Joinville         -          Domingo, 18 de Agosto de 2002         -          Santa Catarina - Brasil
 
 

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Pesquisas
- Veja as pesquisas eleitorais publicadas em edições anteriores. Em Breve.


Aviso
"Espaço do Candidato"

Serão divulgados, em 500 caracteres, nome, partido, região que representa e propostas do candidato a uma das 16 vagas à Câmara dos Deputados ou das 40 cadeiras à Assembléia Legislativa. Basta que envie o material para o e-mail politica@an.com.br, ou para o jornal A Notícia, caderno AN Eleições, rua Caçador, 112, bairro Atiradores, CEP 89.230-610, Joinville, Santa Catarina.




Pesquisa aponta
vitória de Amin

Governador venceria em 1º turno, segundo AN/Brasmarket. LHS tem 23% das intenções de voto

Joinville - Na última pesquisa antes do início do horário eleitoral em rádio e televisão, o governador e candidato à reeleição Esperidião Amin (PPB) mantém a liderança e a possibilidade de vencer a eleição ainda no primeiro turno. Conforma a pesquisa A Notícia/Brasmarket, Amin conta com 48% da intenção de voto, dez pontos percentuais acima da soma dos concorrentes. O levantamento foi realizado entre os dias 11 e 15 em 60 municípios de Santa Catarina. Com 2.394 entrevistas, a margem de erro é de 2%.
Na pesquisa estimulada, a segunda colocação é do ex-prefeito de Joinville Luiz Henrique da Silveira (PMDB), com 23%, um ponto acima do levantamento anterior, publicado no final de julho. Amin passou de 46% para 48%. A terceira colocação permanece com José Fritsch (PT), que cresceu de 8% para 10%. Sérgio Grando (PPS) ficou em quarto, com 4%. Gilmar Salgado (PSTU) atingiu 1%. Sem atingir 1%, Antônio Bello Júnior (PSB) ficou na lanterna. Outros 4% dos eleitores entrevistados afirmaram que votariam em branco ou anulariam o voto. O percentual de indecisos é de 10%. Na pesquisa anterior, os indecisos somavam 18% dos consultados.
A Brasmarket questionou a consolidação dos votos. Entre os eleitores de Luiz Henrique, 76% garantiu "certeza" no voto no candidato. O percentual é de 74% no caso de Amin e de 70% em relação a Fritsch. Menos da metade dos eleitores de Grando, 46%, atestaram certeza no voto. Entre os eleitores de Luiz Henrique e Fritsch, 15% afirmaram que podem mudar de candidato. No eleitorado de Amin, o percentual é de 16% e no caso de Grando, 41%.

Rejeição

Amin também lidera a pesquisa espontânea, na qual os eleitores não têm acesso aos nomes dos candidatos. O governador atingiu 30% nessa modalidade, seguido por Luiz Henrique, com 16%. Fritsch foi citado por 6% dos entrevistados e Grando ficou com 4%. Os demais candidatos não atingiram 1%.
O ranking da rejeição é liderado por Amin, com 15%. Na segunda posição, ocorre empate técnico entre Fritsch (9%), Luiz Henrique e Grando, ambos com 8%. Os outros dois candidatos não atingem 5% de rejeição e metade dos eleitores entrevistados não souberam responder a pergunta ou afirmaram não rejeitar nenhum dos candidatos.

  • Veja a pesquisa no final desta página.


PMDB e PFL
lideram ao Senado

Bornhausen e Maldaner somam maiores índices em pesquisa

Joinville - O deputado estadual Paulo Bornhausen (PFL) e o senador candidato à reeleição Casildo Maldaner (PMDB) estão na liderança na disputa pelas duas vagas ao Senado. Em relação à pesquisa A Notícia/Brasmarket publicada no final do mês passado, Bornhausen cresceu de 31% para 33% na preferência do eleitorado, que terá a possibilidade de votar em dois nomes para o Senado no dia 6 de outubro. O peemedebista manteve 26% e a segunda colocação. O terceiro colocado é o ex-prefeito de Balneário Camboriú, Leonel Pavan (PSDB), com 16%, dois pontos percentuais acima do levantamento anterior.
Na quarta posição, empate técnico entre o deputado federal Hugo Biehl (PPB) e o ex-deputado Milton Mendes (PT): 13% a 12%, respectivamente. A deputada estadual Ideli Salvatti (PT) recebeu 10% das indicações de voto. Nenhum dos outro cinco candidatos chegou a 3% das lembranças.
Paulo Bornhausen, com 19%, também tem a preferência como "primeiro voto". Casildo é o segundo com 15% e Pavan tem 8%. Hugo Biehl foi indicado por 6% dos entrevistados e os petistas Milton e Ideli obtiveram 5% cada um. Mais de um terço dos entrevistados, 34%, não soube indicar nenhum nome, e 4% anularia ou votaria em branco.
Embora ocupa a sexta colocação na pesquisa ao Senado, Ideli tem o índice mais alto de voto consolidado, com 83% do seus eleitores garantindo que não pretendem mudar o voto. Esse índice de consolidação é de 71% no caso de Pavan e Milton e de 70% em relação a Casildo. Paulo Bornhausen tem 67% de consolidação de votos entre seus eleitores e Hugo Biehl, 63%. Esses percentuais são referentes ao primeiro voto ao Senado.


