Joinville         -         Domingo, 21 de Setembro de 2003        -          Santa Catarina - Brasil
 
 

ANotícia  


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Figueirense encara
hoje a melhor defesa

Time de Florianópolis terá ataque com Sandro Gaúcho e Hiroshi contra o São Caetano, no ABC

Florianópolis - O Figueirense terá, a partir de hoje, uma nova dupla de atacantes para tentar romper a defesa menos vazada do Campeonato Brasileiro da Série A. Sandro Hiroshi e Sandro Gaúcho estão entre as presenças garantidas na equipe catarinense que joga diante do São Caetano, com o objetivo de romper a melhor defesa da competição.
A equipe se apresenta com motivação especial na partida. Além de tentar se manter em posição intermediária na classificação, o alvinegro dá início a um projeto arrojado: somar pontos suficientes nas próximas 15 partidas para ter vaga na Copa Sul-americana do próximo ano.
Individualmente, o jogo de hoje será importante para o atacante Sandro Hiroshi. Um dia após o Figueirense empatar com o São Paulo, no domingo passado, o jogador questionou publicamente os critérios adotados pelo técnico Luiz Carlos Ferreira, que o deixou na reserva nos últimos jogos. O atacante afirmou que não se conformava em ser uma opção do técnico apenas quando a equipe estivesse em desvantagem no placar. Hoje, Hiroshi terá que justificar a nova chance.
O São Caetano tem a obrigação de vencer para se reabilitar de duas derrotas consecutivas sofridas em apenas uma semana. O fato de atuar em casa e diante de um adversário teoricamente sem expressão no Campeonato Brasileiro aumenta a responsabilidade do Azulão que sonha em chegar entre os primeiros colocados para disputar a Copa Libertadores em 2004.
O técnico Tite continua preocupado com a ineficiência ofensiva, porque o time marcou apenas 29 gols em 30 jogos. "A melhor opção é antiga: forçar as laterais do campo, fazer triangulações e quando tiver a posse de bola atacar em bloco". O São Caetano iniciou a rodada em 8º lugar, com 45 pontos. Tem a melhor defesa, com 23 gols, e o terceiro pior ataque, com 29 gols.

SÃO CAETANO: Sílvio Luiz; Dininho, Gustavo e Serginho; Ângelo, Marcelo Mattos, Mineiro, Capixaba e Zé Carlos; Marcinho e Somália. Técnico: Tite. FIGUEIRENSE: Edson Bastos; William (Carlos Alberto), Márcio Goiano, Cléber e Triguinho; Jeovânio, Luciano Sorriso, Bilu e Fernandinho; Sandro Hiroshi e Sandro Gaúcho. Técnico: Luiz Carlos Ferreira. Árbitro: Marcos Antônio Barros Café (DF), auxiliado por Rogério Monteiro Oliveira (DF) e Roberto Gomes da Silva (DF). Local: estádio Anacleto Campanella, 16 horas.


Ensaio
Goleiro Gean, do Caxias, alivia bola em lance do treino coletivo, sexta-feira

Caxias recebe a Ulbra de olho em vaga antecipada

Joinville/Canoas - O Caxias começou a série C do Campeonato Brasileiro de Futebol com o pé direito, ao derrotar o Marcílio Dias na estréia por 2 a 1 no meio da semana, e pode garantir vaga à próxima fase, neste domingo, se passar pelo time da Ulbra, equipe gaúcha mantida pela Universidade Luterana do Brasil, da cidade de Canoas. O jogo será em Joinville, às 16 horas.
O técnico da equipe joinvilense, John Wagner, reconheceu, depois da estréia, apesar da vitória, que sua equipe pode render mais e que ainda carece de ritmo de jogo. A equipe perdeu vários titulares após conquistar o título de campeã do Torneio Seletivo em junho e volta a se apresentar à sua torcida, hoje, três meses depois. "Seja como for, o importante foi a vitória, os três pontos, e um bom clima para estrear perante nossa torcida", avaliou.
Do primeiro jogo, a maior baixa é do atacante Luiz Carlos, que se submeteu a intenso tratamento desde quarta-feira mas foi vetado em função de lesão muscular na coxa. Seu lugar será ocupado naturalmente por Murilo, autor do gol da vitória. Seu parceiro de ataque é Bill, que marcou o primeiro.
O time do Caxias que a torcida verá hoje, pela primeira vez em uma competição nacional, está bastante modificado. Muitas caras são completamente desconhecidas. Do time campeão do Torneio Seletivo restaram apenas o goleiro Gean, os laterais Kid e Alex, o zagueiro Oliveira, volante Xipote e meia Fabrício. Entre os reforços, destacam-se o volante Bênson, velho conhecido da torcida que vem da Chapecoense, atacante Bill, também da Chapecoense e Alisson, do Tocantins.
"Acredito muito nesse time e tenho certeza que irá surpreender muita gente", diz otimista o técnico John Wagner. Sua orientação tem sido no sentido de haver forte marcação para recuperação da bola e velocidade na troca de passem dos armados para os atacantes.

