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   E s p e c i a l  C o p a  9 8

As 32 equipes no mundial
África do sul
Campeã africana e destaque nas eliminatórias, a África do Sul espera ser a surpresa deste grupo.
EUA
Depois de ser eliminada pelo Brasil em 94, os Estados Unidos renovaram sua seleção. Mas não devem ir muito longe na França.
Alemanha
Sempre uma força na Copa. Chegou a final em seis mundiais e venceu três (54, 74 e 90). Tem um elenco experiente, capitaneado por Lothar Matthaeus.
França
É a dona da casa. Terá toda a torcida a seu favor, mas também receberá uma enorme pressão. Busca seu primeiro título.
Arábia saudita
Contratou o técnico tetracampeão do mundo, Carlos Alberto Parreira, para tentar chegar à segunda fase.
Holanda
Chega em sua sétima Copa do Mundo com um elenco renovado. Não empolgou nas eliminatórias, mas é sempre uma força européia.
Argentina
Grande força do futebol mundial. Ganhou dois mundiais e terá na França jogadores que são destaques na Europa, como Batistuta, Claudio Lopes e Ortega.
Inglaterra
Evoluiu bastante nos últimos anos e quer comprovar isto na Copa da França. Já disputou nove mundiais e esteve ausente em 94.
Áustria
Vai usar a experiência do seu elenco para tentar surpreender. Já disputou seis Copas.
Irã
Ganhou a vaga no Mundial com um brasileiro de treinador, Badu Vieira. Depois demitiu o treinador e deve ganhar apenas experiêcia na Copa.
Bélgica
Terá o brasileiro Luís Oliveira como uma das atrações. Joga futebol ofensivo e quer surpreender.
Itália
Já disputou 13 Copas e juntamente à Alemanha, são as únicas seleções que podem se igualar ao Brasil em número de títulos. Perdeu duas finais para o Brasil.
Brasil
Único País que disputou todas as Copas. Luta pelo quinto título e é apontado como favorito.
Iugoslávia
Seus principais jogadores estão na Itália, França e Espanha. Tem grandes chances de surpreender neste Mundial.
Bulgária
Manteve a base do Mundial de 94, mas não tem mais a mesma força. Tentará chegar à segunda fase no grupo mais equilibrado.
Jamaica
O brasileiro Renê Simões conseguiu a façanha de levar os jamaicanos ao Mundial. O que vier agora é lucro.
Camarões
Apesar de ser a seleção africana que melhor se colocou em Copas do Mundo (7º em 1990), não tem a mesma força de outros mundiais.
Japão
Disputa sua primeira Copa do Mundo com esperanças de chegar à segunda fase. O brasileiro Wagner Lopes é um dos destaques.
Chile
Depois da punição imposta pela Fifa em 89, volta ao Mundial. Aposta suas fichas nos atacantes Marcelo Salas e Zamorano.
Marrocos
É considerada uma das forças do futebol africano. Terá como vantagem o apoio de grande torcida na França.
Colômbia
Foi o maior fracasso do Mundial dos Estados Unidos. Aprendeu a licão e espera melhorar sua campanha na Franca.
México
O México já disputou 10 Copas, mas nunca conseguiu chegar entre os finalistas, nem mesmo quando foi sede em 1970 e 1986.
Coréia do Sul
Disputa sua quinta Copa e ainda luta pela primeira vitória. Seus jogadores acreditam que o jejum acaba na França.
Nigéria
Os campeões olímpicos querem agora o título mundial. É a principal força do futebol africano e joga um futebol ofensivo.
Croácia
Tem grandes chances de surpreender na França. Seus principais jogadores atuam na Europa e têm boa técnica e experiência.
Noruega
Disputa sua terceira Copa. Pode ser a surpresa da competição, se repetir o futebol das eliminatórias.
Dinamarca
Surpresa no Mundial de 86, a Dinamarca volta à Copa liderada pelos irmãos Laudrup. Quer pelo menos chegar à segunda fase.
Paraguai
Treinado pelo brasileiro Paulo César Carpeggiani, vai para a sua quinta Copa. Caiu no grupo mais difícil da primeira fase.
Escócia
Disputa sua oitava Copa e promete realizar sua melhor campanha. Sua força está no conjunto.
Romênia
Chega na Copa com a seleção de melhor campanha nas eliminatórias. Tem tradição em mundiais e pode ser uma das sensações.
Espanha
Em sua 10ª Copa do Mundo a Espanha luta pelo seu primeiro título. Vive seu melhor momento desde o Mundial de 86.
Tunísia
Tem um futebol ofensivo, mas apresenta falhas na marcação. Terá no elenco Clayton, um maranhense que se naturalizou para jogar o Mundial.