Lula amplia a preferência entre eleitores catarinenses

Poucas mudanças na disputa pelo Palácio do Planalto. A queda de Luiz Inácio Lula de Silva (PT) foi estancada e o candidato mantém a liderança com folga na disputa para a Presidência da República, entre o eleitorado de Santa Catarina. Lula caiu nas pesquisas de junho e julho e agora, com crescimento de dois pontos percentuais, está com 37% da preferência do eleitorado catarinense. São 27 pontos percentuais acima do recebido pelo candidato petista ao governo do Estado, José Fritsch.
Ciro Gomes (PPS) manteve a segunda colocação com o mesmo percentual observado em julho, 24%. Além dos demais partidos da Frente Trabalhista, PDT e PTB, o candidato tem o apoio de grande parte do PFL do senador Jorge Bornhausen em Santa Catarina. O candidato do PPS ao governo estadual, Sérgio Grando, tem 4% da intenção de voto na pesquisa AN/Brasmarket.
Mesmo com o apoio dos dois líderes na pesquisas para o governo estadual, Esperidião Amin (PPB) e Luiz Henrique da Silveira (PMDB), José Serra (PSDB) enfrenta dificuldades para crescer em Santa Catarina. O candidato governista à Presidência tem 12% da preferência do eleitorado, exatamente o mesmo percentual do último levantamento. Anthony Garotinho (PSB) foi indicado por 5% dos eleitores entrevistados. Os demais candidatos não atingiram 1%. O índice de indecisos é de 18% e 4% afirmaram que votariam em branco ou anulariam o voto.
Com 30%, Lula lidera também a pesquisa espontânea (entrevistados não têm acesso ao nome dos candidatos), seguido por Ciro, com 17%. Serra tem 8% e Garotinho 3%.
Lula está na dianteira na rejeição. Um quarto dos eleitores, 25%, afirmaram que não votariam no candidato do PT em "hipótese alguma". Garotinho e Serra, com 18% e 17% respectivamente, dividem a segunda colocação no ranking da rejeição. O índice para Ciro é de 8%.


Voto impresso
em três municípios

Eleitores de Balneário Camboriú, Laguna e Brusque vão testar neste ano o novo modelo de urna

Fabrício Rodrigues
Especial para A Notícia

Florianópolis - Os municípios de Balneário Camboriú, Laguna e Brusque serão os primeiros de Santa Catarina a testarem nestas eleições as urnas eletrônicas com módulo impressor de voto. A novidade é uma sugestão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para garantir a eficiência e a segurança da votação eletrônica.
Em Santa Catarina, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) irá disponibilizar um total de 463 urnas impressoras de voto para estas cidades, que totalizam 142,9 mil eleitores, ou 3,75% do colégio eleitoral catarinense. A escolha dos municípios a testarem a nova tecnologia é explicada por questões históricas, turísticas e de pioneirismo, informa o coordenador de Eleições do TRE, Gonsalo Ribeiro.
O pioneirismo se deve a Brusque, cidade onde o TRE realizou pela primeira vez eleições informatizadas, no início da década de 90, em pleitos internos da Justiça Eleitoral. Em 1996, com a utilização da urna eletrônica nas eleições municipais para prefeito e vereador, a cidade do Vale repetiu o pioneirismo. A escolha de Balneário Camboriú se explica pelo fato da cidade ser a que mais atrai turistas no Estado. Laguna foi eleita pela importância histórica de Anita Garibaldi e das batalhas que levaram à proclamação da República Juliana.
Nestes municípios, o eleitor terá a oportunidade de conferir no "espelho" do voto todos os candidatos que escolheu na urna eletrônica, embora não possa ter contato físico com o papel impresso. Caso o eleitor discorde, ele poderá cancelar o processo e reiniciar a votação para todos os seis cargos. Este procedimento só poderá ser feito duas vezes e, se for solicitado mais um cancelamento aos mesários, o eleitor terá que votar em cédula.
Apenas 3% do total de votos serão recontados pelos espelhos, no dia seguinte às eleições, e a escolha das urnas a serem abertas será definida em sorteio. Oito turmas com quatro funcionários, coordenadas pelo juiz eleitoral do município, serão as responsáveis pela recontagem dos votos. No final de julho, o TRE fez demonstrações práticas da urna impressora nos três municípios.
A logística das eleições em toda Santa Catarina vai demandar um contingente de aproximadamente 15 mil urnas, dos modelos 1996, 1998, 2000 e 2002. Mas duas mil destas (cerca de 15% do total) deverá ficar à disposição da Justiça Eleitoral para substituição em casos de falhas dos aparelhos e também para os eleitores que forem justificar o voto.
De acordo com dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), serão utilizadas aproximadamente 400 mil urnas eletrônicas em todo o país, sendo que cada uma delas tem custo de R$ 1 mil.
A legislação eleitoral prevê que a impressão do voto seja adotada em todos os municípios brasileiros a partir das eleições para prefeito e vereador, em 2004. Neste ano, o Distrito Federal e o Sergipe já terão 100% das seções eleitorais equipadas com as urnas que imprimem o voto.


