Joinville
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Domingo, 11 de Agosto de 2002
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Santa Catarina - Brasil
ANotícia
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Aviso
Por recomendação da Associação Nacional
de Jornais (ANJ), A Notícia deixa de publicar neste espaço
artigos de candidatos até o fim da campanha eleitoral.
Editorial
Pesquisas indicam
queda na produção industrial e nos salários,
mantendo-se a economia brasileira na estagnação
de todos os oito anos da "era FHC"
Produção
industrial em queda
Pesquisa
realizada pelo IBGE conclui que o nível de produção
das indústrias brasileiras está parado há
três meses, mantendo-se as mesmas taxas dos últimos
anos, de recuo da produção, de queda nas vendas
e de redução do nível salarial e de empregos
no País.
A estagnação da economia, avaliam economistas e
empresários, deve perdurar ainda por todo o segundo semestre
de 2002, podendo ocorrer leve recuperação no final
do primeiro semestre do ano que vem. Ou seja, o Brasil ficará
de novo, por um ano inteiro, no mesmo lugar.
Nesse contexto, ganha notável importância o acordo
anunciado com o FMI na quarta-feira, pois, como se viu nos dias
seguintes, a pressão e o nervosismo em torno da cotação
do real frente ao dólar diminuíram. O acordo com
o Fundo Monetário Internacional está permitindo
maior credibilidade dos agentes externos em relação
ao Brasil, aspecto realmente decisivo nessa quadra delicada de
campanha eleitoral e sucessão no comando do País.
Nos discursos dos candidatos à Presidência da República,
a grande proposta de saída para a economia brasileira
é sua reposição nos trilhos do crescimento,
enfatizam os quatro principais postulantes. Mas não será
nada fácil alcançar na prática o desiderato
do crescimento. Os compromissos com o FMI e as metas estabelecidas
de superávit primário nas contas públicas
dificultam a retomada do crescimento econômico, como se
tem visto nos últimos anos, e não apenas aqui,
mas também na vizinha Argentina, que cumpriu à
risca a receita do Fundo Monetário Internacional e acabou
onde está.
A equação pode ser fácil na retórica
do otimismo que os candidatos precisam transmitir ao eleitorado,
mas na prática os números revelam que a estagnação
da economia tem sido mais forte e mais longa do que se previa.
E a tendência, demonstram os números de diferentes
pesquisas que estão sendo divulgadas nas últimas
semanas, é de queda na produção e de redução
de vagas de trabalho na indústria. Por enquanto, a agricultura
é que tem produzido números realmente consistentes
e de crescimento razoável.
De qualquer forma, é preciso torcer para que os percalços
na área financeira, que tanto abalaram o mercado brasileiro
nas últimas semanas, sejam superados diante do novo acordo
com o Fundo Monetário Internacional e que o período
eleitoral e de transição dos cargos se realize
de forma menos tensa e nervosa, em benefício de toda a
Nação.
Artigos
Coerência:
o pensar e o falar
ANTÔNIO ERMÍRIO DE MORAES
É bom verificar que a atual campanha eleitoral está
sendo marcada pelo debate em torno de uma das principais virtudes
dos estadistas - a coerência. Ser coerente é importante
para qualquer um. A coerência é a irmã gêmea
da confiança. Uma nasce da outra. A mulher e o marido
esperam coerência recíproca, pois é nela
que surge a necessária confiança. Os consumidores,
da mesma forma, demandam coerência dos produtores, pois
é isso que os leva a confiar nos bens e serviços
que adquirem. Os eleitores, igualmente, precisam de coerência
para confiar e votar nos candidatos.
A coerência é mais freqüente entre as pessoas
que meditam antes de agir. Ela se forma como fruto de análises
cuidadosas das pessoas e dos fatos. Isso vale para o homem e
a mulher, para consumidores e produtores e para eleitores e candidatos.
A incoerência, claro, é o contrário de tudo
isso. As decisões dos incoerentes são tomadas de
forma precipitada ou com base em interesses imediatos. Nada é
mais devastador para a coerência quando candidatos se põem
a pregar o contrário do que fizeram a vida inteira com
o simples objetivo de ganhar a eleição.
Os eleitores não são tolos. No Brasil, esta não
é a primeira experiência eleitoral do nosso povo.
A maioria dos brasileiros apreendeu muito nas eleições
passadas. O uso das pesquisas, do marketing e da propaganda consegue
muita coisa, mas tem seus limites. Nenhum deles consegue transformar
o incoerente em coerente para, num passe de mágica, transportar
o eleitor da área da desconfiança para a área
da confiança quando este vê na boca dos candidatos
idéias opostas às que sempre defenderam.
