Joinville         -          Quinta-feira, 5 de Julho de 2001         -          Santa Catarina - Brasil
 
 

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Celesc cria plano de
demissão incentivada

Sindicato diz que medida faz parte de preparação para privatização, mas a empresa nega

A Celesc está incentivando a demissão voluntária dos funcionários. O programa batizado de PDVI (Programa de Demissão Voluntária Incentivada) foi enviado para todos os setores da empresa no início da semana. O prazo de adesão expira em 28 de setembro. A estatal não limitou acesso ao plano, mas nem todos os 4,5 mil funcionários podem aderir ao PDVI .
Os aposentados que ainda trabalham na companhia, ou estão em licença por acidente de trabalho, previdenciária, maternidade, em período de gestação, ou ainda foram contratados em caráter temporário estão proibidos de participar do programa. A medida foi condenada pelo sindicato dos eletricitários.
"Somos contra qualquer plano porque isso significa uma preparação para a privatização. Mas já que a empresa lançou o programa, deveria ter contemplado todos", diz o diretor do sindicato, Sebastião Aurélio Marcos.
O presidente da Celesc, Francisco Küster, reagiu a afirmação de que estaria preparando terreno para a iniciativa privada. "Só quem não está acompanhando o processo de remodelagem da empresa pode dizer uma bobagens dessas." O projeto de divisão da companhia deve estar pronto em 40 dias. Quanto às limitações de acesso ao PDVI, Küster disse que foi orientação superior. "O Conselho de Política Financeira foi quem deu as diretrizes do plano", explica.
O futuro da economia a São Pedro pertence
Bom desempenho no semestre vai depender de ajuda dos céus..  AN_Economia 
As demissões serão feitas em até seis meses após a dada de adesão. O plano prevê o pagamento de 60% do salário fixo do empregado, limitado a 15 remunerações fixas e proporcional ao número de anos trabalhados. A quitação será parcelada em seis vezes.
O PDVI não terá a participação do Fundo de Pensão. O plano de 1998 atingiu 400 empregados e a empresa pagou por três anos o fundo. Devido ao baixo incentivo, uma fonte disse que apenas 200 funcionários irão aderir ao plano.

Negociação sobre demissões
do Besc chegam a fase conclusiva

Joinville - As negociações entre o governo do Estado e o Banco Central sobre o Plano de Demissão Incentivada (PDI) do Besc estão chegando na sua fase conclusiva. Na semana passada, o funcionário do Departamento de Dívida Pública do BC (Dedip) João Máximo esteve em Santa Catarina e afirmou ao secretário da Fazenda, Antônio Carlos Vieira, que a proposta final do plano estava sendo encaminhada para o diretor responsável pela área, Carlos Eduardo de Freitas. Segundo a assessoria de imprensa do banco, é possível que até amanhã a proposta deve ser enviada para cá.
Os procedimentos técnicos de privatização do Besc também entrarão em um novo estágio. A melhor proposta técnica do serviço "B", que define a empresa de auditoria que fará a avaliação contábil, financeira, econômica, jurídica e previdenciária do banco, será escolhida amanhã também.
Agora, para definir o consórcio vencedor falta a avaliação da proposta financeira. A união das melhores propostas técnica e financeira definem o consórcio vencedor. Quatro consórcios estão na disputa - Deloitte, Máxima Consultoria, Rothschild do Brasil e Santa Catarina 2001, liderado pelo Banco Brascan.
Além do "B", o BC aponta uma empresa para o serviço "A", que recebe os dados levantados pela primeira consultoria e faz uma nova análise contábil e financeira. O serviço "A" ainda está na fase de apresentação das propostas técnicas. Pela lei, o Banco Central paga pelos dois trabalhos e com os relatórios em mãos define, junto com o consórcio do serviço B, os critérios técnicos da venda, o preço mínimo da instituição e a data do leilão.
O secretário Vieira acredita que, junto com a proposta de PDI, o Banco Central deve encaminhar a resposta sobre os processos administrativos abertos para avaliar a administração anterior do Besc.