Resultado deve
sair até meia-noite do
dia 6 de outubro

Florianópolis - O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC) espera concluir até a meia-noite do dia 6 de outubro a totalização dos 3,8 milhões de votos do Estado. Com isso, o trabalho não deverá durar mais do que sete horas, já que a apuração inicia a partir do momento em que o prazo para votação se encerrar, às 17 horas. Para o coordenador de Eleições do Tribunal, Gonsalo Ribeiro, a maioria das cidades já deverá ter suas urnas contabilizadas horas antes do prazo estimado.
Nos municípios que utilizarem urna eletrônica com voto impresso - Balneário Camboriú, Laguna e Brusque -, a Justiça Eleitoral fará no dia seguinte às eleições um trabalho de conferência do "espelho do voto", o papel que contém a escolha do eleitor impressa. Apenas 3% das urnas destas cidades serão verificadas e a escolha será feita por sorteio.
O coordenador afirma que, mesmo se houver alguma discrepância entre o espelho e o que foi contabilizado na urna eletrônica, o resultado das eleições não será alterado. "A não ser que a diferença seja significativa e possa interferir no resultado", comenta. A Justiça Eleitoral, porém, acredita que o sistema informatizado de eleição é seguro.

Cédulas

O TRE mandou confeccionar um total de 500 mil cédulas de votação, para casos de emergência como falha mecânica nas urnas. Isto corresponde a aproximadamente 15% do número de eleitores catarinenses. Para Ribeiro, a substituição de uma urna eletrônica pelo voto em cédulas só ocorrerá em casos de falha irreversível do equipamento. Há também a opção de substituir estas por outras urnas eletrônicas, já que o contingente de reserva é de aproximadamente 2 mil urnas.
"Na última eleição, trabalhamos com quase 14 mil urnas e apenas oito delas tiveram que ser trocadas por cédulas", comenta o coordenador. Estas urnas têm uma autonomia elétrica de 12 horas, o que deve evitar imprevistos como falta de luz ou queda de energia na seção eleitoral. (FR)


Corrida presidencial
esquenta debates

Crescimento econômico é unanimidade entre candidatos

Jefferson Saavedra

Joinville - Precoce e cada vez mais apaixonada, como convém a um país do Terceiro Mundo, a eleição presidencial de 2002 domina como nunca os debates sobre os rumos do País. Os oito anos da era FHC consolidaram a inevitabilidade da internacionalização da economia, a necessidade de políticas compensatórias como mecanismos de distribuição de renda e a racionalidade na administração pública.
Os objetivos podem não ter sido atingidos, mas nenhum dos candidatos com chances de alcançar o Palácio do Planalto chega a mostrar caminhos radicalmente diferentes. Todos apontam a obviedade do crescimento econômico como a panacéia para o desemprego, concentração de renda e miserabilidade de expressiva parcela da população. Como vamos "crescer" é o diferencial entre os pretendentes a substituir Fernando Henrique Cardoso.
Nesse momento, as pesquisas se encarregaram de apontar apenas três dos seis candidatos com viabilidade de chegar ao segundo turno. A foto de Luiz Inácio Lula da Silva estampada nas urnas eletrônicas no dia 27 de outubro (data do segundo turno) seria quase uma certeza e faltaria apenas indicar seu concorrente, Ciro Gomes (PPS) ou José Serra (PSDB). O tucano está praticamente empatado como o quarto colocado, Anthony Garotinho (PSB), mas dispõe de mais tempo na televisão, um leque ainda amplo de aliados e, principalmente, é o candidato do governo. Os candidatos da extrema-esquerda, José Maria de Almeida (PSTU) e Rui Pimenta (PCO), não têm qualquer chance.
Qualquer que seja o eleito, terá um mandato difícil. As reformas necessárias, da Previdência e tributária - nessa ordem - demandam uma capacidade de diálogo impressionante. Os passivos, acompanhado da previsão de queda de receitas, serão ainda mais dolorosas. E tudo isso com 115 milhões de eleitores cobrando as promessas que estão sendo assistidas nesse momento. (JS)


