Joinville         -          Domingo, 7 de Julho de 2002         -          Santa Catarina - Brasil
 
 

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Copa 2002/Penta
Veja a comemoração no Brasil e no mundo. A primeira Copa do milênio é nossa. COPA_2002






Penta e pesquisa
podem reerguer o JEC

Amor pelo clube é mote para a captação de apoio financeiro

Wagner Baggio

Joinville - A conquista da Copa do Mundo pelo Brasil na Coréia/Japão resgatou a auto-estima do torcedor brasileiro e pode, na onda dos festejos, ajudar clubes como o Joinville a reencontrar o caminho do sucesso.
Na atual fase de convencimento aos patrocinadores de investir no clube, a vitória da Seleção Brasileira está caindo como uma luva, apesar do Joinville ter se dado mal no primeiro semestre depois da eliminação precoce da Copa Sul-Minas e do Campeonato Catarinense. Mas não é apenas o sucesso da Seleção que está servindo de argumento. Dois meses antes do início da Copa, quando o pentacampeonato era apenas um sonho, pesquisa realizada em Joinville revelou que 77,8% dos joinvilenses apreciam futebol, 91,1% acreditam que um bom time valoriza a cidade e que 86,9% acham importante a existência do Joinville Esporte Clube. Hoje, a pesquisa poderia captar opiniões mais ufanistas.
O amor da cidade pelo time de futebol e a elevação da auto-estima do torcedor com a conquista do penta estão levando a diretoria a creditar ainda mais num plano de trabalho batizado de "Coalizão Empresarial", em que donos de negócios da cidade injetariam dinheiro no clube estimulados por fatores como satisfação do trabalhador, orgulho, lazer, promoção do nome da cidade e agregação de valor aos produtos.
O que os empresários teriam em troca pelo dinheiro aplicado no clube? Segundo um dos coordenadores do programa, Jairo Anelo, além das "vantagens sociais" (satisfação do povo, orgulho, promoção da cidade...) os empresários teriam como contrapartida espaço publicitário no estádio e ingressos para distribuir ou vender com preços acessíveis a seus empregados.
Neste campo, a pesquisa descobriu que alguns fatores como preço, segurança e conforto da televisão impedem ou concorrem para o torcedor ficar em casa. O mais citado é o preço do ingresso, que varia de competição e categoria de R$ 5 a R$ 35.
Um dos tabus que a pesquisa conseguiu romper foi uma alegada dúvida sobre o apego do torcedor, e até empresários, pelo JEC. A grande maioria, ou 86,9%, disse que acha importante a existência do JEC. Diante da pergunta sobre aprovação, ou não, a uma decisão de empresa onde atua patrocinar o JEC, 69,4% disseram que aprovariam tal decisão.
A avaliação, pela diretoria do Joinville, é que os números foram muito melhores do que imaginavam e que, agora, o desafio é vender o produto. A fórmula é simples. Para um período de 20 meses, tempo que resta da gestão da atual diretoria, 120 empresas comprariam cotas de valores variáveis que renderiam ao clube cerca de R$ 200 mil/mês. Nos próximos 15 dias o pacote precisa estar fechado. "Estamos otimistas. Já fizemos várias reuniões e temos cerca de 60 adesões", revelou esta semana o superintendente Jairo Anelo.


