Joinville         -         Sexta-feira, 26 de Setembro de 2003        -          Santa Catarina - Brasil
 
 

ANotícia  




 




VIDA E ARTE

Zumblick no ateliê (alto, D), um auto-retrato de 1993 (alto, E) e as telas "Anita Tentando Sair do Cerco" (1976) e "Promessas do Divino" (abaixo), pintada em 1978. Abaixo, o artista na ótica e relojoaria que leva o seu nome
Fotos: Reprodução

Os 90 anos
de Willy Zumblick

Artista plástico, dono de uma produção documental sobre a cultura catarinense, celebra vida e talento

Carolina Carradore
Especial para o Anexo

Tubarão - O artista plástico tubaronense Willy Zumblick é considerado um exemplo. Hoje, ele completa 90 anos com motivos de sobra para celebrar. Em um pouco mais de sete décadas, transportou para as telas a história, os costumes e as manifestações significativas da cultura popular, marcando seu nome no cenário artístico catarinense.
Atualmente Zumblick passa parte do tempo em sua loja, a relojoaria e ótica Zumblick, onde ainda trabalha e recebe amigos. Pintar já não faz parte de seu cotidiano. Intoxicado por tintas, há dois anos abandonou os pincéis. Frágil de saúde, anda pouco, mas mantém uma lucidez e memória invejáveis. "É um presente de Deus ter chegado até aqui", fala emocionado. Em toda sua carreira, realizou 57 exposições e guarda com carinho 49 peças que simbolizam prêmios, como troféus, medalhas, diplomas e títulos.
Entre as mais de 300 obras de Zumblick, uma presença constante em suas pinturas é a temática "Bandeira do Divino". Tanto é que chegou a receber, em Tubarão, o título de "Pintor das Bandeiras do Divino". As telas resgatam uma das manifestações mais significativas da herança cultural da região Sul, a Festa do Divino Espírito Santo. Orgulhoso, o artista mostra uma tela do Divino na parede de sua empresa, uma ótica. "Não conheço e não creio que outro pintor tenha dedicado toda uma vida como eu, pintando bandeiras do Divino Espírito Santo".
Mas o tema não limitou o criador, que também usou o seu talento em telas que ilustram costumes e histórias da região Sul, como e epopéia de Giuseppe e Anita Garibaldi. Em sua coleção está "O Trajeto de Anita", dedicada a Wolfgang Ludwig Rau, que documenta a história épica de Anita.
O amor e arte são requisitos básicos para o artista que nasceu em Tubarão, em 26 de setembro de 1913. Mantém tradição e ainda se orgulha da ótica herdada pelo pai, o imigrante alemão Roberto Zumblick. O estabelecimento funciona há cem anos. Entre relógios e óculos, as telas decoram o ambiente. Sua maior companheira, a mulher Célia Sá, o acompanha há 66 anos. Com ela, teve cinco filhos. "É uma mulher fabulosa, a companheira ideal e meus filhos são a minha felicidade."
A paixão pela pintura ocorreu ainda criança quando estudava no Colégio São José. "Nessa época, a pintura começou a tomar forma. Meus quadros eram mostrados como exemplo aos alunos."


Zumblick passeia
pela cultura catarinense

Acervo do artista está exposto no museu que leva seu nome, instalado desde 2000 no centro de Tubarão

Carolina Carradore
Especial para o Anexo

Tubarão - Em 2000, Willy Zumblick recebeu o que ele mesmo considera um presente de Tubarão, o Centro Municipal e o Museu Willy Zumblick. Na história do município, ele é o único artista homenageado vivo. Seu frágil estado de saúde o impede de estar mais no museu, que é motivo de orgulho. "É um cartão de visitas para a cidade. Eu acredito que não exista outro igual."
Conforme o pintor, das 150 telas que estavam em sua casa, ele doou 72 para a instituição situada no andar superior do Centro Cultural que leva o nome do artista. As pinturas já começam a ser admiradas no corredor que dá acesso ao segundo andar, onde funciona o museu. Lá, o visitante encontra os mais variados temas, como "Anita Garibaldi", uma das telas mais belas do museu e "Bandeira do Divino". Além de esculturas feitas pelo próprio autor e honrarias recebidas ao longo da carreira. Em momentos mais calmos, o espaço recebe em média, 20 pessoas por dia. "Em época de excursões, no verão, chegamos a recepcionar mais de cem pessoas diariamente", informa a atendente Edna Schlichting. Todos vêm com o objetivo de conhecer e admirar aos obras de Zumblick e acabam visitando exposições temporárias de outros criadores. No térreo, o local é reservado para mostras que se alteram de 15 em 15 dias.
O centro abriga de forma permanente, além das obras de Zumblick, fotos da "tragédia de 1974", a enchente que destruiu a cidade. O local - composto por três salas de exposição, biblioteca, sala de vídeo, além do espaço permanente Willy Zumblick - é mantido pela Prefeitura da cidade, que, apesar de toda a visitação, não investe na divulgação. Essa é praticamente nula. "A Prefeitura não divulga o museu. O máximo que acontece é algum profissional da área da comunicação nos procurar e perguntar se temos novidades", conta Edna.