Os perfil
Conheça um pouco mais dos candidatos que disputam a vaga ocupada hoje por Fernando Henrique Cardoso

Presidente da República

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Coligação Lula Presidente (PT/PMN/PC do B/PL)

O líder máximo do PT nunca teve chance tão real de chegar à Presidência. Aos 56 anos de idade, Lula lidera as pesquisas. O ex-metalúrgico se convenceu de que o rigor ideológico nas campanhas de 89, 94 e 98 jamais surtiria efeito. Passou a adotar uma postura mais conciliatória e chegou a se aliar a um partido de direita, o PL, para ter um empresário como vice, na tentativa de afastar os temores da classe média. Promete modificar o "eixo" de desenvolvimento do País, privilegiando a produção à "especulação". Pode representar a primeira vitória da esquerda em eleição presidencial do País.
Vice: José Alencar (PL). Dono da Coteminas, um dos maiores conglomerados têxteis do País, é senador em Minas Gerais e defensor da indústria nacional.

Ciro Gomes (PPS)
Coligação Frente Trabalhista (PPS/PDT/PTB)

Candidato à Presidência pela segunda vez - ficou em 3º quatro anos atrás -, Ciro Gomes ocupa a segunda colocação nas pesquisas e tem chances de chegar ao 2º turno, apesar do bombardeio que tem recebido desde o crescimento na intenção de votos. Alicerça a campanha na necessidade da reforma tributária e da Previdência, redução da taxa de juros e fim da dependência do capital especulativo externo. Promete se utilizar de mecanismos de consulta popular, como plebiscitos, para definir os rumos do mandato. Seus adversários apontam a proposta como "anti-democrática" por ofender as instituições. Conta com a adesão de parte significativa do PFL e tem na namorada, a atriz Patrícia Pillar, o principal cabo eleitoral.
Vice: Paulo Pereira da Silva (PTB) - Presidente da Força Sindical, central nascida para se contrapor à CUT, Paulinho já foi militante de esquerda e hoje defende o sindicalismo de resultados.

José Serra (PSDB)
Coligação Grande Aliança (PMDB/PSDB)

O senador José Serra tenta reverter no horário eleitoral a queda nas pesquisas. Líder estudantil na juventude, foi ministro de Fernando Henrique e teve de enfrentar adversários como Paulo Renato e Tasso Jereissati para ficar com a vaga de candidato do PSDB. Não chega a se identificar totalmente com a política econômica de FHC, mas pretende manter as linhas mestras do atual presidente. A partir delas, pretende implantar um novo ciclo de desenvolvimento. Quanto aos investimentos sociais, usa como exemplo sua atuação no Ministério da Saúde.
Vice: Rita Camata (PMDB) - Depois de várias desistências, restou ao PMDB indicar a deputada federal pelo Espírito Santo. Ainda não surtiu efeito nas pesquisas como agregadora de votos.

Rui Costa Pimenta (PCO)

De extrema-esquerda, o nanico Partido da Causa Operária promove acampamentos para discutir a Revolução Cubana e o futuro do marxismo e adota lemas como "Quem bate cartão, não vota em patrão". Rui Costa Pimenta acusa o PT de estar se "decompondo" politicamente. Prega a revolução socialista e defende salário mínimo de R$ 1,5 mil.
Vice: Pedro Paulo de Abreu Pinheiro (PCO). Servidor público federal.

José Maria de Almeida (PSTU)

À esquerda do PT, o PSTU é socialista e revolucionário. Acusa o PT de não passar de reformista e adota refrões do tipo "Contra Burguês, vote 23". Zé Maria é contra Alca, FMI, bancos, empreiteiras e tem uma agenda totalmente estatizante. O aumento imediato dos salários seria possível, porque os custos com mão-de-obra nas empresas não passam de 10% do total de despesas dos empresários. Nas eleições presidenciais de 1998, ficou com 0,3% dos votos válidos.
Vice: Dayse Oliveira Gomes (PSTU). Professora.

Anthony Garotinho (PSB)
Coligação Frente Brasil Esperança (PSB-PGT-PTC)

O candidato, que já esteve em segundo nas pesquisas, passa agora parte da campanha garantindo que não desiste. Anthony Garotinho ingressou no PSB no ano passado justamente para disputar a Presidência. Aos 42 anos de idade, Garotinho foi radialista e deputado estadual aos 26 anos, de onde saiu para ocupar dois mandatos - não consecutivos - na Prefeitura de Campos. Na primeira campanha ao governo do Rio, em 94, quase teve o braço decepado em um acidente. O episódio o converteu à Igreja Presbiteriana. Chegaria ao governo fluminense em 98. Usa o mandato de governador como indicativo do que poderia fazer caso eleito presidente e faz uma campanha com promessas populistas.
Vice: José Antônio Figueiredo de Almeida Silva (PSB) - Garotinho tentou outros nomes, mas acabou ficando com o deputado federal pelo Maranhão.