Leonardo Zipf é escolhido
como Personalidade de Vendas

Jaraguá do Sul - O superintendente da Duas Rodas Industrial, Leonardo Zipf, recebe hoje às 19h30, no Clube Atlético Baependi, o prêmio Personalidade de Vendas de Santa Catarina 2000, concedido anualmente pela Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil (ADVB/SC). Pela primeira vez, desde que foi implantado a premiação, em 1993, o título será dividido entre dois empresários. O diretor presidente da Intelbrás, em São José, Jorge Freitas, receberá a premiação no dia 30 de julho, em São José.
Considerado o mais cobiçado em Santa Catarina na área de marketing e vendas, o prêmio Personalidade de Vendas da ADVB é concedido desde 1993 a empresários que se destacam em seus ramos de atividade. Leonardo Zipf é o quarto jaraguaense a receber a premiação nos oito anos de existência da comenda.
O prêmio será entregue pelo presidente executivo da ADVB/SC, José Carlos Portella Nunes. Leonardo Zipf, é natural de Blumenau, iniciando sua carreira na Duas Rodas Industrial em 1989, na Divisão de Vendas de Produtos para Sorvetes, como supervisor de vendas. Atuou como gerente de vendas da Divisão de Aromas de 1990 a 1992, quando assumiu a diretoria comercial da empresa. Em março de 2000, assumiu o cargo de diretor superintendente e faz parte do conselho de administração da empresa.
Além de consolidar a liderança no País da Divisão de Aromas da Duas Rodas Industrial, Zipf é o idealizador de uma série de projetos bem sucedidos na Duas Rodas Industrial. Um destes foi o plano 70 em 4, que lançou o objetivo de duplicar o faturamento da empresa em quatro anos, de 1994, quando a empresa completou 70 anos, a 1998, o que foi alcançado com êxito. Administra atualmente o plano Duas Rodas 2002, que estabelece a expansão da empresa no mercado nacional e internacional e projeta um crescimento de 80% no faturamento até 2002.


Crea-SC realiza encontro
prepatório para congresso

Joinville - Engenheiros, arquitetos e agrônomos se reúnem amanhã e sábado, em Brusque, em um encontro preparatório para o 7º Congresso Estadual de Profissionais do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Santa Catarina (Crea-SC), que ocorrerá nos dias 27 e 28 em Florianópolis. Paralelamente acontece a 2ª Semana de Engenharia, promovida pelo conselho e pelo Clube de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Brusque (Ceab).
O objetivo do encontro regional é o surgimento de propostas e teses que, se aprovadas, serão encaminhadas ao congresso estadual e, posteriormente, ao 4º Congresso Nacional dos Profissionais, que acontece em novembro, em Foz do Iguaçu. Os principais temas de debate são o novo código de ética, a valorização profissional, o exame de proeficiência, a caixa de assistência e a agregação de atribuições. No sábado acontece uma plenária, onde serão explanadas as idéias e eleitos os delegados para representar a região no congresso estadual.


Dólar dispara e
atinge R$ 2,422

Moeda americana subiu 2,98% ontem, maior alta em um só dia este ano. BC não interferiu

São Paulo - O dólar comercial prosseguiu ontem na trajetória de alta iniciada na sexta-feira passada. Com a baixa liquidez ocasionada pelo feriado nacional nos Estados Unidos, a forte procura por segurança (hedge) devido à piora de expectativas com a Argentina e à ausência do Banco Central no mercado de câmbio, a moeda norte-americana contabilizou a maior alta num só dia este ano, de 2,98%, ao fechar na máxima de R$ 2,422. Este preço também é o mais elevado desde 20 de junho, data do último aumento da taxa Selic para 18,25% ao ano e véspera do anúncio da nova postura do BC no câmbio. Desde então, o BC fez quatro atuações no mercado à vista e, em três delas, descontando terça-feira, vendeu US$ 880 milhões. O volume de moeda vendido terça só será conhecido na segunda-feira.
Os profissionais das mesas de câmbio ficaram estarrecidos ontem com a frieza do BC diante da escalada do dólar. Isso porque havia baixa liquidez e forte procura de hedge por tesourarias em função do temor de que a Argentina não consiga escapar da moratória (default). Havia expectativa no mercado de que a autoridade monetária atuasse perto do encerramento dos negócios, como forma de derrubar as cotações a fim de assegurar uma abertura em nível mais baixo hoje.
A explicação do BC é de que não teria atuado ontem porque o mercado estava "extremamente sem liquidez", em função do feriado nos EUA. Essa postura é contraditória, porque o próprio presidente do banco, Armínio Fraga, havia dito, quando do anúncio das medidas para "irrigar" o mercado, que a intenção era intervir quando fosse constatada fraca liquidez no mercado e aumento dos preços sem motivos aparentes. Ontem, na avaliação do mercado, havia razão para uma intervenção.

Risco Argentina

O aumento do risco país da Argentina para 1.094 pontos base ontem voltou a amedrontar os investidores, porque reavivou a possibilidade de eventual calote da dívida e também pela conseqüente retração do fluxo de investimentos estrangeiros.