CAXIAS: Gean; Kid, Alisson, Oliveira e Alex; Xipote, Bênson, Tiquinho (Fabrício) e Tiago; Murilo e Bill. Técnico: John Wagner. ULBRA: Fernando Wellington; João Miguel, Régis, Neuri e Felipe; Bagnara, Mabília, Manga e Didé; Gustavo e Deco. Árbitro: Henrique França Triches (PR), auxiliado por Welinkson Bozzano (SC) e Jaison Cardoso da Silva (SC). Local: Estádio Ernesto Schlemm Sobrinho, 16 horas. Ingressos: R$ 3 (estudantes e aposentados), R$ 5 (descoberta), R$ 10 (coberta) e R$ 20 (numerada). Endereço: rua Coronel Francisco Gomes, 1.000, telefone (47) 455-0500.


Gaúchos vêm
a Joinville
com time misto

Canoas - A Ulbra terá um time misto neste domingo na sua estréia na Série C, diante do Caxias, em Joinville. O time de Canoas está dando prioridade ao Campeonato Gaúcho da 2ª Divisão, onde lidera o octgonal final com 14 pontos, depois da vitória de sexta-feira sobre o Brasil/Pelotas por 5 a 0, na abertura do returno. O técnico Armando Dessessards vai colocar em campo uma equipe formada por reservas e por jogadores que não atuaram anteontem. A vitória no Gauchão manteve os 100% de aproveitamento do time em casa diante de sua pequena torcida, formada em sua maioria por estudantes universitários.
Caso chegue entre os dois primeiros da série B gaúcha, a Ulbra poderá enfrentar em 2004 a dupla Grêmio e Internacional, desde que estes participem do Estadual.
O técnico Dessessards já definiu que o meia Lauro (ex-Juventude, Grêmio e Palmeiras) e o centroavante Luiz Gustavo (ex-Cruzeiro e Internacional) estão fora da partida com o Caxias. Luiz Gustavo se transformou no maior goleador da pequena história da Ulbra, ao lado do centroavante Gílson, ex-Grêmio. O jogador já chegou à marca dos 11 gols. Mabília, que não jogou na sexta-feira por cumprir suspensão automática, será o principal reforço gaúcho em Joinville.


Come-Fogo é a
atração da C
neste domingo

Campinas - Vinte e seis jogos neste domingo movimentam a segunda rodada do Campeonato Brasileiro da Série C. O destaque fica por conta da partida do Grupo 23, onde Botafogo e Comercial fazem o tradicional "Come-Fogo" de Ribeirão Preto, às 16 horas, no estádio Santa Cruz. O último jogo entre os dois rivais foi em 1999, com empate por 2 a 2. Além de fazer quatro anos que a cidade não assiste ao clássico, pela primeira vez válido por uma competição nacional, a Série C do Brasileirão. Comercial estreou perdendo em casa para o Sertãozinho, por 3 a 2, na quarta-feira. O Botafogo, que ainda não jogou, defende um tabu de oito anos sem derrotas.
O Ituano tenta a reabilitação no Grupo 25 jogando em casa contra a Internacional, de Limeira, que faz sua estréia na competição. Depois de perder para o XV de Piracicaba por 1 a 0, uma nova derrota deixaria o time em situação delicada.
Pelo Grupo 17, o Bragantino também tenta a reabilitação depois de estrear com derrota fora de casa para o Rio Branco-MG, por 3 a 1. O adversário desta vez será o Uberaba, atual campeão mineiro da segunda divisão e que conta em seu elenco com jogadores experientes, casos do meia Palhinha, o zagueiro André Santos e o volante Moacir.


Tigre busca
reabilitação sobre o Timão

Time de Gilson Kleina volta a campo hoje com cinco mudanças

Criciúma - "Temos de vencer e convencer" disse o volante Cléber Gaúcho, um dos mais experientes jogadores do Criciúma, e reflete o pensamento reinante no Estádio Heriberto Hülse para o jogo desta tarde, contra o Corinthians. A palavra de ordem é a reabilitação da derrota de sábado passado para o Santos, por 5 a 2. Um público superior a 15 mil é esperado para empurrar o time de Gilson Kleina, que tem cinco alterações em relação à equipe que começou jogando na última rodada.
Entre a experiência de Cléber Gaúcho e a juventude de Abuda e Jô, do time paulista, o volante não tem nenhuma dúvida ou alimenta qualquer esperança de que os adversários "amarelem". "Se o Geninho, com quem já trabalhei na Matonense em 1998, está escalando esses dois jovens é porque eles têm personalidade", disse o jogador. "Ás vezes os jovens rendem mais que os experientes", arrematou.
Sem poder contar com Paulo César Baier e Léo Mineiro que cumprem suspensão automática, Kleina escalou Eto e Cléber Orleans. Luciano Almeida e Sandro Fonseca, que durante a semana apresentaram lesões musculares, serão substituídos por Alonso e Douglas. Na zaga, Léo Oliveira reaparece, depois de cumprir suspensão por cartão vermelho, sendo a quinta alteração em relação ao time que começou jogando contra o Santos no sábado passado.
Ao concluir a preparação da equipe ontem pela manhã, o zagueiro Duílio permanecia como dúvida e somente após um teste de vestiário hoje à tarde terá sua situação definida. Ele sentiu uma fisgada na parte superior da virilha na sexta-feira, ao chutar a bola, e deixou o treinamento, passando a receber atendimento do Departamento Médico. Se não reunir condições deve ser substituído pelo volante Edinho.