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Pesquisa
Confira os números para a Presidência da República e para o Senado em SC

Presidência da república

Se as eleições fossem hoje e os candidatos fossem estes, em quem você votaria?
(estimulada)

Nome / abril / maio / junho / julho / agosto
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) / 40.7 / 47 / 37 / 35 / 37
José Serra (PSDB) / 21.5 / 18 / 19 / 12 / 12
Ciro Gomes (PPS) / / 9.2 / 10 / 16 / 24 / 24
Anthony Garotinho (PSB) / 11 / 7 / 7 / 5 / 5
José Maria de Almeida (PSTU) / 1 / *
Rui Costa Pimenta (PCO) / - / *
Votaria em branco / / 1
Anularia o voto / / 3
Não sabe/não respondeu / 18

Rejeição
Dos candidatos a Presidência, em qual deles você não votaria em hipótese alguma?

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 25
José Serra (PSDB) 17
Ciro Gomes (PPS) 8
Anthony Garotinho (PSB) 18
José Maria de Almeida - Zé Maria (PSTU) 3
Rui Costa Pimenta (PCO) 3
Nenhum deles/não tem antipatia 11
Não sabe/Não respondeu 14


Onze tentam
vaga ao Senado

Joinville - Onze candidatos disputam as duas vagas ao Senado. O mandato de Jorge Bornhausen (PFL), eleito em 1998, se encerra somente em 2006. Até o momento, as pesquisas apontam apenas seis candidatos com maiores possibilidades de eleição. Os deputados estaduais Paulo Bornhausen (PFL) e Ideli Salvatti (PT); o senador candidato à reeleição Casildo Maldaner (PMDB); o ex-prefeito de Balneário Camboriú Leonel Pavan (PSDB); o deputado federal Hugo Biehl (PPB); e o ex-deputado Milton Mendes (PT).
Ainda concorrem Evaldino Leite (PSD); Gerson Basso (PV); Carlos Rogério Müller e Viviani Remor, ambos pelo PSTU; e Elisiani Schmidt Sanches (PPS). Em 1994, quando também estavam em jogo duas vagas, concorreram oito candidatos.
Nos levantamentos de intenção de votos, o Senado apresenta o maior número de indecisos. De acordo com os candidatos, a indecisão é motivada pelo fato de que grande parte do eleitorado desconhece que duas vagas em estão em jogo: a maioria tem ainda apenas um candidato.
Cada Estado da Federação conta com três vagas no Senado. Nestas eleições, a renovação será de dois terços (equivalente a duas vagas). No próximo pleito, uma vaga será renovada, pois o mandato do senador é de oito anos. Enquanto Jorge Bornhausen tem mais quatro anos e Casildo Maldaner tenta a reeleição, Geraldo Althoff (PFL), suplente que assumiu o cargo com a morte de Vilson Kleinübing, não disputa nenhum cargo eletivo em 2002.
Além da prerrogativa de processar as mais altas autoridades da República, o Senado é responsável pela autorização de operações de financiamento externo. Como todos os presidenciáveis prometem reformas profundas, como mudanças tributárias e na Previdência Social, o Senado terá participação decisiva nos rumos do novo governo. A imagem da Senado ficou desgastada com a cassação de Luiz Estevão e as renúncias de Antônio Carlos Magalhães e de José Roberto Arruda no ano passado. (JS)

Senado

Primeiro voto e segundo voto
(Múltipla Somada)

Casildo Maldaner (PMDB) / 26
Paulo Bornhausen (PFL) / 33
Leonel Pavan (PSDB) / 16
Ideli Salvatti (PT) / 10
Milton Mendes de Oliveira (PT) / 12
Hugo Biehl (PPB) / 13
Gerson Basso (PV) / 1
Elisiani Schmidt Sanches (PPS) / 2
Carlos Rogério Muller (PSTU) / 1
Viviane Bleyer Remor (PSTU) / 2
Evaldino Leite (PSD) / 1
Votaria em branco / 3
Anularia o voto / 6
Não sabe/não respondeu / 74

Nas eleições para senador você pode dar dois votos. Se as eleições fossem hoje, em quem você votaria no PRIMEIRO VOTO?
(Estimulada)

Casildo Maldaner (PMDB) 15
Paulo Bornhausen (PFL) 19
Leonel Pavan (PSDB) 8
Ideli Salvatti (PT) 5
Milton Mendes de Oliveira (PT) 5
Hugo Biehl (PPB) 6
Gerson Basso (PV) 1
Elisiani Schmidt Sanches (PPS) 1
Carlos Rogério Muller (PSTU) 1
Viviane Bleyer Remor (PSTU) 1
Evaldino Leite (PSD) 1
Votaria em branco 1
Anularia o voto 3
Não sabe/não respondeu 34