Como podem os que enalteceram o calote nas dívidas interna
e externa (através de uma aprovação plebiscitária)
convencer os eleitores a aceitar o acordo firmado entre o Brasil
e o FMI? É muita incoerência. Afinal, esse acordo
está gerando mais dívidas, e o País está
dizendo que vai honrá-las. Esse é apenas um exemplo
de incoerência, e deixa o eleitor aturdido e com o direito
de perguntar se os candidatos que viram a casaca com essa facilidade,
afinal, mentiram no passado ou estão mentindo agora? Você
compraria uma casa que foi condenada pelo corretor no passado
e agora é por ele recomendada?
No caso do acordo com o FMI, os candidatos, depois de eleitos,
não precisam aceitar os recursos aprovados. Se quiserem
manter um mínimo de coerência, basta dizer aos brasileiros
que, uma vez empossados, rejeitarão os US$ 24 bilhões
que estão reservados para o seu primeiro ano de governo.
Caberá ao eleitor acreditar ou não nessa inusitada
assertiva. Será que há algum governante, de carne
e osso, que venha a rejeitar uma importância desse porte
no meio da escassez de recursos que marca a vida do País?
Em suma, para quem valoriza a coerência, é aconselhável
agir depois de pensar e sopesar antes de falar.
Antônio Ermírio de Moraes, empresário
/SP
O advogado
e o ensino jurídico
Adriano Zanotto
O dia 11 de agosto, aniversário do início do
ensino jurídico no Brasil, muito mais do que uma data
comemorada pelos advogados brasileiros, enseja a necessidade
de profunda reflexão acerca do momento que nossa profissão
vive, em que dezenas de novos cursos de direito - a maioria sem
a menor qualificação e condição de
formar um advogado - se instalam anualmente no País.
Não podemos, portanto, omitir-nos na questão do
ensino jurídico, que tem exigido constante acompanhamento,
cuidado e preocupação da OAB. Afinal, os cursos
de direito não só credenciam o bacharel ao exercício
da advocacia, senão que são eles os que formam
o corpo do Poder Judiciário no País. Nesse caso,
a obrigação de nosso zelo pela qualidade do ensino
jurídico deve ser - e de fato é - uma necessária
e irrenunciável contribuição à garantia
dos direitos dos jurisdicionados. Pois, como sempre ocorre, jurisdicionados
de poucos bens e, portanto, mais ao desamparo de uma adequada
assistência são os que mais sofrem em a sua tentativa
de acesso à Justiça.
É possível que a imagem não seja apropriada,
mas é bem provável que o acelerado ritmo de abertura
de uma faculdade de direito no País somente perca para
a abertura de bingos. A rentabilidade do "negócio
do direito" é estimada em 25%. São hoje mais
de 400 cursos, com outras centenas de pedidos aguardando autorização
provisória do Ministério da Educação.
Somente de 1995 a 1997, deram entrada na OAB centenas pedidos
de abertura de cursos, dos quais apenas 5% deles mereceram pareceres
favoráveis. A Ordem dos Advogados do Brasil, no entanto,
não tem o poder de veto.
O ingresso nessas instituições é fácil.
Muitas delas contam com menos de um candidato por vaga. Essa
falta de critério teve como padrão extremo a aprovação
de um candidato analfabeto em um vestibular para direito, realizado
no Rio de Janeiro, ano passado, que deixou surpresa e chocada
a opinião pública nacional.
Constata-se que a expectativa desses estudantes de direito será
frustrada. Em geral não conseguem aprovação
no exame de ordem e, em conseqüência, não existe
para esses jovens um futuro no Judiciário. Ocorre, pois,
que o aluno sofre um verdadeiro estelionato, uma vez que paga
para ter uma formação jurídica e não
exercerá a profissão por insuficiente capacitação.
Grande parte dessas instituições de ensino jurídico,
sabe-se, não forma, não pesquisa, não tem
compromissos com os dramas da sociedade e menos ainda compromissos
de ordem profissionais. Assim, que futuro estamos abrindo para
os jovens que sonham com uma profissão, assim como sonham
nossos filhos?
A realidade, bem sabemos, é feita de injustiça
e indiferença. O Brasil vem se transformando em uma sociedade
na qual os menos favorecidos não têm condições
de sobreviver e são deixados para trás pelo poder
público. Sabemos que nossos valores democráticos
são precários e não podemos dizer que praticamos
a verdadeira igualdade de direito para todos e nem que praticamos
uma verdadeira justiça social. Aos profissionais do direito
cabe fundamental papel na estratégia de mobilização
social de um país. Por tudo isso, é fundamental
que os cursos de direito estejam definitiva e realmente compromissados
com a qualidade do ensino para formar profissionais aptos ao
desempenho desse papel.