CRICIÚMA: Fabiano; Léo Oliveira, Duílio (Edinho) e Luciano; Eto, Cléber Gaúcho, Cléber Orleans, Douglas e Alonso; Dejair e Tico. Técnico: Gilson Kleina. CORINTHIANS: Rubinho; Betão, Marquinhos, Ânderson e Moreno; Fabinho, Fabrício, Wendell (André Luiz) e Robert; Abuda e Jô. Técnico Geninho. Árbitro: Luciano Teotônio Almeida (DF), auxiliado por Jorge Paulo de Oliveira (DF) e Marrubson Melo Freitas (DF). Local: estádio Heriberto Hülse, na rua 13 de Maio, s/n, bairro Comerciário, em Criciúma. Portões abertos às 13 horas. Jogo às 16 horas. Ingressos de R$ 20 (arquibancada) e R$ 10 (aposentados e estudantes). Haverá preliminar entre atletas juvenis de Criciúma e Figueirense.


Zagueiro do Criciúma
se destaca pela disciplina

Criciúma - Entre os mais de 30 jogadores que o técnico Gilson Kleina tem à disposição para escalar nos jogos do Campeonato Brasileiro, apenas o goleiro Fabiano e o zagueiro Luciano jogaram todas as partidas da temporada, que somam 46 jogos oficiais. O que mais chama atenção, no entanto, é o caso do zagueiro, que na temporada foi punido com apenas três cartões amarelos, sendo um no campeonato catarinense e dois no Brasileiro da série A . Ele está "pendurado" desde a 18ª rodada, quando enfrentou o Juventude (RS), jogando em Criciúma, ou seja, há 12 rodadas. A primeira advertência foi na nona rodada.
Em um campeonato marcado pelo excessivo número de faltas, um zagueiro ter apenas dois cartões amarelos em 30 jogos é, seguramente, uma marca nacional, mas nem o clube, ou o próprio jogador, podem ainda classificar a importância do retrospecto. Luciano Costa Ferreira, 25 anos, desde novembro de 2000 em Criciúma, acredita que tudo tem a ver com o sistema de jogo implantado, com três zagueiros. "Nesse esquema, os zagueiros que jogam pelos lados, como é o meu caso, saem para o combate sempre com a certeza de que há um zagueiro na sobra e não é preciso parar o atacante com faltas", explica. Luciano tem 1,85m, 80 quilos, é natural de Uberaba (MG) e revelado nas divisões de base do São Paulo, onde chegou aos 15 anos.
O zagueiro do Criciúma, que começou e terminou todas as partidas, considera o sistema tático com três zagueiros "muito seguro", sem que isso torne o time defensivo. "É possível, em alguns momentos, a equipe atacar com cinco homens, todos em condições de chutar a gol", diz.


Corinthians
arrisca tudo

São Paulo - Agora vai ou racha! É com esse pensamento que o Corinthians enfrenta o Criciúma. E não é difícil de entender a linha de raciocínio dos corintianos. Com 44 pontos, o time do Parque São Jorge é o nono na classificação do Campeonato Brasileiro, exatamente um ponto atrás dos catarinenses, em sétimo. Portanto, vitória representa os três pontos e, o mais importante, outro adversário direto deixado para trás. O encontro é, de fato, decisivo para as pretensões alvinegras.
Bom, na teoria tudo parece claro. O problema começa quando o técnico Geninho precisa colocar em prática suas idéias. Com um grupo de jogadores que mais parece o da Taça São Paulo de Juniores - os atacantes Jô e Abuda têm 16 e 17 anos, respectivamente -, o treinador reza pela recuperação dos mais experientes.
Durante a semana, até pôde festejar, uma vez que o atacante Gil voltou aos treinos com bola. Já o lateral-direito Rogério permanece em tratamento. Como desgraça pouca é bobagem, seu substituto, o jovem Coelho, foi expulso contra o Fortaleza (vitória por 2 a 0). Assim, além de escalar outro jovem na posição, Geninho terá de improvisar, já que o eleito, Betão, é zagueiro. No meio, Robert entra como titular.
Geninho prefere não comentar muito sobre os problemas. Prefere um discurso mais tranqüilo. Afinal, por contar com muitos jovens na equipe, sabe que qualquer palavra mal colocada ou atitude precipitada pode desencadear uma crise interna de insegurança. "Acho que essa garotada tem uma boa oportunidade para mostrar que tem condição de suportar pressões, apesar da pouca idade", afirmou.