O QUÊ: Exposição permanente do artista plástica Willy Zumblick. QUANDO: De segunda a sexta, 8 às 18h; sábado, 9 às 12h, 14 às 17h. ONDE: Centro Municipal de Cultura e Museu Willy Zumblick, av. Marcolino Martins Cabral, s/nº, Praça Sete de Setembro. QUANTO: Gratuito. R$ 1,00 para integrantes de excursões.


Obra está
documentada em livros

Deluana Buss

Florianópolis - Willy Zumblick fez um registro precioso da história e da cultura de Santa Catarina. A opinião é da socióloga Lélia Pereira da Silva Nunes, atual superintendente da Fundação Franklin Cascaes (FFC), da Capital. Durante muitos anos ela se debruçou sobre o acervo do artista, relacionando pinturas e colhendo relatos. O resultado foi a realização do livro "Zumblick - Uma História de Vida e de Arte" (Editora do Senado Federal) e a organização de "Entre Penas e Pincéis" (Editora Universitária da Unisul), assinado pelo pintor.
A admiração de Lélia pelo trabalho de Zumblick começou cedo. Ela nasceu e cresceu na mesma Tubarão que até hoje abriga o artista. "Morava na rua onde está a Ótica Zumblick, onde ele exibia seus quadros em meio aos relógios, e sempre olhava fascinada", recorda. A aproximação acabou por gerar a pesquisa, onde ela apresentou quatro grandes vertentes temáticas do trabalho do artista: as bandeiras do Divino, a Guerra do Contestado, a trajetória de Anita Garibaldi e a cultura popular.
"A obra dele é importante como documento, fazendo um registro das manifestações populares. Como sou chegado em antropologia, acho bom ter esse registro", afirma João Otávio Neves Filho, artista plástico e crítico de arte. "É uma pessoa agradável, gentil, um cavalheiro, muito correto", elogia, completando que "a pintura dele é mais tradicional, acadêmica, e o público gosta do que é mais explícito".
Com mais de 5 mil pinturas e esculturas, Zumblick também coleciona histórias. A tela "Deodoro", pintada em 1990, retrata um andarilho. "Não foi fácil convencer Deodoro de que me permitisse pintar seu retrato. Suas longas e sujas barbas me encantaram", descreve. O modelo era conhecido na cidade por não gostar de ser fotografado, e teria inclusive dado uma surra num turista incauto. Um dia Zumblick encontrou-o na praia, com cabelos em desalinho. O pintor tentou convencer então o andarilho a servir de modelo para uma pintura. Falou, argumentou, ofereceu dinheiro, deu o endereço e disse que ficaria esperando. Depois de alguns dias, um homem apareceu na casa de Zumblick. Era Deodoro, pronto para ser pintado: de barba feita, cabelos aparados e banho tomado. O retrato ficou para depois.

Curiosidade

Outra obra de Zumblick com uma história curiosa é "Cristo Esperança", um grande painel de 19 por 6 metros pintado na igreja matriz de Treze de Maio. Na pintura, um cristo verde, simbolizando a esperança, é circundado por uma profusão de lavradores, carros-de-boi, tratores, religiosos, astronautas na lua, aviões, navios, carros, mulheres, jovens guitarristas e outros personagens. "O painel foi escondido por papel pardo e uma cortina branca. A paróquia mandou encobrir porque achou que as figuras retratadas estavam tirando a atenção dos fiéis e prejudicando as fotografias de casamento", lamenta Lélia, que foi pessoalmente ver como estava o trabalho.

Biografia

1913 - Nasce Willy Zumblick, em Tubarão. Seu pai, Roberto Zumblick, imigrante alemão de atividade relojoeiro e sua mãe Ida Furghesti, de ascendência italiana.

1923 - Descobre o dom da pintura quando estudava no Colégio São José, em Tubarão.

1937 - Casa com Célia Sá. Do casamento, teve cinco filhos.

1939 - Sua primeira exposição individual, no Café de Francisco Zaneta, em Tubarão. En junho do mesmo ano, expõe seus trabalhos em Florianópolis, no hall do Cine Rex.

1944 - Exposição individual no Palace Hotel e Joinville em homenagem a Nereu Ramos.

1948 - Recebe diploma de mérito, em reconhecimento ao seu trabalho em prol do desenvolvimento das artes no Brasil, concedido pela sociedade Brasileira de Belas Artes do Rio de Janeiro.