Todos somos filhos da modernidade, induzidos a acreditar que
a escola é capaz de tudo. Do jardim de infância
à faculdade, só nos bancos escolares ganhamos "conhecimento"
e "empregabilidade", duas condições indispensáveis
para um mínimo de sucesso nos dias atuais. Sabemos, contudo,
que na prática a teoria pode ser outra. Não apenas
agora, na "sociedade da informação",
mas sabe-se lá desde quando existem as exceções
para confirmar as regras. Bill Gates abandonou a faculdade e
iniciou na garagem de casa um "negócio" de computadores.
Sílvio Santos começou a vida como camelô.
Wittich Freitag, Albano Schmidt, João Hansen Jr., Eggon
João da Silva ou Atílio Fontana jamais passaram
do ensino médio.
Muito do que é vendido como "globalização",
"inovação" e principalmente "qualidade"
ou "eficiência" constitui-se tão-somente
em mero jogo de palavras. O mundo não caminha para trás,
mas os passos à frente nem sempre são contínuos.
Avançam a ciência, a tecnologia, a velocidade de
quase tudo, mas o progresso real, sabemos todos, não apenas
continua sendo exclusividade das minorias, como as facilidades
e as conveniências da modernidade alcançam apenas
as elites. E não só aqui, no reino brasileiro da
desigualdade, mas também em países já reconhecidos
como desenvolvidos. Lá também aumenta o número
de pobres.
Para não fugir do tema, na semana que passou ocorreram
duas coincidências: li em "Veja" o artigo de
Stephen Kanitz intitulado "Aprendendo a pensar", em
que o economista aborda o tempo realmente perdido nas escolas,
diante de professor "normalmente mal pago e por isso mal-humorado",
capaz de falar horas e horas sobre coisas esotéricas e
que jamais serão usadas na vida. Não se ensina,
comenta Kanitz, nossos jovens a pensar. Mesmo reconhecendo melhorias
tecnológicas, a escola ainda continua devendo muito em
relação às necessidades da vida. É
capaz de formar um bom técnico, mas nem sempre bons cidadãos.
Pelo contrário, nossas escolas estão se transformando
cada vez mais em "territórios" de traficantes.
Se não ensina a pensar, menos ainda são dadas pistas
de como ser feliz. O aluno, desde o pré, é bombardeado
com "valores" equivocados, que hoje comandam a vida
de milhões e milhões de pessoas em qualquer lugar
do planeta. Estabelece-se a paranóia da concorrência,
da competição, de uma obcecada busca de sucesso
e de "felicidade", que em nossos tempos significa tão-somente
vantagens materiais.
Outro dia li uma revista dessas de auto-estima, que tinha na
capa um destaque bem interessante: "Cultive sua alegria
- passear, viajar, descobrir novos prazeres, tudo isso põe
a vida em movimento".
Tenta-se, na reportagem, oferecer dicas aos leitores para que
promovam a alegria e que ela vem do movimento. "Para esfriar
a cabeça, mexa o corpo", recomenda. "Experimente
novos sabores, ou pegue a estrada e descubra novos caminhos."
Está aí outra coisa que não se aprende na
escola - a ser feliz! Fora da China, nenhuma escola oferece cursos
ou aulas de como tirar proveito do fazer nada.
Não é o ócio vadio de Domenico De Masi,
pois este já vem recheado com o vírus de que se
pode "ganhar dinheiro" com aulas específicas
sobre o antigo vagabundear dos sábios chineses. Ou seja,
vem com o rótulo de "nova maneira de pensar e de
viver". No caso do professor italiano, divulgar o ócio
e pregar o não fazer nada geram cachês altíssimos.
Há sempre mercado para bobagens, vendidas como "inovação"
e "última teoria da felicidade". Tenho um amigo
que diz que o homem é capaz de comprar tudo, até
"ar em garrafinha". De Masi criou não só
o "ar", como também a garrafinha e vem ganhando
rios de dinheiro com isso.
Na China antiga, contudo, demonstração de inteligência
e de cultura era sair por aí, "vagabundeando",
para saborear o mundo, enriquecer a vida e cultivar a alegria.
Nesses tempos estressantes, nebulosos, intranqüilos e vorazes
em que vivemos, a grande tarefa é reinventar a escola.