Nova vitória
garante vaga
ao Flamengo

Fortaleza - Uma vitória do Flamengo neste domingo, contra o Goiás, às 16h, no Estádio Castelão, em Fortaleza, no Ceará, pela primeira fase da Copa dos Campeões, garante matematicamente o time nas semifinais da competição. O time derrotou o Atlético-PR, atual campeão brasileiro, por 1 a 0, e os jogadores recuperaram a alegria.
O técnico rubro-negro Lula Pereira mantém a mesma escalação que venceu o Atlético-PR, com exceção do atacante Caio, que sofreu luxação no ombro e deve ficar ausente por cerca de um mês. O substituto será o jovem Andrezinho. O zagueiro Váldson considera a partida contra o Goiás como decisiva para o Flamengo obter a classificação.
O time goiano também estreou com vitória - 2 a 1 sobre o São Caetano -, e a partida vale a liderança do grupo. "Será uma partida de seis pontos e muito difícil. Precisamos colocar toda a força que tivermos para garantirmos a vaga", disse Váldson.
O Corinthians, ainda desfalcado do técnico Carlos Alberto Parreira, do meia Ricardinho e do volante Vampeta, todos envolvidos com a Copa do Mundo, vai para a disputa de um jogo decisivo contra o Náutico, neste domingo, às 16 horas
no Estádio Mangueirão, em Belém. O time e o técnico interino, Jairo Leal, entram em campo sabendo que precisarão conseguir um resultado melhor do que o empate por 1 a 1 contra o Paysandu para fugir da ameaça de ficar fora da próxima fase.
Leal acredita que o jogo contra o atual campeão pernambucano deverá ser bem diferente do realizado contra o Paysandu e não só por causa do calor. "Para começar, não vamos enfrentar o time da casa", afirmou o técnico lembrando que o Paysandu se superou estimulado pela torcida. Outro diferencial, segundo ele, é que o Náutico enfrentou o Fluminense sob efeito da decisão do Campeonato Pernambucano dias antes, o que não deve acontecer contra o Corinthians.


São Paulo busca
primeira vitória

Atrações do tricolor são o retorno de Kaká e Rogério Ceni

Natal - Em busca de seus primeiros três pontos na Copa dos Campeões, que dá ao vencedor vaga na Taça Libertadores-2003, o São Paulo enfrenta neste domingo o Cruzeiro, pela segunda rodada do Grupo C, às 16 horas. O provável time que deve entrar em campo, no Estádio Machadão, é: Rogério Ceni; Gabriel, Jean, Reginaldo e Gustavo Nery; Daniel Rossi, Fábio Simplício, Júlio Baptista e Kaká; Luís Fabiano e Reinaldo. O técnico Oswaldo de Oliveira mostra um semblante mais tranqüilo para o confronto diante do time mineiro. "Agora, sobre o jogo não quero arriscar palpite", completa o técnico.
"Cruzeiro e São Paulo devem fazer um grande jogo, pois as duas equipes têm no toque de bola sua característica mais marcante", acredita Marco Aurélio. Os titulares até o momento são: Jefferson; Luizão, Cris e Marcelo Batatais; Maicon, Fernando Miguel, Ricardinho, Jorge Wagner e Leandro; Lucas e Jussier.
Em Belém, o Fluminense precisa mais do que nunca de uma vitória neste domingo, contra o Paysandu, às 18h15, no Estádio Mangueirão, pela primeira fase da Copa dos Campeões. O Tricolor empatou na estréia, contra o Náutico, por 0 a 0.
O técnico Robertinho mantém a mesma equipe que vem atuando nas últimas partidas do Fluminense. O único desfalque continua sendo o zagueiro Maurício, machucado, que será substituído por César. Os demais jogadores são os mesmos que conquistaram o título do Campeonato Estadual. "Não tenho nenhuma dúvida para o jogo de domingo. Vamos manter o que está dando certo, sendo que agora os jogadores tiveram um tempo de descanso", afirmou Robertinho.
O volante Fabinho acha que o Fluminense tem condições de vencer o Paysandu. "Eles têm um time forte, mas conseguimos vencê-los neste ano na Copa do Brasil, fora de casa, onde eles não perdiam há um ano e sete meses", disse o jogador.