Ordem no São Paulo é não
perder pontos em casa

São Paulo - Começa neste domingo o novo projeto do São Paulo na busca pelo título do Campeonato Brasileiro, o de não perder mais pontos atuando no Morumbi. Para isso, é necessário cumprir algumas regras básicas: não receber cartões por faltas infantis, principalmente vermelhos; marcação forte; bastante diálogo entre os jogadores; e rapidez nos toques, sufocando o rival. Deixar os líderes se distanciarem é proibido. Por isso, a vitória diante do Atlético-MG, às 18 horas, é questão de honra. "Temos a obrigação de vencer. Com a condição de local não podemos perder ponto", determinou o treinador Roberto Rojas.
O técnico adotou nova postura durante a semana, para acabar com a inconstância de resultados no Morumbi, local onde a equipe deixou escapar, por três vezes, a chance de assumir a liderança do Nacional. Fará o papel de psicólogo do grupo, apesar de dizer não ter vontade, no momento, de proporcionar ao elenco sessões com algum especialista da área.
Se a palavra é a arma de Rojas para superar um concorrente direto na briga pelo título, Rogério Ceni será sua voz de comando dentro de campo. Com visão privilegiada do jogo, o goleiro será responsável por organizar o time. E ele próprio já define a ordem no São Paulo. "Temos de vencer para manter o objetivo do título, não podemos deixar os líderes se distanciarem. E, de preferência, com os 11 jogadores em campo."


Vasco enfrenta
tabu na Bahia

Rio de Janeiro - Para conquistar sua segunda vitória fora de casa no Campeonato Brasileiro, o Vasco terá que quebrar um tabu contra o Bahia, às 16 horas, na Fonte Nova. O time carioca não vence o adversário há 16 anos em Salvador. A última vez que a equipe vascaína derrotou os baianos no estádio foi em 1987, pela extinta Copa União. Na ocasião, o atacante Romário marcou os três gols. "Desse jeito, fica complicado a gente lutar por uma das vagas para a Taça Libertadores", disse o goleiro Fábio. O Vasco ocupa a 17ª posição e somente os quatro primeiros garantem classificação para a Libertadores.
O técnico Mauro Galvão vem exaltando o crescimento do Vasco no segundo turno, destacando o empenho dos jogadores na busca por uma melhor posição na tabela. O time já esteve próximo da zona de rebaixamento e hoje respira uma pouco mais na competição.


Fla tenta manter escrita
diante do invicto Goiás

Rio - Um duelo de invencibilidades estará em jogo neste domingo quando Flamengo e Goiás se enfrentarem, às 18 horas, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro. Desde que assumiu o comando do rubro-negro, no dia 24 de julho, o técnico Oswaldo de Oliveira ainda não perdeu no estádio. São seis jogos invictos. Já o time goiano defende uma seqüência de 15 partidas sem derrota na competição.
Na história do confrontos entre as duas equipes, o Flamengo leva grande vantagem. São 15 vitórias, 13 empates e apenas quatro derrotas. Mas estes números não animam Oswaldo, que reconhece a boa fase do adversário. Mesmo com o jogo sendo realizado no Maracanã, a superioridade é desprezada pelo treinador.
"Não tem isso. História não ganha jogo. Temos que entrar em campo, jogar o nosso futebol e conquistar um resultado positivo", afirmou Oswaldo.
Com ânimo renovado e embalado pela invencibilidade de 15 jogos, o Goiás enfrenta o Flamengo. O time, que passou 80 dias na lanterna da competição, agora ocupa a 13ª posição com 40 pontos ganhos.
Sabendo que o atacante Araújo terá marcação especial do Flamengo, o técnico Cuca manterá a dupla Cléber e Gustavo. Os dois se revezam como volantes ou zagueiros e armam jogadas de ataque avançando pelas laterais.


Revelações dos Joguinhos
ganham espaço no esporte

Jovens atletas fazem trampolim para competições no país e exterior

Roberto Dias Borba
Enviado Especial

Joaçaba - Dos Joguinhos, após uma semana de competições em 24 torneios, muitos atletas saem de Joaçaba direto para eventos nacionais e até internacional. Os exemplos de passaporte carimbados vêm do tênis através de Bruno Rosa, de Florianópolis, e Diego Cubas, de Joinville. A dupla protagonizou mais um show, desta vez com a Capital levando a melhor. A dupla segue o caminho pelas quadras de saibro da América do Sul. Devem retornar a tempo para os Jogos Abertos de Blumenau, no final de outubro.
A corrida pelo exterior também deve levar o ciclista Alexsandro Dall´Annio para trilhas sul- americanas. O ciclista de Florianópolis tem como meta participar da Volta da Juventude, no Uruguai, e o Campeonato Pan-americana júnior. Apenas precisa deixar de lado a chance de representar a Capital nos Jasc. Antes dos Joguinhos disse que os Jogos Abertos "representam uma disputa para a categoria adulta, onde não posso prever bons resultados pessoais", revela. Ao deixar Joaçaba, levou uma punição de 180 dias imposta pela Comissão Disciplinar depois das agressões no final da prova de cross-country.
Para o ano que vem, Alexsandro planeja competir no Uruguai e ainda no Pan. "Gosto de competir no Uruguai, onde o público sabe apreciar o ciclismo. Só não aceito o que aconteceu quando estava aquecendo para o contra relógio individual, em Ibicaré, onde tinha gente reclamando que estávamos atrapalhando o trânsito. Mas isso é tudo uma questão de cultura", reclama.
No Oeste, a situação fica bem diferente para muitas equipes e atletas. A oportunidade de competir é restrita em alguns casos. Assim, Joguinhos e Jasc são chances que não podem ser desperdiçadas. Para Juliana, 16 anos, armadora do basquete de Chapecó, além da oportunidade de atuar e ganhar o primeiro troféu da modalidade para o município do Oeste, também colocou seu nome na vitrine do esporte catarinense. O desempenho da atleta, na final com Jaraguá do Sul, numa vitória de virada, foi o suficiente para aproxima-la dos primeiros interessados em seu potencial.