Antes, é preciso resgatar a arte de viver. Não
no ócio vadio, mas na arte de nos fazermos disponíveis
para a vida, para o acaso, para todas as possibilidades de alegria
e encantamento. Que, decididamente, não se aprende na
escola, nem em revistas de "bons fluidos". Pronto,
chega de trabalhar! O momento é de ir à rua, ao
movimento, disponíveis para todos os acasos e possibilidades.
Ser pai nos dias atuais tornou-se tarefa árdua e -
por que não dizer? -, complicada. Há um sem-número
de atrativos direcionando a criança e o adolescente para
caminhos que terminam em horizontes sombrios. Muitos programas
de televisão (e como exemplo citamos as novela) passam
uma péssima aula de convivência familiar, em que
a discórdia entre pais e filhos é a grande tônica.
E aí vêem os "entendidos" dizer que isso
é normal, porque toda aquela balbúrdia acontece
na vida real. Todos sabemos disso, mas também sabemos
que a repetição diária dessas imagens perniciosas
acabam entrando e fazendo morada na cabeça das pessoas
incautas e especialmente da criança e do jovem, que ainda
estão com seu intelecto em formação.
Outro particular que deixa os pais em maus lençóis
diz respeito ao alarido que é imprimido sobre os direitos
da criança e do adolescente, ficando ofuscada os deveres,
que forçosamente têm de caminhar em linhas paralelas.
Porque, desde o momento que alguém sente a sensação
de que só tem direitos, inevitavelmente passa a se julgar
dono da situação e, por via de conseqüência,
envereda para o caminho da desobediência. Que o digam os
pais e professores. É evidente que não estamos
falando em cometer violência, que, aliás, deve ser
veementemente condenada. Mas atitudes firmes são absolutamente
necessárias, de vez que criar filhos só na base
do mimo é preparar lágrimas para o dia de amanhã.
Até as Sagradas Escrituras fazem esse alerta. Quem corrige,
mostra que ama. Manter as rédeas soltas demonstra irresponsabilidade
e abre caminho rumo ao precipício.
Portanto, o Dia dos Pais não deve ser oportunidade para
pintar um quadro onde se descortinam somente rosas. Devemos,
isto sim, encarar com realismo e determinação os
perigos a que estão expostos as crianças e os adolescentes,
fazendo-os entender que os vícios e, em especial, as drogas
representam uma estrada de mão única, já
que a via de retorno é esburacada e pedregosa.
E, por fim, é imprescindível e de bom senso ressaltar
que Deus é o pai de todos os pais, tornando-se necessário
recorrer a Ele em todos os momentos e não só quando
nossas forças parecem desvanecer.
Pai, responsabilidade é o mesmo que felicidade. Parabéns! Natal Marchi, Rio do Sul
... ... ...
ISO 14001
Parabéns ao jornal A Notícia, por ser o único
meio de comunicação do Brasil a conquistar a certificação
ISO 14001. Onofre Santo Agostini, presidente da Assembléia
Legislativa de Santa Catarina
Vinte e seis empreendedores ligados a atividades turísticas
em Campo Alegre uniram-se para lançar um novo folder turístico.
O guia traz hotéis, pousadas, lojas de artesanato, restaurantes,
agroindústria fabricante de doces, geléias e conservas
e até cabanhas de ovelhas e haras de cavalo árabe.
Esta é a segunda edição do folder, coordenada
pelo Conselho Municipal de Turismo (Comtur). Cada empreendedor
recebeu 700 folhetos e a Prefeitura adquiriu 4 mil exemplares
para divulgação em feiras e eventos. Os 26 empresários
já receberam o material. "Um jeito de pampa com sotaque
germânico que encanta visitantes o ano inteiro" é
um dos slogans adotados no material publicitário. A frase,
segundo o diretor de Desenvolvimento Econômico do município,
Gilson Brunquell, resume bem a impressão que o turista
leva da cidade. Os campos cobertos de araucárias, o pinhão,
as pousadas e hotéis-fazenda garantem fluxo turístico
no inverno e as cachoeiras, recantos e pesque-pagues são
atrativos no verão. Cada empreendedor arcou com R$ 200,00
para a edição do novo folder. Além do material
elaborado pelo Comtur, a Prefeitura vai reeditar outro folder
mostrando as belezas naturais do município. "Estes
materiais de propaganda serão utilizados em agosto, em
duas feiras, na capital catarinense", explica Brunquell.