Reservas da Seleção Brasileira

Carlos Germano (goleiro)
É um reserva assumido, que não cria problemas, apesar de estar em melhor fase do que Taffarel. Nas vezes em que defendeu a seleção, mostrou tranqüilidade e segurança. Foi revelado nas divisões inferiores do Vasco, único clube que defendeu na carreira.

Dida (goleiro)
Perdeu a condição de segundo goleiro para Carlos Germano depois da má atuação na Olimpíada de Atlanta. No Cruzeiro, tem tido boas atuações e demonstra um bom amadurecimento.

Gonçalves (zagueiro)
Firmou-se como reserva da seleção no ano passado, mas caiu muito de rendimento no Botafogo. É habilidoso e experiente, mas às vezes falha nas bolas altas. No clube carioca, tem cometido vários pênaltis ou faltas próximo à área.

André Cruz (zagueiro)
Convocado para o lugar de Márcio Santos, o ex-zagueiro do Napoli, atualmente no Milan, foi chamado pelo técnico Zagallo por causa de sua "experiência internacional". Mas a recente operação de hérnia de disco e a conseqüente inatividade deixa uma incógnita sobre sua atual forma.

Zé Roberto (lateral esquerdo)
É considerado um jogador técnico e poderia ser um opção para o meio-de-campo, setor no qual atuou na Portuguesa e no Real Madri. Mas, desde que voltou ao futebol brasileiro, pelo Flamengo, tem tido atuações decepcionantes, tanto na lateral quanto no meio-de-campo.

Doriva (volante)
Ex-jogador do São Paulo e do Atlético-MG, é um marcador eficiente e considerado por Zagallo como o reserva ideal de Dunga. O meia ganhou a vaga com a má atuação de Zé Elias, da Inter de Milão, no jogo contra a Argentina, no Maracanã. Fez excelente temporada no futebol português.

Zé Carlos (lateral direito)
Chamado na última hora para substituir Flávio Conceição, o lateral chega credenciado pela boa atuação no São Paulo, clube que chegou há menos de um ano, mas sem nunca ter atuado pela seleção. A chegada do jogador supre a reserva de uma das posições mais carentes do time e também pode ser um trunfo, dada asua versatilidade.

Leonardo (meio campo)
Titular de Zagallo na Copa América, em 97, perdeu a posição para Rivaldo. É umjogador polivalente, que pode ser utilizado tanto no meio quanto na lateral-esquerda. É remanescente do time que conquistou a Copa de 94, nos EUA.

Denílson (meio campo)
Considerado o melhor jogador que atua no Brasil, Denílson será reserva na Copa da França. A sua habilidade e dribles desconcertantes são trunfos que o técnico Zagallo espera contar para superar a retranca dos adversários. Tem preparo físico suficiente para desempenhar a função de meia-esquerda, atacando e defendendo com a mesma desenvoltura.

Edmundo (atacante)
Seu temperamento forte e explosivo provoca temor na comissão técnica. Aparentemente, 'o animal' vem sendo domado por Zagallo e Zico. Não repete na seleção o futebol que apresenta nos clubes.

Bebeto (atacante)
Teve participação decisiva na conquista da Copa de 94, nos EUA, ao lado de Romário. Como os dois envelheceram, só um pode ser titular, na opinião de Zagallo. Desde que deixou o Deportivo La Coruña, da Espanha, Bebeto não repetiu o futebol que o destacou como um dos melhores atacantes do mundo.