REAÇÃO

O troféu do basquete feminino ficou grande parte do jogo, em Luzerna, nas mãos das atletas de Jaraguá do Sul. A partir do início do segundo tempo é que Chapecó passou a reagir. "O time estava preparado para buscar o placar", garante o técnico Luís Eduardo Lima Vasconcelos. Para o treinador, a grande diferença de pontos que as jaraguaenses abriram ainda no primeiro tempo, conforme Lima, foi porque Chapecó não conseguiu se concentrar na partida. Os erros de finalização serviram de motivo para a equipe do Oeste ficar distante na pontuação.
"É um time que entrou para jogar e começou meio desconcentrado", reforça. Para o treinador, o grupo atua junto desde a categoria mini, colecionando títulos nas etapas seguintes do mirim e infantil. O trabalho, além de Lima, tem a participação dos treinadores Sena, Jaime e Crespo. "Dedico este troféu a toda comunidade de Chapecó pelo incentivo para estas meninas", destaca Lima.
A franzina Juliana foi a cestinha da decisão de anteontem, com 22 pontos. Em sua última participação nos Joguinhos, a armadora de Chapecó não se deixou abater e comandou a reação para chegar ao título inédito para o município do Oeste. A reação que comandou foi espontânea. "Não sabia o que fazer quando estávamos em desvantagem, mas acho que conseguimos porque neste ano aconteceram muitas coisas ruins para a equipe e precisava deste título nos meus últimos Joguinhos", disse a atleta.

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Recordes valorizam
os atletas e a natação

Dois dias de provas, água aquecida na temperatura ideal, piscina com todas condições e atletas preparados para baixar tempos. O ritmo da natação nos 16ºs Joguinhos Abertos só poderia levar a seguidos recordes. Em 20 provas foram 16 novas marcas. O destaque ficou por conta de Ana Coan, de São José, com três recordes.
Sem surpresas entre os vencedores, com Florianópolis campeã no masculino e Jaraguá do Sul com o ouro do feminino, a competição deste ano mostrou uma evolução no que se trata de marcas superadas. Para o diretor técnico da Federação Catarinense de Natação, Marcelo Costta, as novas marcas são resultado de uma série de fatores associados, entre eles as condições da piscina e o preparo dos atletas.
Ana Coan, de São José, se encarregou de três recordes. As marcas foram nos 100 metros livre (58s70), nos 200 metros medley (2min09s13) e ainda nos 50 metros livre (26s32). Fernando Gomes, de Florianópolis, não deixou por menos e fez sua parte com dois recordes: 100 metros livre (52s14) e 50 metros livre (23s87). Daniel Moraes, de Florianópolis, teve recorde em dobro: nos 400 metros livre (4min12s72) e nos 200 metros medley (2min12s63).
Com um recorde cada aparecem os atletas Beatriz Hasckel, de Blumenau, nos 100 metros costas (1min05s84); Tiago Raupp, de São José, nos 100 metros peito (1min01s70); Laís Falaster, de Blumenau, nos 100 metros peito (1min16s48); Talita Hermann, de Jaraguá do Sul, nos 400 metros livre (4min35s40); Eduan Wagner, de Brusque, nos 100 metros borboleta (1min00s58); 4 x 100 metros medley feminino de Blumenau (4min40s17); 4 x 100 metros medley masculino de São José (4min08s69); 4 x 100 metros livre masculino de Florianópolis (3min39s85). (RDB)


Brasil no mundial de triatlo

São Paulo - O Brasil vai estar representado em mais uma etapa da Copa do Mundo de Triathlon. Neste domingo (21), alguns dos principais nomes do esporte no país disputam a Madrid ITU World Cup, competição válida pelo ranking da União Internacional de Triathlon (ITU) que define os competidores que estarão nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004.
A equipe Pão de Açúcar terá seis representantes, Leandro Macedo (RS), Juraci Moreira (PR), Paulo Miyasiro (SP), Sandra Soldan (RJ), Mariana Ohata (DF) e Gisele Bertucci (SP), todos em busca dos importante pontos.
A prova na capital espanhola, com premiação total de US$ 65 mil, tem início às 10h30 (5h30 de Brasília) com o feminino, enquanto o masculino começa às 13h00 (8h00), ambas com as distâncias olímpicas, 1,5 km de natação (duas voltas), 40 km de ciclismo (cinco voltas) e 10 km de corrida (quatro voltas). Em etapas da Copa do Mundo, os 50 primeiros colocados pontuam no ranking mundial, sendo que o vencedor leva 500 pontos.