COTAÇÃO EM ALTA

Confira o desempenho da moeda americana nos últimos sete dias úteis

Os principais fatores para a alta recorde do dólar foram a piora no quadro político na Argentina - com aumento nos rumores sobre a renúncia do presidente Fernando De la Rúa -, a falta de atuação do Banco Central no mercado de câmbio e o feriado nacional da independência nos Estados Unidos (que reduziu a liquidez no mercado)

4/7: 2,422
3/7: 2,352
2/7: 2,332
29/6: 2,312
28/6: 2,300
27/6: 2,305
26/6: 2,327

OBS: Cotações divulgadas pelo Banco Central, para venda.


Gasolina sobe 8,33%
na sexta, estima governo

Brasília - O governo federal anunciou os percentuais de reajuste dos derivados de petróleo que entram em vigor a partir da zero hora da sexta-feira. O preço do litro da gasolina subirá 10,42% nas refinarias, o que resultará num repasse médio de 8,33% nos postos de abastecimento. No caso do litro do diesel, o aumento nas unidades de refino será de 8,27%. A previsão é de que na bomba o litro deste combustível sofra um reajuste médio de 6,5%. O gás liquefeito de petróleo (GLP) - o gás de cozinha - terá um reajuste menor: 4,34% nas refinarias. Para o consumidor, o GLP ficará 2,6% mais caro.
Os índices foram divulgados ontem pelo secretário Especial de Acompanhamento Econômico (Seae), do Ministério da Fazenda, Cláudio Considera. Considera previu que se a cotação do barril do petróleo e a variação cambial mantiverem o mesmo comportamento do último trimestre não haverá necessidade de novo reajuste dos preços dos combustíveis. Porém, para que isso ocorra será necessário que o dólar médio fique em R$ 2,15 e o barril do petróleo brent tenha uma cotação média de R$ 26,60.


País condena medida
tomada pela Argentina

Montevidéu - O governo brasileiro considerou discriminatória a medida anunciada pelo Ministério de Economia da Argentina na segunda-feira. O parceiro comercial concedeu um alívio de cerca de 8 pontos porcentuais às importações de países que não fazem parte do Mercosul, diminuindo a vantagem competitiva dos sócios do bloco. "Estamos totalmente contrariados, a medida é totalmente discriminatória", disse o representante especial do governo brasileiro no Mercosul, embaixador José Botafogo Gonçalves, que participa esta semana da 5ª etapa de negociações entre o Mercosul e a União Européia, em Montevidéu.
Segundo ele, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, está fazendo um levantamento do impacto da medida nas exportações brasileiras para a Argentina. Ela afeta principalmente o Brasil porque se refere a produtos da pauta de exportações brasileira para aquele país, como bens de informática, de telecomunicações e máquinas agrícolas.
A sensualidade das mulheres virtuais
Site The Girl mostra um ensaio fotográfico com modelo desenvolvida em computador.  AN_Informática 
No mês passado, o governo argentino anunciou uma desvalorização cambial de cerca de 8 pontos porcentuais para as operações de comércio. O objetivo era tornar mais caras as importações e mais baratas as exportações, como parte das ações para retomar o crescimento econômico daquele país.
A decisão foi anunciada ao governo brasileiro pelo ministro da Economia argentino, Domingo Cavallo, em visita a Brasília, quando reuniu-se com FHC e o ministro da Economia, Pedro Malan. O governo brasileiro apoiou a decisão do parceiro. O argumento era que para a saúde econômica do Brasil e do Mercosul, é preciso que a Argentina volte a crescer.

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Cebrace apresenta projeto para fábrica em Barra Velha

Multinacional investirá US$ 120 milhões na produção de vidros para indústria brasileira

Joinville - O projeto de construção da nova unidade da Cebrace Cristal Plano foi apresentado ontem à tarde, em Joinville, para 170 empresas de pequeno, médio e grande porte de Santa Catarina. Os possíveis fornecedores da joint-venture entre a inglesa Pilkington e a francesa Saint Gobain só serão conhecidos daqui a um mês. O processo de construção será dividido em pacotes, o que facilitará a formação de consórcios.
A obra está orçada em US$ 120 milhões e será coordenada pela inglesa Pilkington. O diretor do projeto, Maurício Lalli, diz que ainda não há data prevista para o início da construção. "Dependemos das licenças ambientais, que estão sendo analisadas pela Fundação do Meio Ambiente", explica o executivo. A expectativa, porém, é de que o trabalho inicie ainda neste ano. A área construída da fábrica terá 55 mil metros quadrados.
No próximo dia 17, a diretoria da empresa estará em Barra Velha, município que abrigará a fábrica de vidros float, detalhando o projeto para a comunidade local e autoridades. A audiência pública, determinante para a aprovação ou não das licenças ambientais, está marcada para o dia 7 de agosto.
O executivo explicou que a idéia de chamar os possíveis fornecedores para conhecer o projeto foi uma forma de abrir as portas para pequenas e médias empresas. O mesmo processo é utilizado na Europa e Estados Unidos. Os empresários que participaram ontem da apresentação do projeto souberam que a multinacional começou atuar no País em 1974 e tem 74 fábricas espalhadas em 15 países, duas delas em Jacareí e uma em Caçapava, no interior de São Paulo. A multinacional recebeu incentivo do Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense (Prodec). Significa que o pagamento do ICMS será postergado por 48 meses.