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Titulares da Seleção Brasileira

Taffarel (goleiro)
A experiência de duas Copas do Mundo (em 1990, na Itália, e em 1994, nos Estados Unidos, quando teve atuação decisiva na conquista do tetracampeonato) justifica sua condição de titular absoluto, apesar da má fase no Atlético-MG. É um dos homens de confiança do técnico Zagallo.

Cafu (lateral direito)
Zagallo o considera titular absoluto, embora não atravesse uma boa fase. Participa da sua segunda Copa do Mundo. Vem perdendo o vigor físico que o caracterizou quando foi revelado pelo São Paulo. Foi reserva de Jorginho na Copa de 94, nos EUA. Na França, não terá um reserva imediato, pois Zagallo sacrificou um jogador para levar o terceiro goleiro.

Júnior Baiano (zagueiro)
É alto, técnico e vigoroso, mas deixa sempre os torcedores e o técnico Zagallo nervosos com o seu temperamento explosivo. Terá que jogar pela cartilha da CBF para não perder a posição. Zagallo tem conseguido domar o jogador na seleção. Vai disputar sua primeira Copa do Mundo.

Aldair (zagueiro)
Apesar da experiência de duas Copas do Mundo e da reconhecida eficiência como zagueiro (está há oito temporadas no futebol italiano), tem sido muito questionado na seleção pela lentidão e má forma física.

Roberto Carlos (lateral esquerdo)
Eleito o segundo melhor jogador do mundo, é unanimidade nacional, mas não vem atuando bem nos últimos jogos da seleção. Suas cobranças de falta com chutes fortíssimos e precisos são uma das principais armas da equipe de Zagallo.

Dunga (volante)
Capitão da equipe na conquista do tetra, é considerado por Zagallo um jogador indispensável pela sua liderança e espírito de luta. Com a experiência de duas Copas do Mundo (90 e 94), Dunga perdeu o vigor físico, mas mantém sua principal característica: comanda o time dentro de campo.

César Sampaio (volante)
Escalado para ser o titular na estréia contra a Escócia, César Sampaio voltou ao time após a queda de produção de Flávio Conceição, até então o titular na posição de segundo homem do meio-de-campo. As boas atuações na Copa do Rei e na vitória contra a Alemanha, quando marcou um gol, garantiram sua presença no grupo que vai ao Mundial.

Giovanni (meio campo)
Sua ascensão no Barcelona fez Zagallo escalá-lo como titular da seleção. Sabe jogar tanto no meio-de-campo quanto no ataque e, por atuar ao lado de Rivaldo, pode ser bastante útil ao esquema tático de Zagallo.

Rivaldo (meio campo)
Apesar da excelente fase no seu clube, não rende o mesmo na seleção, principalmente porque joga fora de posição, caindo pela direita. Com a contusão de Juninho passou a ser o número 1 do esquema tático de Zagallo, apesar da apagada atuação nas Olimpíadas de Atlanta.

Ronaldinho (atacante)
Eleito melhor jogador do mundo nos últimos dois anos e chamado de Fenômeno na Itália, terá seu grande desafio na Copa do Mundo da França. Foi reserva na Copa do Mundo de 94, com 17 anos. Ganhou a posição de titular na Olimpíada de Atlanta e é a maior esperança de gols da seleção brasileira. Foi artilheiro nos clubes onde jogou: Cruzeiro, de Belo Horizonte; PSV Eindhoven, da Holanda; Barcelona, da Espanha, e Internazionale, na atual temporada do futebol italiano.

Romário (atacante)
Permanece intocável na seleção mais pelas glórias do passado do que pelo futebol do presente. Destaque da conquista do tetra em 94, nos EUA, quando marcou gols decisivos, perdeu a explosão, está mais lento e tem sido marcado com facilidade pelos zagueiros. Em boa forma e motivado, no entanto, é um centroavante goleador - um dos maiores da história da seleção.

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