|
ANotícia
O
P
I
N
I
Ã
O
|
Editorial
O plano de infra-estrutura
O
governador em exercício Paulo Bauer, que também
preside o Grupo Executivo de Energia, anunciou anteontem que
o Estado vai encomendar a uma empresa especializada a montagem
de um plano de desenvolvimento que contemple os setores ferroviário,
rodoviário e de energia para Santa Catarina.
Segundo informações preliminares, os estudos técnicos
devem demorar cerca de um ano. Não foi divulgado também
quanto o Estado pagará por tal serviço, nem se
a contratação já está, de fato, oficializada.
Contratos de maior vulto, com se sabe, exigem a realização
de trâmites licitatórios, o que sempre pode alongar
o prazo inicialmente divulgado.
É de se estranhar, no entanto, que o Estado ainda não
tenha plano na área da infra-estrutura. Em tempos de tanta
competição por novos investimentos de porte, como
montadoras, portos e usinas siderúrgicas, supunha-se que
o governo tivesse pleno conhecimento da realidade atual bem como
das potencialidades de Santa Catarina. A encomenda, portanto,
de um projeto de infra-estrutura revela que até aqui,
salvo melhores explicações, o governo vinha atuando
de forma amadorística, ou, no melhor dos casos, de forma
pouco profissional.
Não há dúvida de que Santa Catarina precisa
ter detalhado programa de investimentos no setor de infra-estrutura,
compreendendo em especial obras em ferrovias, rodovias e na área
da energia elétrica. Com um projeto de médio prazo
devidamente elaborado, o Estado pode buscar parcerias com o setor
privado, como foi bem lembrado pelo governador em exercício
Paulo Bauer, tanto em nível interno quanto externo.
Caso se confirmem as expectativas de um novo ciclo de crescimento
da economia brasileira, como já acontece desde o final
do ano passado, o Estado precisa estar equipado e mobilizado
para materializar novos investimentos. Novos investimentos, contudo,
dependem de condições de infra-estrutura, para
as quais o governo parece demonstrar agora mais interesse. A
encomenda de um plano de desenvolvimento, mesmo sendo elaborado
às pressas e já tão tardiamente, exige pesquisas,
estudos e levantamentos técnicos que demandam muito tempo.
Espera-se que o governo consiga superar os entraves burocráticos
e viabilize a contratação do plano o mais rapidamente
possível.
Santa Catarina dispõe hoje de razoável infra-estrutura
nos setores de transporte e comunicação. Na área
da energia elétrica, o Estado infelizmente produz percentual
muito baixo da energia que consome. No segmento de portos, SC
apresenta boa performance, facilitando em muito o crescimento
de suas exportações. O plano de desenvolvimento
obviamente deve contemplar não apenas novos investimentos,
mas também opções de privatização
de alguns setores, permitindo mais competitividade do Estado.
Mais um gasoduto, contemplando municípios da região
Oeste, se insere nos programas de melhoria de infra-estrutura.
É preciso ainda viabilizar a extensão de ramais
do gasoduto já existente para atender municípios
localizados no Planalto Norte, como reivindicam lideranças
empresariais da região de São Bento do Sul.
Certamente, o novo plano deverá subsidiar o Estado para
novas iniciativas, pois, afinal, sem planejamento de médio
prazo, governar se restringe ao atendimento imediato das reivindicações
de varejo, muito aquém das expectativas da sociedade.
O governo do Estado
está preocupado em conhecer potencialidades e deficiências
nas áreas de infra-estrutura. Dentro de um ano, terá
um plano detalhado para negociar novos investimentos
Artigos
Um intelectual brasileiro
FERNANDO DE BARROS E SILVA
Um dos achados de "Cronicamente Inviável",
o filme de Sérgio Bianchi, é o seu intelectual-protagonista,
o antropólogo Alfredo, representado por Umberto Magnani.
Ninguém, ao que parece, deu muita bola para o fato de
que ele seja colega de ofício de Ruth Cardoso. A força
do filme, no entanto, deve muito à abordagem antropológica
que faz do país, como se nos dissesse que somos uma "sociedade
de índios", que sobrevive e se reproduz idêntica
a si mesma há 500 anos, não apesar, mas justamente
por ser cronicamente inviável.
Na distinção clássica feita por Lévi-Strauss
entre "sociedades quentes", que têm história
cumulativa, mudam e evoluem no tempo, e "sociedades frias",
como que refratárias à história, sempre
fechadas sobre si mesmas, o Brasil visto por Bianchi ficaria
entre as últimas. Sua história é circular
- ou gaguejante - e o progresso nela se faz à custa do
atraso, que reproduz indefinidamente, deixando intacta a desigualdade
social - o tema do filme.
