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ANotícia
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Da piscina ao palco Depois de abandonar uma carreira
vitoriosa na natação, Rômulo fez curso de
ator e passou a trabalhar nas novelas da Globo
O último vôo do
ator Rômulo Arantes
Galã da
TV e ex-nadador pilotava um ultraleve monomotor, que caiu a 500m
da pista, matando também o co-piloto
O
ator e ex-nadador Rômulo Arantes, que morreu na manhã
de sábado, faria aniversário hoje. Ele foi vítima
de um acidente aéreo ocorrido na cidade de Maripá
de Minas, a 50 quilômetros de Juiz de Fora, em Minas Gerais.
No acidente, morreu também o co-piloto, Fábio Amorim
Ribeiro Ruivo, de 24 anos. O ex-nadador possuía uma fazenda
na região, onde também morava sua atual esposa,
a empresária Valéria Braga, de 45 anos. Ele pilotava
um ultraleve monomotor, modelo Pelicano (prefixo 2347), por volta
das 10h30, que teria sofrido uma pane antes de cair.
Segundo o empresário Ricardo Mattioli (também ex-nadador
e amigo de infância de Arantes), que estava na fazenda
na hora do acidente, o ator e o co-piloto decolaram da pista
de pouso construída recentemente na fazenda para um vôo
panorâmico, algo que faziam rotineiramente. Cerca de 20
a 30 minutos após deixar o hangar, o ultraleve sofreu
a queda, aproximadamente, a 500 metros da pista de pouso, que
se localiza às margens da BR 267. Os dois tripulantes
morreram na hora. Os corpos permaneceram no local do acidente
por cerca de cinco horas até a chegada do Corpo de Bombeiros
e da perícia do Departamento de Aviação
Civil (DAC). Até ontem as causas do acidente ainda não
haviam sido reveladas e dependem de um laudo do DAC.
Além da mulher, estavam na fazenda os dois filhos de Arantes
do primeiro casamento Choede, de 15 anos, e Rômulo
Arantes Neto, de 12 anos e seus pais, Rômulo Arantes
e Dona Roma. Todos ficaram chocados com o acidente e os pais
de Arantes precisaram ser sedados. Ele era filho único.
Aniversário
Arantes morava no Rio de Janeiro e chegou a Maripá
na última quinta-feira. Ricardo Mattioli disse que amigos
de São Paulo, Rio e de Belo Horizonte estavam se deslocando
este final de semana para a fazenda, a fim de fazer uma grande
festa para o ator, que completaria 43 anos hoje.
A fazenda em Maripá de Minas foi comprada há três
anos, ao lado da fazenda onde já vivia sua esposa. Os
dois estavam casados há quatro anos e o ex-nadador fazia
planos de investimentos num empreendimento de ecoturismo. Por
isso construiu a pista de pouso, que já funcionava para
aulas de aviação.
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Rômulo Danka Arantes Júnior começou
a nadar aos oito anos de idade. Foi campeão mundial universitário
em vários estilos, recordista brasileiro nos anos 70 e
integrou a equipe brasileira nas Olimpíadas de Montreal,
no Canadá, em 1976. Depois fez teatro e carreira como
ator, participando de várias novelas da TV Globo. Mais
tarde iniciou-se como cantor, montando, junto com os também
atores Kadú Moliterno e Marcelo Serrado, uma banda que
por ironia do destino chamava-se "Piloto Automático".
Atualmente ele estava finalizando o roteiro de um programa para
a TV.
Os brasileiros Bosco
(E) e Lins recebem o pianista cubano para um espetáculo
que ficará na história da MPB
João Bosco, Ivan Lins e
Rubalcaba tocam na Capital
Florianópolis Um encontro inédito de um
trio musical para ninguém botar defeito. É hoje
à noite, no Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de
Cultura (CIC), em Florianópolis, o show de João
Bosco, Ivan Lins e de um convidado pouco conhecido em Santa Catarina,
o pianista cubano Gonzalo Rubalcaba, que desde 1982, quando subiu
no palco do Festival Internacional de Varadero, mudou os rumos
da música latina, especialmente do jazz. A primeira reunião
dos três músicos aconteceu em fevereiro, na edição
inaugural do Encontro Internacional da MPB, em Ilhabela, litoral
paulista. A partir daí, viram que a união deu certo.
Tanto que uma turnê pela América do Sul, incluindo
Montevidéu e Buenos Aires, está sendo programada
para depois desta, que iniciou no final de semana com duas apresentações
em São Paulo.
Além disso, o trio deve gravar um disco depois da turnê.
Pelo menos essa é a idéia de João Bosco,
que está empenhado em convencer os dois parceiros sobre
as vantagens da empreitada. Por enquanto, assistir ao espetáculo
é a única maneira de ouvir esse trio de talentos.