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Margarida mudou a
vida de Clésio Moreira

Árbitro catarinense ganha fama nacional depois de incorporar personagem nos jogos

Júlio Castro

Florianópolis - O árbitro catarinense Clésio Moreira dos Santos poderia ser apenas mais um nome no extenso quadro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Poderia. Mas desde que decidiu incorporar o personagem Margarida, desfilando seu uniforme cor-de-rosa e os trejeitos efeminados, sua vida mudou. Já é reconhecido em todo o Estado, dá autógrafos e viveu nos últimos meses seus mais de 15 minutos de fama. Suas inserções na grade de programação de tevês em rede nacional garantiram generosos cachês, alguns chegando a R$ 1,5 mil por aparição.
Clésio Moreira dos Santos se transformou no orgulho da população de Palhoça, na Grande Florianópolis. Ele foi assunto de reportagens com generosos espaços em programas como de Gugu Liberatto, Hebe Camargo (SBT), Fantástico, Globo Esporte, Jornal da Globo, Ana Maria Braga, Jô Soares (Globo), Jorge Cajuru (Band) e Milton Neves (Record), que retrataram seu espírito espalhafatoso de ser e atuar nos campos de futebol.
Apito e uniforme cor-de-rosa fazem parte de sua indumentária. O comportamento foi herdado de árbitros famosos que se caracterizaram pelos seus trejeitos efeminados, entre eles Jorge Emiliano, o verdadeiro Margarida, um carioca homossexual assumido, e Roberto Nunes Morgado, Morgadinho. Os dois já mortos. "Às vezes sou parado na cidade por por crianças pedindo autógrafos e para receber abraços carinhosos", conta Clésio. "O público gosta mesmo é quando eu solto a franga, no bom sentido é claro!
Tudo começou em um jogo do Campeonato Catarinense da Segunda Divisão de 1994, quando abondonava a função de assistente. Há cerca de um mês, foi contratado para apitar um torneio realizado em Cancún, entre um grupo de manezinhos de Florianópolis contra times mexicanos. "Eram só quatro jogos, mas o pessoal gostou tanto que dobrei minha atuação. Até já tenho um novo contrato para voltar lá no ano que vem. Muitos dos mexicanos que assistiram minha atuação pela televisão, foram aos jogos nos dias seguintes para se divertir comigo. Foi um show!", gaba-se.
Casado com Marlussi, com quem tem três filhos (Mariana, 18 anos, Guilherme, 15 e Pedro, 10), ele destaca que sua família é a mais defensora do seu estilo. Conta que o comportamento já foi, inclusive, proibido pela comissão de arbitragem da CBF, mas que jamais foi prejudicado por ele. Suas poucas incursões na arbitragem nos últimos tempos, destaca, são decorrentes da política de renovação do quadro de árbitros, principalmente em Santa Catarina. "Mesmo assim, não me falta oportunidade para trabalhar", reconhece.
Profissionalmente, Clésio foi alvo de uma polêmica que se arrasta até os dias de hoje nos bastidores do futebol catarinense. Na final do Estadual de 1999, ele foi acusado por torcedores e dirigentes do Avaí de beneficiar o Figueirense com um pênalti que garantiu ao alvinegro o título Estadual daquele ano. "Tenho minha consciência tranqüila. Nas finais do Estadual do ano passado, por exemplo, tive a confiança da Federação para apitar outro clássico que decidiu o título para o Figueirense, sem nenhuma contestação ", lembra.


São Bento perto
de final histórica

Rodada define quem vai à decisão da primeira fase

São Bento do Sul - Os finalistas da primeira fase do Campeonato Catarinense de Futebol Profissional da Segunda Divisão serão conhecidos neste domingo após os jogos São Bento x Concórdia, às 15 horas, em São Bento do Sul, e União Timbó x Catarinense de Ilhota, às 15h30, em Timbó.
Caso garanta a classificação para a próxima fase da Segundona, o São Bento Futebol Clube será a primeira equipe do município a chegar na final de uma competição estadual de futebol profissional. O difícil, segundo o treinador Itamar Schüller, é conseguir evitar que a empolgação da torcida contagie os jogadores. Cerca de dois mil torcedores são esperados neste domingo, no campo da Sociedade Desportiva Guarani, para acompanhar o segundo jogo da semifinal entre São Bento e Concórdia. Com a vitória (1 a 0) no jogo de ida, na quarta-feira, a equipe são-bentense joga por um empate no tempo normal ou na prorrogação. O Concórdia precisa vencer duas vezes.
Mais uma vez o São Bento entra em campo com uma formação diferente. O atacante Djoni é um dos desfalques da equipe. Depois da agressão sofrida na primeira partida da semifinal, o atleta terá que ser submetido a uma cirurgia para reconstrução do nariz. Quem também não joga é o zagueiro China, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Além dos dois, Sabiá e Maurício também estão de fora. Os dois foram vetados pelo departamento médico do clube depois de saírem contundido do jogo em Concórdia.
Para Schüller, a partida de domingo será dificílima. Apesar disso, o técnico garante que o time vai partir para o ataque desde o princípio. "Nossa filosofia é a mesma do início da competição", afirma. Segundo o treinador, a equipe trabalha unida desde o princípio da competição. Aliado a isso, a amizade e o espírito de grupo faz com que o time atue sempre com os 'pés-no-chão'. "O grupo é muito bom de trabalhar. Tudo que está acontecendo é fruto desse trabalho dedicado que todos estão fazendo", enfatiza Schüller. O árbitro será Mauro de Lima.

