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ANotícia
Internet não dá voto mesmo.
Espaço Virtual
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NOVO
PERFIL
Varejistas de produtos de informática, que dominaram
edições anteriores, são minoria na versão
2000 da feira de informática |
Companhias da
Internet dominam Fenasoft
80% dos 39 mil
metros quadrados da feira estão ocupados por companhias
que atuam na rede mundial
Mesmo
quem já previa que as empresas ligadas à Internet
dominassem o espaço da Fenasoft se surpreendeu. Nada menos
que 80% dos 39 mil metros quadrados da maior feira de informática
do País - que começou segunda-feira, no Pavilhão
de Exposições do Anhembi, em São Paulo -
foram ocupados por provedores de acesso à Internet, empresas
de telecomunicações, sites, portais e outras empresas
pontocom, ou voltadas para elas.
Terra, StarMedia, Globo.com, Super11 e O Site dominaram o evento.
Mas o provedor de acesso gratuito iG foi o mais exagerado. Junto
com alguns parceiros, alugou 3 mil metros quadrados para registrar
sua presença na feira e anunciar seus lançamentos,
o iG Pizza, que venderá pizza pela Internet e o iG.com,
de informações sobre novas tecnologias.
A presença de varejistas de produtos de informática,
responsáveis por atrair uma legião de consumidores
ávidos por ofertas e novidades, se reduziu a menos de
uma dúzia de estandes - onde nomes de peso em outras edições
da feira, como IBM, Compaq Epson e HP, mostram seus produtos
por meio de banners ou em prateleiras - quando muito, em quiosques
com promotoras de vendas.
"Os produtos que eles fabricam se tornaram commodities",
afirma o presidente do Grupo Fenasoft, Max Gonçalves.
"Os atrativos são os preços para o consumidor,
o que dispensa o estande próprio."
O Carrefour estreou neste ano a venda direta de produtos na Fenasoft,
com a expectativa de faturar R$ 3 milhões durante o evento.
As promoções serão extendidas à rede,
que deve faturar 50% a mais nesse segmento. A atacadista Kalunga,
que apresentou em um estande de 2,5 mil metros quadrados os produtos
de 64 fabricantes, prevê aumentar em 30% o faturamento
na semana da Fenasoft. O mesmo acréscimo é esperado
por redes especializadas, como Maxibyte e Accept.
As lojas se beneficiaram das parcerias com os fornecedores na
preparação dos espaços. A Samsung, por exemplo,
financiou 20% do estande da Maxibyte, que custou R$ 80 mil. "Os
fornecedores baixaram os preços para aumentar o volume
de vendas", diz o diretor Comercial da rede, Cláudio
Dias.
AUSÊNCIAS
Mesmo com o domínio da Internet neste ano, a Fenasoft
2000 teve ausências importantes. Pelo menos três
dos principais provedores, a America Online (AOL), Zip.Net e
Universo Online (UOL), decidiram ficar de fora desta edição
do evento. Segundo o diretor da Zip.Net, Luciano Balbim, o público
da Fenasoft não interessa estrategicamente para a empresa
neste momento. Outros provedores, como o Terra, fincaram bandeira
na Fenasoft para fortalecer a marca entre o público visitante
da Fenasoft.
Ironicamente, a presença maciça de alguns provedores
espantou a participação de outras empresas. O Grupo
Pão de Açúcar, por exemplo, optou por não
entrar no Anhembi porque a feira estava dominada por empresas
pontocom. Mas aproveitou o gancho da Fenasoft para promover a
Semana da Informática na rede Extra de supermercados,
com a qual espera vender 50% a mais do que nos meses tradicionais.
O Wal-Mart adotou a mesma estratégia estimulando as promoções
de produtos de informática na sua rede de lojas.
Da geladeira
virtual aos portáteis
Mesmo com a invasão das pontocom, muitos estandes estão
fazendo lançamentos na Fenasoft. A Electrolux está
no estande do Carrefour, apresentando o novo protótipo
de geladeira com acesso à Internet. O Screenfridge ajuda
nas compras de supermercado, sugere idéias para o jantar
e avisa o prazo de validade de cada produto. Também permite
navegar na Web, enviar e receber e-mails e gravar recados. Ainda
não há previsão de lançamento no
Brasil.