Brasileiro da Série
A terá 349 partidas

Competição vai começar dia 10 de agosto com time catarinense

Joinville - A partir do dia 10 de agosto, um sábado, o torcedor passa a conviver com as emoções do Campeonato Brasileiro da Série A. Uma verdadeira maratona de jogos, que prevê 349 partidas até o dia 15 de dezembro. Mais uma vez, o calendário de jogos foi elaborado pelo engenheiro joinvilense Horácio Wendell, que seguiu o modelo adotado ano passado e que agradou aos clubes, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a televisão, principal patrocinadora da competição (confira detalhes ao lado).
Este ano, o Brasileiro da Série A vai ganhar uma importância maior para o torcedor catarinense. O Figueirense, de Florianópolis, será o representante do Estado, direito adquirido com a segunda colocação no Brasileiro da Série B do ano passado.
Os jogos serão disputados nas noites de quarta e quinta-feira e nas tardes de sábado e domingo. Os jogos à noite vão começar às 20h30, pelo menos até o final do período de propaganda eleitoral. Depois, a partir de 30 de outubro, a tabela prevê sempre dois jogos para as 21h45, permitindo o televisionamento em rede aberta de tevê. Até esta data, somente a teve fechada mostrará os jogos noturnos.
As 26 equipes jogam entre si em turno e returno. As oito mais classificadas vão disputar a segunda fase em sistema eliminatório, o chamado mata-mata. As quatro últimas serão rebaixadas para a Série B.


Clubes preparam-se
para nova realidade

MP do governo federal vai cobrar responsabilidade dos dirigentes, que podem ter seus bens penhorados

São Paulo - A atenção dos torcedores estava concentrada na preparação da Seleção Brasileira para o jogo contra a Bélgica, pelas oitavas-de-final da Copa do Mundo, quando o presidente Fernando Henrique Cardoso surpreendeu com um gol de placa ao assinar a Medida Provisória (MP) que modificou sensivelmente os rumos do futebol. Foi uma surpresa chamada pelo próprio presidente de "Lei de Responsabilidade Esportiva", a MP, assinada no dia 14, provoca uma íntima mudança na forma de organização ao obrigar clubes e entidades esportivas, entre outras mudanças, a se transformarem em sociedades comerciais.
"Hoje, a impunidade ainda existe mas tem muita gente que precisa tomar cuidado, senão vai parar na cadeia", comemorou Caio Luiz de Carvalho, ministro do Esporte e Turismo, lembrando de um dos principais itens da medida, que responsabiliza os dirigentes pela qualidade de sua gestão nos clubes. Isso significa que eles poderão ser demitidos em caso de irregularidades financeiras e até seus bens podem ser penhorados em caso de processo contra o clube. A medida não tem efeito retroativo e está em vigor desde o dia 17.
As mudanças foram recebidas com felicidade e um certa reserva pelos envolvidos. "A MP veio em boa hora e os clubes precisam demonstrar que querem as alterações", afirma José Carlos Brunoro, ex-diretor de Futebol da Parmalat e atual consultor de diversos clubes. "Mas era preciso estabelecer uma trégua, um tempo para que todos possam se adeqüar corretamente."
O suspiro foi concedido: a conquista do pentacampeonato sensibilizou o governo, que acenou com um prazo de seis meses para adaptação às novas regras.
No dia em que a seleção desfilou em Brasília, o deputado Ronaldo César Coelho (PSDB-RJ), relator da medida, anunciou que o projeto de conversão da MP deverá incluir uma proposta de ampla renegociação dos débitos dos clubes com o governo, principalmente com o INSS.


Consultor pede
incentivos ao esporte olímpico

Segundo o consultor José Carlos Brunoro, o governo precisa promover incentivos, como facilitar o pagamento de impostos (especialmente os atrasados) ou a criação de novas linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). "A responsabilidade principal é dos dirigentes, mas é preciso um voto de confiança do governo", comenta ele. "Só assim é possível resgatar a credibilidade necessária para atrair investimentos estrangeiros."
Uma das propostas de incentivo, que é apoiada tanto por Brunoro como pelo presidente do Flamengo, Edmundo Santos Silva, é a criação de um fundo de amparo aos clubes que investirem em ao menos um esporte olímpico. "Essas modalidades podem morrer porque o futebol é a prioridade dos clubes por ser a principal fonte de receita", comenta Silva.
O apoio é necessário, pois, como observa Antônio Roque Citadini, ex-vice-presidente de Futebol do Corinthians, "agora todos os clubes vão ter de mostrar o buraco de seus caixas". A situação, garante alguns, não é lamentável para todos. O presidente do São Paulo, Marcelo Portugal Gouvêa, por exemplo, acredita que o clube não enfrentará problemas.