E no SEGUNDO VOTO, em quem você votaria, chamando a sua atenção para o fato de não poder repetir o mesmo nome do 1º voto?
(Estimulada)

Casildo Maldaner (PMDB) 11
Paulo Bornhausen (PFL) 14
Leonel Pavan (PSDB) 8
Ideli Salvatti (PT) 5
Milton Mendes de Oliveira (PT) 7
Hugo Biehl (PPB) 7
Gerson Basso (PV) 1
Elisiani Schmidt Sanches (PPS) 1
Carlos Rogério Muller (PSTU) 1
Viviane Bleyer Remor (PSTU) 1
Evaldino Leite (PSD) *
Votaria em branco 2
Anularia o voto 3
Não sabe/não respondeu 40


Agenda dos candidatos ao governo para domingo

Antônio Bello Júnior (PSB)
Fé no Brasil (PSB/PSD)

  • Na parte da manhã participa de encontro da Escola Dominical na Igreja Presbiteriana em Joinville
  • À tarde, reúne-se com lideranças do bairro Bom Retiro, em Joinville
  • À noite, a partir das 19h30, participa de culto na Igreja Assembléia de Deus Central em Joinville

Esperidião Amin (PPB)
Santa Catarina Melhor (PPB/PFL/PSL/PRTB/PST/PT do B)

  • Sem agenda política neste domingo.

Gilmar Salgado (PSTU)

  • Grava programa de rádio, em Florianópolis, para ao horário eleitoral gratuito.

José Fritsch (PT)
Frente Popular (PT/PL/PC do B/PMN)

Grava programa de rádio, em Florianópolis, para ao horário eleitoral gratuito.

Luiz Henrique da Silveira (PMDB)
Por Toda Santa Catarina (PMDB/PSDB)

  • 10 horas - Visita a Bom Jardim da Serra e encontro com lideranças do PMDB/PSDB
  • 14 horas - Visita a Urubici e encontro com lideranças do PMDB/PSDB
  • 18 horas - Visita a Bom Retiro e encontro com lideranças do PMDB/PSDB

Sérgio Grando (PPS)
Frente Ecológica Popular (PPS/PV/PSDC)

  • Não forneceu agenda.

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Pesquisas anteriores
- Veja as pesquisas eleitorais publicadas em edições anteriores. Em Breve.

Manchetes AN
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14/08 - Planos de governo saem na semana que vem
13/08 - FHC falará com presidenciáveis
12/08 - TRE restringe uso de propaganda em postes
11/08 - Candidatos têm perfil diferente de eleitores

Leia também

AN amplia
cobertura eleitoral

AN Eleições priorizará discussão de programas de governo

Joinville - A cobertura eleitoral do jornal A Notícia será ampliada e centralizada no caderno AN Eleições, que passa a circular diariamente a partir deste domingo. Serão oito páginas dedicadas à cobertura da disputa eleitoral em Santa Catarina e em todo o País.
O caderno priorizará a apresentação e discussão dos programas de governo dos seis candidatos ao Palácio Santa Catarina e textos de serviço ao eleitor catarinense. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasmarket apontará as áreas consideradas prioritárias para os catarinenses no futuro governo. Os programas de governo serão detalhados a partir dessas necessidades indicadas pelo cidadão catarinense.
O leitor também encontrará no AN Eleições informações relacionadas à campanha em todas as regiões no Estado, à agenda dos candidatos ao governo e às decisões da Justiça Eleitoral.


Divulgação no "Espaço do Candidato"

Os candidatos a deputado federal e estadual terão uma seção especial para apresentar suas propostas de trabalho. No "Espaço do Candidato" serão divulgados, em 500 caracteres, nome, partido, região que representa e propostas do candidato a uma das 16 vagas à Câmara dos Deputados ou das 40 cadeiras à Assembléia Legislativa. Basta que envie o material para o e-mail politica@an.com.br, ou para o jornal A Notícia, caderno AN Eleições, rua Caçador, 112, bairro Atiradores, CEP 89.230-610, Joinville, Santa Catarina.
Os programas eleitorais gratuitos no rádio e na televisão, que iniciam neste dia 20, serão comentados pelo jornalista Celso Machado na coluna "No Ar".