Os visitantes da feira também podem conferir o handheld
da Psion com WAP. A fabricante inglesa lançou um site
no Brasil (www.psion.com.br) para que os usuários do produto
façam download do software que possibilita navegar na
Rede pela tecnologia sem fio WAP (protocolo para aplicações
sem fio).
A Creative Labs vai demonstrar a nova câmera para videoconferência
WebCam Go, que permite aos usuários capturarem imagens
digitais mesmo desconectada do PC. A câmera possui 4 MB
de memória. Outra novidade da empresa é o tocador
de MP3 Nomad II, que vem com rádio FM, gravador de voz
e controle remoto.
Outra empresa que está no Anhembi é a Epson. Nos
estandes do Carrefour, Makro, Plug Use, Kalunga, Star Computer
e Itautec, a Epson mostrar a câmera Photo PC 650, compatível
com PC e Macintosh e com resolução de até
1.152 x 864 pixels pelo preço de R$ 1.299,00; e o scanner
de mesa colorido Perfection 610 por R$ 499,00. Os distribuidores
da Epson também estarão comercializando as impressoras
jato de tinta da linha Stylus Color, com preços que variam
de R$ 259,00 a R$ 499,00.
Nos estandes da Kalunga, Itautec e Globo.com, a HP mostra a impressora
Deskjet 640C. Fabricada no Brasil, o modelo jato de tinta permite
imprimir até seis páginas por minuto em preto.
O preço é de R$ 369,00.
iG investe em
tecnologia WAP
O provedor de Internet IG anunciou um investimento de US$
5 milhões em 12 meses na Selig, uma subsidiária
para oferta de conteúdo com tecnologia WAP (protocolo
de acesso à Internet sem fio). A expectativa da empresa,
que ocupa um estande de 500 metros quadrados na Fenasoft, é
de que o faturamento do novo serviço, que atenderá
inicialmente usuários de telefones celulares de São
Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, alcance US$ 10
milhões em dois anos.
A receita será gerada a partir da cobrança de mensalidade,
que deve ficar por volta de R$ 3. Segundo o presidente da Selig,
Fabian de La Rua, já foram fechadas parcerias com a Telesp
Celular e Telefônica Celular. De acordo com o executivo,
a meta do iG é conquistar um milhão de usuários
até o fim do próximo ano, caso seja confirmada
a expectativa de que 3 milhões de pessoas utilizem o WAP
nesse período.
O principal executivo do provedor de acesso à Internet
O Site, Flávio Pedreira, disse que a empresa dispunha
de cerca de US$ 137 milhões em caixa no final de março
e tem gastos trimestrais de US$ 14 milhões. Pedreira divulgou
os resultados no primeiro trimestre do ano com o objetivo de
desmentir os boatos de que o provedor estaria enfrentando dificuldades.
O executivo também informou que O Site realizou nos últimos
dias um investimento de US$ 500 mil em equipamentos no Brasil.
Pedreira divulgou os resultados no primeiro trimestre do ano
com o objetivo de desmentir os boatos de que o provedor estaria
enfrentando dificuldades. O provedor espera expandir suas atividades
entre agosto e setembro para a Espanha e Venezuela.
Transformar software em
serviço é uma tendência
São Paulo - Por que não tornar o poder do computador
uma utilidade pública, como a eletricidade e o gás?
Os usuários deveriam poder simplesmente plugar o computador
de sua escolha numa tomada na parede para ter suas aplicações
"entregues" como água, sem ter de se preocupar
com instalação de software ou backup de dados.
Tudo poderia ser resolvido por um Application Service Provider
(ou ASP, sigla em inglês para provedor de serviços
de aplicações) na base de pay-by-use (pague pelo
uso) ou de um aluguel fixo mensal.
É um sonho sedutor e algo que, graças à
Internet, poderá se tornar realidade. Mas, por outro lado,
por causa das limitações tecnológicas da
Rede, ainda não é factível, como qualquer
um que tenha passado uma hora tentando baixar e-mails do Hotmail
ou Excite poderá testemunhar.