Problemas ainda
são viscerais

A conquista do pentacampeonato logo vai repercutir no futebol brasileiro: a freqüência de público deverá aumentar nos campeonatos nacionais, o passe dos jogadores (mesmo aqueles que não formaram a família Scolari) será valorizado, e as imagens dos torneios serão acompanhadas com mais avidez pelo mundo. "Mesmo assim, ainda faltam detalhes para o futebol brasileiro capitalizar devidamente a conquista do Mundial", observa o consultor de clubes José Carlos Brunoro.
Os problemas são viscerais: a má estrutura dos clubes e das entidades que organizam os campeonatos, cujo calendário é modificado a cada temporada. Com isso, cresceu a dependência financeira dos clubes às emissoras de televisão, detentoras dos direitos de transmissão, que, por sua vez, com a queda de audiência, diminuíram os valores pagos.
Um exemplo aconteceu com o Torneio Rio-São Paulo deste ano: enquanto os dirigentes pediam R$ 80 milhões, a TV Globo só aceitou desembolsar R$ 65 milhões e mesmo assim atrasou o pagamento. A situação contrasta com o futebol inglês, que ganhou seu único título mundial em 1966: na sexta-feira, a Sky TV anunciou um contrato de US$ 141 milhões pela transmissão de quatro temporadas do campeonato inglês. "Sou favorável que a televisão escolha o horário dos jogos, pois ela paga para isso", comenta Brunoro.

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Nass disputa a Copa
América na Venezuela

Seleção juvenil de basquetebol tenta uma vaga para o Mundial

Roberto Dias Borba

Joinville - A seleção brasileira de basquete masculino juvenil embarca na próxima semana para a Venezuela onde disputa a Copa América. A competição define três vagas para o Mundial juvenil do ano que vem, na Malásia, onde o Brasil tenta sua classificação e a arrancada para uma renovação. Na delegação estão três catarinenses, um deles de Joinville, que aumenta a média de representantes do Norte do Estado em equipes nacionais.
Fábio Nass, 18 anos, 2,11 m de altura e 88 quilos, junto com outros dois catarinenses - Tiago Splitter (Tau da Espanha) e João Caetano Camargo, ex-Ipiranga de Blumenau (São José do Rio Preto/SP) -, aumenta a lista de garotos que surgiram no basquete de Joinville pelas mãos do técnico Kelvin Nunes Soares, no Colégio Bom Jesus, e que receberam convites da Confederação Brasileira de Basquete para integrar suas equipes de base. "É um orgulho ter iniciado no Bonja, mas fica muito difícil sair daqui e ganhar espaço em São Paulo", reconhece o ala/pivô do COC/Ribeirão Preto.
Desde janeiro deste ano no interior paulista, onde tem contrato até a primeira semana de janeiro de 2003, Fábio reconhece que a dificuldade é provocada pela reduzida temporada em Santa Catarina com minguados times e poucos jogos. Em São Paulo, compara o jogador, só no campeonato juvenil a média é de 80 jogos por equipe, além de participar também no time adulto. "Estou satisfeito pela oportunidade que recebi no Bonja; no COC e na seleção é um jogo que estou realizando, mas tudo isso é fruto de muito trabalho e sei que ainda preciso aprender mais e sempre continuar aprendendo", confessa o jogador.

