Joinville         -         Quinta-feira, 9 de Outubro de 2003        -          Santa Catarina - Brasil
 
 

ANjaraguá  

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Estudantes
mostram como se
deve cuidar dos livros

Projeto foi desenvolvido na escola Julius Karsten e apresentado em forma de peça de teatro

Jaraguá do Sul - Estudantes das 7ª e 8ª séries da escola Julius Karsten deram verdadeira lição na tarde de quarta-feira , sugerindo através de peças teatrais como os colegas podem cuidar dos livros didáticos que muitas vezes são rasurados, sujos e destruídos por alunos que não cuidam dessa importante ferramenta de aprendizagem. As peças, feitas pelos próprios alunos, fazem parte do projeto de Conservação e Valorização do Livro Didático incentivada pelo Ministério da Educação (MEC).
O projeto começou a ser aplicado no início do ano quando foram entregues os livros didáticos às crianças com a presença dos pais e orientação de como os estudantes devem conservar os impressos que serão usados por outros alunos a cada ano letivo. Além da orientação dada aos pais, os professores também reforçaram durante todo o ano a importância dos cuidados com os livros didáticos.
De acordo com a professora de artes, Jussara Vicente Bóries, que junto da também professora, Eliane da Silveira, aplicaram o projeto com os alunos da 7ª e 8ª séries, os estudantes escolheram o teatro como forma de alertar os colegas sobre a preservação do material didático da escola. Comenta que cada turma criou peças que abordassem o tema de forma a atingir todos os estudantes da escola. Ontem foram apresentadas três peças de manhã e à tarde para os alunos. As peças abordaram de forma lúdica, os cuidados que devem ser tomados com os livros apresentando inclusive paródias.
A aluna da 7ª série da escola Julius Karsten, Tatiane Severo Raier, 13 anos, participou junto com os colegas de paródia em que todos estavam vestidos como se fossem livros chamando para os cuidados com esse material. "Através do teatro notamos que conseguimos conscientizar os alunos para os cuidados com os livros", afirma. Diz que devido à falta de cuidados com os livros que ficaram de anos anteriores, hoje sua turma tem apenas 15 livros e não mais 35 como antes, precisando usar o material em duplas.

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Sugestões

  • Zero a nove meses: Brinquedos leves, resistentes, anti-alérgicos e sem pontas, que não soltem tintas e com som agradável.
  • Nove a 12 meses: Objetos de tecido, de borracha, plástico e madeira.
  • Um ano: Peças de encaixar, montar, de empurrar e massinhas de modelar.
  • Dois anos: jogos de montar e de encaixar.
  • Três a cinco anos: bonecos, fantoches para dramatização e livros.
  • Cinco a sete anos: jogos e peças de competição (esportivos), ao ar livre.
  • Sete a nove anos: jogos de visualização, quebra-cabeças e jogos de regras simples.
  • Nove a 12 anos: instrumentos musicais e jogos eletrônicos.


Muito cuidado na hora de
comprar os brinquedos

Jaraguá do Sul - Quando se trata da Semana da Criança, tem que cuidar muito na hora de comprar brinquedos, conferindo a faixa etária indicada na embalagem, o prazo de validade e o risco que pode causar à saúde. Um dos procedimentos indispensáveis é conferir se as peças têm selo emitido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). O alerta é do coordenador-executivo do Procon de Jaraguá do Sul, advogado Roberto Rapozo de Oliveira, com base na lei número 8.124/92, que vigora apenas no Estado de São Paulo, mas que serve de referência para o restante do País.
O coordenador salienta que o órgão está à disposição das pessoas que se sentirem lesadas na compra de brinquedos, desde que compareçam munidas de nota fiscal, "independente se o brinquedo é nacional ou importado". Lembra que a compra brinquedos em 'camelódromos', sem nota fiscal, sempre é arriscada: "Se o produto estraga, tem que se jogar no lixo!".O ideal, enfatiza, é que os pais testem os brinquedos dentro das lojas.
"O Código de Defesa do Consumidor diz que a pessoa que se sentir prejudicada pela qualidade dos produtos devem reclamar primeiro nas lojas, que tem 30 dias para enviar a peça à fábrica e trocar, se está no prazo de validade de 90 dias", declara Rapozo. Salienta que a reposição do produto só é feita quando é constatado defeito de fabricação. "Semanalmente as lojas compram centenas de produtos e preferem trocar a se incomodar com o cliente. Nos três anos que estou à frente do Procon, nunca recebi nenhuma reclamação relacionada a brinquedos", enfatiza. De janeiro a setembro, o órgão recebeu 11.066 reclamações, relacionados a problemas com produtos, prestação de serviços, contratos, propaganda enganosa, juros e cobrança indevida de pulsos de telefone. Roberto Rapozo de Oliveira destaca as recomendações seguidas pelo Inmetro para a classificação de brinquedos, variáveis de acordo com a faixa etária da criança.

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