A idéia de "aplicativos sob demanda" está
atraindo milhares de empresas a investir bilhões de dólares
em software e infra-estrutura. Entre aqueles que apostam nesse
mercado estão empresas de telefonia como AT&T e Nortel,
fabricantes de computadores como Hewlett-Packard, IBM e Sun,
fornecedores de software como IBM, Microsoft e Oracle, empresas
gigantes de serviços em software como EDS e IBM e dezenas
de novas companhias.
Mas as empresas que estão liderando a nova onda são
aquelas que já têm negócios baseados na Web.
Algumas são provedores de acesso, que vêem o fornecimento
de serviços de conexão virarem um bem comum (commodity)
de baixo valor no mercado. Eles querem se tornar mais lucrativos
transformando-se em ASPs. Outras são operadoras de websites
que querem oferecer recursos extras para manter os usuários
dentro de seus sites.
Sun é empresa pioneira
na locação de programas
São Paulo - Bill Gates e Steve Ballmer, os principais
executivos da Microsoft, anunciaram no mês passado uma
nova estratégia da empresa, batizada de Microsoft.Net,
que é a oferta de programas pela Internet. A Microsoft
também fechou uma parceria com a Equant, proprietária
de uma das maiores operadoras de redes privadas do mundo. Pelo
acordo, os clientes da Equant poderão usar o pacote de
aplicativos Office 2000 na rede, sem necessidade de instalar
os programas, e a cobrança será por uso.
"Há pouco mais de três anos, nós já
falávamos que os usuários não mais precisariam
comprar os softwares. Eles poderiam usá-los na rede, da
mesma forma como as pessoas vão a uma locadora para alugar
um filme", relembra Vilson Guelmann, diretor da Sun
Microsystem do Brasil. "Na época, fomos muito criticados
por isso."
O modelo proposto pela Sun se baseava em máquina simples
(thin client ou cliente magro) e programas escritos em Java.
"é uma linguagem que roda em todas as plataformas
e com códigos muito pequenos", explica Guelmann.
Na sua opinião, o aluguel de aplicativos para usuários
finais deve ganhar impulso dentro de dois anos, com a chegada
da terceira geração de celulares (3G), que permitirão
acesso a textos e imagens na Internet. Por não terem disco,
os usuários terão de alugar os aplicativos, como
processadores de textos e planilhas.
Já os operadores de websites estão expandindo ao
oferecer novas aplicações - como webmail, calendários
e agendas de endereços. As empresas líderes hoje
são o Yahoo! e a Microsoft, com seus sites Microsoft Network
(www.msn.com),
Hotmail (www.hotmail.com)
e bCentral (http://bcentral.com).
Exterminar demônios,
missão em Nocturne
Vampiros, lobisomens
e zumbis são alguns dos monstros que devem ser destruídos
no game
São Paulo - Jogos de terror andam em alta entre
os gamemaníacos. A série Resident Evil, onde o
principal objetivo é escapar do exército de zumbis
que ocupa uma cidade, é uma das mais vendidas dos últimos
tempos e tem versões para PC e, praticamente, todos os
videogames do mercado. Tentando pegar carona nesse sucesso, foi
lançado Nocturne, game onde o jogador tem de enfrentar
uma legião de monstros, que inclui desde lobisomens e
zumbis, até vampiros e demônios.
A história começa com a criação da
agência secreta Spookhouse, que tem como missão
investigar atividades sobrenaturais no mundo inteiro (uma espécie
de Arquivo X). O jogador terá de conduzir o Estranho,
um dos agentes mais importantes da Spookhouse, em quatro missões.
Existem outros agentes, como um mestre de vodu, uma vampira,
um coronel do exército e um boxeador peso-pesado, que
funcionam como atores coadjuvantes.
Nocturne tenta - e quase consegue - seguir à risca o clima
de tensão encontrado em outros games do tipo: cenários
apertados, como corredores e pequenas salas, pouca munição
e muitos monstros para matar. Cada cenário é visto
de um determinado ângulo e o jogador precisa se acostumar
com as salas se não quiser gastar munição
ou cair em uma armadilha.