Mas Alfredo, mais do que antropólogo, é o melhor
retrato do (que sobrou do) intelectual brasileiro. Não
chega a ser niilista. Falta-lhe energia, ainda que destrutiva,
para tanto. É antes um observador solitário e abatido
em sua rabugice crônica, desengajado e desiludido, mais
indiferente do que cínico, pois o cinismo ainda é
uma forma de revolta impotente. Nada lhe é decisivo além
de sua sobrevivência.
Logo nas primeiras cenas do filme o vemos, pálido e suado,
numa praia qualquer da Bahia, sentado numa cadeira enquanto acompanha
uma reunião de farofeiros. Com seu gravadorzinho portátil
à mão, vai registrando impressões aleatórias
a partir do que vê. A indolência daqueles seres à
milanesa o faz lembrar de Montesquieu e das "teorias"
do século 18, que atribuíam ao calor dos trópicos
- que "engrossa o sangue e impede o raciocínio"
- nosso déficit civilizacional.
Na sequência, sem qualquer motivo, um descendente de índios
é espancado na praia por dois policiais, à vista
de todos. Alfredo olha a cena e agrega novos argumentos à
imagem depreciada que vai compondo do país. Seu método
consiste em desqualificar os objetos que fazem da antropologia
uma ciência tão simpática - o Carnaval, o
samba, a miscigenação etc.
Mas, já no final do filme, ficamos sabendo que o antropólogo,
autor do livro "Brasil Ilegal", completa seu "orçamento"
transportando órgãos ilegais (este o motivo real
de suas viagens pelo país). Como ele explica, "escrever
livros não dá dinheiro pra ninguém".
Assim como Glauber, em "Terra em Transe", fez de Paulo
Martins (Jardel Filho) o protótipo do intelectual dos
anos 60, Alfredo é o representante da "intelligentsia"
na era FHC. Exasperado e contraditório, Martins vivia
o dilema entre a arte e a política como um drama existencial,
decisivo. Tanto seu engajamento como sua derrocada se revestem
de tons épicos, o que hoje nos soa um tanto ridículo.
Alfredo, pelo contrário, é prosaico até
o osso e, mesmo sendo sistematicamente do contra, está
mais preocupado em tocar o serviço. No fim, revela-se
apenas mais um trambiqueiro entre tantos.
A imagem serve tanto aos intelectuais da esquerda prostrada,
os nossos "fracassomaníacos", quanto a certa
elite tucana, que, por enquanto, não trafica órgãos,
mas só influência.
- Fernando de Barros e Silva, jornalista/SP
Propaganda da pesada
Renato Cavalher
É incrível a reação positiva do
público diante da imagem de um traficante encapuzado na
TV contando como faria a propaganda de drogas pesadas, caso elas
fossem lícitas. O filme obteve 94% de aprovação,
segundo uma pesquisa realizada pela Secretaria de Comunicação
do governo federal.
Confesso que fiquei ainda mais surpreso com a timidez da indústria
do cigarro em contestar os argumentos da campanha do Ministério
da Saúde. Parece até que já estavam há
anos esperando um ataque desse tipo e preparados para absorver
o golpe. A reação mais explosiva veio de alguns
setores da classe publicitária, que viram no projeto de
lei que restringe a propaganda de cigarros à saída
de um respeitável volume de verbas do mercado.
As agências diretamente afetadas deveriam se preocupar
mais com a prospecção de novos clientes que possam
substituir a receita que vai virar fumaça do que com a
defesa de um lucro que custa 80 mil vidas todos os anos para
o Brasil. A nova economia está fervilhando de oportunidades
para as agências. Os investimentos em telefonia, Internet
e outras vedetes da Nasdaq já injetaram, no último
ano, muito mais dinheiro no mercado do que todas as marcas de
cigarro juntas.
Quanto ao Conselho Nacional de Auto-Regulamentação
Publicitária (Conar), parece que está precisando
passar por uma profunda
auto-reflexão sobre seu verdadeiro papel na sociedade.
A entidade alega que não se pode proibir o exercício
da livre expressão, mas esquece que já tirou do
ar campanhas muito menos nocivas e enganosas. Nenhum comercial
de cigarro passaria ileso por uma leitura rigorosa do código
de ética da própria entidade. Talvez a culpa seja
da Liga das Senhoras Católicas de Santana, que estão
mais preocupadas com bundas e peitos do que com os pulmões
de nossos adolescentes.