No Ar
Celso Machado

Ou vai, ou racha

Luiz Henrique da Silveira (PMDB/PSDB) abre nesta terça-feira o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão dos candidatos ao governo do Estado. Inversamente a índices revelados por institutos de pesquisas, LHS começa em vantagem sobre seu suposto maior rival, Esperidião Amin (PPB/PSL/PST/PFL/PRTB e PT do B), o último do dia a falar. O ex-prefeito de Joinville terá 28 segundos a mais por causa da representatividade parlamentar da coligação: 6m29seg contra 6m1seg. Vale comparação com a Fórmula 1: não raro, vantagem assim é certeza de bandeirada. Mas já se provou que o horário eleitoral também pode levar candidatos a sucessivos pit stops não previstos. Tanto pode alavancar como enterrar uma candidatura. E isso vale para todos. José Fritsch (PT/PL/PMN e PC do B) tem o terceiro melhor tempo: 3m27seg. Antônio Bello Júnior (PSB/PSD), 1m40seg; e Sérgio Grando (PPS/PSDV e PV), muito mais cabo eleitoral de Ciro Gomes que candidato, 1m13seg. Gilmar Salgado (PSTU) terá 1m06seg.

Congestionado
Jaraguá do Sul, com cerca de 76 mil eleitores, é um dos municípios com maior densidade de candidatos por metro quadrado. Sete disputam a Assembléia Legislativa pelo PSDB, PFL, PPB, PT, PTB, PMDB e PPS. Outros dois postulam a Câmara dos Deputados pelo PSDB e PT, numa frenética procura por patrocinadores. A penúria financeira da maioria deixa empresários gráficos com um pé atrás.

Invasão
A região também sofre grande assédio de candidatos de partidos lançados por Joinville e São Bento do Sul. A proximidade destes municípios facilita a presença deles que, em alguns casos, chegam a ter mais apoio de políticos locais que os candidatos da cidade. Essa é umas das razões de não ter vingado reedição de campanha pelo voto útil encabeçada pela Associação Comercial e Industrial de Jaraguá do Sul.


Eleitor escolherá 6 candidatos

Dificuldade com número de toques preocupa a Justiça

Joinville - A definição dos rumos do País e de Santa Catarina nas urnas neste ano exigirá um esforço a mais do eleitor. Serão, ao todo, 25 toques na urna eletrônica para escolher e confirmar o voto para presidente da República, governador do Estado, dois senadores, deputado federal e deputado estadual. Ao todo, 470 candidatos disputam a eleição em Santa Catarina, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Preocupada com a possibilidade de dificuldades e atrasos no dia da votação, a Justiça Eleitoral está estimulando o uso da "cola" para auxiliar o eleitor na hora de lembrar o número de seus candidatos. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também decidiu mudar as cabines de votação nesta eleição. O TSE vai mandar aos TREs do Brasil cabines com 90 centímetros de altura e 38 centímetros nas laterais. Os modelos utilizados até 2000 mediam aproximadamente 55 cm de altura e 25 cm nas laterais. "É uma forma de dar mais segurança ao eleitor na hora da votação", adianta o coordenador de Eleições do TRE catarinense, Gonsalo Ribeiro.

Inovação

Outra novidade será o uso de urnas eletrônicas com módulo impressor de voto, com o objetivo de atestar a segurança do processo informatizado de votação. Em Santa Catarina, eleitores de três municípios terão acesso à inovação: Brusque, Laguna e Balneário Camboriú. Nestas urnas são computados apenas os votos em todos os candidatos. No caso do eleitor escolher apenas parte dos cargos, o voto será anulado. Após digitar o número de todos os candidatos, o voto do eleitor é impresso, confirmado, se os dados checarem, e direcionado, eletronicamente, a uma urna acoplada. Depois, a Justiça vai conferir os votos registrados pela urna e os impressos.
Mais de 72 mil pessoas vão trabalhar nestas eleições, segundo estimativas do Tribunal Regional Eleitoral, que centraliza em Florianópolis todos os julgamentos referentes ao processo eleitoral.


Voto feminino
em alta em SC

O voto feminino ganhou força nestas eleições. As mulheres representam a maioria do contingente de eleitores no Brasil e em Santa Catarina. Dos 115.271.753 milhões de eleitores no País, 58.610.906 são mulheres, representando 50,84%, e 56.443.272 são homens. Em Santa Catarina, dos 3.817.977 eleitores aptos a votar, 1.910.887 são mulheres e 1.907.077, homens.
Os jovens, na faixa etária dos 16 aos 34 anos, totalizam 1.720.025 eleitores catarinenses. Segundo o TRE, o número de solteiros chega a 1,9 milhão, enquanto que os casados somam 1,7 milhão. O restante se divide em viúvos, separados e divorciados.