CONTROLE PROBLEMÁTICO
O grande problema de Nocturne são os controles. Movimentar
o Estranho pelos cenários é uma verdadeira briga
com o teclado (ou com o joystick) e até andar em linha
reta é complicado. Por causa desse detalhe, enfrentar
os monstros também não é simples, já
que dificilmente será possível escapar dos ataques
dos inimigos. Para piorar, em alguns casos será preciso
pular para chegar a outro cenário, procedimento bastante
irritante. Não se assuste se você morrer três
vezes antes de conseguir saltar uma ponte, por exemplo.
Já os gráficos em Nocturne são excelentes.
A trilha e os efeitos sonoros não comprometem. Mas para
aproveitá-los decentemente você precisará
de uma máquina poderosa. Um Pentium III com placa aceleradora
de vídeo de 32 MB, 128 MB de RAM e 1 GB de espaço
livre no disco rígido são ideais. Ainda assim,
o manual garante que é possível jogar com um equipamento
mais simples. Preço: R$ 79,00. INFORMAÇÕES:
Greenleaf (0800-175355)
Ficar no poder é o desafio
Reinar é uma situação complicada mesmo
em um mundo virtual. Essa pelo menos é a proposta de Majesty,
jogo de estratégia da Pi Editora. Nele, o desafio não
é se tornar um rei, mas manter-se no poder. O jogador
precisa recorrer à estratégia para ampliar seus
domínios e defendê-lo dos ataques inimigos.
A ação se passa em Ardania, região formada
por reinados, um dos quais é governado pelo usuário.
São 19 missões, que podem ser escolhidas aleatoriamente,
não sendo obrigatório seguir uma ordem. São
três graus de dificuldades - iniciante, avançado
e especialista. Os templos são as principais edificações
do reino e neles o jogador deve recrutar personagens que irão
ajudá-lo a cumprir as missões.
Esses auxiliares são capazes de utilizar feitiçaria
e executam duas tarefas básicas: explorar o território
e defender o reino dos ataques de 32 criaturas monstruosas que
podem ser enviadas pelos adversários. O desempenho dos
auxiliares é influenciado por estímulos morais,
como elogios e, é claro, financeiros. Alianças
com outros reinos também é uma atitude indicada.
A configuração mínima para rodar Majesty
é processador Pentium 166 MHz, 32 MB de RAM, 300 MB de
espaço livre em disco, placa de vídeo SVGA com
2 MB, CD-ROM de 4x, modem 28.8 kbps, Windows 95. O preço
sugerido é R$ 69,00. INFORMAÇÕES: BraSoft,
www.brasoft.com.br/majesty,
(0xx11) 3154-0344
Interface do
Windows vai ter alterações
Três dimensões
e mudança nos arquivos são projetos
Vitor Hugo Louzado
Florianópolis - A interface plana do sistema operacional
Windows vai ganhar três dimensões e o conceito de
raiz e diretórios (pastas) vai desaparecer. A informação
é de Dagoberto Hajjar, diretor de soluções
empresariais da Microsoft Informática no Brasil. As pesquisas
que estão sendo feitas, disse Hajjar, tem como objetivo
tornar o computador mais acessível.
"Com as três dimensões, os ícones dispostos
na tela, como se vê hoje, vão sumir. Os objetos
vão estar jogados numa sala, obedecendo a ordem criada
pelo próprio usuário. Para ele pegar um arquivo,
poderá percorrer um ambiente." Uma idéia simplificada
da nova interface do sistema operacional seria compará-la
a uma mesa de trabalho, onde os objetos e papéis são
arranjados conforme o gosto de cada um.
Para as interfaces se apresentarem com a organização
de cada usuário, ele precisará ser identificado
por senha e login. Também o conceito de arquivos, com
se usa hoje, deve desaparecer. As pessoas vão procurar
por objetos na tela e não mais por arquivos com extensão
DOC, EXE, HTML, XLS, adiantou Hajjar.
O emprego de três dimensões sepultará de
vez também os computadores com menor capacidade. Dessa
lista fazem parte especialmente os modelos equipados com processadores
da linha 486 e os primeiros Pentiuns ou equivalentes, que ainda
são utilizados em larga escala no Brasil.