A grande verdade é que a publicidade de cigarros extrapolou.
Está há anos abusando de nossa inteligência,
associando seus produtos a esportes, saúde, conquistas,
sucesso, aventura, liberdade e sensualidade. E o pior é
que essa estratégia funciona. Pesquisa realizada pelo
Instituto Vox Populi em seis capitais brasileiras confirmou a
grande influência da propaganda de cigarros no início
do "hábito" de fumar.
Em vez de restringir a comunicação a formas mais
sutis de merchandising, as companhias partiram para a provocação
explícita, com a eficiente cumplicidade das grandes agências
de propaganda. O resultado provavelmente será, a exemplo
de outros países civilizados, o banimento da publicidade
de massa das grandes marcas de cigarro. Podia ser pior. Podiam
censurar o conteúdo da mensagem, do mesmo modo que já
fizeram com outros segmentos que colocam em risco a saúde
pública, como a propaganda política. Já
pensou? O locutor diria: "Horário reservado para
a propaganda de cigarros". Em seguida, um ator falaria direto
para a câmera sobre os programas de reabilitação
a viciados e os empregos diretos gerados no campo com a fumicultura.
Mas do jeito que alguns profissionais do mercado publicitário
estão se expondo, não me admiraria se fossem ao
Congresso pedir para legalizarem outras drogas como a cocaína,
o crack e a heroína. Não faltariam agências
brigando pelas polpudas verbas.
- Renato Cavalher, publicitário em Curitiba (PR)
Triste aniversário
Lédio Rosa de Andrade
A lei 8.069, de 13 de julho de 1990, ou seja, o Estatuto da
Criança e do Adolescente (ECA), completa hoje 10 anos
de vigência. O ECA passou a viger, revogando o antigo Código
de Menores, no dia 15 de outubro, uma segunda-feira, daquele
ano. Lembro que, ao participar de um debate sobre o assunto,
num programa de televisão, qualificaram-me de pessimista
e de derrotista. Fui enfático na ocasião.
Diante da euforia dos presentes, que chegaram a falar de uma
verdadeira revolução jurídica a ser produzida
pela nova lei, asseverei não acreditar em qualquer mudança
real na vida das crianças e dos adolescentes brasileiros.
Disse que os até então chamados de menores não
eram um problema, mas uma conseqüência de um problema
maior. A problemática original deveria ser buscada no
sistema socioeconômico, o causador da tétrica realidade
da infância e da juventude no Brasil. Li, diante das câmeras
de TV, as estatísticas da época: uma criança
morrendo de fome a cada dois minutos, o assassinato de uma por
dia por policiais, mais de 8 milhões abandonadas nas ruas,
alguns milhões delas submetidas à miséria,
outras tantas vítimas dos esquadrões da morte.
Argumentei ser impossível mudar as condições
concretas de uma sociedade via legislação. Mais
ainda, busquei demonstrar um velho truque da democracia liberal,
de igualar a todos formalmente perante as leis, para manter a
desigualdade concreta existente na sociedade. Sugeri um novo
programa, após seis meses, para analisarmos as possíveis
mudanças.
O novo programa nunca foi ao ar. Mas a história é
analisável e dela pode-se retirar os resultados de 10
anos de vigência do ECA. Sob um ponto de vista jurídico,
houve avanços significativos. Só a troca do princípio
da situação irregular, para o da proteção
integral, colaborou para transformar a mentalidade tacanha de
muitos juristas, que sempre trataram os menores como criminosos.
O mesmo não se pode dizer, tristemente, sobre a vida de
milhões de crianças e adolescentes do País.
Os terríveis dados da época pioraram ao passar
uma década. Basta dizer que hoje morre de fome uma criança
a cada um minuto e meio. Ademais, as mesmas câmeras de
televisão mostram constantemente matanças de crianças,
trabalho subumano, miséria, sobrevivência no lixo,
extermínio em prisões, eufemisticamente chamadas
de centros de internamento, exploração sexual,
e todo tipo de violência.
Nesses pontos, o social e o econômico, ao contrário
do afirmado pelos demais participantes do programa televisivo,
o resultado da aplicação do ECA foi catastrófico.
E não poderia ser diferente. Karl Marx tinha total razão
nessa questão. Não se muda uma sociedade por meio
da superestrutura jurídica. Esta é resultado da
infra-estrutura, das relações de produção.