1964 - Coleção de 14 quadros a óleo sobre tela representando a Via-sacra, na igreja Nossa Senhora da Salete, em Criciúma.

1969 - "Menina Costureira" foi capa da revista "Atlética", da Companhia Souza Cruz, Rio de Janeiro.

1980 - Medalhão de bronze com a efígie do Monsenhor Bernardo Peters junto à cripta da igreja catedral de Tubarão.

1992 - Seus trabalhos "Retirantes da Enchente de 1974", "Anita Tentando Sair do Cerco", "Descendo a Serra", "Imigrantes Italianos Viajando de Tubarão para Azambuja", "Bandeira do Divino em Tubarão" e "Recolhendo Rendas para a Festa do Divino", ilustram o livro "História de Tubarão: Das Origens ao Século 20", do professor Amaádio Vittoretti.


Estréia
novo filme de Allen

"Dirigindo no Escuro" traz o ator como um cineasta com cegueira temporal

Florianópolis - Semana de muitas estréias nos cinemas de Santa Catarina. Hoje entram em cartaz o mais novo filme de Woody Allen, "Dirigindo no Escuro", e a comédia "A Casa Caiu", que traz no papel principal o ator Steve Martin. Também estarão sendo exibidos "Uma Saída de Mestre", "Abaixo o Amor", "Segurança Nacional" e "A Última Noite".
Aos 67 anos, Woody Allen tem 40 filmes no currículo. Neste "Dirigindo..." ele vive Val Waxman, um diretor de cinema bastante badalado em Hollywood nos anos 70 e 80, mas que agora só consegue dirigir comerciais de TV. A chance que esperava para retornar ao estrelato surge através de um produtor de um grande estúdio, que está atualmente namorando sua ex-mulher e lhe oferece a direção de um grande projeto. Waxman imediatamente aceita a proposta mas, pouco antes do início das filmagens, passa a sofrer de cegueira temporária. Decidido a trabalhar assim mesmo, ele passa então a contar com a ajuda de alguns amigos para que possa dirigir o filme sem que os produtores e executivos do estúdio percebam seu atual estado.
Já em "A Casa Caiu" a estrela é Steve Martin, que vive um advogado solitário e divorciado, mas ainda perdidamente apaixonado por sua ex-mulher. Ele tenta levar uma vida normal e ser um bom pai, e para conhecer novas pessoas costuma entrar em bate-papos na Internet. Num dia ele inicia uma animada conversa com Ivy League, uma advogada com quem marca um encontro. Em seu lugar aparece Charlene Morton, uma ex-presidiária desbocada que se fez passar por advogada no chat para chamar sua atenção. Na verdade, Charlene quer que Peter atue em seu caso como advogado, na intenção de provar sua inocência. Porém, o que Peter mais quer é ficar longe dela, o que será difícil devido a insistência da farsante.
No filme "Abaixo o Amor" a atriz Renée Zellweger vive uma escritora feminista que, em plenos anos 60, escreve um best-seller onde aconselha mulheres desiludidas com a vida amorosa a manterem apenas relacionamentos casuais, dando prioridade ao sucesso profissional e à independência. O sucesso do livro faz com que um repórter mulherengo e sedutor (Ewan MacGregor) decida se envolver com a escritora apenas para preparar um artigo e mostrar ao mundo que ela é uma fraude. Já em "Uma Saída de Mestre", Mark Wahlberg interpreta um gênio do crime que está decidido a recuperar um cofre repleto de ouro que fora roubado por seu ex-sócio, e para tanto forma uma gangue de especialistas.

Confira os horários na programação CINEMA.

Manchetes AN

 Das últimas edições de Anexo
25/09 - Grande gala
24/09 - Exercícios do poder
23/09 - Anotações de um diário
22/09 - Registros do belo
21/09 - O legado grego
20/09 - Celebração
19/09 - A poesia como celebração do mundo

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CD de Jair Oliveira aponta novos caminhos sonoros, que podem ser conferidos em show na Capital
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Jair Oliveira faz em Florianópolis show com repertório de seu terceiro disco

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Florianópolis - A vontade de experimentar novas possibilidades sonoras fez do terceiro disco de Jair Oliveira um produto no qual as músicas anunciam um artista mais preocupado com os acontecimentos à sua volta do que com as coisas do amor. É esse novo pensamento, traduzido no nome do CD, "Jair Oliviera 3.1", a pauta do repertório do show que ele faz hoje, no Café Cancun, na Capital, quando interpreta também canções de seus dois primeiros trabalhos da fase adulta, "Dis'ritmia" e "Outro", todos pelo selo Trama.
Aos 28 anos, Jair parece ter se libertado da imagem de "Jairzinho", como ficou conhecido por sua participação na Turma do Balão Mágico, em 1981. Filho de Jair Rodrigues, ele também não carrega o sobrenome do pai famoso, e muito menos o estilo consagrado por este, o samba. Claro que lá no fundo, os arranjos revelam um pouco dessa influência, mas nada que abafe sua formação pop com raízes fincadas na música popular brasileira (MPB), algo bastante presente nos primeiros discos e que agora aparecem mais contidas.
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É um estágio da carreira no qual samplers e a eletrônica, aliados aos instrumentos tradicionais, continuam bastante presentes, mas sempre servindo como base para as letras afiadas, sintonizadas com seu tempo. Sinal de amadurecimento, algo para ser conferido na apresentação, a qual deve manter o ritmo dançante que Jair Oliveira impôs desde sua estréia.