CHAT
A nova interface está sendo desenvolvida a partir de
outra já utilizada pela Microsoft para chats. "No
caso do chat, as pessoas que estão na sala de conversa
são identificadas por imagens de personagens. Quando alguém
quer falar com uma pessoa em específico, faz seu personagem
andar e, com a mão, bater no ombro do escolhido."
Outras novidades previstas pelo diretor de soluções
empresariais da Microsoft, as pessoas passarão a se relacionar
com seus computadores por gestos e poderão conversar com
eles. "O computador terá uma microcâmara de
vídeo que identificará o usuário e vai interpretar
seus movimentos para configurar a máquina."
Palmtops e assemelhados, antecipa Hajjar,acabarão com
as possibilidades de as pessoas se perderem. "Basta perguntar
ao aparelho onde fica tal lugar que ele dará a indicação
correta através de áudio. O trabalho eletrônico
ficará mais fácil se, em ambientes fechados, por
exemplo, forem cobertos por sinais de radiofreqüência."
A mesma tecnologias empregada para o sistema de informação
vai ser usada nos microcomputadores para carros. Os primeiros,
de acordo com Hajjar, serão semelhantes aos autorádios
de hoje. O motorista poderá falar para o rádio
localizar determina emissora, baixar e-mails da Internet e até
mandar ele lê-los, garantiu o diretor.
Produtos &
negócios
Explorer 5.5
Sem muito alarde, a Microsoft lançou o Internet Explorer
5.5. Quem está pensando em fazer a atualização
pode se decepcionar, pois o browser não traz muitas novidades.
O IE 5.5 só estará disponível em português,
em agosto. Mas quem tiver interesse, pode fazer o download pelo
Windows Update (para usuários de Windows 98 e 2000) ou
no endereço www.microsoft.com/windows/ie/ie5/default.asp.
Como já é de costume desde o IE4, o primeiro download
é de um instalador (500K ou 3 minutos com modem de 28,8
Kbps). O resto se processa ao rodarmos o instalador (é
preciso estar conectado) e leva cerca de 50 minutos com o mesmo
modem. Para instalar o software, é preciso ter no mínimo
16 MB de memória RAM. Como o IE 5.5 ainda não está
disponível em português, usuários com Windows
em português devem aguardar, pois não é recomendada
a instalação da versão em inglês.
As principais novidades são a possibilidade de visualizar
a impressão antes de imprimir, o botão de sites
relacionados, em que são apresentados sites similares
ao que está sendo visto no momento e a segurança
de 128 bits, sem a necessidade de nenhum update posterior.
Portáteis IBM 1
A IBM Brasil anunciou uma reformulação na sua linha
de notebooks ThinkPad, cujos novos modelos chegaram às
prateleiras este mês. São apenas duas linhas de
equipamentos: a Série A e a Série T. "Na primeira,
tudo o que o usuário tem no micro de mesa ele terá
no notebook, com a vantagem da portabilidade", diz. Já
a série T será composta por modelos que dão
prioridade ao transporte. Para tanto, alguns periféricos,
como leitor de CD e drive de disquete, serão intercambiáveis.
Portáteis IBM 2
O modelo mais barato da nova linha de portáteis ThinkPad
da IBM passa a ser o A20m 2628-11P, baseado no chip Celeron de
500 MHz, 64 MB de memória, disco de 6 GB, tela de matriz
ativa de 12 polegadas, CD-ROM 24x e peso de 2,9 kg. O preço
sugerido é R$ 6.750,00. O mais caro, o ThinkPad T20 2647-41P,
vem com chip Pentium III de 700 MHz, 128 MB de memória,
disco de 12 GB, tela XGA de 14,1 polegadas, leitor de DVD e peso
de 2,26 kg. Custa R$ 13.500,00. Entre as novidades está
o conector UltraPort, porta padrão USB para receber dispositivos
de comunicação com periféricos sem uso de
cabo ou infravermelho.
Scanner Canon
A Elgin, distribuidora dos produtos Canon no Brasil, está
lançando o novo scanner FB 636U, indicado para o usuário
doméstico. Com preço sugerido de R$ 453,00, o modelo
apresenta resolução de 1200 x 600 dpi e é
compatível com as plataformas Windows e Macintosh. Informações
em www.elgin.com/infoproducts.htm,
0800-126999.