No repertório do show estão composições
como "Ronco da Cuíca", "Linha de Passe"
e "Incompatibilidade de Gênios" (João
Bosco) e "Dinorah" e "Madalena" (Ivan Lins).
O QUÊ: Encontro Internacional da MPB João
Bosco e Ivan Lins recebem Gonzalo Rubalcaba. QUANDO: hoje, às
21 horas. ONDE: Teatro Ademir Rosa, no CIC, avenida Irineu Bornhausen,
5600, Florianópolis, telefone (48) 333-2166. QUANTO: R$
35,00 e R$ 17,50 (estudantes)
Mostra da Gravura
abre amanhã em Curitiba
Na 12ª edição,
evento reúne obras de 120 artistas
Com o tema "Marcas do Corpo, Dobras da Alma", reunindo
um elenco de 15 exposições, 120 artistas e 557
obras, a Fundação Cultural de Curitiba inaugura
amanhã a 12ª Mostra da Gravura de Curitiba. A mostra
apresenta o universo da arte contemporânea brasileira,
trazendo os seus nomes mais representativos Iberê
Camargo, Amilcar de Castro, Lygia Clark, Antonio Dias, Samico,
Cildo Meirelles, Nuno Ramos, e ainda artistas internacionais,
como o espanhol Francisco Goya, o italiano Giovani Piranesi e
o francês Jacques Callot. A mostra permanecerá aberta
até 6 de agosto.
O conjunto de exposições, que ocupam oito espaços
culturais da cidade Memorial de Curitiba, Museu Metropolitano
de Arte, Museu da Gravura, Museu da Fotografia, Fundação
Cultural de Curitiba, Museu de Arte Sacra, Casa Romário
Martins e Casa Vermelha constitui a segunda etapa do evento,
que iniciou com a Mostra Brasil, em novembro do ano passado,
a partir da seleção de obras de jovens gravadores.
Com um custo total de R$ 400 mil (R$ 300 mil da Prefeitura de
Curitiba e R$ 100 mil patrocinados pelo Ministério da
Cultura), a 12ª Mostra da Gravura conta com a curadoria
dos críticos Paulo Herkenhoff e Adriano Pedrosa, além
da participação de curadores locais. Paulo Herkenhoff,
até o ano passado, esteve à frente da Bienal de
São Paulo e agora integra o corpo de curadores do Museu
de Arte Moderna de Nova York. Ele é sobrinho-neto da historiadora
joinvilense Elly Herkenhoff. Adriano Pedrosa é um dos
curadores associados da 25ª edição da Bienal
de São Paulo, prevista para o próximo ano.
A 12ª Mostra da Gravura retoma uma tendência, já
verificada nas suas edições anteriores, de 1992
e 1995, de expandir o conceito de gravura, estabelecendo um diálogo
crítico com outros meios de expressão artística
pintura, escultura, desenho, fotografia e instalação.
Temas remetem a
crime e punição
A partir da discussão de como a arte e, em particular,
os processos de gravura remetem às marcas físicas
e psíquicas da experiência humana, a 12ª Mostra
traz à tona questões como a criminalidade e os
modos de punição regulamentados pela sociedade,
as expressões de religiosidade, referências da cultura
judaica na arte brasileira, a pele cultural como objeto de reflexão,
entre outros temas.
O ponto de partida para o desenvolvimento da idéia curatorial
foi a obra "A Dobra Liebniz e o Barroco", do
filósofo francês Gilles Deleuze. As exposições
coletivas procuram a correspondência entre os autores no
que se refere às marcas no "corpo e alma", ou
seja, na matéria e seu conteúdo. Assim, em "Indelével
Fugaz", as marcas físicas da gravura e da pintura,
associadas às cenas de martírio e da Paixão,
na visão do mestre Guignard, encontram correspondência
nas obras de Iberê Camargo, Amilcar de Castro e Lygia Clark.
No conjunto de exposições, algumas temáticas
e outras individuais (neste caso, os destaques são as
salas de Samico e Antonio Dias), há também referências
literárias que compõem com as obras.
A teoria de Michel Foucault sobre criminalidade e sua crítica
sobre como a sociedade regulamenta a questão, privando
o sujeito da liberdade e da vida, norteia a exposição
"Vigiar e Punir", reunindo artistas brasileiros e internacionais
que se dedicaram ao tema: o italiano Piranesi, o francês
Callot, o espanhol Goya, e os brasileiros Oswaldo Goeldi, Tunga,
Antonio Manuel, Nuno Ramos e Rosângela Rennó, mais
Clarice Lispector e sua crônica "Mineirinho".
De Piranesi e Callot estarão expostos álbuns de
gravuras históricos, que datam dos séculos 17 e
18, pertencentes ao acervo da Biblioteca Nacional. Duas gravuras
de Goya, do acervo do Museu Nacional de Belas Artes, também
fazem parte dessa exposição, assim como a famosa
instalação "111", de Nuno Ramos, referente
aos mortos da chacina policial ocorrida em 1992, no presídio
do Carandiru, em São Paulo.