Disputa ao
governo inicia
polarizada

Seis candidatos brigam pelo Palácio SC, mas o PPB de Amin e o PMDB de LHS lideram pesquisas

Jefferson Saavedra

Joinville - Mais de 3,8 milhões eleitores de Santa Catarina estão habilitados a participar da primeira eleição estadual do século 21. O futuro governador tem o desafio de ampliar para todos os catarinenses as benesses da qualidade de vida destaque no País: cerca de 15% da população ainda está abaixo da linha de pobreza, sobrevivendo com menos de R$ 80 mensais.
Desde 1982, as eleições para o governo do Estado podem ser resumidas no confronto entre o PMDB de um lado e o hoje PPB de Esperidião Amin e o atual PFL de Jorge Bornhausen de outro. Naquele ano, Amin foi eleito o sucessor de seu aliado Bornhausen, derrotando o peemedebista Jaison Barreto. Nas eleições de 1986, chegava a vez do PMDB, com a vitória de Pedro Ivo Campos. Amin preferiu lançar Amílcar Gazaniga para sua sucessão e o recém-criado PFL de Bornhausen foi de Vilson Kleinübing. No entanto, mesmo se somadas as votações de Gazaniga e Kleinübing, deu Pedro Ivo.
Quatro anos depois, Amin e Bornhausen estiveram juntos novamente e elegeram Vilson Kleinübing. Em 1994, novo racha entre os dois caciques: Amin se lançou à Presidência e quis fazer a mulher, Angela, como sucessora. Bornhausen concorreu ele mesmo ao Palácio Santa Catarina. O pefelista fez apenas 240 mil votos, mas ajudou a eleger Paulo Afonso Vieira (PMDB) no segundo turno contra Angela. Quatro anos depois, Amin e Bornhausen estariam novamente juntos: Amin venceria Paulo Afonso e Bornhausen voltaria ao Senado.
Nesta eleição, as pesquisas apontam novamente Amin e o PMDB, com o ex-prefeito de Joinville, Luiz Henrique da Silveira, na duas primeiras colocações. De acordo com os levantamentos divulgados até agora, Amin pode vencer a disputa ainda no primeiro turno, embora os peemedebistas apostam no horário eleitoral gratuito para reverter o prognóstico.
O ex-prefeito de Chapecó José Fritsch é a nova tentativa do PT de tentar acabar com a polarização entre PPB-PFL e o PMDB. Os petistas sonham na transferência da intenção de votos de Lula - o líder nas pesquisas para a eleição presidencial no Brasil e no Estado - para Fritsch, o que colocaria o partido no segundo turno. Os demais candidatos são Sérgio Grando, pelo PPS, Gilmar Salgado (PSTU) e Antônio Bello Júnior (PSB).

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A pesquisa
Os números do levantamento de A Notícia/Brasmarket ao governo do Estado, Presidência da República e ao Senado

Governo do Estado

Se as eleições fossem hoje e os candidatos estes, em quem você votaria?
(estimulada)

Nome / abril / maio / junho / julho agosto
Esperidião Amin (PPB) / 49 / 51 / 48 / 46 / 48
Luiz Henrique da Silveira (PMDB) / 20.2 / 20 / 23 / 22 / 23
José Fritsch (PT) / 9 / 9 / 10 / 8 / 10
Sérgio Grando (PPS) / 4.4 / 6 / 3 / 3 / 4
Gilmar Salgado (PSTU) / * / 1 /
Antônio Bello Júnior (PSB) / * / *
Votaria em branco / 1
Anularia o voto / 3 /
Não sabe/não respondeu / 10

Se as eleições fossem hoje, em quem você votaria para governador de Santa Catarina?
(espontânea)

Esperidião Amin (PPB) 30
Luiz Henrique da Silveira (PMDB) 16
José Fritsch (PT) 6
Sergio Grando (PPS) 2
Gilmar Salgado (PSTU) *
Antonio Bello Junior (PSB/PSD) *
Votaria em branco 1
Anularia o voto 4
Não sabe/não respondeu / 41

Voto Consolidado

Luiz Henrique da Silveira (PMDB)

Tem certeza de que votará no candidato / 76
Certamente votara no candidato 8
Talvez mude de candidato 15
Não sabe/não respondeu / 1

Esperidião Amin (PPB)

Tem certeza de que votará no candidato / 74
Certamente votará no candidato 9
Talvez mude de candidato 16
Não sabe/não respondeu / 1

Sérgio Grando (PPS)

Tem certeza de que votara no candidato / 46
Certamente votara no candidato 10
Talvez mude de candidato 41
Não sabe/não respondeu / 2

José Fritsch (PT)

Tem certeza de que votara no candidato / 70
Certamente votara no candidato 9
Talvez mude de candidato 15
Não sabe/não respondeu / 6

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Rejeição
Dos candidatos a governador, em quem você não votaria em hipótese alguma?

Esperidião Amin (PPB) / 15
Luiz Henrique da Silveira (PMDB) 8
José Fritsch (PT) 9
Sérgio Grando (PPS) 8
Gilmar Salgado (PSTU) / 5
Antonio Bello Junior (PSB/PSD) 4
Nenhum deles/não tem antipatia / 22
Não sabe/não respondeu / 28

 
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