Nobreaks
A SMS, maior fabricante nacional de sistemas para prevenção
de queda de energia, está mostrando na Fenasoft toda a
sua linha de soluções para os mercados corporativos
e domésticos. Entre a linha de no-breaks, que incluem
equipamentos com proteção para fax e Internet,
estão os modelos Professional Slim 600 Bi Fax Net, que
aposta em design colorido diferenciado, e o MicroSM 600 Bi Fax
Net, que opera tanto a 15 quanto a 220 volts. O endereço
da SMS na Fenasoft é rua F, número 29/31.
Criptografia
Os Estados Unidos atualizaram sua política de exportação
de criptografia. A nova legislação permite que
as desenvolvedoras exportem qualquer produto de criptografia
para Europa, Austrália, Japão, Nova Zelândia,
República Checa, Hungria, Suíça e Noruega.
As restrições sobre vendas de ferramentas e sistemas
de criptografia dos Estados Unidos nestes países foram
suspensas em janeiro. De acordo com as novas regras, as empresas
norte-americanas ficam autorizadas a exportar qualquer software
de criptografia depois de uma análise dos usuários
em qualquer país, exceto em Cuba, Irã, Iraque,
Líbia, Coréia do Norte, Sudão e Síria.
Periféricos
A IBM já está comercializando a videocâmera
Ultraport, que pode ser conectada a qualquer computador com porta
USB. Com ela é possível gravar vídeos, fotos
e fazer videoconferência, graças ao software VideoPhone.
O seu preço é R$ 330,00.
Celular Motorola
A nova linha V de celulares Motorola está apostando no
design para atrair a consumidor. Os modelos V2060 (CDMA), V2290
(TDMA) e V2260 (com acesso à Internet) oferecem as opções
em cinza claro, preto metálico e laranja e vem acompanhados
de capas emborrachadas nas cores azul, amarelo, pink e laranja.
Entre as características comuns dos aparelhos estão
memória de 99 nomes, nove estilos de campainha, display
em cristal líquido e menu de ícones gráficos.
Toques
Automóvel 1 - Uma verdadeira feira livre de
automóveis está on-line. O endereço autoshow.com.br
reúne milhares de ofertas de veículos, notícias,
lançamentos e vídeos da área automobilística
produzido pela Matel Comunicações, uma das empresas
responsáveis pela Feira Livre do Automóvel do Anhembi
(SP). No site, o vendedor e o comprador de carros podem fazer
transações sem intermediações. Um
dos atrativos do serviço é a oferta de veículos
usados/seminovos.
Automóvel 2 - A seção Classificados
é onde o internauta vai encontrar a feira livre do automóvel,
que exibe semanalmente mais de 10 mil anúncios obtidos
com os proprietários de automóveis. As pesquisas
podem ser feitas por marca, modelo e ano, e o interessado ainda
encontra dados de cor, quilometragem, placa, opcionais, preço,
nome, telefone e e-mail do proprietário. O canal também
traz seções com tabelas de preços (valores
de mercado dos veículos usados) e o Auto-shop, com ofertas
de veículos novos e usados de concessionárias.
GameBoy - A Gambit Studios lançou o Liberty,
um programa que torna possível rodar joguinhos criados
para o GameBoy, o videogame da Nintendo, em qualquer handheld
compatível com o Palm, da 3Com. O programa, disponível
por US$ 16,95 no site www.gambitstudios.com, permite jogar clássicos
como Tetris, Pac Man, Pokémon e Jungle Strike (distribuídos
de graça na rede) no micro de mão.
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| Manchetes AN |
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| Leia também |
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Casa do Computador lança
hospedagem para sites
Empresa joinvilense
faz parceria com a IFX do Brasil e instala servidor com sistema
sem fio
Joinville - A Casa do Computador (C&C) - empresa com sede
em Joinville que atua nas áreas de assistência técnica,
criação e desenvolvimento de home pages - está
instalando servidor para oferecer hospedagem de sites. O novo
serviço é resultado de parceria com a IFX do Brasil,
subsidiária de empresa norte-americana que é a
segunda no mundo na área de provedor de acesso, atrás
da America Online (AOL). Com o novo equipamento, a C&C vai
disponibilizar alternativas de comércio eletrônico
(e-commerce), além de páginas Web em geral.