O QUÊ: Show JAIR OLIVEIRA 3.1. QUANDO: Hoje, meia-noite. ONDE: Café Cancun, av. Beira-mar Norte, 1.344, centro, Florianópolis, tel.: (48) 225-1266. QUANTO: R$ 10,00 (antecipado)/R$ 15,00 (na hora).


Elenco
"Cordão Umbilical" estréia hoje na Ubro

Jornada pela existência

Florianópolis - Texto de Mário Prata encenado pela primeira vez em 1970, "Cordão Umbilical" ganha agora montagem catarinense, com estréia hoje, no Teatro da União Beneficente Recreativa Operária (Ubro), na Capital. Com direção de Sérgio Bessa, a peça é mais uma produção local assinada por Luiz Alves e apresenta com humor os altos e baixos da existência, como define o próprio roteiro "é uma breve jornada cheia de risos, lágrimas e sustos".
Tudo começa no cordão umbilical, mas, como escreve Mário Prata, "não se sabe onde termina". Assim, os personagens Didi (Felipe Machado), Marco (Adilson Veras) e Gladys (Cris Piazza) sofrem de dor de umbigo e vivem sem ter uma razão para existir, perdidos em suas mediocridades. Didi é um estudante de medicina sem perspectivas; Marco é um escritor que ninguém lê; e Gladyz uma atriz obscura. Surge então Kátia Porreta (Raquel Stüpp), mulher de "vida fácil" que acaba se transformando numa espécie de "sol" para o trio.
A comédia segue uma concepção teatral sem grandes artifícios cênicos, transcorrendo integralmente dentro de um apartamento, onde os quatro personagens vivem suas histórias. É, segundo os produtores, uma montagem que procura resgatar o sucesso que obteve há 30 anos e que colocou o mineiro Mário Alberto Campos de Morais Prata definitivamente no cenário nacional, abrindo portas para que ele viesse a se transformar num dos mais requisitados autores nacionais. Atualmente, Prata mora em Florianópolis.

O QUÊ: Estréia da peça CORDÃO UMBILICAL. QUANDO: Até 12/10, sextas e sábados, 21h, domingo, 20h. ONDE: Teatro da União Beneficente Recreativa Operária (Ubro), escadaria da rua Pedro Soares, 15, entre as ruas José Jacques e Artista Bittencourt, centro, Florianópolis, tel.: (48) 222-0529. QUANTO: R$ 16,00/R$ 8,00 (estudantes), à venda na bilheteria e Clínica dos pés (Ceisa Center, av. Osmar Cunha, 186, centro, tel.: (48) 224-1626).


Livro ensina
a ler melhor

Joinville - A leitura é tema de debate, hoje, no anfiteatro 1 da Universidade da Região de Joinville (Univille). Os convidados da noite são a professora Leda Tessari Castello-Pereira, que estará lançando o livro "Leitura de Estudo - Ler para Aprender a Estudar e Estudar para Aprender a Ler" (Editora Alínea) e o presidente da Associação de Leitura do Brasil (ALB), Luiz Percival Leme Britto.
Segundo Leda, a obra trata do ensino da leitura de estudo. "Ler para estudar ou para trabalhar, numa sociedade em que o exercício intelectual está sendo cada vez mais importante, e na qual as novas tecnologias exigem trabalhadores autônomos, independentes, capazes de tomar decisões, se torna fundamental para todos", argumenta. O debate também discute novas perspectivas na área da educação e o papel da família e dos centros de ensino nesse processo.

O QUÊ: Lançamento do livro LEITURA DE ESTUDO - LER PARA APRENDER A ESTUDAR E ESTUDAR PARA APRENDER A LER, de Leda Tessari Castello-Pereira, e DEBATE com a autora e o presidente da Associação de Leitura do Brasil (ALB), Luiz Percival Leme Britto. QUANDO: Hoje, 19h. ONDE: Anfiteatro 1 da Univille, campus universitário Avelino Marcante, s/nº, bairro Bom Retiro, tel.:(47) 461-9000. QUANTO: R$ 26,00 (livro).

 
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