Continuamos sob as garras de um capitalismo terceiro-mundista,
embalado pela onda neoliberal. Com essa base, o estatuto torna-se
inócuo. Nada pode fazer contra o aumento da concentração
de renda, da pobreza e da deterioração da condição
de vida de seus protegidos.
Muito pouco há para ser comemorado neste aniversário
de 10 anos do ECA. É normal o ser humano desejar ser o
dono da verdade. Relembrando o programa de TV, fico consternado
ao ver a história me dar razão. De coração,
preferiria ter restado um pessimista e derrotista, profundamente
equivocado. Pena que eu estava certo.
Cartas
Borboletas
Impressionante o que nós, humanos, ainda fazemos ou
compactuamos para que aconteça. O que vem sendo veiculado
nesta Feira Ambiental 2000, em São Bento do Sul, é
um mais um desrespeito com a vida. Utilizar a vida dos animais
para decoração, matá-los pelo simples "prazer"
de ter partes de seu corpos penduradas nas paredes, é
uma das coisas mais desnaturadas que os homens ainda são
capazes de fazer. Pobres borboletas que têm sua vida interrompida
para que certas pessoas tenham sua asa exposta como um troféu
de péssimo gosto. Que exemplo estamos dando para as gerações
futuras com atitudes como essas? E que futuro teremos, se continuarmos
matando animais e acabando com natureza? Enquanto não
respeitarmos um único animal com ser da criação
de Deus,não teremos esperança de dias melhores.
E essa feira ainda se intitula de ambiental]!
Andréa de Jesus Lambert, Tijuca, Rio de Janeiro/andrea@uol.com.br
... ... ...
Galeria 2
Ao ler a edição de A Notícia de 7/7/2000,
não pude deixar de reparar na seção de cartas
texto escrito por Samuel Araújo, de Joinville, sobre o
qual gostaria de comentar o seguinte:
Durante a exposição do artista plástico
Cláudio Tozzi, aliás, muito bem visitada em todos
os dias, foram vendidos aproximadamente 20% das obras expostas.
O artista não só cansou de elogiar a farta divulgação,
como também me autorizou a fazer contato com o Museu de
Arte de Santa Catarina (Masc), com o intuito de acertar detalhes
para uma exposição de grandes dimensões
que está percorrendo os principais museus do País
nos próximos meses.
Gostaria de comentar também que durante meus 25 anos de
Galeria Lascaux nunca me faltou apoio dos órgãos
de cultura e sempre prontamente fui atendida, inclusive agora
no momento em que, forçada por dificuldades externas,
tive de fechá-la.
Mais uma vez os órgãos culturais me estenderam
a mão, oferecendo-me a direção da Casa da
Cultura de Joinville.
Vale ressaltar que nos últimos meses, também forçadas
por adversidades, outras três galerias em Santa Catarina
encerraram suas atividades.
Agradeço a preocupação de Samuel Araújo
em comentar a situação da Galeria Lascaux, mas
ao escrever esta carta gostaria de traduzir a verdade dos fatos,
para que fique transparente a todos e a quem interessar possa.
Marina H. M. Mosimann, Joinville
 |
 |
| Manchetes AN |
|
|
|
 |
 |
| Apontamentos |
|
Prodec da maçã
É muito grande a expectativa na região serrana
com a possível aprovação, pelo governador
Esperidião Amin, do Prodec agroindustrial para a cultura
da maçã, a exemplo do que já ocorre com
outros produtos catarinenses. A Assembléia Legislativa
aprovou por unanimidade o pleito, que agora será apreciado
pelo governador, após um estudo de viabilidade deste projeto
junto à Secretaria da Fazenda. Os produtores desejam que
a cultura, de grande importância econômica para Santa
Catarina, tenha esse tipo de incentivo oferecido pelo Prodec
como forma de evitar o desemprego e o êxodo rural. A pressão
sobre o governador é grande: neste ano, devido a uma produção
que superou em 50 mil toneladas a previsão inicial, muita
gente teve de deixar maçã apodrecendo nos pomares
por falta de local adequado para armazenamento, uma vez que a
venda in natura na época da colheita atingiu preços
irrisórios. Ao todo, a produção catarinense
é de 450 mil toneladas. Amin prometeu uma resposta definitiva
até o final deste mês, após o retorno da
viagem à Europa. O governador também exige que
seja apresentado um projeto para agregar valor à maçã
em contrapartida ao Prodec.
