de Walter Clark. Mas antes mesmo de escrever,
aos oito anos, Max começou a se apresentar nas rádios
cariocas e ganhou o apelido de "gargantinha de ouro".
Entrevista - Max
Nunes
"Não me
dou com o computador, apesar de utilizá-lo há algum
tempo. Na verdade, eu crio na mão mesmo e só passo
o texto para o computador, coloco no disquete e mando por e-mail."
Qual o seu esquema de trabalho com o Jô atualmente?
Max Nunes - Eu o ajudo na redação do programa.
Dou sugestões de pauta e escrevo aqueles textos de abertura,
geralmente com piadinhas. Fico atento às notícias
e por isso leio, no mínimo, cinco jornais pela manhã.
Fico em São Paulo de segunda a quarta e volto para o Rio.
Fico bolando coisas. Gosto de trabalhar em casa, apesar de ter
horror a utilizar o computador. Eu torci muito para acontecer
de fato o "bug" do milênio. Não me dou
com o computador, apesar de utilizá-lo há algum
tempo. Na verdade, eu crio na mão mesmo e só passo
o texto para o computador, coloco no disquete e mando por e-mail.
A mudança para a Globo interferiu no seu trabalho?
Max Nunes - Existe uma exigência maior na Globo. Mas desde
o início ficou claro que a gente não iria entrar
na paranóia do Ibope e da sombra do microfone. Porque
na Globo tem aquela coisa de "apareceu a sombra do microfone!
Grava de novo!". Aí não dá. Mas fiquei
na mesma, nesta vinda para a Globo, pois continuo tendo de viajar.
Não é que tenha medo de avião, mas eu entro
passageiro e saio sobrevivente. Agora mesmo decidi não
acompanhar o Jô às Olimpíadas. Com a idade
que estou, não dá para correr atrás de canguru.
É terrível acordar velho todo dia.
Como você vê a evolução do humor
do rádio para a tevê?
Max Nunes - Acho que não teve continuidade. Na verdade,
o rádio sempre foi mais criativo que a tevê. Mesmo
porque se tinha mais espaço para programas de humor. A
televisão virou um veículo de novelas e o rádio
ficou informativo. Mas, independentemente do veículo,
o humor precisa ter alguma relação com o povo e
a situação do país. Algo engraçado
de uma galinha não vai repercutir tanto quanto uma piada
de político, por exemplo. Mas acho que os humoristas são
mal aproveitados na tevê. O Chico Anysio e o Jô Soares
deveriam voltar a se dedicar mais ao humor. Até já
falei isso para o Jô e ele até pensa em voltar,
se criarmos algo realmente novo.
Como surgiu a idéia do "Balança Mas
Não Cai"?
Max Nunes - Quando acabou a Guerra, em 1945, era uma época
difícil de conseguir moradia. As vezes reuniam-se várias
famílias e alugavam um apartamento. Se falava: "qualquer
dia cai este edifício com tanta gente morando". Foi
aí que caiu a ficha. Mas só em 1950 o programa
estreou na Rádio Nacional. O quadro mais importante era
"Primo Rico e Primo Pobre", com Paulo Gracindo e Brandão
Filho. Não esperava o sucesso que o programa atingiu,
tanto na rádio quanto na Globo. Lançamos vários
humoristas e expressões, como "mengo", por exemplo,
numa alusão ao Flamengo. Na Globo, o programa era de guerrilha.
O horário em que a emissora perdia, colocavam "Balança
Mas Não Cai" para competir. E sempre ganhava. No
início, o programa era acusado de ser apelativo. A mesma
ladainha que existe até hoje...
Nestes 50 anos de tevê, qual período marcou
mais você?
Max Nunes - Os "anos de chumbo" realmente foram terríveis.
A tevê praticamente acabou na época. Existem situações
cômicas, mas aconteciam fora da tevê. Uma vez um
censor militar ficou espantado com o valor do contrato do Roberto
Carlos com a Globo. Ele não entendia porque se pagava
tanto para o cantor. E sugeriu: "Vocês podiam colocar
o retrato do Roberto no vídeo e a música de fundo.
Não precisariam gastar tanto". Aí o Borjallo,
que era diretor de programação, devolveu: "Coronel,
você acaba de desinventar a televisão".
"A televisão
virou um veículo de novelas e o rádio ficou informativo.
Mas, independentemente do veículo, o humor precisa ter
alguma relação com o povo e a situação
do País."
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| Leia também |
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A semana
"Passando a Limpo"
No "Passando a Limpo" de hoje, às 23 horas,
na Record, Boris Casoy recebe o escritor e jornalista Carlos
Heitor Cony, empossado recentemente como imortal da Academia
Brasileira de Letras. O escritor vai falar de sua carreira, especialmente
de sua volta à literatura. Outro convidado é o
Coronel José Vicente da Silva, coordenador de pesquisas
em segurança pública do Instituto Fernand Braudel.
"A Próxima Vítima"
A Globo reprisa a partir de amanhã, às 14h50, a
novela "A Próxima Vítima", de autoria
de Silvio de Abreu. Exibida de março a novembro de 1995,
a trama policial cujo último capítulo mobilizou
os brasileiros agora terá quatro opções
de final, gravadas à época em que a novela foi
ao ar. No elenco, Suzana Vieira, José Wilker e Lima Duarte.