SATISFEITO

O técnico Kelvin Nunes Soares se considera satisfeito com o sucesso dos garotos que ajudou a revelar. "Estes frutos servem de exemplo para outros como motivação para manter esta renovação", explica o treinador. A corrida dos joinvilenses por vagas em seleções brasileiras começou em 1996 com Rafael Souza. Logo em seguida o jogador foi aproveitado pela Abaj e depois seguiu carreira em clubes paulistas.
Enquanto Fábio Nass divide sua atuação nas equipes juvenil e adulta do COC/Ribeirão Preto, os atletas revelados por Joinville nos últimos anos estão em maioria no paulista São José do Rio Preto. Lá estão Bertoni, Guga, Carlos Sapelli e Cleber Borges, além do blumenauense João Caetano.
Em pouco mais de cinco meses no basquete paulista Fábio Nass garante que evoluiu e isso pode ser muito mais notado na parte técnica. A melhora nos arremessos e no domínio de bola são fundamentos que o próprio jogador consegue avaliar em seu aprimoramento com a seqüência de jogos e competições. O jogador joinvilense é mais uma aposta pessoal do técnico Lula.


Joinvilense ganhou uma
vaga entre 23 candidatos

O COC/Ribeirão Preto passou a se interessar por Fábio Nass após o Brasileiro juvenil do ano passado. No início do ano foi para o interior paulista, ainda com 17 anos, e rapidamente disputou espaço na equipe adulta. O momento de consagração foi no Campeonato Sul-americano de clubes no confronto com um time chileno. "Entrei nos últimos minutos, marquei sete pontos, além de uma assistência, dois bloqueios e uma falta", resume.
Na quinta-feira ganhou outra disputa e que foi uma das 12 vagas entre 23 candidatos da seleção brasileira juvenil para a Copa América. O certame será realizado neste mês de 24 a 29, em Ilhas Margaridas, na Venezuela. A delegação embarca na próxima segunda-feira e aproveita para alguns jogos preparatórios em Caracas, de 18 a 22. Fábio é um dos três catarinenses na seleção do técnico Alberto Bial, junto com atletas do Rio Grande do Sul, Brasília, Pernambuco e Rio de Janeiro, cada um com um representante, além de dois de Minas Gerais e três de São Paulo. A média de altura de 2 metros é uma das referências neste trabalho de renovação.
A presença de Fábio na fase preparatória só foi confirmada dois dias antes da apresentação. O jogador estava contundido - luxação no tornozelo direito - e que deixou o ala fora do returno do Brasileiro adulto. Depois de passar pelo maior teste até agora em sua carreira, Fábio diz que se considera o sexto ou sétimo jogador. O ala arrisca a previsão que jogaria bastante tempo em uma partida, mas acha que "sair jogando" não pode ser muito provável.
Bem falante, mantendo a tradição familiar iniciada pelo avô Heinz (misto de taxista e técnico de times amadores) e do pai Vica (ex-goleiro), Fábio precisou superar a saudade da família na busca de uma oportunidade no basquete. Saiu de Joinville no início do ano, retornando para o dia das mães, e hoje se despede outra vez da família. Tudo está valendo, diz Fábio, para realizar um jogo. Nem por isso se afasta dos estudos: neste ano completa o 2º grau e a partir daí planeja ser acadêmico de turismo na própria universidade COC. (RDB)

Guga volta a competir
no ATP de Stuttgart

Florianópolis - Gustavo Kuerten está realizando os últimos treinos no Brasil antes de embarcar para a Alemanha, onde jogará, a partir do dia 15, o ATP de Stuttgart, no saibro. Guga e o seu técnico Larri Passos viajam na quarta-feira (10). "Estamos treinando em dois períodos. Só na quadra são quatro horas por dia", diz Guga, que faz também preparação física. Após a disputa do ATP de Stuttgart, Guga compete nas quadras rápidas dos EUA, começando em Los Angeles, passando por Toronto e Cincinnati e encerrando com o US Open.
Mesmo longe do circuito, Guga e Larri não têm deixado de acompanhar os resultados do torneio de Wimbledon, que será decidido hoje. Guga, que alcançou as quartas-de-final em Wimbledon, em 1999, lembrou do momento com carinho. "É muito especial chegar às quartas-de-final de um Grand Slam e nunca vou esquecer aquele ano em que fui às quartas em Wimbledon. Foi tão especial que o Larri continua careca," brincou o catarinense, fazendo referência à aposta que o técnico fez com ele, de que se chegasse às quartas, rasparia o cabelo.

 
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