Em Timbó

A direção do União Timbó conta com o apoio da torcida para superar o Catarinense e conseguir uma vaga na final da primeira fase. Depois do empate por 0 a 0 no jogo de quinta-feira, em Itajaí, o União garante a vaga com uma vitória no tempo normal ou com dois empates - nos 90 minutos e na prorrogação. O Catarinense precisa vencer no tempo normal ou na prorrogação.
Na partida de quinta-feira, o goleiro Márcio, do Catarinense, foi o grande destaque, garantindo a igualdade do placar. No União, o técnico Joceli dos Santos não poderá contar com o zagueiro Fábio Luiz, expulso. Mesma situação para Cris, do Catarinense, que recebeu cartão vermelho na quinta-feira. O árbitro será Edmundo Alves do Nascimento.


JEC e Vila Nova
prometem ir ao ataque

Joinville ainda acredita que possa conquistar classificação

Joinville - O jogo que o Joinville faz neste domingo, contra o Vila Nova, em Goiânia, tem tudo para ser aberto e com muitas chances de gol para os dois lados. As equipes precisam vencer e seus técnicos, Ademir Fonseca e Roberto Oliveira, montaram esquema claramente ofensivos. O Joinville, com 27 pontos, ainda tem chance matemática de conquistar vaga à próxima fase e o Vila Nova, em situação pior com 23 pontos, olha para baixo com medo do rebaixamento. O jogo será no estádio Serra Dourada, às 17 horas.
Ademir Fonseca quer tirar proveito das amplas dimensões do campo do estádio Serra Dourada. Na ausência dos atacantes titulares Marlon e Paulinho, está apostando na velocidade de Felipe e Maia. Sua estratégia pode dar certo, levando-se em conta que seu colega do Vila Nova, Roberto Oliveira, também na obrigação de vencer, liberou os laterais Bosco e Batata, deixando na área apenas três zagueiros.
A diretoria e comissão técnica do Joinville acreditam que, com uma vitória, e tropeços de concorrentes diretos como Paulista, Náutico e Avaí, o Joinville poderá decidir a oitava vaga no jogo final em casa contra o CRB. O técnico Ademir Fonseca considerou "muito bom" o fato de seu time jogar no domingo à tarde, já sabendo o resultado de outros jogos.
Uma das curiosidades no esquema montado por Ademir Fonseca é o deslocamento do lateral direito Zé Carlos para o meio-de-campo na função de armador. Ele aposta na experiência e poder ofensivo do lateral.
O técnico do Vila Nova, Roberto Oliveira, também está sendo "criativo" na escalação do time. Colocou o zagueiro Higo como volante para dar um pouco mais de proteção à defesa. Sua maior preocupação, contudo, é o ataque. Adriano, com seis gols, será o atacante mais avançado. Próximo a ele estarão Guin e Zinho, este contratado para ser o artilheiro mas que marcou apenas uma vez.

VILA NOVA: Émerson; Bosco, Sandro Brum, Naílton e Batata; Higo, Fábio Bahia e Jean Carlos; Zinho, Adriano e Guin. Técnico: Roberto Oliveira. JOINVILLE: Marcello Flores; Celso, Da Silva, Roberto e Vagner; Senegal, Normando, Zé Carlos e Dauri; Maia e Felipe. Técnico: Ademir Fonseca. ÁRBITRO: Samir Yarak (RJ), auxiliado por Eurivaldo Faria Lima (RJ) e Geraldo de Castro (GO). LOCAL: Estádio Serra Dourada, 17 horas.