Campo Alegre participa junto com São Bento do Sul, Rio
Negrinho e Corupá do Conselho Regional de Turismo Imperial
Dona Francisca. A intenção é divulgar um
pacote turístico regional para Santa Catarina e estados
vizinhos, além de São Paulo.
Cinco estrelas
Depois de conseguir figurar com a cotação de quatro
estrelas no Guia do Estudante da Editora Abril do ano passado,
engenharia de agrimensura da Universidade do Extremo Sul (Unesc),
de Criciúma, chegou ao topo em 2002. Na edição
deste ano voltada ao vestibular 2003, o curso subiu para cinco
estrelas e, ao lado do da Universidade Federal de Viçosa
(UFV), Minas Gerais, é o melhor entre os 10 cursos da
área no Brasil. Implantado em 1975, o curso conta hoje
com 100 alunos. É o único em funcionamento no Sul
do País. A citação no Guia foi recebida
com grande satisfação pelo coordenador do curso,
professor Vanildo Rodrigues. "Isso representa o reconhecimento
da comunidade externa com relação à qualidade
do corpo docente, da grade curricular e dos laboratórios",
afirma.
Agrobrusque
Criadores do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo
e Minas Gerais já tem presença confirmada na Agrobrusque
- 1ª Expofeira Nacional de Aves, Pequenos e Grandes Animais,
que será realizada em Brusque de 11 a 15 de setembro.
Segundo os organizadores, já estão 600 animais
bovinos de 18 raças, 80 eqüinos de oito raças,
100 ovinos de sete raças, além de mil aves e pequenos
animais. Integram a promoção exposições
e feiras de diversas espécies: Feira de Produtos Coloniais
e Artesanais Agrícolas, Feira Nacional de Aves e Pequenos
Animais, Feira de Arvores Frutíferas e Ornamentais, Expofeira
das Raças e Holandesa, Expofeira de Raças de Corte
e Mista, Feira Nacional e Leilão de cavalos, Expofeira
de Ovinos e Caprinos, Torneio Leiteiro Estadual e Feira Agroindustrial.
Cacique
Os índios da Reserva Duque de Caxias, que abrange os municípios
de José Boiteux, Vítor Meireles e Itaiópolis,
elegem neste domingo o novo cacique-presidente. São sete
pretendentes. Entre eles estão Iraci Nunk-foro José,
Lauro Juvei e Aniel Priprá, que já ocuparam o cargo.
Caso nenhum dos candidatos obtenha 50% mais um voto haverá
o segundo turno, que acontece no dia 1º de setembro. Também
no domingo acontece a eleição para o cargo de cacique-regional
das seis aldeias existentes na área indígena. Para
a função estão concorrendo 16 candidatos
no total. O professor José Ndilli é que foi escolhido
por consenso para ser o juiz eleitoral. Mil e cem eleitores estão
aptos a votar.
Frases
"Estamos em guerra.
Muita gente ainda não repassou os últimos reajustes" Adriano José Matias da Silveira, presidente do
Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo
de São José, sobre o sexto aumento dos combustíveis
este ano
Curtas
Ciência
O Colégio Marista Frei Rogério de Joaçaba
estará promovendo de 14 a 16 deste mês a Mostra
Científico Cultural envolvendo alunos da educação
infantil ao ensino médio. No dia 16 á partir das
9 horas fazendo parte do evento será realizado um seminário
que vai abranger com palestrantes das referidas áreas
assuntos como alimentos e contaminações, alimentos
transgênicos, alimentos orgânicos e a agricultura
na região. A mostra será realizada no salão
nobre do colégio.
Corte
O prefeito de Catanduvas, Emilio Albanil Rodrigues, determinou
que todas as secretarias devem fazer uma redução
de 20% na contratação de serviços terceirizados.
A medida foi adotada após uma análise que demonstrou
que no primeiro semestre deste ano o valor gasto com terceirizações
foi superior ao aplicado no mesmo período de 1999, o que
é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Caso o limite de gastos no final do exercício seja superior
do que o praticado em 1999, o prefeito será responsabilizado
e entre as penas previstas está o pagamento de multa de
30% sobre o seu salário anual.
Paped
Estão abertas até o dia 18 de setembro as inscrições
para o Programa de Apoio à Pesquisa em Educação
a Distância (Paped), oferecido pela Secretaria de Educação
a Distância (Seed/MEC) em conjunto com a Coordenação
de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
(Capes/MEC). Neste ano, o programa vai apoiar até dez
teses de doutorado e dez dissertações de mestrado
que tenham como foco o uso das tecnologias da informação
e comunicação na educação a distância.