"Uma história da pele" retoma a arte que usa
a pele "cultural" para uma reflexão. Neste caso,
a história a ser contada tem fotografias de Mário
Cravo Neto e Cláudia Andujar, que apresentam a pele da
formação brasileira o negro e o índio;
a "pele dos anos 60 e 70", que caracteriza obras criadas
a partir de uma reflexão política; a pele como
dado de identidade, questão para os anos 90; a pele e
sua relação mais direta com a gravura, incluindo
trabalhos de tatuagem e um vídeo de Letícia Parente,
em que ela aparece bordando a sola do pé com a inscrição
"Made in Brazil".
Madrugadas olímpicas
Tevês apostam
alto na transmissão das Olimpíadas e vêem
no tempo um inimigo
André Bernardo
TV Press
Na disputa pela melhor cobertura dos Jogos Olímpicos
de Sydney, as emissoras subvertem a máxima do Barão
de Coubertin, idealizador das primeiras Olimpíadas da
era moderna: no que diz respeito a audiência, o importante
é vencer. Entre 15 de setembro e 1º de outubro, Globo
e Band (na tevê aberta) e Sportv da Net e ESPN-Brasil da
TVA (na tevê por assinatura) vão competir contra
o fuso horário. A diferença entre Brasil e Austrália
é de 14 horas e quando a cerimônia de abertura tiver
início, às 18 horas do dia 15 de setembro, serão
4 horas no Brasil da mesma sexta-feira . "Olimpíada
mobiliza o telespectador independentemente do horário",
acredita Luís Fernando Lima, diretor da Divisão
de Esportes da Globo.
Mesmo assim, ninguém quer correr riscos: Globo e Band
investiram pesado na cobertura. Estima-se que o evento tenha
custado em torno de R$ 15 milhões para a Globo. Este valor
inclui o embarque de 120 profissionais para Austrália,
além da contratação de outros 50 no Brasil.
Já Luciano Callegari Jr., gerente de esportes da Band,
calcula em R$ 10 milhões o investimento da emissora. Da
equipe destacada, 72 profissionais vão trabalhar na Austrália
e outros 40 no Brasil. Apesar de confiante na boa audiência,
Callegari reconhece que foi difícil negociar as cotas
de patrocínio. "Depois que a seleção
brasileira se classificou, o poder de negociação
ficou mais forte", salienta.
Apesar do investimento mais modesto (algo em torno de R$ 2 milhões),
a ESPN-Brasil pretende oferecer uma cobertura ampla, geral e
irrestrita. Ao contrário da tevê aberta, que tem
de conciliar a cobertura do evento com a programação,
as tevês por assinatura vão dedicar 24 horas por
dia aos Jogos Olímpicos. Durante os 18 dias de competição,
outros esportes vão ser relegados a segundo plano. "Se
necessário, vamos abrir dois canais sempre que houver
jogos decisivos no mesmo dia e horário", adianta
José Trajano, diretor da ESPN.
Não é a primeira vez que uma Olimpíada é
transmitida de madrugada para o Brasil. Em 1988, quando os Jogos
Olímpicos foram realizados em Seul, na Coréia,
a situação foi parecida. A audiência da Band,
porém, superou as expectativas. "O Ibope chegou a
registrar oito pontos às três da madrugada",
lembra Luciano do Valle. Na época, Juca Kfouri ainda trabalhava
na Globo. Para o atual apresentador do "Bola na Rede",
da Rede TV!, o horário de transmissão não
interfere na audiência. "Brasileiro gosta de tudo
que é esporte. Os insones e noctívagos, por exemplo,
vão fazer a festa!", brinca.
Maria-fumaça
Baixas temperaturas do Planalto Norte convidam a um passeio de
trem entre Rio Negrinho e São Bento, uma viagem ao passado
AN_Turismo |
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A transmissão dos Jogos Olímpicos,
porém, não vai alterar a programação
noturna das tevês. O horário das novelas e da linha
de shows da Globo, por exemplo, está a salvo. "O
horário das 20 horas no Brasil corresponde às 10
horas da manhã na Austrália. Ou seja: não
há competições importantes ou disputa de
medalha neste horário", assegura Luís Fernando.
Na Band, a estratégia visa reduzir paulatinamente de 10
a 15 minutos de cada programa até às 22 horas.
Neste horário, o "Jornal da Band" já
vai dar início à cobertura, que promete durar até
às 9 horas da manhã. "O grande diferencial
da Band vai ser o de número de horas no ar. Estamos calculando
180 horas de transmissão", frisa Callegari.