"A conexão será feita através de padrão
Wireless, ou seja, com antena utilizando sinal de rádio.
Entre as vantagens está a velocidade de acesso e a confiabilidade
do sistema", afirma Sandro Maia, diretor da C&C. "Nós
disponibilizamos uma solução completa para empresas
que queiram atuar na Internet. Desenvolvemos e, a partir de agora,
também vamos hospedar os sites, além de oferecer
manutenção em período integral", diz.
"A IFX do Brasil, ex-Brasilnet, oferece um terabyte de espaço
em disco. O backbone de Joinville tem capacidade de 2048 kbps,
enquanto o de Florianópolis chega a 4096 kbps", informa
Anderson Bento, técnico da C&C.
A Casa do Computador atua no mercado há um ano e oito
meses. Com sede em Joinville e filial em Jaraguá do Sul,
está em negociação para instalar unidade
em Balneário Camboriú. Outros projetos em desenvolvimento
pela empresa são na área de turismo e lazer. Um
exemplo é o portal paraondeir.com.br, que vai reunir informações
sobre o turismo na Região Sul, além de oferecer
sala para bate papo (chat) e serviços de lazer. O portal
de Joinville, com o mesmo enfoque, também está
em elaboração. A C&C vai hospedar e realizar
a manutenção das páginas.
Task comercializa programa que
permite leitura de impressão digital
Claudine Nunes
Joinville - O controle de acesso a ambientes pela leitura
da impressão digital é uma das novidades no ramo
de sistemas de segurança no Estado. A Task Sistemas de
Computação, com sede no Rio de Janeiro, está
inaugurando a 15ª representante do País, em Joinville.
A Guimarães Consultores Associados será a parceira
no empreendimento, cuidando do atendimento ao cliente catarinense
e da assistência técnica. A leitora de impressão
digital Fortponto Bio custa US$ 1,7 mil. Atualmente é
utilizado por 500 dos 3 mil clientes da Task.
À primeira vista, o uso do equipamento pode ser associado
à necessidade de maior controle visando a segurança
de edifícios residenciais e comerciais. No Rio de Janeiro,
porém, a administração pública utiliza
a impressão digital para saber com precisão se
as pessoas carentes que procuram os abrigos estão ali
pela primeira vez, promovendo o controle do acesso. O sistema
também ajuda a cadastrar crianças que vivem nas
ruas, informa o presidente da Task, Raul Cesar Gottlieb.
O Fortponto Bio pode armazenar de 2 mil a 10 mil impressões
diferentes e ter sua memória expandida, se necessário.
Dois modelos estão sendo comercializadas, o que a pessoa
digita uma senha e em seguida confirma com a impressão
digital ao tocar na leitora, e o outro em que o toque na leitora
é suficiente para liberar o acesso. Gottlieb explica que
um pequeno corte não prejudica o reconhecimento, em caso
de ferimentos graves, a alternativa é registrar a impressão
de mais de um dedo.
Íris
A empresa também desenvolve uma leitora para reconhecimento
através da íris. Em um mesmo indivíduo,
a íris do olho direito não é igual a do
esquerdo. A tecnologia tem patente americana e a Task vai inseri-la
em seus sistemas. Não há data para lançamento
no mercado.
De acordo com o diretor da Guimarães Associados, Evandro
Guimarães, a empresa estima conquistar cerca de uma dezena
de clientes em Santa Catarina até final do ano, englobando
todos os sistemas de segurança em que atua. Em Joinville
são clientes a Tigre, com sistema de ponto eletrônico,
e a Tupy, com crachás para o ponto eletrônico.
Software Napster provoca protestos
na Internet
São Paulo - O grupo Metallica apelou para o Senado
americano e pediu a intervenção do governo federal
dos EUA contra o uso do programa Napster. Se o governo americano
entrar nesta briga, vai meter a mão em uma cumbuca profunda.
Na fila dos reclamantes teremos, em breve, outros setores ligados
aos direitos autorais. Eles vão acordar para o problema
dos softwares à Napster. Os mais recentes, além
do MP3, já permitem a troca de outros tipos de arquivos:
imagens, vídeos, texto, programas. Um exemplo é
o Freebase: www.oreality.com/freebase.html.