"TV Ano 50"
Os programas infantis serão relembrados no especial "TV
Ano 50", que a Globo exibe neste sábado, às
22 horas. O programa mostrará imagens de arquivo, trazendo
de volta personagens que invadiram o imaginário infantil
desde a estréia da televisão brasileira até
os dias de hoje. Serão exibidas imagens de programas como
"Clube do Guri", "Shazan e Xerife", "Balão
Mágico" e "Castelo Rá-Tim-Bum",
entre outros.
"Sessão Discovery"
A "Sessão Discovery Channel" enfoca neste sábado,
às 23 horas, na Band, as aves de rapina. A origem destas
potentes e equipadas predadoras se encontra bem atrás
das raízes dos dinossauros. A maioria delas, como águias
e falcões, caçam durante o dia, mas a coruja pode
detectar sua presa à noite, já que possui o organismo
projetado para caçar mesmo na mais completa escuridão.
Novidades na TV
Emissora mística
Uma programação verdadeiramente alternativa. Assim
pode ser classificada a da TV Mundial. A emissora, cujo sinal
será veiculado num sistema de tevê por assinatura,
ainda a ser definido, a partir de outubro, vai voltar a programação
para religiões e assuntos considerados místicos.
As produções vão abordar espiritualismo,
esoterismo, auto-ajuda, ufologia e terapias alternativas, entre
outros assuntos.
Passagens especiais
O "Sãos e Salvos" da Cultura e da Rede Pública
nem estreou, mas já está cheio de participações
especiais. Vários atores gravaram episódios da
série juvenil que estréia em agosto. Marília
Pêra, Beatriz Segall, Yara Jamra e até o apresentador
Gastão Moreira já apareceram na produção.
MTV dos desenhos
A partir de amanhã, a Eliana vai estrear um novo quadro
no "Eliana e Alegria". Trata-se do "Rádio
Desenho", em que vai apresentar o making of de desenhos
animados, dar dicas de programas para a garotada e entrevistar
artistas e personalidades, que vão falar sobre a infância
e sobre seus desenhos prediletos.
Próximo da realidade
O novo "GNT Fashion" que estréia dia 14, quer
assumir um formato de serviço. Além de ganhar nova
apresentadora, a crítica de moda Lílian Pacce,
o programa tem como proposta principal informar ao telespectador
o quanto custa se vestir de acordo com a moda e onde encontrar
as etiquetas que ditam as novas tendências do mercado.
Além disso, ao contrário da edição
anterior, o "GNT Fashion" vai dar mais ênfase
a moda no Brasil.
Corpos celestes
Últimas
descobertas sobre o universo estão em especiais do Discovery
Sem o Sol e a Lua, a Terra não possuiria vida - seria
um escuro e desolado mundo. Durante este mês, o Discovery
Channel apresenta três programas inéditos, que oferecem
as últimas descobertas e informações científicas
sobre a Lua, o Sol e seu lar no espaço sideral. Empregando
recursos visuais gerados por computador e verdadeiras imagens
do sistema solar, "Se não Existisse a Lua",
"Sol Indomável" e o "Ferro-velho Espacial"
estréiam hoje, às 21 horas.
Os seres humanos costumam se esquecer da importância da
Lua e sua relação com a Terra. A Lua está
se distanciando do nosso planeta, aproximadamente quatro centímetros
a cada ano. Ela já esteve 17 vezes mais perto do que está
ultimamente. Com o afastamento da Lua, a rotação
da Terra se torna mais lenta, fazendo com que os dias sejam mais
longos e o número de dias num ano vá diminuindo.
Daqui a bilhões de anos, a perda da Lua pode resultar
numa "caótica obliqüidade" - uma Terra
que balança de forma maluca no espaço. "Se
não Existisse a Lua" utiliza avançada animação
computadorizada e as últimas imagens das missões
à Lua da Nasa para compartilhar as informações
sobre a parceira júnior da Terra e para descobrir o que
aconteceria com os seres humanos se ela não existisse.
Cientistas também explicam por que é possível
que a Lua tenha se formado depois que a Terra colidiu com outro
planeta, mais ou menos do tamanho de Marte.
"Sol Indomável" leva os telespectadores até
o coração deste enorme e fervilhante caldeirão
solar. O programa utiliza imagens de naves espaciais e observatórios,
combinadas com gráficos avançados e animação
computadorizada, para estudar a cataclísmica energia do
Sol. Apesar de se encontrar a 150 milhões de quilômetros
de distância, os cientistas explicam como o Sol ainda é
capaz de gerar destruição na Terra. Explosões
do Sol, pequenos períodos em que material do Sol é
realmente atirado ao espaço, podem atingir a Terra com
raios-X e ultravioletas, fritando a atmosfera superior do planeta
e afetando sinais de rádio e satélite.
Poluição
Da Lua para o Sol, o Discovery Channel explora o incrível
lar destes corpos celestes em "O Ferro-velho Espacial".
O espaço ao redor da Terra está ficando tão
poluído, que satélites de grande importância
estão sendo danificados e vôos espaciais podem em
breve se transformar numa atividade arriscada demais para se
realizar. Foguetes descartados, tanques de combustível
e milhões de fragmentos, todos viajando a 32 mil quilômetros
por hora estão se tornando perigosos e descontrolados
obstáculos para os objetos enviados ao espaço.
O programa utiliza filmes de arquivo, efeitos de vídeo,
gráficos e entrevistas com alguns dos melhores cientistas
espaciais para ilustrar como o espaço se tornou poluído.
Ele também oferece sugestões do que pode ser feito
para lidar com estes efeitos e para evitar que esta situação
atinja níveis ainda mais perigosos.
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