Em grave crise, Portuguesa agoniza e luta para não fechar as portas

São Paulo - Crianças correm por todos os lados. Famílias reunidas nos quiosques, confraternizam em animados churrascos. As piscinas e quadras, lotadas, trazem ao clube uma atmosfera vibrante. Até a década de 80, esse era o ambiente na Associação Portuguesa de Desportos. Mas o retrato atual do complexo esportivo do Canindé é bem diferente. Cada vez menos sócios - a maioria na faixa dos 65 anos - freqüentam as instalações, que sofrem com a falta de manutenção. A Portuguesa vive a pior crise da sua história, passando pela falta de recursos e a vertiginosa queda do número de associados: de 60 mil, há duas décadas, restaram cerca de 6 mil, incluindo dependentes. "Só não fechamos em razão do futebol, que ainda sustenta as nossas contas", disse Virgílio dos Anjos Martins, vice-presidente da diretoria e vice-presidente de finanças da Portuguesa. "Se não houver uma reversão desse quadro, o que é muito difícil, em alguns anos não só a Portuguesa mas todos os clubes sociais vão virar shopping centers."
Alguns fatores explicam a decadência, como a falta de uma política interna de investimentos, o surgimento de novas formas de diversão e a queda da renda da população brasileira. Português da cidade de Braga, Virgílio chegou ao Brasil na década de 60. Apesar da tristeza com a situação do clube, a Lusa ainda lhe traz orgulho.
O diretor lamenta a proliferação dos shoppings, que oferecem diversos tipos de divertimento em um só local, das academias de ginástica e o fortalecimento de órgãos como o Sesi e o Sesc, com mensalidades e taxas de manutenção mais baixas que a dos clubes sociais. "Os condomínios estão muito bem estruturados, com piscinas, saunas e áreas de lazer", comenta.


Brasil estréia no Mundial com Milene no banco

Washington - Valorizar o toque de bola e o passe, manter o padrão de jogo do Pan-Americano e não se deixar trair pela correria afobada da Coréia do Sul. Estas são as orientações do técnico Paulo Gonçalves para o Brasil tentar estrear bem no Mundial Feminino, neste domingo, às 15h15 (16h15, horário de Brasília), no JSK Stadium, em Washington. A seleção chegou em nono lugar nos Mundiais da China (1991) e Suécia (1995) e alcançou a terceira posição na última edição da competição, disputada também nos Estados Unidos (1999).
Gonçalves vai deixar a meia-atacante Milene no banco de reservas. A mulher do craque Ronaldo foi confirmada na seleção em meio a protestos de algumas jogadoras, que a consideram sem competência para defender a equipe. O treinador gastou parte do tempo da última preleção para falar sobre a necessidade de as atletas deixarem de lado a conquista recente da medalha de ouro no Pan-Americano de São Domingos e se concentrar no Mundial.
A delegação desembarcou quarta-feira em Washington, depois de mais de duas semanas de fase de preparação em Teresópolis, região serrana do Rio. Logo na chegada aos Estados Unidos, as jogadoras levaram um susto: o alarde local pela passagem do furacão Isabel. Tanto que tiveram de treinar na quinta-feira dentro do hotel, por medida de segurança. "O ambiente entre elas é muito bom; estão todas cobrando de si próprias uma ótima participação no Mundial", disse o diretor de Futebol Feminino da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Luiz Miguel Estevão de Oliveira. A catarinense Maicon começa como titular.


La Corunã tenta
aumentar vantagem sobre o Real

Madri - O Deportivo La Coruña superou expectativas e venceu os três primeiros jogos do Campeonato Espanhol. O time galego é o único a ter pontuação total - e entra em campo neste domingo, no Estádio Riazór, com a pretensão de não ser alcançado por rivais como o poderoso Real Madrid. A oportunidade é excelente, porque recebe o Albacete, um dos recém-promovidos para o grupo de elite, mas que até agora não conseguiu pontos.
O técnico Javier Irureta esfrega as mãos de satisfação, por conta do desempenho de alguns jogadores, e se dá o luxo de fazer mistério para definir o ataque. O uruguaio Pandiani tem sido destaque, mas pode até ficar no banco neste domingo à tarde e dar lugar para Tristán e Luque formarem dupla de frente.
O La Coruña espera também descontar a decepção do meio de semana, quando cedeu empate ao AEK, em Atenas, depois de estar vencendo por 1 a 0, na abertura da Copa dos Campeões. O Albacete se contenta com o primeiro ponto.
O Real Madrid não deixa de ser atração. O campeão espanhol leva seu grupo de astros para Málaga, onde enfrenta a equipe local. Mesmo fora de casa, o time do português Carlos Queiróz é favorito, depois dos 7 a 2 sobre o Valladolid, na semana passada, e dos 4 a 2 diante do Olympique de Marselha, na terça-feira, pelo torneio europeu. Em princípio, nenhum dos titulares será poupado contra o penúltimo colocado da Série A e a idéia é não perder pontos, como ocorreu no campeonato anterior definido na rodada final.
A vice-campeã Real Sociedad recebe o Zaragoza animada com o 1 a 0 sobre o Olimpiacos, pela Liga dos Campeões.


DAVIS - As partidas individuais decidem hoje a repescagem da Copa Davis, entre Brasil e Canadá. O canadense Daniel Nestor venceu Gustavo Kuerten, número 17 do mundo, por 3 sets a 2, na madrugada deste sábado, no segundo jogo da série entre os dois países para permanecer no Grupo Mundial da Copa Davis, em quadra de carpete coberta na cidade de Calgary. No jogo que abriu o confronto, o paulista Flávio Saretta, derrotou Frederic Niemeyer por 3 sets a 1. Hoje, Saretta joga contra Nestor, e, na sequência, Guga enfrenta Niemeyer, no encerramento do confronto.

 
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