O Napster é um furacão. Entra para a história
das ventanias da Rede, como já o fizeram os pioneiros
Eudora, Netscape e ICQ (infelizmente, só esse último
continua ventando forte). Os softwares têm em comum a possibilidade
da massificação de determinadas ações
que, por sua natureza, expandem e modificam radicalmente determinados
hábitos na Internet e provocam mudanças posteriores
na sociedade.
O grande barato do Napster é que sua máquina não
deixa apenas de coletar informação, mas passa a
prover também. Ou seja, você escolhe arquivos que
vai compartilhar e deixa sua máquina aberta a convidados.
Em contrapartida, passa a acessar as máquinas destes.
O Napster é apenas um grande facilitador e multiplicador
da troca de arquivos. A mudança de paradigma já
traz as primeiras questões legais e técnicas. Teremos
o direito de deixar nosso micro aberto ao público quando
existirem arquivos protegidos com a lei do direito autoral?
No campo técnico, o problema é a banda. O provedor
de Internet a cabo Coxhome de San Diego, a Indiana University
e a West Virginia University bloquearam o uso do servidor do
Napster. Constataram que 25% da utilização da Internet
de uma das universidades acima era apenas com o download e upload
de MP3.
Home pages
Concurso dá premiação
São Paulo - Se você é produtor de
um site pessoal em língua portuguesa, poderá concorrer
a um prêmio de até R$ 10 mil no primeiro Concurso
Nacional StarMedia de Sites, promovido pelo portal latino-americano
StarMedia. O valor de prêmios distribuídos em cinco
categorias soma R$ 405 mil. Para participar, os sites devem ser
inscritos no endereço do concurso (www.concursodesites.com.br)
até o dia 9 de agosto, às 22 horas. Só poderão
participar sites em língua portuguesa nas seguintes categorias:
cidadania, meio ambiente, esporte/aventura, inusitados e pessoais.
Se quiser, o autor do site ou qualquer outro internauta pode
indicar o endereço para mais de uma categoria. A participação
no concurso é gratuita mas, para concorrer, o autor deve
inserir um banner ou botão fixos de promoção
do concurso em sua página.
Os organizadores pretendem selecionar os 50 sites semifinalistas
até 29 de novembro, por meio de votação
do júri interno. Depois, os sites serão submetidos
a votação popular, considerando todo e qualquer
internauta como um voto. Todas as pessoas que votarem na fase
final do concurso concorrerão a duas passagens para Nova
York.
Os cinco finalistas do concurso serão premiados. Os primeiros
colocados receberão: R$ 10 mil em dinheiro nos sites pessoal
e inusitado; valor de R$ 65 mil em promoção na
mídia em meio ambiente, cidadania e esporte/aventura.
FreeStyler
é auxílio
em desenho
São Paulo - A Absolut Technologies está trazendo
ao Brasil o FreeStyler, uma prancheta eletrônica que permite
que o artista gráfico volte a empunhar a caneta na hora
de desenhar. O produto, criado pela alemã Plawa, fica
em posição horizontal, sobre a mesa, permitindo
que ele trabalhe sobre a tela da prancheta - usando uma caneta
sem fio - como se estivesse trabalhando à mão livre.
O FreeStyler vem com o software ArtDabbler, que oferece efeitos
de canetas e pincéis com diversas texturas. Outro software
que acompanha o produto é o Pensoft, capaz de reconhecer
e transcrever para o meio digital a escrita humana. O produto
terá preço sugerido no Brasil, de US$ 118 (modelos
Serial e USB). INFORMAÇÕES: Absolut, (0xx71) 379-4113
Media Player - Com a tentativa
de derrubar a rival RealNetworks, a Microsoft anunciou versão
7.0 do Windows Media Player (http://windowsmedia.com). O software tem
a função de gravar, armazenar e tocar músicas
pelo computador. Em parceria com a EMI, a Microsoft também
está lançando cem álbuns on-line. O usuário
pode optar em armazenar músicas de CDs ou fazer download
da Internet. As canções poderão ser gravadas
nos formatos MP3 ou Windows Media, que permite compactar arquivos
sem perder qualidade.
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