Greve 1
Os funcionários do Hospital Senhor Bom Jesus de Araquari
prometem entrar em greve segunda-feira. A decisão foi
tomada em assembléia na tarde de terça-feira. Conforme
o presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos
de Serviços de Saúde de Joinville e Região,
Lourival Piseta, reunião realizada no próprio hospital
contou com presença de quase todos os 42 funcionários.
Os empregados são ligados à Associação
Menino Deus, mantenedora do hospital, que mensalmente é
subvencionada pelo Estado. O sindicalista reclama que os salários
estão atrasados desde maio.
Greve 2
Piseta relata que as famílias estão passando
necessidades, e hoje dependem do sindicato para garantir alimentos.
A entidade está fornecendo vales para supermercados, mas
os recursos já estão no fim. O governo fez o último
repasse em abril, quando mandou R$ 50 mil, usado para cobrir
a folha daquele mês. O líder sindical relatou que
a disposição da categoria era de não buscar
confronto, mas diante da posição do governo, que
até o momento não sinalizou com uma solução,
os funcionários prometem parar.
Mutirão
No sábado, a Secretaria Estadual de Segurança
Pública participa com 12 funcionários do Mutirão
da Cidadania. O evento acontece entre as 14 e 18 horas, na Escola
de Ensino Básico Armando Ramos de Carvalho, localizada
no bairro Industrial. O Instituto de Identificação
pretende confeccionar 250 carteiras de identidade para pessoas
carentes durante o mutirão.
TIM
A promoção "Pague Fácil, Ligue Grátis"
da TIM, que está premiando os clientes que utilizam o
débito automático no banco para quitar as faturas
de telefone celular, teve mais dez ganhadores este mês.
Cada um terá direito a 100 minutos de ligação
grátis durante dez meses. A promoção é
válida para todos os clientes que passarem a utilizar
o sistema automático a cada mês. Em Santa Catarina,
os vencedores foram Neide Seifert, de Joinville, e Arilton Bernardino
Cruz, de Criciúma. Os outros ganhadores são do
Paraná e Pelotas (RS).
Polenta
Entre sexta-feira e domingo, o município de Rio do
Oeste, na região de Rio do Sul, promove a 12ª Festa
Estadual da Polenta, a Fepol 2000. A abertura do evento será
realizada às 19 horas de sexta-feira, no parque municipal,
que passará a se chamar Parque de Eventos Prefeito Leandro
Bértoli, o primeiro administrador da cidade. Além
da polenta gigante, que será preparada todos os dias da
festa, sempre acompanhada de galinha caipira e vinho colonial,
a Fepol vai exibir apresentações de grupos folclóricos,
bailes gauchescos, exposição de artesanato, campeonato
de supercross e vôos de helicóptero.
Investimento
O governador em exercício Paulo Bauer, acompanhado
de deputados estaduais e assessores do governo do Estado, entrega
nesta sexta-feira, às 11 horas, em Joinville, a ordem
de serviço para investimentos na Escola Conselheiro Mafra.
O colégio estadual receberá R$ 118 mil para obras
de reforma no prédio e em instalações elétricas.
A escola tem 988 estudantes matriculados nos 1º e 2º
graus.
Frases
"Para quem não
sabe para onde vai, não há vento a favor".
JOSÉ AUGUSTO MARQUES, presidente da Associação
Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de Base, criticando
a falta de empenho do governo federal em aprovar a reforma tributária
"Será um tiro
na já farta munição que as oposições
têm. Já estão com o coldre cheio de balas".
MARCOS COIMBRA, diretor do instituto de pesquisas
Vox Populi, sobre o caso Eduardo Jorge, envolvendo o presidente
FHC
Curtas
CACHAÇA - Começa sexta-feira a 15ª
Festa Nacional da Cachaça, em Luís Alves, no Vale
do Itajaí. Paralelo ao evento, será realizada a
Festa da Banana, a Feira Agroindustrial e o Rodeio Crioulo. O
governador em exercício Paulo Bauer já aceitou
o convite para participar da festa, que termina no domingo.
BOMBEIROS - A Sociedade Corpo de Bombeiros de Joinville
realiza neste sábado baile comemorativo aos 108 anos da
instituição. O evento começa às 20h30,
na Liga da Sociedade Joinvilense.
UDESC - Nesta sexta-feira, será encerrado o
prazo para inscrição nos cursos de especialização
oferecidos pelo Centro de Ciências da Educação
da Udesc. Mais informações pelo fone (0XX48) 222-9168.
|
|
|