OIE diz que País pode ser maior exportador de carne

Brasília - O presidente da Organização Internacional de Epizootias (OIE), Romano Marabelli, informou aos secretários de agricultura de todo o Brasil que o País está tendo uma grande oportunidade de se tornar o maior exportador de carnes do mundo. Marabelli falou durante a reunião do Fórum Nacional dos Secretários de Agricultura, em Brasília.
O único empecilho para que o aumento das exportações de carne realmente aconteça é a situação da febre aftosa no Rio Grande do Sul. O presidente do Fórum dos Secretários e secretário de Agricultura de Santa Catarina, Odacir Zonta, afirmou que caberá ao Ministério da Agricultura, em conjunto com o governo gaúcho, buscar uma solução para o problema.
O ministério terá que apresentar um relatório à OIE sobre a situação. "Depois que o Rio Grande do Sul apresentar um plano para a erradicação da aftosa é que o ministério poderá fazer o relatório para a Organização", relatou Zonta. O secretário espera que o Circuito Pecuário Sul consiga manter o status de área livre da aftosa e que Santa Catarina permaneça como área livre sem a vacinação.

Oportunidade

Além de resolver a questão da febre aftosa no Rio Grande do Sul, o Brasil terá que manter a vigilância sanitária, não prejudicar o meio ambiente e cumprir códigos zoosanitários, se quiser aumentar ainda mais as exportações. "Esta é a melhor oportunidade para o Brasil nos últimos 25 anos e não terá outra igual nem em mais 25 anos", resumiu Odacir Zonta.
A presença do presidente da OIE no Brasil vai possibilitar a vinda de uma missão da União Européia para inspecionar a carne suína brasileira. A exportação para esses países está suspensa desde 1976, em virtude da peste suína clássica. Zonta acredita que se o mercado europeu se abrir novamente, o Japão deverá tomar a mesma decisão em relação à carne suína do Brasil.


Ex-ministra fará palestra a moveleiros

São Bento do Sul - A ex-ministra e atual diretora executiva da Apex, Agência de Promoção à Exportação, Dorothéa Werneck participa de um encontro com empresários do setor moveleiro no próximo dia 13. A informação foi confirmada ontem pela diretora do Sindusmobil, Sindicato das Indústrias do Mobiliário, Dorotéa Lutz. A ex-ministra visitará duas fábricas de móveis pela manhã e às 11h30 reúne-se com empresários que integram o Promóvel, Programa Nacional de Incremento às Exportações Moveleiras. Em seguida, ela participa de almoço e profere palestra sobre o Panorama da Economia Atual Brasileira e as Perspectivas das Exportações.
Segundo a presidente do Sindusmobil, que juntamente com o Promóvel e Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário patrocinam a vinda da diretora da Apex, a palestra tem por objetivo estimular os empresários a ampliarem suas vendas ao mercado externo. O almoço, no Novotel, é por adesão e as reservas podem ser feitas pelo telefone (0xx47)635-0768, no Sindusmobil.


Cesta básica tem queda em Florianópolis

Florianópolis - O preço da cesta básica pesquisado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-econômicos (Dieese) apresentou queda de 0,16% em junho, em Florianópolis. Mesmo com esta redução, o município é a sétima capital com a cesta básica mais cara das 16 pesquisadas no país. Em Florianópolis, é necessário o comprometimento de 69,75% do salário mínimo para a compra dos 13 produtos da cesta, enquanto em Salvador (Bahia), a capital mais barata, é preciso 56,90%, e em Porto Alegre (RS), a mais cara, 76,77%.
A variação nos últimos 12 meses chega a 20,29%, bem acima da inflação. A tendência para os próximos meses é de alta na cesta básica, com fechamento do ano acima dos 20%. Somente no primeiro semestre deste ano a variação já alcança aumento de 12,27%. Apesar dessa queda, as altas de abril (6,75%) e maio (2,67%) puxaram o índice acumulado para cima. Pelos cálculos do Dieese, o salário mínimo ideal para manter uma família padrão (casal e dois filhos) é de R$ 1.072,14, quase seis vezes mais que o atual, de R$ 180,00.

 
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