De fato, num evento em que as imagens são transmitidas
através de um pool, cada emissora busca um diferencial
em relação às demais. No caso da Globo,
o trunfo é a câmara exclusiva. Se na Olimpíada
de Atlanta, a emissora só utilizou duas delas, este ano
o número aumentou para 30. Além disso, alguns programas
da emissora, como "Programa do Jô", vão
ser sediados em Sydney. Entre 13 de setembro e 1º de outubro,
Jô Soares vai entrevistar desde atletas até brasileiros
radicados na Austrália. "Não poderia ficar
de fora desta. Não teria sentido fazer o programa à
base de links no Brasil", admite Jô.
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| Manchetes AN |
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| Leia também |
A boa música caipira existe
Gravadora Kuarup
lança três títulos dos quais se pode dizer:
bonito, divertido, inteligente
Mauro Dias
agência estado
São Paulo Quando o irmão e parceiro por
quase 40 anos de Xavantinho morreu, no ano passado, desconfiou-se
que Pena Branca abandonaria a música. Mas ele curtiu a
dor, deu a volta por cima e gravou disco-solo. "Semente
Caipira" é um dos três títulos de música
de raiz que a Kuarup está levando às lojas. Três
excelentes discos. Os outros são "Alvorada Brasileira",
de Renato Teixeira e Natan Marques, e "Disco da Moda",
de Rolando Boldrin. Aliás, de Rolando & Boldrin, que
faz dupla consigo mesmo, este, por sinal, um relançamento
mas só existiu antes em elepê.
Em "Semente Caipira", Pena Branca segue a linha que
havia traçado para a dupla com o irmão: procura
na fonte, pesquisa, compõe, encomenda maxixes, modas de
viola, cantigas, guarânias, rastapés, cateretês,
folias, valsinhas, os ritmos do interior. É do bom Kapenga
Ventura e Guga a música de abertura, "Espera Eu Chegar":
"Se você perguntar quem eu sou/ O meu canto é
que vai responder".
Então, segue respondendo, com composições
próprias (a moda "Casa Amarela"), música
da tradição oral ("Marcolino", cantiga
de tropeiro do Vale do Jequinhonha, adaptada por Frei Chico,
com participação especial de Inezita Barroso),
ou fazendo adaptação para os moldes da música
caipira de originais da música popular urbana "Correnteza",
de Tom Tom Jobim e Luís Bonfá que, no fundo, é
uma toada estilizada. Pena Branca desestilizou-a. Ficou lindo.
O grupo que o acompanha é de primeiríssima: Gilvan
de Oliveira, violões e violas, Isaías do Bandolim,
Zé Gomes, violino, rabeca e viola de cocho, Dinho Nascimento,
percussão, Paulo Tutini, contrabaixo, Toninho Carrasqueira,
flauta, Oswaldinho do Acordeon.
Alvorada
Renato Teixeira e Natan Marques trabalham juntos há
26 anos, mas nunca haviam feito um disco em que a titularidade
fosse dividida, e isso acontece em "Alvorada Brasileira".
O repertório foi pinçado em discos antigos e às
oito regravações juntaram-se quatro composições
novas: duas parcerias de Renato e Natan, "A Poeira é
Ouro em Pó" e "Tá na Ponta da Língua";
outra só de Renato, "Rosana"; por fim, "Alvorada
Brasileira", que dá título ao disco e é
do filho de Renato, Chico Teixeira.
Os músicos multiplicam as mãos em vários
instrumentos: violões de náilon, violas de 12,
contrabaixo; os convidados acrescentam violinos (Cássio
Poletto), acordeão (Oswaldinho), zabumba, tambores de
folia, bongôs, cowbells, triângulos (Cléber
Almeida). A alvorada de Renato e Natan parte da música
caipira de fato, mas comporta tanto o rastapé "Tá
na Ponta da Língua" quanto o bolero-bossa "Rural",
de Renato, ou uma adaptação de "Meu Limão,
Meu Limoeiro", domínio público.
"Disco da Moda" foi lançado em 1993 e ganhou
o Prêmio Sharp de música regional daquele ano. Foi
gravado, com platéia, em São Paulo, com acompanhamento
de Adalto Santos (viola), Itapuã (violão), Gabriel
(contrabaixo), Alejandro Ramiezes (violino), Raul Carezatto (percussão)
e acordeão (Marinho). Em duas faixas, Boldrin acrescenta
a viola na afinação denominada rio-abaixo.
E seguem-se originais de Capitão Furtado, Alvarenga e
Ranchinho ("Moda dos Meses"), Laureano ("Moda
da Pinga"), Raul Torres ("Moda da Mula Preta"),
Cornélio Pires e Arlindo Santana ("Moda da Revolução"),
Severino Pelado ("Moda do Lenço"), além
de outras de Boldrin, mesmo que especialista em composições
engraçadas. É bonito, divertido, inteligente. De
quantos discos pode-se dizer isso?
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